Somos especialistas em operacionalizar ações de marketing.

Você precisa de resultado? Nós temos a fórmula. Trabalhamos com o conceito One Stop Shop - todas as soluções em um só lugar.

Nossos Serviços

Promoções Comerciais

Coleta de Dados

Sistema de Apoio

Cases de Sucesso

  • Cliente: TICKET

    Case: Realizar Sinalização de Pdv’s credenciados a rede em 54 cidades espalhadas por 16 estados do Brasil – Norte e Nordeste – a partir de nov/2012Gestão de toda a equipe desenvolvida especialmente para atender esta demanda, a qual englobou criação de rotinas otimizadas, capacitação e reciclagens dos recursos nos diferentes padrões de sinalização e layouts das lojas, supervisão, interface com lojistas. Recebimento, armazenagem de todo o material de sinalização utilizado na ação.Toda sinalização com apresentação fotográfica da sinalização feita, além de mailing com os dados atualizados dos PDV’s visitados.

    Sinalização de estabelecimentos comerciais para Ticket
  • Cliente: PAQUETÁ ESPORTES

    Case: Promoção Paquetá Esportes e Topper “Olímpico Monumental”

    Necessidade: Realizar a administração e operacional da promoção. Apoio desde a criação da promoção até a entrega dos brindes aos clientes.

    Solução: A Endereço Certo foi Responsável por todo o processo administrativo e operacional sendo: Auxilio para definição da melhor mecânica de acordo com a legislação (Portaria 41/2008); Montagem do Processo para pedido de autorização a SEAE (Secretaria de Acompanhamento Econômico), organização de doc’s da Paquetá Esportes, emissão das Darf’s para pagamento da taxa de fiscalização e IR sobre o valor do prêmios; Acompanhamento do processo desde o envio até a aprovação; Assessoria jurídica durante o período da promoção; gestão de coleta de cupons para realização do sorteio; Realização do evento do sorteio, contato com o contemplado e a entrega dos prêmios; Prestação de contas no final da promoção e acompanhamento do envio do ofício de homologação.

    Promoção Paquetá Esportes e Topper “Olímpico Monumental”

Produtos e Serviços

Somos especialistas em operacionalizar ações de marketing.

  • Kits Promocionais1
  • Sorteios e Concursos2
  • ENTREGA INDISCRIMINADA3
  • Entrega Personalizada4
  • Promoções e Eventos5
  • Cliente Oculto6
  • Pesquisa de mercado7

Kits Promocionais

Manuseio de documentos e montagem de kits promocionais

Este produto está na gênese da Endereço Certo, que iniciou sua atuação em logística. Em função disso, colocamos todo nosso know-how em armazenamento, movimentação e operação de materiais e documentos. Você pode ainda contar com o nosso setor de manuseio e montagem de kits promocionais.

 

Sorteios e Concursos

Se você pensa em utilizar “sorteio”, “concurso” ou “vale-brinde” como ferramenta de marketing no seu negócio, estamos preparados para cuidar de tudo. Realizamos a liberação junto à CAIXA e à SEAE (Secretaria de Acompanhamento Econômico), vinculada ao Ministério da Fazenda. A partir daí, ampliamos o serviço para uma completa assessoria em todos os processos, indo desde o recolhimento e armazenagem de cupons, passando pela entrega de prêmios e até a prestação de contas aos órgãos fiscalizadores.

 

ENTREGA INDISCRIMINADA

Entrega indiscriminada de material promocional

Somos a empresa mais especializada para cuidar da entrega de seu material promocional, como panfletos, folders e folhetos na modalidade “porta a porta” ou em pontos fixos estratégicos para o seu negócio. Realizamos ações diferenciadas em sinaleiras e “bandeiraços” com figurino e coreografia. Contamos com uma central estruturada para cobrir entregas dirigidas a um local ou zona específica. Ao final do trabalho, você receberá um mapeamento completo da região atingida, com relatórios quantitativos e registro fotográfico.

 

Entrega Personalizada

Entregamos o seu material promocional de forma personalizada no endereço específico que você quiser, devidamente protocolado, e rigorosamente dentro do prazo estipulado. Depois de efetuada a entrega, você receberá um relatório completo da ação, com dados quantitativos e qualitativos.

Promoções e Eventos

A Endereço Certo tem know how na produção de promoções e eventos criados, planejados, personalizados e operacionalizados de acordo com os objetivos estratégicos de sua empresa. Realizamos ações em feiras, samplings, blitz, campanhas de incentivo, promoções em ponto de vendas, endomarketing e outras ações que a empresa idealizar.

Cliente Oculto

A técnica do cliente oculto permite medir a performance do atendimento ao cliente, tanto interno, nas ações de endomarketing, quanto externos. É uma ferramenta de eficácia comprovada nas ações de cliente oculto premiado nas campanhas de vendas.
. Cliente Oculto “High tech”
Você mesmo pode avaliar – através de gravações digitais e sigilosas de voz e imagem –, o que acontece no “momento da verdade” do atendimento ao seu cliente. O método propicia uma ampla visão da argumentação e poder de persuasão de sua equipe de vendas, do processo de ‘encantamento’ de sua loja, da utilização dos processos e roteiros estipulados, a identificação das dificuldades dos pontos com baixo desempenho e até mesmo saber como seus concorrentes estão atuando.

 

Pesquisa de mercado

 

Com a velocidade em que as transformações de mercado ocorrem, se torna imprescindível saber o que pensa e o que deseja o mercado onde a empresa atua. Com a pesquisa de mercado é possível levantar dados e informações que podem ajudar a sua empresa a conhecer e entender melhor as necessidades de consumo do seu público alvo. A Endereço Certo, através do “Núcleo Resposta Certa”, oferece pesquisas de mercado com diferenciais desde a coleta inicial dos dados até  a finalização da pesquisa com os relatórios customizados para cada necessidade de estudo. Cada etapa do processo é analisada e discutida detalhadamente com o próprio cliente, além disso, o cliente tem a certeza do cumprimento da tarefa dentro do prazo acordado.

Sistemas de Apoio

Ferramentas estratégicas para acompanhar e medir resultados.


  • EC Place

    Controla e acompanha o manuseio e a entrega de seus itens promocionais pela internet.

  • Módulo EAD

    Com ele é possível treinar equipes em qualquer lugar, a qualquer momento.

  • EC Online 2.0

    Você recebe relatórios, vídeos, fotos e informações em tempo real sobre as operações contratadas.

Notícias

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Dentre as escolhas e a formulação de um posicionamento é de fundamental importância não perder de vista tres qualificadoras:

  • ser simples sobre a forma
  • ser atrativo, crível e diferente sobre o fundo
  • ser rentável e perene

Ser simples

Será indispensável fundamentar seu posicionamento sobre um pequeno numero de características funcionais ou simbólicas de produto.

Ser atrativo

O posicionamento somente será pertinente se ele corresponder às expectativas dos clientes potenciais. Por exemplo, as empresas aéreas de baixo custo. Elas tem como foco as pessoas que priorizam os preços baixos, em detrimento aos serviços.

Ser crível

O posicionamento não deve estar em contradição com as características do produto, tampouco com a imagem da marca. Por exemplo, o fracasso da Bic com seu perfume. Ele foi reconhecido como sendo de elevada qualidade, mas a imagem da Bic vulgarizada em um grande número de produtos terminou por manchar o posicionamento do perfume.

Ser diferente

Posicionar-se sobre um nicho de mercado ainda vago, onde as expectativas não foram ainda atendidas. É preciso neste caso se posicionar sobre uma qualidade que sejamos os únicos a possuir. Exemplo, VW após a segunda guerra mundial nos Estados Unidos, apresentaram o Fusca com a promessa de ser exatamente o que ele era: barato, pequeno, econômico, mecânica simples. Totalmente em oposição a tudo o que já existia, com os grandes automóveis americanos.

Ser rentável

Um posicionamento pode ser simples, atrativo, crível e diferente, mas é preciso que ele esteja aberto o suficiente para que o interesse econômico esteja presente. Um posicionamento sobre um nicho de mercado pode não ser rentável a todas as empresas.

Ser perene

Consolidar um posicionamento sobre um mercado, nas mentes dos clientes, toma algum tempo. Alterar seu posicionamento pode ser perigoso para a empresa. Podemos mudar a campanha de comunicação, mas o posicionamento deve ser o mesmo. Ele deve perdurar enquanto existir. Exemplo, Casas Bahia se posiciona sobre preços baixos, “dedicação total a você” e financiamento fácil, e está presente em todas as suas múltiplas ações de comunicação.

Eventualmente para um mesmo produto podemos selecionar vários alvos a serem atingidos, é possível colocá-lo em vários posicionamentos. Mas eles devem ser em pequeno número. Além disso, é preciso zelar para que estes posicionamentos não se sobreponham. Sempre existirá o risco de levar alguma confusão aos clientes potenciais.

E acrescento, as campanhas de comunicação não serão as mesmas. Por exemplo, Apple e o iPhone. Em certos períodos eles insistem sobre o aspecto lúdico (os adolescentes e os jovens adultos), em outros o aspecto “ferramenta de trabalho”. Reconhecidamente como um case de sucesso.
Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/os-caminhos-para-um-bom-posicionamento/81485/

 

Os caminhos para um bom posicionamento 28 de novembro de 2014

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Um total de 87% dos brasileiros pretende presentear parentes e amigos no Natal deste ano. É o que aponta esta pesquisa da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas e do Serviço de Proteção ao Crédito. O estudo aponta para um aumento na intenção de dar presentes, quando comparado ao mesmo período do ano passado. Em 2013, a porcentagem de brasileiros gastaria com presentes era de 67%. O número médio de itens adquiridos permaneceu na faixa de 4,3 presentes em média.

Mais da metade dos brasileiros (51%) acreditam que os preços dos produtos estão mais caro neste ano e segundo 70% da população a inflação é a principal culpada pela alta.Apesar do cenário, uma notícia boa para os varejistas: o ticket médio passou de R$ 86,59 para R$ 122,40. Também houve uma expansão intenções de pagamento usando do cartão de crédito, que subiu de 16% em 2013 para 27% neste ano.

A internet continua sendo uma alternativa para 40% dos consumidores, sendo as empresas conhecidas e com consolidadas serão a escolha de 71% dos internautas. Para dar conta de todos esses gastos, 45% dos brasileiros pretendem obter um trabalho extra para conseguir mais dinheiro.

Fonte de consulta e baixa da pesquisa: http://www.mundodomarketing.com.br/inteligencia/pesquisas/359/intencoes-de-compra-dos-brasileiros-no-natal-2014.html

Intenções de compra dos brasileiros no Natal 2014 27 de novembro de 2014

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Por Felipe Martins

Todo consumidor virtual adora descontos! O próprio e-commerce assume este rótulo de melhores preços e condições de pagamento. É, por isso, que todo lojista deve apostar nesta técnica para atrair mais clientes.

Veja como oferecer bons descontos e atrair consumidores:

1 – Descontos sobre valores reais

A web é um oceano de pesquisa. Ao oferecer um produto com desconto, o consumidor certamente irá comparar com outras lojas e, caso seja descoberto uma farsa, sua reputação vai por água abaixo. Por isso, conceda desconto sobre os valores reais dos produtos, não engane seu consumidor.

2 – Divulgação com base no valor promocional

Sua publicidade deve ser baseada nas promoções realizadas, pois, assim, os consumidores já chegarão na loja sabendo o que desejam comprar e o valor dos produtos.

3 – Produtos com procura

Faça promoções de produtos que têm procura. Nada adianta anunciar a baixo preço itens que não são desejados por seu público. Por isso, conheça o momento de seus consumidores e os atraia por produtos que mais demonstram interesse.

Saber o momento de investir em promoções e descontos fortalece seu e-commerce, atrai consumidores e aumenta o faturamento da empresa. Por isso, estude bem as características de seu público e aposte neste recurso para engajá-lo.

Sucesso!

Felipe Martins possui mais de 10 anos de experiência com internet e é fundador e presidente da empresa Dotstore, especializada em desenvolvimento e assessoria na criação de lojas virtuais.

Fonte: http://www.varejista.com.br/noticias/9636/3-caminhos-para-atrair-clientes-atraves-de-desconto

3 caminhos para atrair clientes através de desconto 26 de novembro de 2014

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Quase todos já ouvimos dizer que vender é uma arte, de modo que a impressão que fica é que para ser vendedor é preciso ser um artista. Mas você acha que é assim? Ou você é um daqueles que pensa que vender vem se tornando também uma ciência? Vamos explorar a Fórmula BANT, desenvolvida originalmente pela IBM, e que vem se difundindo dada a sua simplicidade e pragmatismo. O termo vem do inglês Budget (Orçamento), Authority (Autoridade), Need (Necessidade) e Time (Momento), e busca definir em um formato simples a propensão que um cliente tem em fechar negócio com você. Independentemente do que você venda, seja um sapato em uma loja, ou um serviço de marketing digital, existirá um relacionamento sendo construído entre você e seu cliente. Mas como conduzi-lo de modo a fechar negócio, ou ao menos não perder tempo de ambas as partes?

Objetividade em vendas

Cada minuto investido no esforço de venda é valioso para alcançar o resultado desejado. É preciso usar melhor o tempo, e aumentar a chance de fechar negócio, com uma maneira de identificar se o cliente tem alta probabilidade de comprar de você, evitando perder tempo com aqueles com pouca probabilidade. Assim, você também respeitará o tempo do cliente, se ele não reúne condições de usufruir dos benefícios que você o oferece. Para alcançar essa objetividade é essencial saber se o cliente tem o orçamento necessário (Budget) para o que você está oferecendo, se tem poder de decisão para efetivar a compra (Authority), se sua necessidade é atendida pelo que você vende (Need), e por fim, se ele passa por um momento (Time) adequado para comprar e usufruir daquilo que você está oferecendo.

Sentiu-se atraído pela simplicidade da Fórmula BANT? É provável que sim, pois nela você tem um método simples de compreender e de aplicar, que vai evitar que você perca tempo com oportunidades de negócio pouco promissoras.

Interesse pelo cliente

O centro de treinamento Dale Carnegie nos Estados Unidos organizou as ideias em torno da Formula BANT, e deu algumas dicas para executá-la na prática. Por exemplo, compreender por que o cliente está tomando um pouco do dia dele para conversar com você, pode revelar suas motivações para comprar. Fazer algumas perguntas em torno do que você presume de suas necessidades, pode estimulá-lo a falar. Saber se o que você vende fará o cliente ganhar mais dinheiro ou economizar, é outro fator importante para descobrir suas motivações para comprar de você. Fazer perguntas para conhecer os passos que o cliente percorre para tomar sua decisão e efetivar a compra, e quem é responsável por cada passo, ajuda a conhecer o processo decisório, quem participa e como participa dele. Assim, você pode influenciar e buscar diálogo com as pessoas corretas.

Fonte:

Vamos fechar negócio? 25 de novembro de 2014

filme

O fim do ano é sempre uma época de reflexão, revisão dos planos e planejamento para o futuro. Faisal Hoque, fundador e CEO da BTM Corporation do Instituto BTM, fez para o site da revista Fast Company uma lista de mantras que podem ser a inspiração para os seus planos no ano novo.

“Nós ouvimos falar das pessoas quando elas já são bem-sucedidas. É difícil lermos notícias sobre elas enquanto ainda estão na luta. Isso cria uma percepção distorcida de que as pessoas têm sucesso do dia para a noite”, afirma Hoque. Para ele, por trás de cada “sucesso instantâneo” há uma história de uma pessoa ou uma equipe labutando por anos, com apoio de poucas pessoas, talvez da família ou alguns amigos. E o que faz com que cada um permaneça na luta são as crenças ou mantras pessoais que fazem com que os objetivos se mantenham em pé.

Para Hoque, essa inspiração pode vir de muitos lugares – no caso dele, os filmes são uma grande fonte de entusiasmo. Abaixo, uma lista com cinco lições inspiradores elaboradas pelo CEO que podem ajudar você a ganhar entusiasmo para começar bem 2015.

1. Acredite no seu “balanço” interno
“Sim… Dentro de cada um de nós há um balanço interno… Algo com o qual a gente já nasceu pronto… Algo que é nosso e só nosso, ninguém mais tem.” –Legend of Bagger Vance

A Lenda de Bagger Vance é um filme de 2000 dirigido por Robert Redford, baseado em um livro homônimo de 1995 de Steven Pressfield. O Bhagavad Gita—um epílogo hindu sobre a jornada mística da vida inspirou o romance de Pressfiled.

2. Proteja o seu sonho
“Hey, não deixe ninguém jamais dizer que você não pode fazer alguma coisa. Nem mesmo eu, está bem? Se você tem um sonho, você tem que protegê-lo! Se as pessoas não conseguem fazer as coisas, elas vão querer convencer você de que você também não consegue. Se você quer alguma coisa, trabalhe para consegui-la. Ponto!”.

A Procura da Felicidade é um drama autobiográfico de 2006 baseado na vida de Chris Gardner depois de um ano de luta como sem-teto. Dirigido por Gabriele Muccino, o filme tem Will Smith estrelando como Gardner, um vendedor sem teto que se torna um bem-sucedido corretor do mercado de ações.

3. A esperança é algo bom
Lembre-se, Red. A esperança é uma coisa boa, talvez uma das melhores coisas e uma coisa que é boa jamais morre. Você pode se manter ocupado vivendo ou morrendo.”– Um Sonho de Liberdade

Um Sonho de Liberdade é um filme de 1994 sobre um banqueiro acusado de duplo homicídio nos anos 1940 e o começo de sua pena em uma prisão chamada Shawshank. Lá ele se torna amigo de um prisioneiro mais velho chamado Red. Durante o período na prisão, Dufresne se torna admirado por outros colegas pela sua moral e seu espírito inquieto.
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4. Tenha foco e seja paciente

Os mais fortes são aqueles que entendem o verdadeiro sentido da palavra paciência. Paciência significa entender as próprias limitações. Eu não sou tão forte quanto eu poderia ser, mas eu tenho um longo conhecimento acumulado sobre como ser paciente. E se os meus descendentes desejam ser como eu, eles devem estudar a paciência.”–Shogun Toshogu

O Último Samurai é um conto de ficção sobre um veterano da guerra civil dos Estados Unidos que viaja ao Japão como um militar mercenário e assiste à queda do governo de Shogun e à restauração do regime imperial em 1868.

5. Acredite na sua história
“Eu estava desistindo. E eu teria desistido se uma voz não tivesse se feito ouvir no meu coração. Essa voz disse: eu não vou morrer. Eu me recuso a isso. Eu vou conseguir sobreviver a esse pesadelo. Eu vou superar esses problemas, por maiores que eles sejam. Eu sobrevivi até aqui, milagrosamente. Agora eu vou transformar os milagres na minha rotina. Cada dia vivido será maravilhoso. Eu vou me empenhar o máximo necessário. Sim, enquanto Deus estiver comigo, eu não vou morrer. Amém.”–Yann Martel, As Aventuras de Pi

As Aventuras de Pi é um filme de 2012 baseado no romance de 2001 de Yann Martel que tem o mesmo nome. É um filme sobre um menino de 16 chamado Piscine Molitor “Pi” Patel, que sofre um naufrágio em que sua família morre. Ele fica perdido no Oceano Pacífico em um barco salva-vidas com um tigre de Bengala chamado Richard Parker. Ela explora as questões da espiritualidade e praticidade.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Como-comecar/noticia/2014/11/5-mensagens-de-inspiracao-para-ter-um-2015-vibrante.html

5 mensagens inspiradoras para ter um 2015 vibrante 24 de novembro de 2014

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CNC prevê alta de apenas 2,6% nas vendas natalinas neste ano, quase metade dos 5,1% registrados em 2013

Os primeiros enfeites nas vitrines mostram que o Natal já chegou ao comércio. Apesar do clima festivo, a expectativa do setor para as vendas nas festas é tímida. A Confederação Nacional de Comércio (CNC) prevê alta de apenas 2,6% neste ano, quase metade dos 5,1% em 2013. Mas há perspectivas ainda mais pessimistas: a gigante Via Varejo, que controla Ponto Frio e Casas Bahia, por exemplo, informou que reduziu em 9,7% o estoque de produtos para o fim deste ano, para R$ 2,8 bilhões.

A perspectiva de ritmo fraco pode impulsionar promoções mais agressivas, afirmam especialistas. No Rio de Janeiro, segundo pesquisa da Fecomércio-RJ, mais da metade dos lojistas (54,3%) espera que as vendas fiquem estagnadas ou que sejam piores do que em 2013. Ainda de acordo com o estudo, 61,4% afirmaram que fizeram ou ainda farão encomendas aos fornecedores iguais ou menores que as do ano passado. Para Fábio Bentes, economista da CNC, o cenário econômico, de inflação alta e aperto nos juros, deve fazer com que as empresas adotem mais promoções neste ano. Estender o prazo para pagamento deve ser uma das práticas adotadas pelo setor nos próximos meses, afirma o especialista.

“Uma coisa que a gente certamente vai ver até o fim do ano são as estratégias de adiar a primeira parcela. Isso porque o crédito está muito caro. Vale mais a pena apostar nisso do que contar com o fôlego do consumidor”, diz o especialista. Christian Travassos, economista da Fecomércio-RJ, diz que as promoções serão ferramenta para fortalecer as vendas no ano com crescimento menos intenso: “Essas estratégias de marketing são mais importantes que nunca. As datas comemorativas, principalmente para quem vende duráveis, são importantes. Os empresários vão fazer de tudo”. Financiar as compras deste ano deve sair mais caro do que no ano passado. Segundo levantamento da entidade, a taxa de juros ao consumidor estava em 43,1% em agosto, bem superior aos 36,6% do mesmo período do ano passado. Adiar o pagamento pode ser a oportunidade de evitar a pressão sobre o orçamento no fim do ano, quando os gastos costumam aumentar.

Mas é preciso ter cuidado, já que o início do ano também é marcado por contas altas, como IPVA, IPTU e material escolar. No Saara, maior centro de comércio popular do Rio de Janeiro, a aposta é que o crédito mais caro atraia mais clientes às cerca de 600 lojas do local, conhecido por vender produtos mais em conta. O Polo Centro Rio, associação que representa os lojistas da região, espera aumentar aumentar em 20% o número de temporários contratados para o Natal.

“A gente acredita que, como é um mercado popular, cada vez mais se torna atraente para as pessoas. Não quer dizer que a gente só receba pessoas na época da crise, mas pode ser um estímulo a mais com preços mais competitivos”, afirma Leonardo Zonenschein, diretor de comunicação do Polo e dono da loja de camisetas Dimona, que ainda não iniciou a campanha de promoções natalinas.

Roberto Santos, gerente de marketing da rede de papelarias Caçula, em São Cristóvão, que está vendendo enfeites natalinos desde setembro, diz que no fim da segunda quinzena de novembro já será possível sentir a tendência das vendas. Ainda à espera da Black Friday, outras grandes varejistas, como Casa & Vídeo e Lojas Americanas, preferiram não revelar planos para o Natal. No BarraShopping, a aposta é na conveniência para continuar atraindo clientes.

Segundo Jussara Nova Raris, superintendente do shopping, a expansão concluída em julho ampliou o número e a diversidade de lojas, o que deve fazer com que as vendas de Natal deste ano subam 10% frente ao ano passado, segundo as projeções da executiva. “O shopping é o último a sofrer (com a desaceleração) porque ele oferece mais”, diz Jussara.

Fonte: http://www.sindilojaspoa.com.br/index.php?menu=104&id=7848

Varejo já prepara promoções para o Natal 21 de novembro de 2014

Trabalho

Há uma tendência que o espaço de trabalho se torne cada vez mais convidativo

por Bernt Entschev

O espaço de trabalho humano sofreu muitas mudanças ao longo do tempo – principalmente por causa dos avanços tecnológicos. Mudou muita coisa: desde salas individuais até o espaço aberto, as cores, os móveis e até os horários. O ambiente de trabalho se adaptou às mudanças dos serviços e se adequou às novas ferramentas tecnológicas que modificaram não apenas os espaços físicos como toda a estrutura de funcionamento das organizações. E o que será que ainda vai mudar? Será que os escritórios convencionais estão com data marcada para acabar?

O que vai mudar?
Existem muitas tendências de flexibilização que vão desde mudanças no horário até a adoção do home office por muitos profissionais e empresas. Cada vez mais companhias também vem fazendo menos exigências de traje. Entretanto, é preciso ter cautela quando se fala de mudança. O que pode alterar ainda é a adoção massiva de espaços corporativos que abriguem espaços de lazer. Há uma tendência que o espaço de trabalho se torne cada vez mais convidativo. Ou seja, haverá flexibilização, mas o tradicional não desaparecerá.

O que já está mudando?
Os ambientes profissionais têm ficado mais abertos e cada vez menos divididos hierarquicamente. Além dessa tendência cada vez maior de utilização de ilhas de trabalho em vez de salas, os ambientes corporativos têm, gradativamente, aderido a ambientes plurais que oferecem áreas de lazer e descanso aos profissionais.
No entanto, é preciso ter em mente que nem todos os ambientes adotarão as tendências de mudança até mesmo porque nem todas essas modificações podem acontecer em todas as empresas. Mesmo com todas essas tendências de flexibilização, a cultura da empresa, o ramo de atuação, o perfil do negócio, entre outros aspectos, influenciam e continuarão a influenciar no formato do ambiente de trabalho. Podemos tomar como exemplo empresas de publicidade, design e decoração – lugares que abrigam com sucesso um ambiente descontraído e inovador, pois esse tipo de ambiente ajuda a estimular a criatividade, essencial para esse tipo de trabalho. Em contrapartida, um banco, por exemplo, não se encaixaria muito bem em um local descontraído, pois essa característica pode ser prejudicial à concentração dos colaboradores.

O trabalho como extensão da casa
Muitas das mudanças que vêm acontecendo nos escritórios e nas regras das empresas tem como intuito aproximar o espaço profissional do espaço de relaxamento, descanso e lazer. Porém, essa mistura de casa com trabalho tem feito muitos profissionais perderem limites. Muitas pessoas, em especial as que trabalham em casa, tendem a não conseguir limitar os próprios horários – sem contar a possibilidade de sobrecarga. Enquanto isso, os espaços profissionais que oferecem múltiplos ambientes de entretenimento e relaxamento também podem influenciar o profissional a passar muito mais tempo que o recomendável trabalhando.

Como lidar com as mudanças?
É claro que todas as mudanças que visam o bem-estar do profissional são bem-vindas, mas é preciso aplicá-las e usufruir as mesmas com parcimônia. Com o passar o tempo os espaços de trabalho se tornaram mais confortáveis e mais adequados para a realização de um bom trabalho, o que é bom para o trabalhador e para a empresa. Dessa forma, todas as mudanças podem ser aplicadas, mas nem em todos os tipos de organização. É preciso desmitificar a ideia de que os espaços de trabalho convencionais desaparecerão. Também é preciso considerar quão relevantes serão as mudanças para cada companhia. Cada caso é um caso. O importante é ser racional e ponderar as possibilidades.

Fonte: http://amanha.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=8002:o-ambiente-de-trabalho-do-futuro&catid=92:vida-executiva-por-bernt-entschev&Itemid=148

O ambiente de trabalho do futuro 20 de novembro de 2014

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O marketing consiste no processo gerencial e social no qual as pessoas ou determinados grupos, adquirem aquilo que desejam e necessitam, iniciando e buscando alguns valores um com outros. Partindo-se da premissa e de seus resultados finais, o marketing é considerado como um negocio inteiro na visão do consumidor, de modo que responsabilidades e preocupações devem entrar em todos os departamentos da empresa.

O marketing de relacionamento, objetiva exclusivamente na retenção de clientes. Relacionamentos são gerados por intermédio de familiares e de conhecimentos específicos. As empresas que estão voltadas para o futuro, irão restabelecer relacionamentos pessoais com seus clientes através de bancos de dados detalhados. O desafio está na definição mais rápida e segura de seu banco de dados e da ação sobre eles para a restauração de relacionamentos pessoais em marketing.

Com o avanço tecnológico, as indústrias de computadores e softwares proporcionaram tudo aquilo que as empresas necessitavam para manter pista de seus clientes. Na medida em que as empresas vão desenvolvendo computadores e softwares, e ao serem direcionados a manutenção, no que se refere ao banco de dados dos clientes, o mesmo farão para o marketing o mesmo que a maquina a vapor fez para a produção.

Esse avanço tecnológico faz jus á capacidade de um banco de dados na mesa de qualquer que seja a empresa. As primeiras empresas a experimentar esse poder tem sido as de menores portes. Tomaremos como exemplo os softwares de controle de estoques e faturamento de um estabelecimento local em que um banco de dados não estaria apenas no processador, mas sim, disponível virtualmente, assim como qualquer exigência complementar estaria em disponibilidade.

As empresas atuais que implementam suas estratégias de marketing por intermédio de um banco de dados que centraliza as informações, a mesma está no caminho ideal para continuar de onde um “vendeiro” varejista iniciou nos anos 30. Os relacionamentos pessoais com os clientes, passarão a não ser mais possíveis com os clientes porem tornarão a identidade do marketing atual.

Considera-se que uma empresa possui mais facilidades de armazenar as informações sobre seus clientes, e para a empresa obter sucesso, não dependerá apenas das extensões de informações, da mesma forma que usarão as informações obtidas. As empresas que efetuam vendas de itens em grandes valores possuem uma maior facilidade em se adaptar em um modelo novo de marketing, ao contrario das empresas que efetuam vendas de itens em pequenos valores baseadas em bens de consumo, apresentam maior dificuldade de estabelecer este relacionamento com seus clientes.

Com isso, partem da ideia da utilização do marketing direto com o cliente quando provém da redução intermediária nas negociações, da mesma forma o retorno da informação de um produto chegaria facilmente ao fabricante, tratando-se de reclamações e as sugestões de um determinado produto ou serviço, de modo que se obtém uma maior agilidade no processo caso haja uma necessidade de correção dos mesmos.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/os-objetivos-do-marketing-reter-ao-inves-de-conquistar/82687/

 

Os objetivos do marketing: reter ao invés de conquistar 19 de novembro de 2014

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Não é todo mundo que gosta de vender. Alguns empreendedores dizem até que odeiam fazer isso. O problema é que essa é uma atividade muito importante para o empreendedor. Em coluna publicada no site da Inc., o consultor Geoffrey James afirma: “Se você odeia vender, nunca será bom nisso – o que significa receita perdida ou, nos piores casos, falência”.

Segundo James, para deixar de odiar o ato de vender, é essencial que haja uma mudança de atitude. É preciso ter vontade de superar essa aversão e passar a lidar bem com a situação. Para ajudar os menos interessados em vender, o consultor dá algumas dicas.

De acordo com James, muitas pessoas não se interessam pelas vendas por acreditarem em alguns clichês que deturpam o principal objetivo de uma venda – deixar seu cliente satisfeito. Uma dessas crenças, por exemplo, é que, para vender produtos, é necessário manipular as pessoas para que comprem algo, mesmo que elas não o queiram. Também é comum pensar que o processo é inconveniente, pois os vendedores devem ser insistentes, telefonando e lotando a caixa de e-mails dos seus clientes.

O primeiro passo é deixar tais mitos de lado e pensar em vender produtos sob outra perspectiva: na verdade, o principal objetivo de um vendedor é ajudar um cliente a comprar algo de que ele precisa. Se as pessoas realmente quiserem seu produto, você não precisará manipular nem ser inconveniente com ninguém. Outra dica é pensar na venda como algo que o fará conhecer pessoas novas e aprender novos argumentos. Ter curiosidade faz com que a motivação que estava faltando apareça naturalmente.

Por fim, James afirma que a habilidade para vender seu produto é adquirida com uma boa dose de persistência: quanto mais você se empenhar nas suas vendas, melhor será o seu desempenho.  Depois de algum tempo, a tarefa de vender será como andar de bicicleta – fácil e natural. E divertida também.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2014/11/como-vender-melhor-mesmo-que-voce-odeie-fazer-isso.html

Como vender melhor – mesmo que você odeie fazer isso 18 de novembro de 2014

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“Nunca é tarde demais para ser aquilo que sempre se desejou ser.” (George Eliot)

Gostaria de falar sobre a segunda-feira e propor uma reflexão sobre como dois elementos encaram tão diferentemente esta mesma data.

Pare para pensar e imagine o quanto uma pessoa desempregada espera pela segunda-feira. Muitas vezes, o profissional passa o domingo procurando vagas nos jornais ou pela internet e se enche de esperança quando encontra uma oportunidade, uma entrevista para uma vaga.

Se a entrevista está agendada para segunda-feira, ele acorda bem cedo, se arruma com todo capricho e cuidado, coloca a melhor roupa, se enche de entusiasmo e parte para a seleção com muita motivação, pró-atividade e vontade de vencer. Em sua mente geralmente mentaliza fatos positivos e promete que, se a vaga lhe for concedida, fará jus à confiança e dará o melhor de si para as expectativas do contratante. Esse otimismo e performance ocorre normalmente com quem sai de casa na segunda-feira, aposta tudo nesse dia e espera ser contratado.

Por outro lado, como palestrante comportamental, tenho visitado algumas empresas e escutado da liderança que muitos funcionários chegam na segunda-feira de manhã desmotivados, cansados, mal humorados, com cara de poucos amigos e alguns contrariados pelo fato de ter que abrir mão de um programa no domingo à noite para poder chegar tão cedo na segunda-feira para trabalhar.

Segundo estudos do IPOM – Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente, de cada dez profissionais consultados, sete não estão satisfeitos com a sua carreira ou emprego.

Analise como você está hoje e responda: seus pensamentos, atitudes e motivação continuam iguais aos de quando foi trabalhar no primeiro dia? Se a resposta foi sim, parabéns, você faz parte da minoria.

Se a resposta foi não, eu lhe pergunto: onde está todo aquele entusiasmo, aquele brilho nos olhos e a alegria contagiante do começo?

Por que será que acontece isso com tanta gente? Dados da pesquisa realizada pela Talenses, consultoria de recrutamento executivo, apontam que a Geração Y, (pessoas nascidas a partir da segunda metade da década de 1980), é a que mais muda de emprego. Destes profissionais, 71% ficam de três a seis meses numa mesma companhia, o que torna a motivação e retenção desses talentos um grande desafio para a liderança contemporânea.

Outro dia tive uma conversa com um rapaz, de 21 anos, que estava reclamando da sua carreira profissional. Ele mencionou que pretendia trocar de emprego, pois estava na empresa há cinco meses e era obrigado a fazer horas extras três vezes na semana, o que o desagradava muito.

Na última vez que o encontrei, ele disse que estava gostando do emprego, mas já estava procurando outro, afinal, ele agora não precisava fazer horas extras. O chefe era bacana, mas a empresa estava atrasando seu pagamento e isso o chateava muito.

Eu penso que podemos buscar uma melhor recolocação, no entanto, é primordial trabalhar com o que gosta, fazer o que ama, e lembrar que nenhuma empresa é perfeita, como nós também não somos. Podemos almejar uma melhora contínua, mas a base da felicidade é valorizar o que já foi conquistado.

Se estiver insatisfeito, de baixo astral ou de mal com a vida, peça para sair, entregue o boné e vá para casa, mas, enquanto estiver vestindo a camisa da empresa, mantenha a chama acessa e dê o melhor de si. Lembre-se que é a sua imagem como profissional e também a da organização que estão em jogo.

Recomece sua próxima segunda-feira com uma nova injeção de ânimo, de uma forma mais inovadora, comprometida e apaixonada, como no primeiro dia. Você perceberá que seus resultados serão cada vez mais positivos, até porque a vida muda quando a gente muda.

Por Erik Penna

Fonte: http://www.varejista.com.br/motivacao/1220/a-motivacao-na-segunda-feira

A motivação na segunda-feira 17 de novembro de 2014

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“Algo repetitivo e que já sei o que é importante”, esta é a frase que mais ouvimos nas visitas para discussão de objetivos e nos treinamentos que realizamos. Ora, se é tão simples, porque ainda existem tantas dificuldades e o resultado parece nunca vir? Poderíamos soltar um monte de jargões aqui, mas esse não é o caminho, o que interessa é enfrentar os desafios de verdade.

Estruturar uma área de atendimento, antes de mais nada, precisa de competência técnica, foco e objetivos claros. Não adianta adaptar um recurso de gestão, fazendo um monte de outras atividades dentro da empresa, pensando: “Esta pessoa só cuidará também da área do cliente”. Aponto o primeiro desafio: em 85% das empresas que visitamos não existe um gestor exclusivo para cuidar e pensar efetivamente nas ações da equipe responsável pelo dia a dia dos clientes. Deste percentual, 40% divide função com marketing, 30% com assuntos gerais e administrativos e os outros 30% cuidam de RH, vendas, logística, treinamentos e uma série de outras coisas. Onde fica o foco nessa história?

Crie e dê real autonomia para este papel dentro da sua empresa, e esta conseguirá olhar de forma sistêmica o que realmente é necessário para criar uma relação de confiança com seu cliente e não apenas atendê-lo, pois existe um próximo na fila. Fila? Aí vem o segundo desafio: quais os objetivos que este profissional deverá perseguir?

É importante saber realmente o que se deseja na relação com o cliente e alinhar toda a equipe para chegar nestes resultados. Já é possível encontrar empresas que não olham mais para o TMA – Tempo Médio de Atendimento, pois entenderam que a relação delas com seus clientes é de atenção e não de correria ou produção. Escolha os seus indicadores e não se preocupe com o “padrão”. Quando falamos sobre isso, escutamos a resposta básica sobre a área de atendimento ser só custo dentro da organização e que não pode crescer ou utilizar mecanismos novos de gestão da relação cliente-empresa. Se sua companhia pensa dessa forma, pare de ler esse artigo agora ou já se organize para, pelo menos, discutir estes dois pontos listados.

O terceiro, e não menos importante ponto, é a competência técnica. Muitas vezes a gestão de atendimento vem realocada de outras áreas da empresa e isso gera um risco monstruoso de erro. Atender o cliente exige algo que vem de dentro, ou seja, não adianta colocar um excelente gestor de orçamentos, se este não tem a visão de pós-venda alinhada com a expectativa gerada no cliente no momento da aquisição de um produto ou serviço. Sem dúvida, o equilíbrio financeiro vai existir de forma bem fácil, mas e a satisfação e confiança? É importante ter profissionais que realmente possuem formação para atuar na gestão de cliente, e que já tenham passado por operações de atendimento em suas diversas escalas.

Após organizar estes três desafios, você poderá partir para a parte desafiadora da rotina do atendimento: dimensionar sua equipe, construir seus processos, definir as ferramentas que serão utilizadas e como fazer os objetivos serem da equipe inteira de atendimento e da empresa. Por que os desafios deve ser da companhia? Se os processos definidos pela área de atendimento não derem abertura para a operação executar o maior número de procedimentos no momento em que o cliente está fazendo seu contato, os tempos de resolução irão refletir diretamente na satisfação do cliente. Não adianta ter uma equipe de simples “anotadores” de recados para repassar as equipes internas, é preciso dar autonomia verdadeira para a operação. Este é outro grande desafio: reduzir o ego das áreas de backoffice para aceitar e disponibilizar recursos para a linha de frente poder resolver a situação ainda com o cliente conectado ao canal escolhido de atendimento.

Até agora só falei dos desafios onde a empresa precisa disponibilizar um recurso para interagir com o cliente, mas hoje existem diversas tecnologias que permitem o consumidor resolver a sua situação de forma online, o famoso “autoatendimento”. Sabe-se hoje que o índice de satisfação com a famosa URA ou FAQ é muito baixo, mas você sabe qual é o desafio? É simples de ser compreendido, mas não fácil de ser executado! A maioria das empresas procura filtrar aquilo que gera custo para ela e não o que o cliente realmente deseja resolver de forma autônoma. É necessário buscar nas expectativas do cliente o que realmente ele deseja utilizar e ir trabalhando a evolução destes pontos de contato.

Os desafios são grandes, mas não impossíveis. Não existe uma receita de bolo a ser seguida, mas sim, alguns passos importantes a serem discutidos e alinhados para que o dia a dia possa ser executado e construído de forma sustentável, pois o maior desafio de todos é o cliente não ser impactado pelas constantes mudanças internas da empresa.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/atendimento-quais-sao-os-grandes-desafios/94365/

Atendimento: quais são os grandes desafios? 14 de novembro de 2014

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Temporada de tentações à vista: panetone, chocolate, peru. É com base nesse apelo quase irresistível que os supermercados esperam atingir o melhor resultado financeiro do ano.

Se as previsões se confirmarem, o Natal de 2014 vai ser 7,5% mais generoso com o setor do que o do ano passado. A estimativa de crescimento real nas vendas é da Associação Brasileira de Supermercados. A conta tomou como base as encomendas para os estoques de fim de ano.

Um exemplo do movimento é o comportamento da empresária Sandra Cunha: “Eu estou tentando comprar já o que puder guardar até o Natal”, admite.

O consumidor que prepare o bolso! De um ano para cá, alguns reajustes ficaram bem acima da inflação. Cerveja e refrigerante, por exemplo, subiram mais de 11%. Já o reajuste do bacalhau foi de quase 15% em apenas seis meses.

“Estou impressionada com o preço! Subiu demais! como é que come carne hoje?”, diz a aposentada Maria José Simão.

E o preço ainda não bateu no teto. O valor do quilo da leitoa, prato famoso na ceia dos mineiros, está embalado: “Hoje está a R$ 23,90. Do ano passado para cá subiu R$ 2 o quilo. Agora em dezembro, a tendência é subir um pouco. Eu calculo até uns R$ 29, R$ 30 o quilo”, diz Ângel Magesti Vieira, supervisor de vendas.
Mas nem o preço deve impedir alguns gastos por parte do consumidor: “O mineiro gosta de comer bem, gosta de receber bem, quer as panelas cheias de comida. Vai comprar bucho, dobradinha e coisas para substituir”, garante a dona de casa Marlene Lima Costa.

Fonte: http://varejista.com.br/noticias/9590/setor-de-supermercados-espera-aumento-nas-vendas-de-fim-de-ano

Setor de supermercados espera aumento nas vendas de fim de ano 13 de novembro de 2014

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Segundo o relatório comercial do LinkedIn referente ao terceiro trimestre, a rede social obteve lucros de US$ 568 milhões. O montante representa um salto 45% em relação ao mesmo período do ano anterior e ultrapassou as expectativas dos analistas, que apostavam em ganhos de US$ 557,5 milhões.

A receita publicitária da empresa também apresentou aumento de 45% em comparação com 2013, atingindo US$ 109 milhões. As vendas de anúncios, que o LinkedIn prefere chamar de “marketing solutions”, corresponderam a 19% da receita total.

O produto de content marketing da plataforma, que consiste em atualizações patrocinadas, foi responsável por 31% do crescimento da publicidade. O formato, lançado no ano passado, permite que anunciantes atinjam membros que não seguem suas empresas.

O Bizo, adquirido pelo LinkedIn em julho por US$ 175 milhões, beneficiou os lucros de marketing da rede social. A empresa possibilita segmentar audiências profissionais por meio de mensagens veiculadas em mais de 3 mil sites profissionais.

O relatório também aponta perda líquida de US$ 4,3 milhões durante o terceiro trimestre; no ano anterior, a queda foi de US$ 3,4 milhões. A companhia afirma que o número de usuários cresceu 28% entre julho e setembro, totalizando 332 milhões de membros. A rede social conta com 90 milhões de usuários únicos mensais.

O acesso à plataforma via mobile corresponde a 47%.

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/noticias/2014/10/31/Publicidade-no-Linkedin-cresce-45-porcento.html?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=mmbymail-geral&utm_content=Publicidade-no-Linkedin-cresce-45-porcento

 

Publicidade no LinkedIn cresce 45% 12 de novembro de 2014

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Não precisamos ser formados em Administração ou Ciências Contábeis – ou alguma outra matéria de suma importância, que estude as políticas sócio-econômicas – para entender e perceber que o mundo capitalista é baseado na troca ou na venda de produtos ou serviços.

A lei das aparências, esta arraigada desde os primórdios da história da humanidade, e o relacionamento (networking) continua sendo a base de qualquer negócio. A todo momento (de forma direta ou indireta) estamos sempre tentando vender algo: status social, ideias, maneira de andar, falar, vestir ou até mesmo o que somos e que o representamos nesse mundo (lifestyle – produto aspiracional).

Muito antes de carregar nos ombros a responsabilidade de um empreendedor digital, de usar a internet para engajar pessoas ou até mesmo para vender conhecimento, eu era apenas um garoto “assustado” com a velha realidade de meus progenitores. Por enxergar nos olhos e no semblante dos meus pais, a vida “sofrida” que levavam, muito neguei minhas raízes (de vendedor nato) ao longo da minha carreira.

Foi tentando negar meus dons e habilidades de vendedor, que quase enterrei boa parte dos meus sonhos. Como bem sabemos, um dos segredos para ser feliz no trabalho é aprender a aceitar suas aptidões. Já dizia um velho ditado: a fruta não cai muito longe do pé portando, lembre-se sempre, das raízes que algum dia o sustentaram.

Como boa parte das pessoas, eu vivia dizendo para mim mesmo e para os outros a minha volta, o quanto “não gostava” de trabalhar com vendas. Percebendo sua importância para os negócios e assumindo minhas habilidades de vendedor, pude ascender e adquirir um melhor espaço no mundo corporativo.

Dizem que a venda começa logo depois do primeiro não, é bem verdade essa citação. Lembro como se fosse hoje: lá estava um jovem rapaz em busca de um “primeiro emprego formal” sentado e fitando os olhos do recrutador (dono da empresa), que não poupou palavras em menos de cinco de minutos e foi logo me descartando, dizendo: “Você não tem perfil para ser prospectador de novos negócios”.

Você sabe como encantar seus clientes e aumentar suas vendas? No final do artigo, veja algumas dicas para sua carreira ou negócio

Mesmo sem saber o que era um prospectador de novos negócios (não aconselho você a ir para a guerra antes mesmo de conhecer o território ou seu inimigo) fui logo dizendo: “Já trabalhei com vendas, sou fotógrafo nas horas vagas, e o que difere essa função da qual estou sendo recrutado, é apenas o produto. Vendedor que é vendedor, vende qualquer coisa para qualquer um”. Os 5 minutos de entrevista se tornaram meia de hora de conversa. Tempo suficiente para convencê-lo acerca da minha contratação.

Como já falado no início desse artigo, estamos a todo momento tentanto vender nossa própria imagem ou, quem sabe, algum produto ou serviço. Na hora de conquistar alguém, visamos gerar a necessidade de compra do nosso “status – lifestyle”: valores, pensamentos e até mesmo hábitos.

Foi pensando em escrever esse artigo que separei algumas dicas muito importantes para aplicar em sua vida e principalmente em seus negócios, visando, além de uma boa aceitação do seu público alvo, um aumento significativo no seu volume de vendas.

* Autoridade: antes de vender alguma coisa, é necessário sermos conhecidos em alguma áera de atuação. Geralmente compramos algo de pessoas ou empresas super conhecidas no mercado. Foi criando conteúdo na área de relacionamentos que em pouco tempo impactei mais de 50 mil pessoas. As mesmas, além de me seguirem e admirarem o que faço, passaram a comprar e contratar meus serviços.

Dica: crie artigos ou conteúdo de valor para sua audiência. Publique em seus canais de comunicação (Facebook, blog, site e até mesmo YouTube). Exemplo: se você possui uma oficina mecânica e possui também uma loja virtual no setor automotivo, procure criar conteúdo do tipo “dicas e cuidados na hora de fazer a manutenção do seu carro”. Dessa forma, pessoas interessadas nesse tipo de conteúdo passarão a seguir seus trabalhos e quando houver a necessidade de contratar esse tipo de serviço, com certeza lembrarão da sua empresa.

* Reciprocidade (favor geralmente imerecido/gratuito): a reciprocidade é uma das armas de vendas mais poderosas da humanidade. Quando recebemos algum favor (sem ao menos solicitarmos) é engraçado como inconscientemente, nos cobramos.

Dica: procure entregar algo a mais para seu cliente. Em vez de oferecer um desconto na compra, procure entregar ou realizar um serviço (mesmo seja de baixo valor) para seu cliente. Dessa forma ele se sentirá na obrigação de retribuir de alguma outra forma, seja comprando algum outro produto ou até mesmo indicando sua empresa para futuros clientes.

Aceitação social ou prova social: as pessoas são capazes de pagar mais caro por um produto ou serviço (principalmente se vieram por indicação de amigo ou familiar). Exemplo: muito antes de ser sócio do Mundo Canibal ou de tentar vender alguma coisa na internet, eu simplesmente não passava de um simples sonhador no meio da multidão. Por ter firmado parcerias e construído um bom nome na internet (varejo) passei a ter uma boa aceitação social e é muito por isso que hoje sou seguido por mais de 50 mil pessoas – ávidas pelo conteúdo de valor que produzo.

Dica: no seu site ou blog, procure colocar vídeos-depoimento – com a concessão do seu cliente -, a fim de gerar prova social do seu trabalho. As pessoas tem muito receio de comprar pela internet e, por isso, procuram sempre depoimentos de pessoas que já compraram com alguma determinada empresa.

Super dica: crie uma oferta irresistível (no seu site ou blog) e procure matar todas as objeções possíveis do seu cliente (lembre-se que quando compramos algo, queremos segurança e assertividade na compra). Portanto, responda a todas as possíveis objeções ou problemas que poderão impedir seu cliente na hora de decidir contratar seus serviços ou comprar seus produtos.

- Ofereça uma garantia matadora. Exemplo: a Activia, por exemplo, oferece o dinheiro de volta, caso o cliente comprove que seu intestino não esta funcionando de forma correta (regulada) depois de comprar o produto. Pasmem: mais de 90% não pede o dinheiro de volta (é o chamado regra de pareto ou seja 80/20).

Regra de Pareto: 80% dos problemas correspondem apenas a 20% das causas. 80% da riqueza do mundo está concentrada nas mãos de 20% da população. 80% das pessoas compram cursos pela internet (por não terem tempo de frequentar aulas presenciais) e as mesmas 80% não estudam em casa por alegarem ter falta de tempo. Ou seja, 80% dos seus clientes não irão lhe pertubar. 80% dos casamentos terminam pela falta de diálogo significativo.

- Academias geralmente forçam o cliente a contratar o plano anual. Aos olhos do cliente o valor anual é super vantajoso. Porém, o mesmo se esquece que depois de certo de tempo não frequentará de forma assídua as aulas e isso acontece com mais de 80% dos clientes que pagam pelos serviços da academia. Quando você oferece um serviço com dupla garantia (mesmo que uma delas seja o reembolso depois de um certo prazo), mais de 80% dos clientes não usam a garantia e por isso os serviços de garantia estendida oferecidos por empresas de telefonia dão tanto lucro.

Antes de vender alguma coisa, lembre-se de despertar a curiosidade em seus clientes. Ou seja, se você prestou atenção ao começo desse artigo, onde indago se você sabe como encantar seus clientes e aumentar suas vendas? Percebeu que usei o gatilho mental da curiosidade e, com certeza, continuou lendo este artigo. A curiosidade é usada na hora da venda para prender a atenção do seu cliente. Portanto, seja criativo na hora de engajar sua audiência!

“Vender nada mais é que gerar a necessidade de compra e matar as objeções do seu cliente”.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/o-vendedor-que-ha-mim/82443/

O vendedor que há em mim 11 de novembro de 2014

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Nenhum setor foi tão impactado nos últimos cinco anos pela revolução tecnológica como o segmento varejista. Depois de amargar anos e anos sendo considerado um dos setores mais avessos a investimentos em Tecnologia da Informação, a onda do comércio eletrônico varreu de vez essa visão e trouxe uma nova realidade para o Varejo. A chegada de grandes grupos internacionais, seja uma Amazon, com seu modelo online, ou um Wallmart, tirou o Varejo brasileiro da zona de conforto.

Se num primeiro momento se pensou que o e-commerce seguiria um caminho diferente do chamado varejo físico, hoje já se sabe que ambos andam no mesmo sentido, ou melhor, lado a lado. E foi justamente a necessidade de se inserir no mundo virtual que empurrou as empresas de Varejo a buscar soluções tecnológicas que pudessem facilitar essa inserção.

O movimento começou mas está longe de terminar. Grandes transformações ainda estão para chegar. A mobilidade é, sem dúvida nenhuma, uma das tendências mais importantes hoje no Varejo. Nesses cinco últimos anos, o vocabulário do varejista mudou. Palavras como multicanilidade, omnichannel e lojas híbridas estão na ordem do dia e surgiram no lastro deixado pela mobilidade.

Acompanhar o movimento dos clientes onde quer que eles estejam, oferecer uma experiência de compra à maneira do consumidor e antecipar desejos e comportamentos se tornaram chave para o Varejo conquistar um lugar de destaque. Empresas que empreenderem essa tarefa com mais eficiência, não importa se no mundo físico ou virtual, estarão certamente encabeçando a
lista das marcas preferidas.

Cloud computing também tem se mostrado outra alternativa que favorece o Varejo ao acenar com velocidade, agilidade e até redução de custos na implementação de serviços ou mesmo no lançamento de novas operações. A maioria das startups do setor varejista já traz no DNA o modelo de computação em nuvem.

As ferramentas de Big Data são a grande promessa de um novo futuro para o setor varejista. Tanta tecnologia, trouxe uma infinidade de informações sobre clientes e produtos. A questão agora é saber exatamente o que fazer com isso. Esses dados, na sua maioria não estruturados, oriundos principalmente de mídias sociais, possuem um valor inestimável. O varejo já sabe disso mas ainda vai levar um tempo para implementar soluções de análise e big data para tirar o máximo proveito desses recursos.

Os tempos de informalidade no Varejo ficaram no passado. A tecnologia hoje é uma grande aliada do varejista na busca de produtividade e maior eficiência operacional. Muitos estão empreendendo mudanças nos seus processos internos, revendo modelos tradicionais de gestão e adotando novos processos e ferramentas que tragam maior integração e velocidade na tomada de decisões.

Fonte: http://www.sindilojaspoa.com.br/index.php?menu=104&id=7834

O Varejo tem sempre razão 10 de novembro de 2014

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Amazon, Tesco, Whole Foods. Três companhias gigantes e extremamente bem- sucedidas, duas delas globais. Três empresas que crescem, ganham mercados, ameaçam concorrentes. Fazem o que se espera que empresas desse porte façam. Com um pequeno detalhe: o motor do avanço de todas elas não está nos produtos que vendem, nos serviços que oferecem nem em parcerias estratégicas com fornecedores. O que faz de Amazon, Tesco e Whole Foods as admiradas companhias que são é o foco real e prático no cliente, no consumidor.

Foco esse que, naturalmente, se materializa também nos produtos, nos serviços, nas parcerias estratégicas. Mas o sortimento, o atendimento e a formação de fornecedores são consequências de um posicionamento ousado pró-cliente e não de fatores isolados que podem justificar um bom desempenho.

Cada uma de um jeito, essas empresas são exemplos importantes de como será preciso atender o cliente brasileiro em um futuro não muito distante – especialistas estimam aproximadamente uma década. O mercado varejista nacional vem passando por um processo de amadurecimento e não deve tardar em atingir a mesma maturidade de lugares como EUA, Reino Unido e até mesmo Chile. O resultado dessa mudança lenta e gradual já começa a ser sentido e mensurado.

Dados divulgados pela Nielsen no começo do ano, por exemplo, mostram que o consumidor brasileiro está mais racional diante da gôndola, valorizando mais o dinheiro, diminuindo as idas ao ponto de venda e misturando diferentes canais em suas compras (em 2001, 60% dos lares compravam regularmente em mais de três canais; em 2013, essa proporção atingiu 94%, segundo a Nielsen).

Esse conjunto de mudanças é explicado como uma resposta das pessoas a uma suposta ameaça inflacionária e ao encarecimento do crédito. Mas, para além desse fator sazonal, há outros, mais permanentes, que indicam para a maturação do mercado, avaliam especialistas consultados por SuperVarejo.

“Mercados mais maduros já vivenciaram esse processo. Os consumidores passam a valorizar muito mais seu dinheiro, no sentido de exigir mais em troca do mesmo valor monetário e também do tempo gasto nas lojas. Qualidade, experiência de compra, produtos adequados, sentir-se compreendido em suas necessidades tornam-se atributos muito mais relevantes”, explica o diretor da Kantar Retail, Julio Gomes, empresa de consultoria internacional que estuda e acompanha esse fenômeno em outros mercados, tais como o norte-americano e o europeu.

O desafio do varejista, diante disso, é aprender a lidar com as principais mudanças já verificadas e oferecer novas opções para o consumidor. “O papel do varejo está sendo questionado”, diz o gerente de trade, também da Kantar, Rubens Pecoraro Junior, acrescentando que, ao contrário do que se imagina à primeira vista, trata-se muito mais de uma oportunidade do que de uma ameaça.

A multicanalidade, por exemplo, evidencia consumidores em busca não apenas de preço, mas de propostas de valor adequadas às suas necessidades, inclusive de conveniência e economia de tempo. Do contrário, não seriam justamente os supermercados de vizinhança aqueles entre os canais com melhores índices de crescimento segundo o levantamento já citado da Nielsen.

O professor e presidente do conselho do Provar/Ibevar, Claudio Felisoni de Angelo, explica que, quanto mais maduro um mercado, quanto mais recursos disponíveis, mais as pessoas sentem-se à vontade para expressar suas características pessoais por meio dos produtos que consomem, o que cria cada vez mais nichos específicos, segmentação e possibilidades, inclusive de oferta de bens e serviços mais lucrativos.

Um olho no cliente…

Não faz muito tempo, falava-se bastante em tendências de estilos de vida que pautariam o consumo, como busca por alimentos saudáveis e frescos, valorização da comodidade, famílias menores ou compostas por um único indivíduo. Pois, na análise dos especialistas ouvidos por SuperVarejo, são justamente essas tendências que hoje ajudam a formatar esses nichos e, de certa forma, justificam a compra em diversos canais, um para cada necessidade.

O que falta para o supermercadista brasileiro realmente olhar essas tendências do ponto de vista estratégico e antecipar-se às necessidades de seus clientes – em vez de ficar disputando por preço centímetro a centímetro com seus concorrentes e “correndo atrás” do cliente – é deixar para trás alguns velhos paradigmas, que, justiça seja feita, são compartilhados pelos empresários brasileiros de um modo geral, não apenas por varejistas.

De acordo com o sócio da Adiron Consultores Fabio Adiron é preciso primeiro resgatar o conceito de que o foco do marketing é o consumidor, não o produto. “A gente faz marketing para o produto, para vender o produto, para convencer o cliente a comprar o produto. Mas o cliente não está a serviço do produto. É o contrário. Então a gente tem que, antes de qualquer coisa, entender o cliente e oferecer a ele o que ele precisa, não o que a gente tem para vender e quer que ele precise”, declara.

A rede inglesa Tesco, que até não muito tempo atrás era uma empresa relativamente sem brilho, avançou, ganhou mercado e tornou-se a principal daquele país investindo maciçamente em relacionamento e conhecimento do consumidor. É mundialmente conhecida por bancar um relativamente alto investimento num programa de fidelidade e avaliação de dados de clientes identificados, que possibilitou à companhia entender seu público e variar-se e antecipar-se para atendê-lo quase à perfeição. De produtos importados a apoio aos produtores locais; de imensas lojas de hipermercados a pequenas lojinhas em estações de metrô; de compras por celular a entregas em casa, a Tesco faz e vende aquilo da forma que seu público precisa.

Ferramentas tecnológicas e mesmo inteligência na análise não faltam, sustenta ele. Pelo contrário. Não apenas nos softwares que informatizam os negócios – e hoje são quase obrigatórios por conta de tantas exigências legais de controle –, mas também nas conversas de funcionários com clientes e até principalmente em programas de fidelidade, que deixaram de ser exclusividade de grandes companhias e estão se “popularizando”.

A rede gourmet paulistana St. Marche, com 15 lojas na capital e região metropolitana, por exemplo, embora não seja pequena, também não é (ainda pelo menos) nenhuma gigante.  Mas tem um consistente programa de fidelidade, que dá descontos em produtos exclusivos e escolhidos a dedo para agradar uma clientela A e B que não se contenta em ganhar um liquidificador de marca “alternativa”.

Um caminho similar está sendo tomado por outra rede que compartilha o mesmo público, mas ainda não o porte. O supermercado Madrid, duas lojas em São Paulo, em bairros classe média alta (Higienópolis e Paraíso), também está desenvolvendo, em parceria com a DM Card, um sistema de identificação e pontuação das vendas, que premiará clientes assíduos.

O que motivou a empresa a buscar um parceiro e estruturar um programa desse tipo foi justamente ter acesso aos dados identificados e poder conhecer melhor os clientes, organizar grupos e nichos dentro desse universo e oferecer não apenas prêmios por pontuação, mas produtos, serviços e inclusive opções de aprendizado e socialização nas lojas, via aulas, por exemplo.

“Queremos saber mais sobre o cliente e com mais dados quantificáveis. Para, com isso, oferecer bons vinhos a quem a gente perceber que investe em bons azeites, por exemplo, e vice-versa. Nossa adega é especializada, pois temos clientes para isso. Quão bom seria abrir a adega a cursos, encontros, palestras? Fazemos entregas, mas hoje não sabemos ainda nem a quem. Queremos saber, conhecer, para melhorar até do ponto de vista logístico”, conta o consultor e responsável pelo marketing da rede, Olavo de Brito, da ODB Consultoria.

Os pequenos estão passos à frente dos grandes nisso – não espanta que, por diversas razões, inclusive essa, as lojas de bairro estejam tão em alta. O motivo é simples: estão mais próximas dos clientes e têm mais flexibilidade para mudar processos, sortimento, padrões e até o atendimento se isso for necessário.

Adiron exemplifica com um caso pessoal: vai com frequência a uma padaria próxima de sua casa. O dono conhece os gostos e hobbies do cliente. A cada visita, Adiron é avisado sobre um produto, um alimento, um importado “novo” que o dono sabe que vai agradá-lo. Geralmente compra. E não se arrepende nunca, pois o empresário raramente erra. Ganham ambos. Um, porque vendeu mais e provavelmente um produto de maior valor agregado. Outro, porque levou para casa um alimento que lhe deu prazer e satisfação e que ele ainda não conhecia.

Essa ideia relativamente simples é a base do sucesso da gigante Amazon, case dos cases de varejo há anos. Juntando informações sobre hábitos de compra dos clientes, a loja virtual consegue oferecer exatamente aquilo que o consumidor deseja quase antes de ele formular o desejo propriamente. Que dá certo é evidente.

…outro olho no longo prazo

Há, no entanto, um gargalo que precisa ser vencido rumo a um olhar de marketing efetivamente voltado ao cliente. O segundo paradigma a ser deixado para trás trata do olhar de curto prazo, preponderante nas empresas brasileiras.

Adiron exemplifica o tamanho da valorização do curto prazo lembrando que executivos são premiados por seu desempenho em vendas no trimestre. Como esse executivo pode implementar planos cujos resultados serão colhidos em dez ou 15 anos sendo remunerado apenas pelo desempenho imediato?

“O varejo vive do fluxo de caixa. Não pode descuidar do lucro do dia a dia. Mas é preciso que haja um grupo de pessoas pensando no futuro, pesquisando, desenvolvendo, inovando, olhando e fazendo diferente para se antecipar”, recomenda o consultor.

Nem é preciso um contingente muito grande ou investimento substancial. “Meia dúzia de pessoas e duas ou três ferramentas dessas que já existem dão conta de conhecer o cliente e de pensar o longo prazo.”

É da combinação desses dois fatores que o varejo poderá descobrir sua proposta de valor e o quanto ela está ajustada, adequada, aos anseios da clientela. Whole Foods é um dos mais bem-acabados e bem-sucedidos exemplos de proposta clara de valor. Aproveitando a tendência de busca por saudabilidade, a rede cresceu apoiada em alimentos frescos e orgânicos.

Um nicho que sem dúvida pode ser melhor explorado no Brasil, ainda mais em cidades grandes e no varejo de vizinhança, mais reputado por produtos frescos. “FLV são excelentes formadores de imagem e diferenciadores”, avalia o consultor do Sebrae José Carmo Vieira de Oliveira.

Pecoraro, da Kantar, defende que há uma espécie de equação do shopper, em que ele pondera atributos como preço e tempo elevados à experiência de compra (que inclui sentir-se conhecido pelo varejista por meio dos produtos e ambientes oferecidos) para definir o que, onde e quando comprar.

Nesse ponto, tendências se misturam e se alimentam mutuamente e mostram com clareza o que pode ser uma proposta sólida de valor. A mixagem entre apelo saudável, gourmet e prático explica o avanço, por exemplo, nas vendas de verduras e saladas lavadas e picadas em canais como lojas de bairro. Nas lojas de vizinhança ou de supermercado do Grupo Pão de Açúcar, por exemplo, esse grupo de alimentos cresce a mais de dois dígitos, a ponto de o varejista estar estimulando produtores que ainda não tenham essas versões a investir nisso, conta o diretor de operações do grupo, Marcelo Bazzali.

Outra boa ideia de proposta de valor: Casa Santa Luzia. “Eles não vendem de tudo, não vendem para todo mundo nem são baratos. Mas estão sempre cheios, há sempre filas de pessoas e carros para acessar a loja. A especialização, a segmentação, a multicanalidade são boas notícias. Resta ao supermercadista focar no consumidor, olhar melhor para o futuro e entender de fato o que faz de melhor e o que o cliente espera que ele faça”, avalia Adiron.

A partir de um novo modelo de negócios, indústria e varejo precisam ser efetivamente parceiros.

Negociações tensas, varejo pressionando por descontos, por verbas, por promoções; indústria se negando a atender pequenos clientes, empurrando-os para atacadistas e distribuidores. As descrições acima, tão comuns no setor, precisam ficar para trás para que o varejo consiga efetivar sua proposta de valor, adequar seu mix, atender seu consumidor.

Afinal, é nos produtos que o varejo materializa, principalmente, a visão que tem de si e o conhecimento do consumidor. E é também por esses mesmos produtos que as lojas podem ser mais ou menos rentáveis e posicionarem-se no espectro estratégico.

“É preciso compartilhar informações, ir além da transação, ir além da pressão por verbas”, pontua o sócio da Adiron Consultores Fabio Adiron (foto).

O Grupo Pão de Açúcar, por exemplo, diante do crescimento de vendas de alimentos como saladas e verduras lavadas e higienizadas, resolveu incentivar seus fornecedores que ainda não oferecem esse tipo de produtos a entrarem no segmento também.

A americana Whole Foods é conhecida por parcerias com pequenos fornecedores, empréstimo e até acompanhamento na implementação de programas de sustentabilidade para promover o produtor local.

No interior de São Paulo, em cidades como Bauru e Botucatu, varejistas têm acordos com produtores do Cinturão Verde para comprar diretamente deles, retirando intermediários da transação.

“Em mercados mais maduros, e até mesmo no vizinho Chile, há bem menos intermediários de um modo geral do que aqui”, pontua Julio Gomes, da Kantar Retail.

Até ações práticas, como gerenciamento por categorias, ficam mais fáceis num modelo de parceria – e não competição – entre varejo e fornecedores.

No caso do GC em especial, a crítica dos consultores ouvidos por SuperVarejo é ainda mais profunda. Enquanto o varejo não olhar o mercado, os consumidores e suas ações e seu posicionamento de forma estratégica, não adianta tentar ver estrategicamente as categorias.

“Até as informações disponíveis sobre as categorias estão ultrapassadas de certa forma, porque as pessoas não compram todas do mesmo modo. Qual o papel de determinada categoria? Depende muito da loja, do público, do horário do dia. Estamos ainda presos no GC, mas temos de avançar nesse debate e aprofundar as questões”, pontua Gomes.

Fonte: http://www.supervarejo.com.br/secoes/capa/pela-freguesia/

Pela Freguesia 7 de novembro de 2014

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A compra por impulso representa parte significativa das vendas nos supermercados. Segundo estudos de varejo, as pessoas gastam, em média, 20% além do que haviam planejado antes de ingressar na loja. Isso mostra que explorar alguns

pontos específicos da área de vendas pode ser altamente rentável.

É o caso da exposição de candies e sorvetes em frente aos checkouts, estrategicamente colocados para estimular a compra. “O checkout é o local onde a pessoa fica mais tempo exposta aos estímulos de compra, e isso facilita a comercialização dessas categorias”, explica o presidente do conselho do Provar/Ibevar, Claudio Felisoni de Angelo.

Felisoni diz que a estratégia dos candies e sorvetes junto aos caixas está relacionada ao layout de exposição de cada loja. “Os estímulos devem ter fácil visualização, evidenciando os produtos com melhores margens, fazendo com que o consumidor os identifique e coloque no carrinho”, destaca o especialista em varejo.

Já o trabalho com a categoria de sorvetes está muito relacionado àquilo que a indústria fornece, como explica o coordenador dos programas de educação executiva do Insper, Rodrigo Amantea. “Existe o freezer da própria marca, com elementos de design e identidade para chamar a atenção no ponto de venda. Ter o expositor[freezer] com todos os elementos da marca saltando aos olhos é a oportunidade de chamar a atenção no PDV. Mas isso vai de acordo com a proposta de valor de cada marca, de quanto ela quer investir nessa ferramenta.”

Amantea diz que o cross merchandising em frente ao checkout contribuirá para incrementar as vendas. Pode-se, por exemplo, colocar um bolo tipo brownie ao lado dos sorvetes. “Claro que esse trabalho dependerá de cada PDV, de entender como as pessoas compram nas diferentes lojas”, pondera.

Segundo dados da Kantar Worldpanel, a penetração de sorvetes cresce 8,6% no ano móvel compreendido entre julho de 2013 a junho de 2014 no comparativo a igual período entre 2012 e 2013. O gasto do produto por cliente também evoluiu na casa dos dois dígitos nesse intervalo, crescendo 11,4%. Isso reforça a ideia de que explorar essa categoria na frente de caixa é uma oportunidade de intensificar as vendas.

“Menos de 30% dos consumidores que chegam aos supermercados pretendem comprar sorvete. E como a compra da categoria é realizada por impulso, é importante trabalhar com a visibilidade do item”, discorre o diretor de trade marketing da Unilever, detentora da marca de sorvetes Kibon, Flávio Momesso. Ele acrescenta que quando os consumidores interagem com os produtos, 50% efetivam a compra.

Momesso diz algo entre 15% a 20% dos consumidores transitam pela seção de congelados quando vão ao supermercado. Logo, restringir o produto ao ponto natural faz com que aproximadamente 80% do público não tenha contato com ele. Ele diz que a companhia tem estudos e testes que indicam que a exposição em frente ao checkout representa aumento de 30% nas vendas.

“Além disso, conseguimos explorar todas as ocasiões de consumo, seja na linha de potes de 2 litros e 1,5 litro e os picolés para consumo imediato”, ressalta o executivo da Unilever. O espaço próximo à fila de caixa rápido não deve ser esquecido pelos supermercados. “A exposição na fila rápida tem trazido resultado positivo”, conta Momesso.

No caso dos picolés, as vendas em frente aos checkouts crescem substancialmente. De acordo com dados da Diletto, que atua nesse segmento, a venda dos sorvetes de palito da marca cresce 270% quando colocados em frente aos caixas.

“Esse tipo de produto envolve a questão do derretimento, pois se o consumidor pegá-lo em seu ponto natural de exposição, ele já terá perdido a consistência até o momento de chegada ao caixa. Por isso que a exposição frente ao caixa traz um impacto muito forte”, explica o CEO da Diletto, Leandro Scabin.

O executivo da Diletto explica que a companhia trabalha com um modelo de freezer próprio, com largura exata para ficar ajustado ao checkout padrão. Um dos pontos que dificultam esse trabalho, entretanto, é a disputa pelo espaço, como aponta Scabin. Afinal, o local traz incremento para as vendas, e todas as marcas querem estar lá.

Definir quais formatos e tipos de sorvete trabalhar na frente do caixa é uma ação que dependerá das características de cada loja. “Há muita variação, tem loja que trabalha com toda a linha de sorvetes, incluindo os potes. Até lojas da mesma rede podem ter estratégias diferentes”, analisa o diretor comercial da Sorvetes Jundiá, César Augusto Bergamini.

A gerente de trade marketing da Unilever, Gabriela Cortez, complementa, afirmando que a definição do mix na exposição frente aos caixas está relacionada aos produtos mais requisitados pelos consumidores. “Como o espaço é reduzido, deve-se priorizar os SKUs (Stock Keeping Unit, termo em inglês que significa unidade de controle de itens em estoque) de maior giro”, explica. Ela acrescenta que não ter o produto que o consumidor quer significa perda de venda.

Ao comparar o Brasil com outros países, Bergamini chama a atenção ao atual cenário nacional quando o assunto são os produtos congelados. “A exposição e a quantidade de espaço dadas a esse tipo de produto lá fora são infinitamente maiores que no Brasil”, destaca o executivo da Jundiá, dizendo que as redes supermercadistas têm um longo trabalho a desenvolver não só com os sorvetes, mas com os congelados de forma geral.

Para os candies, a exposição em frente aos checkouts também aumenta a compra por impulso. “Esse é o motivo pelo qual os fabricantes disputam entre si o restrito espaço em gôndola”, explica o gerente sênior de marketing da Dori Alimentos, Jean Carlos Paiva. Ele afirma que esse é o único local da loja em que existe a certeza de que o consumidor irá visualizar o produto.

Os candies devem ter a atenção similar aos sorvetes em relação à exposição em frente aos checkouts. Paiva diz que o mix de produtos, a facilidade de visualização e a conveniência do consumo devem ser considerados na escolha dos itens que irão compor a exposição dos candies no checkout.

Para as lojas com pouco espaço, a Dori usa displays de balcão e display carona, com presilha que se prende. Nos médios e grandes supermercados, a empresa opta por displays de chão, com ganchos para pendurar ou prateleiras. “As guloseimas de maior giro devem estar posicionadas no local de melhor visualização para atrair a atenção do consumidor”, complementa o executivo.

Outra explicação para o sucesso da venda dos candies em frente aos checkouts é o momento que o shopper se encontra. A explicação é dada pelo gerente comercialda Docile na região Sudeste, Valmir Feil. “O que acontece, de certa forma, é que o doce é uma maneira de o consumidor se autopresentear. Na hora que está no checkout, ele já comprou a cesta básica do dia a dia e tem grande chance de levar um doce que estiver no caixa para se dar um presente.” E, além de ampliar as vendas, Feil diz que esta exposição diminui os furtos, pelo fato de o local inibir os clientes mal-intencionados.

E, para montar a exposição, Feil orienta focar nos itens com embalagens de consumo individual de dropes, gomas de mascar, marshmallows e balas de gelatina.

A Perfetti van Melle concorda com a Docile na questão da exposição na frente de caixa com produtos em embalagem unitária com alto giro, o que assegura as boas vendas. “Em nossa categoria é comum que a venda realizada no checkout alcance entre 50 a 70% do faturamento”, é o que afirma o diretor de vendas e trade marketing da Perfetti van Melle, Antônio César Magalhães.

Ainda sobre a exposição, o executivo da Perfetti van Melle orienta que os supermercados coloquem os produtos agrupados por categoria, a exemplo dos candies para os públicos infantil e adulto, facilitando a comparação e a escolha do consumidor.

De forma geral, a exposição dos candies em frente aos checkouts tende a crescer, como avalia Feil, da Docile. “Atualmente os candies estão frequentando mais o varejo do que nos anos anteriores, são bons geradores de margem, têm bom giro e a questão do espaço destinado a eles tem aumentado. O grande segredo é posicionar bem os produtos, definir o mix e aproveitar bem os espaços da loja.”

O preparo do varejo

A loja do Supermercado Padrão, no bairro do Butantã, zona sul da capital paulista, investe fortemente na exposição dos candies na frente do caixa. Com um total de 12 checkouts, o supermercado trabalha com os doces em frente à maioria dos caixas. Lá estão presentes diferentes versões de balas unitárias, pacotes de balas de gelatina, chocolates, dropes, barras de cereal, entre inúmeros outros produtos.

Cada espaço é detalhadamente trabalhado, o que resulta em boas vendas na loja. Em um vão embaixo de uma escada que dá acesso ao mezanino do supermercado, onde se localiza o bazar, há uma infinidade de balas, além de ilhas próximas, que reúnem chocolates nacionais e importados. Prateleiras recheadas de castanhas de caju e biscoitos diferenciados preenchem as prateleiras na parede junto ao último checkout.

“Todo esse investimento contribui para estimular a venda dessas categorias. Chamamos a atenção dos clientes e, se por acaso ele está com dúvida se vai ou não comprar determinado produto, ali ele até esquece disso”, justifica o gerente do Supermercado Padrão, Valdir de Cerqueira Fontes.

Além de a loja investir nessa exposição, ela também conta com a parceria da indústria, a exemplo de um display fornecido por uma fabricante de chocolate em formato de ilha, repleto de itens, o que também surte efeito, como define Fontes. “Esse tipo de expositor faz com que o consumidor relacione o produto com a propaganda que ele viu na TV e assim a visualização gera venda”, diz o gerente, explicando que a ação não é permanente.

Para a exposição dos candies nos checkouts, o Villarreal Supermercados, com cinco lojas distribuídas entre as cidades paulistas de São José dos Campos, Taubaté, Jacareí e Cruzeiro, foca apenas nos móveis (conhecidos como check stand) “A venda na frente da loja representa mais de 50% para os produtos expostos nos dois pontos (natural e checkout)”, calcula o diretor comercial da rede, Flávio Almeida.

Na visão do SuperPrix Supermercados, rede com 13 lojas espalhadas pelo Rio de Janeiro, a exposição em frente ao caixa deve considerar produtos de baixo desembolso. “Nesse espaço, o SuperPrix trabalha com produtos de baixo valor, embalagens com pequenas quantidades e, principalmente, produtos com margem maior”, justifica o sócio-diretor da Grão Inteligência de Marketing, agência que faz a consultoria de shopper do SuperPrix, Rodrigo Pádua.

Para realizar uma exposição atrativa, Pádua diz que o SuperPrix cria uma comunicação focada no display de caixa, com a proposta de conquistar o consumidor. “Usamos uma linguagem para lembrar o cliente, dizendo a ele que é a última oportunidade de comprar o produto. Até existe uma conversa com as fabricantes para desenvolvermos isso em conjunto.”

Quando o assunto são os sorvetes, Pádua conta que o SuperPrix entende que há duas naturezas para a compra da categoria: que é a compra planejada, de embalagens maiores, e a por impulso, que compreende o picolé, o que justifica a exposição em frente aos checkouts. “Para isso, a rede faz o investimento tanto para o espaço da compra planejada quanto para a compra por impulso, em frente aos checkouts”, conclui Pádua.

Fonte: http://www.supervarejo.com.br/secoes/gestao/a-conquista-pelo-olhar/

A Conquista Pelo Olhar 6 de novembro de 2014

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As empresas que concorrem em um determinado mercado-alvo, em um determinado momento, podem diferir fortemente em seus objetivos e recursos. Algumas são grandes, outras, pequenas; algumas têm muitos recursos, outras ficam atadas por falta de fundos; algumas são antigas e estáveis; outras são novas e iniciantes; umas lutam por um rápido crescimento de sua participação no mercado, outras por lucros no longo prazo. E todas irão ocupar diferentes posições competitivas no mercado-alvo.” (KOTLER, 1999, p. 415)

O fato é que existe espaço para todos. Mas só vai se destacar quem souber atender às necessidades de seu público-alvo. As empresas, apesar de concorrentes, precisam combinar forças porque a diversidade pode ser muito positiva.

Num local onde existe um comércio variado, uma loja atrai outra e se torna um grupo forte onde todos saem ganhando porque não apenas o ambiente interno do pequeno varejo é atrativo para o consumidor, mas o externo também. Num momento ou outro, conforme citou Kotler acima, uma empresa tomará estrategicamente um rumo diferente da outra. Essa “ousadia” poderá colocar em evidência uma empresa em detrimento da outra se a estratégia estiver embasada em dados obtidos de comportamento de mercado e perfil de consumidor.

Chega um momento em que algo tem que ser feito ou então se cai no marasmo, na igualdade e na mediocridade da inércia e esse é um passo dado rumo à falência.Com o advento da tecnologia onde o cliente acessa um computador e efetua suas compras na comodidade do seu lar, ou faz uma lista de compras por telefone e espera convenientemente que suas mercadorias sejam entregues em casa, o pequeno varejista não pode estacionar.

Tem que olhar para dentro da sua loja, mas tem que observar o comportamento do consumidor e levar em conta as novas tecnologias bem como as mudanças sócio-políticas e econômicas.

As mudanças sociais atualmente têm levado o consumidor a optar por serviços delivery de maneira a evitar se expor à insegurança pública ou à agitação da rotina do comércio das grandes metrópoles. Desta maneira é preciso suprir a essa demanda e oferecer os serviços que o cliente procura.

Muitos serviços delivery são oferecidos pelos pequenos varejistas, mas não basta apenas oferecê-los. É preciso criar-se um diferencial. O cliente está ávido por qualidade de atendimento e prestatividade. A vida moderna leva a um dinamismo e somando-se essas duas realidades, vemos na entrega delivery em curto prazo um diferencial bastante plausível que pode atrair novos clientes. É muito comum o consumidor ficar em casa esperando que a farmácia lhe entregue o remédio, mas essa entrega é, normalmente, demorada. Assim, é necessário investir na logística necessária para que a agilidade na entrega a prontidão do atendimento possam ser realidade na empresa e utilizadas como estratégia de diferencial para o cliente.

Não basta apenas prometer entregar em 15 minutos e não dar conta da demanda. A confiança quebrada, dificilmente é restabelecida. Por isso mesmo é necessário investir-se na logística apropriada que supra essa demanda.

Por Claudia Ferreira de Barcellos

Fonte: http://www.varejista.com.br/artigos/marketing/1195/o-futuro-do-pequeno-varejo

O futuro do pequeno varejo 5 de novembro de 2014

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Negociar é, antes de tudo, batalhar por um objetivo. A diferença é que, negociando, você vai trabalhar para atingir suas metas buscando acordos e tentando convergir com a outra parte em pontos que sejam de interesse comum. Mas nem sempre a negociação vai ser algo assim, tão simples.

Existem diferentes tipos de negociação e reconhecer cada um deles é fundamental para que você tenha chances de sucesso. Fatores como o tipo de interlocutor com quem você vai negociar, o objeto da negociação, contexto, história e tantos outros precisam ser levados em conta.

Veja abaixo 5 tipos de negociação que você precisa conhecer:

Quando o interlocutor só quer tirar vantagens

Nesses casos, é importante ficar atento. Geralmente, o interlocutor vai usar uma série de artifícios para fazer você acreditar que está ganhando algo ou que ele cedeu em algum ponto. Mas será tudo blefe. Aqui, vai pesar, antes de tudo, conhecer a pessoa com quem está negociando. Se você sabe que ela não tem uma conduta muito ética, prepare-se para ser alvo de emboscadas. E só acredite que a outra parte cumpriu com a parte dela quando realmente tiver sido concretizada e não for possível voltar atrás.

Quando você tem mais a ofertar do que a receber

Nesse tipo de situação, é importante mensurar bem seus objetivos e estabelecer seu teto de concessões. Caso contrário, dependendo da habilidade de seu interlocutor, você pode acabar saindo no prejuízo. Em casos como esses, o mais importante é agir com assertividade, indo direto ao ponto e evitando divagações que tornem a negociação abstrata ao ponto de você não perceber que está perdendo.

Quando você tem menos a ofertar

Quando a situação se dá num contexto inverso ao do ponto anterior, você precisa, antes de tudo, elaborar bem a defesa de seus argumentos e suas vantagens. Em casos como esse, você precisa saber mostrar de forma muito clara e objetiva as vantagens que seu interlocutor pode obter.

Quando você tem que escolher o menor prejuízo

Nem sempre, uma negociação coloca em jogo uma vantagem. Muitas vezes, o objetivo dela é reduzir um prejuízo. Em situações assim, é preciso encarar a menor perda possível como uma grande vantagem. Desse modo, você vai batalhar por ela como se fosse um ganho.

Quando todos têm muito a ganhar

Quando a negociação é quase uma mera formalidade e as vantagens para ambos os lados são inúmeras, é importante ter cuidado para não deixar que a euforia crie uma cortina de fumaça e esconda uma desvantagem outra, que pode acabar prejudicando um dos lados no futuro. Independente de qualquer coisa, antes de bater o martelo, avalie criteriosamente todas as consequências de qualquer acordo.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/5-tipos-de-negociacao-que-voce-precisa-conhecer/94472/

5 tipos de negociação que você precisa conhecer 4 de novembro de 2014

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As vendas a prazo no período do Natal devem crescer 3% na comparação com 2013, segundo estimativa divulgada nesta terça-feira (28) pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Se as expectativas dos lojistas se confirmarem, as vendas devem praticamente repetir o crescimento do ano passado, quando a alta verificada foi de 2,97%. Nos anos anteriores, as expansões foram de 2,37% (2012), de 2,33% (2011) e de 10,89% (2010).

“Como em 2014 o varejo apresentou desempenho modesto na maior parte das datas comemorativas e sofreu com as vendas no período da Copa do Mundo, os lojistas esperam alavancar as vendas no Natal para recuperar o prejuízo”, acrescentaram a CNDL e o SPC Brasil.

Segundo Roque Pellizzaro Junior, presidente da CNDL, a inflação tem pesado no bolso dos consumidores, assim como os juros se encontram num patamar elevado e a massa salarial já não cresce com tanto vigor como nos últimos anos, o que desaquece as vendas.

“Ainda assim, em virtude da injeção extra de capital com o pagamento do abono de natal e com as tradicionais compras de última hora, as vendas para o fim do ano devem ser melhores do que nas demais datas festivas de 2014. A expectativa dos lojistas é de que as perdas acumuladas ao longo do ano sejam recuperadas no período natalino”, afirmou ele.

Para o presidente da CNDL, o período natalino é conhecido por beneficiar praticamente todos os segmentos da economia, de maneira homogênea.
“No Natal, é comum que o consumidor direcione seus gastos aos mais variados bens e serviços. Ele pode comprar uma roupa nova, quitar dívidas, revisar o carro da garagem, dar um vinho de presente e até começar uma reforma. Dessa forma, todas as engrenagens giram para fazer a máquina econômica funcionar”, acrescentou Pellizzaro.

Fonte: http://www.varejista.com.br/noticias/9535/vendas-devem-crescer-3-no-natal-em-2014-estimam-lojistas

Vendas devem crescer 3% no Natal em 2014, estimam lojistas 3 de novembro de 2014

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Tanto no mercado de trabalho quanto no ambiente é acadêmico, não é raro encontrar pessoas que têm a sensação de que, muitas vezes, seus dias simplesmente não são produtivos. Longe de indicar falta de esforço ou dedicação, esse sentimento é um grande indicador de que a pessoa está sobrecarregada e precisa de ajuda. Para casos deste tipo, a melhor solução é aprender a reorganizar a rotina para não acumular estresse e se manter produtivo.

Isso pode ser feito começando por uma medida simples, porém bastante eficaz: uma lista de tarefas. Através dela, é possível ter mais controle sobre as atividades diárias e visualizar a ordem correta das prioridades do dia. Além disso, é possível controlar o tempo que se leva para cada tarefa e, a partir disso, fazê-las mais rápido.

Com tantas coisas em mente, é normal que aconteçam esquecimentos. Para evitar perder tempo com esses acidentes, usar lembretes é uma ótima tática. Eles podem ser alarmes programados no relógio ou no celular e também papeis adesivos com recados que devem ser colocados à vista. Quanto mais lembretes por perto, menor será a chance de esquecer alguma coisa.

Por último, mas não menos importante, está o fato de que não adianta tomar essas medidas ao longo do dia sem garantir o descanso necessário para o corpo. Dormir bem é fundamental para quem quer ser mais produtivo, pois, além de o cérebro assimilar o que aprendeu durante o sono, ele precisa dessas horas para repor as energias e estar ativo na manhã seguinte.

Fonte: http://www.fbde.com.br/eweekDetalhe.asp?idConteudo=15156&nome=Aprenda+como+otimizar+seu+tempo+e+fa%E7a+seu+dia+render+mais

Aprenda como otimizar seu tempo e faça seu dia render mais 31 de outubro de 2014

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Especialista da Sispro sugere 3 passos para ajudar a superar as dificuldades do setor.

No varejo, um dos maiores desafios é a gestão dos estoques porque as empresas não levam em conta uma série de variantes, como, por exemplo, a necessidade da criação de processos que considerem todo o ciclo de vida de um produto na prateleira e nos armazéns. A constatação é de Patrick Piazza Santiago, especialista da Sispro Software Empresarial, fornecedora de sistema ERP . De acordo com ele, as empresas que mais sofrem são aquelas que possuem grandes variedades de itens e as que também possuem lojas em diversas regiões do país, separadas por culturas diferentes. O desafio é proporcionalmente maior quando os sistemas de gestão não acompanham esta evolução dos negócios, segundo o especialista.

Como o Varejo está na categoria das empresas que lidam com grades de produtos diversas e grande volume de itens, distribuídos por categorias de produtos, marcas, tamanhos, entre outras variações, o controle do estoque acaba se tornando um problema difícil de resolver em muitos casos. Uma rede varejista, por exemplo, pode ter processos de gestão de estoques diversos para atender aos negócios nas localidades onde possui suas lojas. “Pode acontecer de a rede possuir lojas em Fortaleza e em Porto Alegre, por exemplo, e os produtos consumidos em cada uma delas serem bem diferentes, o que faz com que a empresa tenha que considerar esta variação na gestão dos negócios e, consequentemente, seus estoques e relacionamento com fornecedores”.

Levando em conta estes cenários, Santiago conseguiu identificar os maiores gargalos na gestão de estoque e elaborou três passos para que os gestores possam melhorar a administração deste processo:

1 – O cadastro de produtos deve ser detalhado, minucioso, especificando detalhes que possam facilitar consultas sobre quantidade existente, vendas realizadas, compras de fornecedores, transferências entre lojas, devoluções, logística de distribuição etc.;

2 – Criar uma inteligência de compras utilizando o sistema de gestão para controlar estoque máximo e mínimo, visando identificar os produtos que devem ser repostos, quando e com que frequência. A utilização de baixas automáticas do estoque de forma segura é fundamental neste processo;

3 – Procedimentos internos para controle de estoque devem levar em conta os depósitos trancados, sendo que as retiradas devem ocorrer somente com requisições e NF-e para esta finalidade. O depósito deve ser organizado por grupos de produtos e endereçados, entre outras especificações. A rastreabilidade dos itens é vital e a empresa deve considerar o uso de tecnologias de rastreamento, como as tags de rádio frequência, RFID, por exemplo, que oferecem diversas outras vantagens se comparadas com os tradicionais códigos de barras.

Santiago lembra que no Brasil houve um tempo em que ter grandes estoques no começo do mês representava uma forma de reduzir os efeitos da inflação alta, quando ela chegou a ultrapassar a casa dos 80% ao mês. Em outras épocas, quando o congelamento de preços foi adotado no Brasil o problema era não ter produto suficiente para atender à demanda. Em tempos de crises ou vacas gordas, tanto faz, a gestão dos estoques sempre se apresentará como fundamental para os negócios. “Ter isso em mente é criar as possibilidades de ter um planejamento adequado dos negócios. Além disso, a competividade faz com que os gestores busquem soluções para resolver este dilema. Certamente eles devem considerar a evolução tecnológica dos sistemas de gestão e selecionar um fornecedor que possa ajudá-lo a elaborar ou melhorar os processos internos com esta finalidade”.

Fonte: http://www.varejista.com.br/noticias/9488/gestao-de-estoque-e-assunto-critico-no-varejo?utm_source=MailingList&utm_medium=email&utm_campaign=Vitrine+Varejista+-+108

Gestão de estoque é assunto crítico no Varejo 30 de outubro de 2014

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Na época do ano em que o comércio registra o maior crescimento, medidas simples para adequar e motivar a equipe e showroom pode fazer a diferença nos lucros da empresa

O fim do ano é um dos períodos mais aguardados pelos comerciantes, pois, com as festividades dessa época, o esperado é que as vendas aumentem. Contudo, o próximo Natal deverá registrar a menor taxa de crescimento do volume de vendas desde 2005 e movimentar R$ 31,8 bilhões, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

“Apesar da projeção, o momento pode ser uma excelente oportunidade para o varejista rever os procedimentos do seu comércio, como o atendimento ao público, mix de produtos e entrega para, desta forma, adequar a nova realidade do brasileiro”, afirma Adriana Matos, executiva da CROMA Consultoria em Treinamento, Imagem e Gestão de Varejo.

Neste cenário, pequenas mudanças podem fazer a diferença na hora das vendas. Investir em treinamento da equipe de atendimento e ampliá-la para a ocasião, se necessário, bem como apresentar o produto corretamente na vitrine podem ser decisivos no momento da compra.

“Antes do Natal, os consumidores estão em busca de produtos de qualidade e, para valorizá-los corretamente, é importante pensar na vitrine, para encantar o cliente e trazê-lo para o clima das festas de fim de ano”, afirma Fabrício Forg, sócio da empresa Croma.

Pensando nisso, os dois executivos elaboram dez sugestões que podem fazer a diferença na hora de abordar o cliente e aumentar as vendas:

1º – Show-room:

É uma importante ferramenta de vendas e não apenas a imagem da sua empresa, mas sua equipe precisa estar treinada para usufruir de todos os seus benefícios de maneira certeira e eficaz. A forma pela qual o vendedor percorre o showroom e demonstra os produtos nele dispostos, fará toda diferença no resultado do atendimento.

2º – Conhecimento de produto:

É muito importante treinar a equipe para que ela conheça a fundo os produtos que são oferecidos na loja. Para isso, vale investir em cursos, treinamentos e reciclagem dos vendedores que terão papel de consultor no momento da compra.

3º – Planejamento:

Apresente e envolva sua equipe de vendas nos planos e metas de crescimento da empresa para o próximo ano, isso fará com que os colaboradores se sintam incluídos, comprometidos e motivados.

4º – Mais trabalho x mais motivação:

Se a carga de trabalho irá aumentar neste fim de ano, ou em algum período específico como uma campanha promocional, por exemplo, consequentemente as cobranças e o stress vão aumentar também. Nestas fases, todo e qualquer trabalho motivacional é muito bem vindo. Invista em palestras, dinâmicas e treinamentos de cunho motivacional. Além disso, recompense os melhores funcionários.

5º – Novo público no período:

Aproveite a oportunidade de ter um público diferenciado entrando em sua loja no Natal e proporcione a ele um atendimento também diferenciado, dando enfoque nos produtos inovadores que você selecionou para está época.

6º – Coerência:

Não basta ter um showroom com produtos destinados a um determinado publico alvo, se o atendimento, entrega e pós-venda não acompanhar a exigência deste público consumidor. Sua empresa perderá o cliente pra sempre. As empresas gastam mais hoje para recuperar a sua imagem do que para mantê-la.

7º – Taxa de conversão? Sua equipe sabe o que é?

Toda empresa de varejo deveria informar à sua equipe de vendas qual a taxa de conversão mínima mensal estabelecida. No entanto, o que percebemos é que existem consultores de vendas que nem sabem do que se trata. Além de ter o devido conhecimento, a equipe precisa entender que está taxa é um importante indicador de desempenho e se bem aplicada, só trará benefícios.

8º- Equipe autogerenciável:

Independentemente de sua equipe ter um gerente, quando falamos de equipe autogerenciável, esperamos que ela tenha a consciência da responsabilidade que tem ao atender cada cliente que entra em sua loja, valorizando-o e atendendo-o com excelência. E, principalmente, que a equipe tenha atitude positiva diante das objeções, como o famoso “Só estou olhando”. Esta pode ser uma excelente oportunidade de apresentar um novo produto para o consumidor “olhar”.

9º- Itens de luxo ou valor agregado:

Muitas vezes os produtos apresentados no showroom das lojas são peças diferenciadas, e a falta de argumentos de venda pode comprometer o giro esperado da mercadoria. A venda de itens de luxo só é possível instigando a cliente a desejar tais peças. Entender bem tudo o que está por trás daquele objeto é de suma importância para fazer jus ao valor atribuído ao produto.

10º- Vitrine:

A primeira comunicação com o cliente é a vitrine. Em tempos de fim de ano os esforços se voltam para despertar a emoção natalina nestas vidraças, mas, o cuidado em comunicar o produto deve estar aliado também à identidade da loja e ao perfil do cliente que se quer atingir. Vale a pena olhar as referências de lojas com produtos semelhantes ou pedir a ajuda de um profissional para fazer sua marca ser um “sucesso” de vendas.

Fonte: http://www.varejista.com.br/noticias/9513/dez-dicas-para-aumentar-as-vendas-no-fim-de-ano

Dez dicas para aumentar as vendas no fim de ano 29 de outubro de 2014

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As festas de fim de ano devem render aos supermercados gaúchos aproximadamente R$ 6,5 bilhões, uma alta nominal de 6,6% em comparação com o ano anterior. Somente entre os R$ 9,5 bilhões que o pagamento do 13º salário deve injetar na economia gaúcha, o segmento supermercadista absorverá R$ 2 bilhões. Os dados foram divulgados ontem pela Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), que apresentou uma pesquisa com as perspectivas de faturamento para o período e listou a variação dos valores nos principais produtos de Natal e Ano Novo. A média dos reajustes nos preços deve ficar em 5,5%.

O presidente da Agas, Antônio Cesa Longo, enfatiza que o setor está otimista em relação ao desempenho de final de ano. “As pessoas vão comemorar nas datas. Ainda não se lembraram do IPVA e do IPTU a ser pago no início do próximo ano”, brinca Longo. Entre os pesquisados, 49,9% disseram que pretendem comprar algo nos supermercados no final de ano. O gasto médio por pessoa nos estabelecimentos deve ficar em R$ 514,01, somando Natal e Ano Novo. Entre os consumidores, 52,5% pretendem efetuar os pagamentos à vista, enquanto 47,5% a prazo.

Em relação aos preços, os itens com maior variação, na comparação com 2013, são as aves natalinas, que subiram 19,1%. Segundo Longo, esse aumento expressivo se deve ao fato de o governo estadual ter modificado a Margem de Valor Agregado (MVA) para calcular a tributação dos produtos. “O governo aumentou a MVA de 40% para 60% neste ano. No entanto, a margem de valor que os supermercados têm nesses produtos varia entre 10% e 15%, em média”, destaca Longo. Nesse sentido, o dirigente destaca que a entidade pretende debater com o governo a situação, no intuito de buscar uma redução nos preços praticados nas gôndolas. A Agas também deve pedir revisão da MVA para os bombons, que tiveram aumento de 6,7% nos preços.

Ao todo, a entidade estima que serão vendidas 850 mil aves, totalizando 2,7 mil toneladas, o que deve render aos estabelecimentos R$ 30,9 milhões. Paralelamente, a carne suína, com alta de quase 12%, deve perder espaço para os cortes bovinos, que devem representar 60% das vendas das sessões de açougue dos supermercados. A Agas ainda estima que devem ser comercializadas 4 milhões de unidades de panetones, movimentando R$ 49,5 milhões, e 4,8 milhões de garrafas de espumantes, gerando R$ 63 milhões em receitas. Além disso, 33% dos presentes devem ser adquiridos nos supermercados, a um preço médio de R$ 15,00.

O setor supermercadista gaúcho deve fechar o ano com faturamento em R$ 23,9 bilhões, 4,4 mil lojas e 92,3 mil trabalhadores. Uma em cada três empresas irão admitir funcionários temporários para os próximos meses. A expectativa é de que sejam geradas 4,3 mil vagas no período. “Cerca de 20% desses funcionários devem ser efetivados”, aponta o presidente.

Além de divulgar as perspectivas das vendas de final de ano, ontem a Agas anunciou a reeleição de Antônio Cesa Longo para o exercício de mais um mandato de dois anos de duração.

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=177595

Supermercados esperam crescimento de 6,6% 28 de outubro de 2014

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São Paulo – Evitar a desistência durante uma compra na internet e conhecer melhor tanto os hábitos de consumo, como o comportamento dos adeptos às lojas virtuais. São estes os desafios nos próximos anos para as empresas que atuam com as vendas on-line.

Apesar de na contramão da economia, o comércio eletrônico (e-commerce) estar em franco crescimento no País, e de chamar a atenção por conta das altas cifras – a previsão este ano é de o setor faturar R$ 34,6 bilhões, ante aos R$ 28,8 bilhões obtidos ano passado -, os sites têm também pela frente clientes mais críticos e exigentes.

Os notáveis números do setor, apurados com a consultoria E-bit foram justamente os motivos que levaram a companhia Officina Sophia Retail, especializada em pesquisa de mercado no varejo, a tentar traçar o perfil dos e-shopper brasileiros.

Entre as revelações do levantamento, destaca-se uma nova realidade entre os clientes denominados e-shoppers, ou seja, acostumados às compras na web: 75% têm como hábito fazer pesquisas na internet antes de efetuar as compras, contra apenas 25% do público que finaliza a compra sem pesquisar.

Outra notícia curiosa é que 29% dos usuários já compram por smartphones, como lembrou a responsável pelo estudo, Valéria Rodrigues. Para ela, independentemente do gênero, da classe social ou da idade do consumidor, as empresas on-line têm percebido a importância de entender o comportamento dos e-shoppers.

“Em busca de entender o comportamento dos consumidores, nós vimos diferentes questões, como a das pessoas que mais utilizam ferramentas mobile para fazer as compras. Neste caso, elas são justamente as que compõem o perfil mais tecnológico e têm mais segurança para comprar”.

Segundo Valéria, a ideia do estudo era verificar a mudança de cultura dos consumidores. Neste sentido, outra análise importante verificada foi que agora, os clientes também fazem muita pesquisa de preço e de produtos no ambiente on-line, antes de finalizar as compras nas lojas físicas. Tal quesito envolveu 13% dos ouvidos no estudo.

Desistência da compra

Na pesquisa, o ato de entrar nos sites, de escolher um produto, de analisar custos, mas não finalizar a compra surpreendeu. A prática é algo recorrente entre os e-shoppers mais assíduos e também entre as mulheres da classe A. Contudo, no caso dos abandonos de carrinho de compras virtuais, a atuação das lojas após o ocorrido pode reverter o quadro. Afinal, 68% dos abandonadores se recordam de terem recebido e-mail das lojas. Desse público, 48% disseram ter realizado a compra, após o e-mail.

O levantamento da Officina Sophia Retail abrangeu homens e mulheres acima de 18 anos, das classes A, B e C, que fizeram compras on-line nos últimos 12 meses. Os clientes mais frequentes são os de 25 a 34 anos, da classe A – sem distinção de comportamento entre homens e mulheres. Já a classe C, antes pouco representada no grupo de e-shoppers, hoje figura como a maior entre os consumidores que fazem até uma compra por mês nos sites.

Insegurança

Na opinião da consultora Fátima Bana, que é especializada em marketing digital, e-commerce e comportamento do consumidor, um dos elementos considerados quando um consumidor desiste da compra durante a navegação pela internet é o temor. Geralmente quando ele chega à parte final do processo, não acredita estar mais em um ambiente seguro e, por isso, desiste da compra.

Ainda no quesito de desconfiança, a segunda justificativa envolve achar a política de frente exorbitante, diferente da que havia sido entendida na home do site – que não era de graça, como antes era previsto. “Ser impactado durante a navegação por uma outra promoção também faz muitos clientes abandonarem o carrinho. Ele coloca os produtos como se fosse voltar ao site, mas desiste”, afirmou Fátima, que é mestre em comportamento digital do consumidor pela UCLA/USA.

Outros recortes a respeito dos clientes virtuais envolvem estudos como os da diferença de escolhas entre homens e mulheres na hora da compra on-line. Ao ver que 33% dos homens tendem a comprar enquanto pesquisam coisas aleatórias, sem ter um produto específico em mente, contra 26% das mulheres, algumas empresas focam nesse perfil. “A nossa empresa trabalha com um nicho específico, justamente para atrair essa fatia de público”, como disse Leandro Cosas, que é o CEO da Cueca Store.

Apesar de atender apenas aos homens, Cosas diz estar de olho no aumento do setor. A estimativa é de que, este ano, 71,8 milhões de consumidores busquem produtos e serviços em dispositivos digitais. Já a efetivação das compras on-line devem atrair 32,9 milhões.

Com a demanda em alta, o executivo da Cueca Store diz que ao entender as escolhas dos clientes é possível direcionar melhor as campanhas de divulgação, com estratégias específicas. A opinião, aliás, é compartilhada pelo gerente de marketing do site Men’s Market, Leandro Grespan. Ele comentou que no setor de moda e beleza, responsável por 18% das vendas no primeiro semestre de 2014 – R$ 2,89 bilhões -, o mercado viu mudanças nos gastos de homens e mulheres. “Logo, investimos para oferecer não só as melhores marcas, mas nos itens de cuidados e beleza que os homens mais desejam”.

Preços

Ao perceber os e-shoppers cada vez mais exigentes, a empresa Baixou, voltada à comparação de preços, comemora ter cerca de 900 mil usuários com o aplicativo instalado no País. Com a média de 10 mil usuários ativos diariamente, como garantiu o CEO do Baixou, Patrick Nogueira, o aplicativo permite acompanhar as variações de valores de determinado produto, o menor valor encontrado e ainda selecionar o período da pesquisa. “Tudo isso chega a proporcionar economia média de 25% para os usuários da ferramenta.”

Para Nogueira, a concorrência das 20 maiores lojas de departamentos é um atrativo. “Redes como Walmart, Submarino, Americanas, entre outros, elevam a briga de preços. Estamos esperando mais de 50 mil usuários navegando e fazendo compras pelo Baixou só no Black Friday, em 28 de novembro, pelas promoções que as lojas fazem.” Para ele, a líder nesse mercado ainda é a Americanas.com.

Fonte: http://www.varejista.com.br/noticias/9467/consumidores-cada-vez-mais-plugados-desafiam-o-varejo

 

Consumidores cada vez mais plugados desafiam o varejo 27 de outubro de 2014

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Oferecer um ambiente agradável é um dos pré-requisitos para manter a saúde no ambiente de trabalho e ter funcionários satisfeitos. Confira algumas dicas de Tony Schwartz, presidente e CEO da The Energy Project, consultoria especializada em criar forças de trabalho engajadas e produtivas, para aplicar ao seu negócio:

1. Projete ambientes de trabalho que sejam seguros, confortáveis e atraentes para trabalhar. Em escritórios, isso inclui espaços que permitam a colaboração, a privacidade e até mesmo uma área para que as pessoas possam socializar.

2. Forneça alimentos saudáveis e de alta qualidade, a preços os mais baixos possíveis, inclusive em máquinas de venda automática.

3. Crie espaços onde os funcionários possam descansar e renovar as energias durante o dia e os incentive a fazer pausas de tempos em tempos. Cochilos à tarde podem aumentar a produtividade nas horas que se seguem.

4. Se possível, crie áreas onde os funcionários possam se exercitar. Dê incentivos para que eles usem as instalações, inclusive durante o período de trabalho. Isso pode ajudá-los a recarregar as baterias.

5. Crie políticas que incentivem os funcionários a reservar um tempo para se concentrar sem interrupção em suas prioridades mais importantes, incluindo projetos de longo prazo e que exigem criatividade e pensamento estratégico. Se possível, reserve um tempo para que eles possam trabalhar em projetos pelos quais são especialmente apaixonados e que têm o potencial de agregar valor para a empresa.

Fonte: http://www.fbde.com.br/eweekDetalhe.asp?idConteudo=14956&nome=5+passos+para+criar+um+ambiente+de+trabalho+agrad%E1vel

 

5 passos para criar um ambiente de trabalho agradável 24 de outubro de 2014

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São Paulo – Convencer um cliente a comprar nem sempre é uma tarefa simples. Para alguns empreendedores, desenvolver habilidades de negociação pode ser crucial neste momento que o consumidor se mostra indeciso.

Para não ficar em uma situação estranha na hora do fechamento, a dica é promover “fechamentos parciais”. “O fechamento da venda passa a ser apenas um detalhe. O que a gente sugere é fechamento parcial, ir fechando a cada etapa do processo de decisão de cliente”, ensina Carlos Cruz, do Ibvendas.

O problema é ser muito ansioso e pressionar demais o cliente. “Existem técnicas de fechamento da venda poderosas e que ajudam muito na hora de consolidar o negócio, especialmente quando o cliente está indeciso e adiando a compra. O único problema é tentar usá-las antes do tempo. O cliente não gosta de ser pressionado”, diz Marcelo Ortega, palestrante e especialista em vendas.

Saber ouvir o cliente é uma ação simples que pode salvar a venda. Para Jeferson Mola, professor do curso de Marketing da Universidade Anhembi Morumbi, isso vale para qualquer negociação. “É importante saber ser persistente sem parecer insistente”, afirma Mola. Veja algumas frases que podem ajudar a levar o cliente ao caixa.

1. Este produto está dentro da sua expectativa?

Esta pergunta é o começo do processo de fechamento. Ajuda o vendedor a entender exatamente o que o consumidor procura e como chegar a um acordo. “Se ele disser que está, faça a proposta”, diz Cruz. Para Ortega, neste momento o cliente pode dizer que vai pensar e o vendedor precisa reagir. “Quando o cliente diz que vai pensar, ele deve perguntar qual a nota para a proposta, de 0 a 10. Se o cliente disser sete, questione o que é preciso fazer para somar mais 3 pontos na avaliação”, afirma.

2. O que te preocupa?

Se o cliente mesmo estando satisfeito ainda não se mostrar decidido, é preciso entender o que se passa na cabeça dele. “Pergunte se existe algum outro ponto que o impede de fechar negócio e trabalhe em cima disso”, explica Cruz.

3. Vamos chegar a um acordo juntos?

Esta pergunta pode ser feita quando o cliente se opõe ao preço, por exemplo. Para Ortega, se não houver mais espaço para trabalhar com descontos, é preciso tentar convencer o cliente. “Diga que entende perfeitamente que preço é um ponto importante e que vocês podem encontrar uma forma de avançar na negociação”, diz. Resgate os fatores que são importantes na decisão e foram apresentados durante a conversa, como família, conforto e segurança.

4. Por que adiar esta compra?

Muitas vezes, o cliente passa sinais de que quer levar. Ele segura o produto nas mãos, mostra para quem está junto, sorri, mas não toma a decisão. “Quando o cliente está enrolando, diz que vai comprar, mas não fecha, é preciso quebrar o padrão dizendo que talvez não seja a hora de fechar e ele pode voltar depois”, afirma Ortega. A estratégia, que pode ser ousada, precisa estar bem embasada em sinais claros de que o cliente vai realizar a compra e só busca um pouco mais de segurança. “Muitas vezes, vi clientes avançarem para a compra depois disso”, explica.

5. Posso ajudar em algo mais?

Encaminhar a conversa para outro tema, perguntando se existe algo mais que o cliente deseja, também pode ser um caminho. “É importante perceber quando acaba a negociação. Pelos gestos, forma de falar, posição que a pessoa toma, você consegue perceber que o negócio está fechado”, ensina Mola.

Fonte: http://www.sindilojas-poa.com.br/index.php?menu=104&id=7780

 

5 perguntas que ajudam a conquistar um cliente indeciso 23 de outubro de 2014

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As promoções, os descontos e as condições de compra facilitadas podem ser eficientes na tarefa de promover o primeiro contato entre o consumidor e a empresa. Sozinhos, no entanto, não são suficientes para fidelizar o cliente ou gerar recomendação espontânea. Na era das redes sociais, o que os consumidores falam das marcas com que se relacionam ganha muita relevância, pois, para bem ou para mal, a voz dos satisfeitos ou dos frustrados tem um alcance maior do que nunca. Este poder aumenta as expectativas a serem supridas. Depois de entrar na loja física ou acessar um e-commerce pela primeira vez, a pessoa espera que a marca entregue um tratamento de qualidade, que ajude a solucionar os seus problemas e compreenda as suas necessidades individuais.

O consumidor contemporâneo cada vez mais se abre para as experiências de compra online. Ao mesmo tempo, está mais propenso a realizar pesquisas de comparação de ofertas. Além disso, ele prioriza evitar dores de cabeça relacionadas a produtos e serviços. Para atender a estas demandas, o foco sai do preço e se volta para a jornada de compra do cliente, experiência multissensorial que agrega valor ao produto ou serviço. Os resultados dessa estratégia são efetivos: 86% dos compradores pagam mais por uma experiência que consideram melhor, de acordo com a pesquisa Consumer Commitment Index (CCI), realizada pela Officina Sophia Retail.

Tanto para empresas físicas quanto para as que atuam no ambiente online, mais do que a conversão em si, o pré e o pós-venda se tornaram pontos chave para a construção de um relacionamento de longo prazo com os clientes e para estimular o boca-a-boca. O público tende a desenvolver maior confiança nas empresas que foram indicadas por amigos ou parentes quer tiveram boas experiências.

A primeira impressão define os consumidores que ficam
O ditado popular que diz que a primeira impressão é a que fica também se aplica nas relações de consumo. Avaliar a experiência durante uma compra é algo muito subjetivo e uma das formas mais práticas de se materializar este contato é a avaliação que o cliente faz sobre o atendimento que recebeu. Segundo a pesquisa, para 70% deles, a experiência será positiva ou negativa de acordo com a forma como foram tratados. Isto contribui proporcionalmente para o percentual de pessoas que recomendam ou não determinada empresa. No caso de lojas físicas, depois de ser atraído pela vitrine, a equipe de vendas será a primeira materialização da marca que o cliente terá e poderá ser decisiva na retenção do cliente ou no cancelamento da venda.

Os processos de compra são cada vez mais híbridos entre o ambiente online e offline. As estratégias adotadas, portanto, precisam ser coerentes em ambos os canais, o que ainda é uma dificuldade. A maioria das empresas, mesmo as que já estão consolidadas no canal físico, tem mais facilidade de construir reputação positiva na internet. Entre aquelas que também possuem operações físicas, o Walmart foi o que conseguiu equilibrar melhor a sua reputação nos dois canais. Subtraindo o percentual de elogios do percentual de queixas, a varejista ficou com uma avaliação positiva em 43% em suas lojas e 48% no ambiente virtual. Já a Polishop foi a que mais enfrenta dificuldades de aproximar as suas taxas. As menções negativas relacionadas aos PDVs da marca superaram em 2% as positivas, enquanto no e-commerce as lembranças boas prevaleceram em 35%.

O e-commerce ainda representa apenas 2% das transações do varejo nacional, de acordo com a Braspag, mas o canal atrai cada vez mais consumidores: 51 milhões de brasileiros já realizaram compras em lojas virtuais, de acordo com o E-bit. Esta aproximação do público atrai cada vez mais empresas. Desde as que nascem focadas no digital, como Amazon, Submarino e Netshoes, até as que já eram consolidadas no ambiente físico e passaram a apostar também no virtual, como Casas Bahia, Ricardo Eletro e Walmart, todas já conquistaram níveis de reputação mais elevados na internet do que nas lojas tradicionais.

Como se aproximar do consumidor
As interfaces digitais escondem desafios ainda maiores para travar um relacionamento próximo. Para suprir a ausência física, as empresas devem investir em múltiplos canais de atendimento, já que 83% dos consumidores na internet necessitam de algum tipo de ajuda enquanto compram, de acordo como a pesquisa CCI. A velocidade com que a empresa oferece o auxilio influencia diretamente na permanência do cliente na página: 71% dos consumidores esperam obter as respostas de que precisam em no máximo cinco minutos após o seu contato.

A Sephora é um bom exemplo deste tipo de atendimento. A marca lidera o ranking das empresas virtuais com melhor reputação, com 66% de indicações positivas superando as negativas. A companhia disponibiliza em seu site opções de feedback instantâneo para os consumidores e deixa visível os comentários recebidos anteriormente. Além disso, convida os internautas a escolherem três amostras grátis de produtos para receberem em casa. Já a Netshoes, que ocupa o segundo lugar entre as mais recomendadas da internet, com 63% de satisfação, oferece descontos graduais de acordo com o valor das compras, troca em até 30 dias e entrega expressa em até 48 horas.

No e-commerce, os consumidores são mais voláteis do que no varejo tradicional. Em um shopping, por exemplo, o cliente se desloca e disponibiliza tempo para estar no estabelecimento. Já na internet, diversos estímulos competem pela atenção dele. Mesmo dentro de uma loja virtual, o usuário continua sendo bombardeado por anúncios, redes sociais, chats e vídeos que dividem o mesmo espaço.

Solução de problemas gera boa reputação
A pressa do consumidor por resposta é cada vez mais latente e desafia as marcas a construírem experiências positivas a fim de promover o retorno do consumidor.  Na internet, antes de comprar, as pessoas buscam no Google e no Reclame Aqui referências da empresa e, se tiver muitas queixas sem respostas, deixam de comprar. Em contrapartida, a marca que tiver elogios sai na frente e ganha a preferência dos consumidores que se sentem mais confiantes.

Isso não significa que as empresas não possam errar. Na realidade, os problemas que surgem durante uma transação podem se transformar em oportunidades de construir a reputação da marca, já que 82% dos consumidores acreditam que um bom atendimento está diretamente relacionado à solução de problemas e 70% voltariam a comprar se a marca resolvesse os erros apresentados. O caminho para conquistar a confiança do consumidor na web e isentá-lo das preocupações presentes na compra à distância investindo em politicas de troca e comunicação próxima com o consumidor.

Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/reportagens/comportamento-do-consumidor/31975/clientes-estao-dispostos-a-pagar-mais-por-experiencia.html

 

Clientes estão dispostos a pagar mais por experiência 22 de outubro de 2014

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Estamos em 2014. Peneirando argumentos de pessimistas e otimistas, ao fim, sobra muita coisa boa. São anos em que a desinformação quase inexiste. Classes sociais diversas têm seus smartphones, dois por cabeça (há ainda quem tenha ressalvas à inclusão digital). Apesar disso, vemos velhas formas de promoção no varejo, que são irritantes e caricatas. Pense no “marketing” político. Ninguém acredita, ninguém lê, ninguém ouve e o desinteresse é geral. Motivo: velhas formas.

Fui à uma loja de um grande varejista e a experiência foi horrorosa, de dar calafrios. Ao chegar à loja fui abordado por um vendedor que mais parecia um papagaio de pirata, ou uma sombra. Ao escolher o produto, o discurso programado e falso do estilo político me dava arrepios: “não é porque eu sou vendedor, mas leve a garantia estendida…” Sem contar a utilização da má fé ou da distorcida esperteza para ludibriar aqueles com pouca informação e mais humildes.

O resultado disso é que eu nunca mais voltarei àquela loja. Primeiro, pela experiência desconfortável e inconveniência dos funcionários (orientados pela gestão, é claro). Segundo, por ser uma empresa que se utiliza da má fé, aproveitando a desinformação de muitos para vender crédito e garantia estendida. Pensem nisso: 2014.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/carta-aberta-aos-gestores-varejistas/79742/

 

Carta aberta aos gestores varejistas 21 de outubro de 2014

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O bom atendimento ao cliente é uma das grandes deficiências encontradas em quase todos os segmentos de negócio: comércio, indústria e serviços. Não vamos nem mencionar o serviço público em geral que, na maioria dos casos, quando fica regular, é caótico.

Desconheço uma pessoa sequer que não tenha um exemplo de mau atendimento nos últimos seis meses, para não dizer ao longo da vida, razão pela qual vamos explorar esse assunto em três partes distintas: os pecados capitais do atendimento; as expectativas do cliente durante o atendimento; e os segredos para melhorar o atendimento na sua empresa.

Imagine que sua empresa consegue fazer a venda, conquista o cliente e, assim, sem mais nem menos, por conta de uma atitude descompensada, indiferente ou de desprezo de um colaborador, perde o cliente que tanto investiu para conquistar.

Não se espante. Isso acontece com mais frequência do que se imagina, todos os dias, em todos os lugares do mundo, portanto, vez por outra, é necessário parar para repensar o próprio atendimento: 1) quanto seu atendimento ao cliente é bom? Você se preocupa em manter o cliente tanto quanto se esforça para conquistá-lo? Tem consciência de quão importante é o atendimento para o seu negócio?

Os 7 Pecados Capitais do Atendimento

De acordo com Ty Boyd, coach de Negócios, escritor e conferencista, aqui estão os 7 pecados capitais do atendimento:

1.  Colocar dinheiro ou lucros à frente do atendimento.

2.  Vaidade gerada pelo sucesso.

3.  Criar níveis hierárquicos, sem promover trabalho de equipe – colegas que reclamam dos outros ou se lamentam “não é trabalho meu”.

4.  Falta de treinamento, reconhecimento ou estímulo.

5.  Não ouvir – antecipar a resposta, antes de compreender a situação.

6.  Isolar-se – não prestar atenção ao cliente ou ao concorrente.

7.  Falar e não cumprir, ou pior, mentir.

Possivelmente, você já foi vítima de qualquer um desses pecados, pelo menos uma vez na vida, entretanto, se alguém perguntar se já cometeu algum deles, há uma grande possibilidade de a resposta ser NÃO. Por que será? Porque temos enorme dificuldade em assumir os erros e, da mesma forma, grande facilidade para criticar os erros alheios.

Em pleno século 21, não é mais necessário insistir no fato de que o atendimento ao cliente é uma questão crítica, complexa e fundamental para o sucesso de qualquer negócio, mas, existe ainda um razoável número de empresas que parece não se dar conta disso.

Uma verdade incontestável nisso tudo é que, sem políticas, orientações ou padrões de atendimento bem definidos, sua empresa vai continuar atendendo mal. Você pode seguir ganhando dinheiro, porém, o esforço para manter os clientes será bem maior do que o realizado para conquistá-los.

As 7 expectativas do cliente durante o atendimento

Antes de prosseguir, quero lembrar novamente que o seu cliente tem uma biologia, uma cultura, uma linguagem e, obviamente, uma história pessoal muito diferente da sua. Portanto, para cada atendimento, é preciso uma abordagem apropriada ao estilo do cliente, o que vai depender muito da sua percepção e de treinamento.

Como cliente, qual o padrão mínimo de atendimento esperado?

1.  Em primeiro lugar, ser ouvido atentamente, sem ser interrompido.

2.  Um bom atendimento por parte do vendedor, atendente, gerente etc.

3.  Uma linguagem adequada, inteligível, apropriada.

4.  Sentir-se importante, não apenas quando compra, mas, quando reclama.

5.  Ser visto como um consumidor inteligente – ele escolheu a sua empresa.

6.  Respeito e consideração, independentemente da condição social.

7.  Em caso de reclamação, uma expectativa e uma garantia de solução.

Lembre-se: você também é cliente, por vezes exigente, chato e difícil, e, quanto maior a consciência em relação a isso, maior a percepção necessária para melhorar a maneira de atender os clientes.

Os 7 conselhos para um Atendimento Nota 10

A resposta para essa questão vale milhões de reais. Acredite nisso. De maneira geral, o atendimento satisfatório já não é mais aceitável. Os clientes estão mais exigentes, menos fiéis, mais atentos, portanto, como diria o célebre Napoleon Hill, é necessário caminhar um quilômetro extra e ir além da concorrência.

Como fazer isso? Simples. É a única coisa que depende exclusivamente de você e das pessoas que trabalham contigo, portanto, sem inventar a roda, com base nos estudos de Ty Boyd, Jeffrey Gitomer e Raúl Candeloro, além da minha experiência pessoal, o atendimento nota 10 inclui as seguintes premissas:

1.  Não interrompa: suporte, do início ao fim, o desabafo do cliente, afinal, se ele está contigo é porque tem interesse no seu produto ou, então, comprou algo que não correspondeu à sua expectativa inicial.

2.  Sem preconceitos: o preconceito distorce o que você ouve, portanto, ouça sem prejulgar; o que está em jogo é o dinheiro do cliente e não a roupa que ele veste.

3.  Seja simples: o cliente não é burro, mas tem uma história diferente da sua; a linguagem adequada a cada situação e cliente faz toda diferença; quanto mais sofisticado, mais distante do cliente.

4.  Assuma a responsabilidade: entenda, de uma vez por todas que, quem se propõe a empreender, ganhar dinheiro, atender ao público, deve assumir a responsabilidade por todos os problemas gerados pelo seu negócio.

5.  Reposicione as pessoas: não imagine que seus colaboradores estejam tão comprometidos com o atendimento quanto você; se as coisas não estão indo bem, promova reuniões frequentes de alinhamento e, se isto não resolver, substitua para evitar um mal maior. Se isso não resolver, seja prático, livre-se dos ineficientes.

6.  Seja flexível: para atender a necessidades específicas dos clientes e ir além dos procedimentos da empresa quando necessário; o importante é resolver o problema do cliente.

7.  Eleve o padrão: o atendimento nota 10 será possível somente quando sua empresa adotá-lo por meio de política comercial, normas e procedimentos bem definidos, além do treinamento que nunca deixará de existir.

Isso vale para o atendente na recepção ou na portaria e para o presidente da sua empresa. Se você não adotar o atendimento como bandeira principal, jamais irá transformar o atendimento num diferencial competitivo para o seu negócio.

Entenda que você sempre tem uma escolha. Atender bem é uma escolha e, por mais que você treine, peça de joelhos, ensine, sugira e o cliente reclame, a maioria das pessoas escolhe atender mal. É muito mais fácil culpar o patrão e a sociedade em geral do que admitir a insatisfação com o emprego e assumir a responsabilidade.

Pense nisso, empreenda, aja diferente e seja feliz!

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/sete-conselhos-para-um-atendimento-nota-10/68246/

Sete conselhos para um atendimento nota 10

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Por Duda Lopes

Na última semana, a francesa Decathlon convidou a Máquina do Esporte para visitar a sede da empresa. Além de exibir o método de pensar, produzir e crescer, a empresa mostrou uma relação diferente de consumir o esporte, uma cultura que o europeu possui e o brasileiro ainda desenvolve.

Isso não significa que existe uma relação diferente em relação ao esporte em si. A paixão pelo futebol e pela prática ao ar livre é semelhante no interior da França ou em Copacabana. Mas a procura por instrumentos esportivos parece estar em outro patamar.

E o potencial de mercado no Brasil deixa isso muito claro. A própria Decathlon tem crescimentos de 30% ao ano no Brasil, e não é exceção. A Centauro espera um crescimento de 22% em 2014. Entre 2009 e 2012, a Netshoes conseguiu multiplicar por seis o faturamento. Mesmo em um varejo em acentuada ascensão na última década brasileira, os números impressionam bastante.

A grande questão é que, diferentemente do que acontece com o mercado da moda, por exemplo, o esporte ainda mostra muito fôlego para crescer. Em São Paulo, há um exemplo simples disso: há uma grande possibilidade de a relação do paulistano com a bicicleta subir bons degraus. O consumo, lógico, acompanha.

Mas o suprassumo deverá ser 2016. A overdose de esporte em alto rendimento poderá ser usada em peso pelo mercado esportivo para que as pessoas adotem hábitos renegados outrora. E, então, o varejo possa continuar almejando números expressivos.

Fonte: http://www.varejista.com.br/noticias/9460/grandes-eventos-devem-manter-varejo-esportivo-em-ascensao

 

Grandes eventos devem manter varejo esportivo em ascensão 20 de outubro de 2014

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Por Luiz Marins

A maneira mais prática e imediata de melhorarmos o nosso ambiente de trabalho é desenvolver nas pessoas a gentileza. 

Sei que o leitor pode achar isso uma grande bobagem, mas não é. Se as pessoas forem mais gentis umas com as outras, menos agressivas e adotarem comportamentos mais civilizados, a qualidade de vida no ambiente de trabalho melhorará muito. Vejo empresas em que os colaboradores não se respeitam, gritam uns com os outros, falam mal de clientes, fornecedores e mesmo das chefias. Não cuidam da limpeza dos sanitários, a copa é suja e mal arrumada, e as mesas entulhadas.

A gentileza, tomada em seu sentido mais amplo, significa respeito às pessoas, não só no modo de falar e agir, mas no cuidado com o ambiente. Num ambiente desprovido de gentileza, não pode haver prazer no trabalho. E trabalhar sem prazer é uma semiescravidão.

Chefes gritam com subordinados, subordinados respondem com palavras e gestos obscenos, etc. A falta de respeito parece ter tomado conta de muitas empresas. O ambiente fica carregado do mau humor próprio das pessoas mal educadas.

Se sua empresa encontra-se nessa situação ou a caminho dela, é preciso, com urgência, reverter esse quadro antes que seja tarde demais. Quando discuto isto com alguns empresários, diretores, chefes e colaboradores, eles me dizem: “aqui nesta empresa não há solução”. É preciso não acreditar nisso e buscar rapidamente o caminho da gentileza, do respeito, da educação, da limpeza, da ordem e da estética, pois são esses os símbolos da civilização, e temos que desenvolver empresas civilizadas e não rudes, grossas ou desprovidas de qualquer respeito aos colaboradores, fornecedores e clientes.

Não conheço nenhum ser humano, por mais pobre e simples que seja, que não queira ser bem tratado, que não goste de ser alvo de gentilezas, de um simples obrigado, por favor, desculpe-me ou com licença. Por mais rude que seja uma pessoa, ela se curvará, no mais íntimo de seu ser, a pessoas educadas, polidas e gentis.

Uma empresa gentil atrai e fideliza clientes. Uma empresa gentil atrai e retém os melhores talentos. Uma empresa gentil aproxima fornecedores de qualidade. Experimente e verá!

Faça em sua empresa um grande esforço para disseminar a ideia da gentileza entre as pessoas.

Pense nisso. Sucesso!

Fonte: http://www.varejista.com.br/motivacao/1175/a-gentileza-no-ambiente-de-trabalho?utm_source=MailingList&utm_medium=email&utm_campaign=Vitrine+Varejista+-+103

A gentileza no ambiente de trabalho 17 de outubro de 2014

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Em tempos de informações aceleradas… Em tempos de um constante avanço nos setores da sociedade… Em tempos de aprendizagem dinâmica, o líder e o professor devem recriar seu papel na atualidade. E isso não se trata apenas de utilizar redes sociais, tablets ou vídeos legais, saber uma nova ferramenta de gestão ou ser carismático, mas de abrir os horizontes para enxergar na dinâmica do mundo todo o potencial que um ser humano pode (e deve) desenvolver.

A conexão com os meios mais modernos certamente é importante. No entanto, já que os profissionais e estudantes têm acesso por meios diversos à informação, qual vai ser o papel deste líder ou professor e sua articulação fora dela? Quais serão as formas de aprendizagem trabalhadas? Em qual universo líder/professor vai estar: no universo alheio a tudo o que está acontecendo, ou ao universo da ação e colaboração? O desafio de hoje é grande, mas não menos prazeroso. Escolhemos, então, o universo da ação, da invenção em conjunto, trazendo o indivíduo para perto e o fazendo aprender de forma crítica, aprendendo dentro de seu próprio contexto e se interligando a outros. O estímulo a tentativa e erro como forma de crescimento pessoal deve ser uma instrumento trabalhado com paciência e sabedoria, já que pode possibilitar uma melhor compreensão do talento particular.

Se as ferramentas e as fontes não são mais segredos, necessitamos de INSPIRAÇÃO! O líder e professor é o cara que propõe a pergunta e que estimula o hábito de perguntar; é aquele que ajuda a criar uma rede de valores; é aquele que mostra que importante mesmo é ser autêntico! Além disso, ele faz as pessoas entenderem que a vantagem competitiva não está na estrutura ou na tecnologia; está, antes de tudo, na capacidade que cada indivíduo tem de fazer e transformar, questionar e melhorar.

Copiar, compilar, repetir? Isto pertence ao líder e ao professor do passado, aquele que considerava todos os indivíduos iguais e desprovidos de identidade. Hoje, devemos colaborar, compartilhar, cooperar, criar junto, e acima de tudo, recriar quando assim for necessário. O líder e o professor com características de treinador, se não estimular a imaginação e a vontade de aprender, acaba assim, virando um repetidor de velhas fórmulas. O treinamento está focado para as tarefas. E quanto ao comportamento? Como cuidaremos do comportamento? Aí é que entra o papel do líder e do professor: para além da tarefa, ele provoca o aperfeiçoamento do comportamento e faz com que se veja as coisas com mais clareza, mesmo com as dificuldades corriqueiras e muitas vezes inevitáveis.

Felizes são aqueles que se encontram em um constante estado de reinvenção!

Fonte: http://www.ideiademarketing.com.br/2014/10/10/seja-lider-ou-professor-nao-de-treinamentos-forme-novos-artistas/

Seja líder ou professor: não dê treinamentos. Forme novos artistas! 16 de outubro de 2014

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Atrativos que vão além do salário auxiliam, e muitas vezes são decisivos, na atração e retenção de funcionários

Guilherme Daroit

Facilidades que não aparecem no contracheque se tornam mais relevantes para um bom clima de trabalho

Por muito tempo, o tamanho do salário foi baliza única ou, pelo menos, fator principal em escolhas profissionais. Atualmente, embora o rendimento mensal continue, obviamente, tendo grande importância nas decisões de emprego, os benefícios e outras facilidades que não aparecem no contracheque tornam-se cada vez mais relevantes na construção de um bom clima de trabalho nas companhias. Além dos já tradicionais, como vale-alimentação e plano de saúde, as empresas apostam também em seguros, bolsas de estudo, horários flexíveis, entre outros, com o objetivo de atrair e reter funcionários.

Na última edição do Guia Salarial da instituição de Ensino Superior paulista Insper em parceria com a consultoria Hays, divulgada em 2013, 96,7% dos profissionais entrevistados afirmaram que consideram importantes os benefícios não salariais nas propostas de emprego que recebem. Além disso, entre os executivos das companhias, 90,6% contaram oferecer esses benefícios, e 94,5% afirmaram que os mesmos são ferramentas importantes para atração e retenção de empregados.

No estudo, que também lista os benefícios mais frequentes nas empresas, estão entre os que começam a ganhar maior peso, por exemplo, as bolsas de estudos, oferecidas por 46,3% das companhias. No Rio Grande do Sul, o Serviço Social do Comércio (Sesc) é uma delas, garantindo 100% do custo para os funcionários em ensinos Fundamental e Médio, 50% em graduações, e 35% em pós-graduações. Segundo a entidade, 250 dos seus quase 1,6 mil empregados usufruem do programa.

“Para a gente, interessa que as pessoas se desenvolvam e adquiram competências novas, que permitam que elas cresçam no Sesc ou mesmo fora dele”, comenta a gerente de recursos humanos da entidade, Elizabeth Carvalho, afirmando que não há contrapartidas exigidas para as bolsas, que são disponibilizadas para todos os empregados, independente de função. “Acaba sendo um fator de atração e retenção muito grande, principalmente, porque trabalhamos com um público muito jovem, que valoriza muito esse benefício”, continua a gerente, que cita casos em que a bolsa corresponderia a 60% do salário dos funcionários.

Para alcançar esses objetivos, há, ainda, empresas que apostam em outras iniciativas de resultados, talvez, menos tangíveis, mas que podem acabar tendo igual importância. “O que buscamos é canalizar as ideias que os funcionários têm e fazer com que eles se sintam parte do negócio como um todo”, conta Maykel Royer, supervisor de melhoria contínua da Stihl. A companhia, além de benefícios mais palpáveis, como auxílio-creche, áreas de lazer e previdência privada, também instituiu, há dois anos, uma plataforma de avaliação de ideias dos seus colaboradores.

Ainda que fuja da noção clássica de benefícios, o instrumento também tem a intenção de melhorar a relação de trabalho das equipes, permitindo que todos os funcionários deem suas sugestões, depois avaliadas por até cinco pessoas. Aceita a ideia, o autor é recompensado com até 25% da economia gerada pela aplicação de sua sugestão, ou por uma tabela de valores caso não haja como mensurar o ganho gerado. O processo, que segundo Royer já gerou uma média de 2,8 ideias por funcionário, tem quase 40% das sugestões aprovadas.

Cumprir expediente fora da empresa vira preferência dos trabalhadores

Outro dado revelado por uma pesquisa divulgada no início do mês pela empresa de softwares Unify, com entrevistados de vários países, é o fato de que 43% dos profissionais preferiria um modelo flexível de trabalho a um aumento salarial, e quase um terço trocaria de emprego em razão dessa possibilidade.

Essa flexibilidade, aliás, é a principal aposta da Dell, eleita no ano passado como a melhor empresa para trabalhar no Rio Grande do Sul em pesquisa da entidade Great Place To Work. Na companhia, o programa de trabalho flexível, que funciona por adesão, se divide em três categorias: o trabalho remoto, direto de casa; o horário variável, no qual o funcionário pode optar por outro horário que não o comercial tradicional; e o trabalho móvel, em que pode-se trabalhar tanto em casa quanto na empresa.

“Avaliamos as pessoas pelo seu resultado, e não pelo horário ou local em que trabalham”, declara o líder de Recursos Humanos da Dell no Brasil, Felipe Vieira, justificando também que a situação é facilitada pelo fato de que, por ser uma multinacional, muitos dos empregados da companhia no País participam de equipes de trabalho com funcionários de outras partes do mundo, tornando menos importante a rigidez com horários.

Vieira também comenta que, ao optar pelo trabalho em casa, a empresa ainda pagaria uma ajuda de custo e treinamentos para líderes e funcionários lidarem com a situação. O resultado, é que, em pesquisas internas, os funcionários que aderiram ao programa demonstram maior satisfação com a empresa.

Definição por convenção coletiva pode simplificar acesso

Além das empresas, categorias e entidades de classe inteiras também optam pelos benefícios como forma de melhorar as relações de trabalho em seus setores. Em Novo Hamburgo, o Sindicato das Indústrias de Construção Civil, de Olarias, de Ladrilhos Hidráulicos e Produtos de Cimento, de Serrarias e Marcenarias da cidade (Sinduscon-NH) aprovou, na convenção coletiva deste ano, a obrigação a suas empresas filiadas de contratarem seguro de vida a todos os seus funcionários.

A ideia, por mais incomum que possa parecer, teria surgido da própria entidade patronal, garante o presidente do Sinduscon-NH, Carlos Eckhard. “O seguro é uma garantia não só para o trabalhador, mas também para o empregador. É um hábito em outras categorias, e muitas das nossas empresas mais ativas já tinham, mas entendemos que seria conveniente a obrigação para qualificar todo o setor”, comenta o mandatário.

As próprias particularidades da categoria também justificariam a decisão, que tentaria combater alguns dos problemas do setor. Entre elas, a alta rotatividade do ramo, crescente com o aumento da atividade na construção civil nos últimos anos, e a grande informalidade que, segundo Eckhard, atingiria quase a metade dos trabalhadores do campo na região.

A opção pela convenção coletiva para a instauração de benefícios torna-se interessante às empresas, pois, ao massificarem e padronizarem os atrativos, conseguem baratear os custos atrelados à implantação deles, como argumenta Alaor Silva, fundador do Plano de Amparo Social Imediato (Pasi). O negócio, criado em 1989 como um microsseguro, atende, justamente, as decisões de convenções coletivas. “Temos percebido um aumento muito grande nas entidades patronais da sensibilidade de proteger melhor os trabalhadores. É um bem-estar social para todas as partes por um custo baixo”, comenta Silva.

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=176161

Benefícios ganham importância na área de Recursos Humanos 15 de outubro de 2014

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As habilidades técnicas contam (e muito). Os resultados entregues também. Mas, mais do que nunca, as empresas estão valorizando profissionais que, além dos dois itens anteriores, também sejam excelentes na hora de se relacionar com pessoas. E não estamos falando de quem é um exímio organizador de happy hours.

Pessoas que saibam vender ideias, mediar conflitos e influenciar a equipe (mesmo sem ser o chefe) quase sempre são as mais indicadas para assumir um cargo de chefe na organização.

Neste cenário, a ideia de carisma torna-se essencial para a ascensão na carreira. E ao contrário do que muitos pensam, carisma não é apenas um traço de personalidade ou um dom destinado apenas a algumas figuras ilustres. Mas uma habilidade inata que pode ser libertada por qualquer um.

É o que afirma o consultor Andrew Leigh no livro recém-lançado no Brasil “O poder do carisma” (Editora Gente). De acordo com ele, carisma é o uso de sua personalidade para causar uma “poderosa e marcante impressão nas pessoas”, como escreve no livro.

Quanto aliado com caráter e competência, explica o autor, esta habilidade torna-se uma arma incrível não só para favorecer você na hora do networking ou da entrevista de emprego, mas uma estratégia essencial para o bom andamento das empresas.

1. Tenha objetivos claros

Ninguém segue um guia que anda em círculos ou que se perde com facilidade. Da mesma forma, se você realmente quer influenciar pessoas, tenha visão e alvos claros. “Ser pouco claro a respeito do seu objetivo em uma reunião, por exemplo, pode enviar mensagens contraditórias e gerar confusão”, afirma o autor no livro.

Além de facilitar a tomada de decisões rotineiras, um propósito bem definido facilita a comunicação, ajuda a embasar argumentos e principalmente abre caminho para o engajamento de outros.

2. Comunique-se bem

“O sucesso pessoal dentro e fora das empresas exige certo jeito com as palavras”, escreve o autor no livro. E, para isso, é essencial ser simples na hora de explicar conceitos, falar com convicção, sustentar suas opiniões com fatos e evidências tangíveis, além de usar metáforas e cuidar do ritmo e tom da sua fala.

3. Confie em si mesmo

Como alguém irá confiar em você se nem você mesmo confia? Por isso, segundo o autor, a autoconfiança é outro fator vital para profissionais carismáticos. O conceito de “estar a vontade da própria pele” é uma consequência direta do nível de maturidade emocional da pessoa. E, por isso, tal habilidade exige tempo.

Entre as dicas do autor para driblar a falta de segurança em si próprio está mudar a maneira como você encara as pessoas e as situações. “Aja como se as pessoas quisessem ouvir o que você tem a dizer”, sugere.

4. Esteja no lugar onde está

A ideia parece redundante, mas não é. Quem já se irritou com o colega que não tirava os olhos do celular enquanto conversava com você sabe bem o que isso significa. Uma das dicas simples para encantar pessoas elencadas no livro é “estar no aqui e agora inteira e integralmente”.

Isso significa ficar atento aos que os outros dizem, fazer contato visual, prestar atenção nos detalhes. “Quando a sua presença é integral, você, além de estar alerta para o que acontece à sua volta, dispõe de uma melhor consciência da atmosfera, das tensões escondidas, das expectativas e, talvez, do que as pessoas estão pensando”, escreve.

5. Seja autêntico 

Muitos livros podem trazer fórmulas prontas, mas o caminho certeiro para ser uma pessoa que influencia os outros é ser quem você é e ponto. Além de transmitir credibilidade, este comportamento faz com que as pessoas se identifiquem com você, explica o autor. Fato que facilita na hora de conquistar o engajamento delas, por exemplo.

6. Corra riscos

O carisma depende também do quanto aberto você está para correr riscos. E eles variam desde levantar a mão em uma reunião para compartilhar um ideia, passando por questionar as pessoas, até estar aberto para a opinião dos outros também.

7. Tenha olhos que brilham

Ter paixão pelo que se faz é outro item sugerido por Leigh. Segundo ele, “se as pessoas sentem que você fala com o coração (…), isso é contagiante”.

8. Fique atento aos detalhes

Sem que você perceba, a sua linguagem corporal diz muito sobre o que está para além das palavras que profere. E seus pequenos gestos também. Olhar nos olhos das pessoas, prestar atenção ao que elas dizem, lembrar-se do nome delas e sorrir conta muito na somatória final de uma pessoa carismática, ensina o livro.

Fonte: http://www.fbde.com.br/eweekDetalhe.asp?idConteudo=9072&nome=8+dicas+para+encantar+(e+impactar)+as+pessoas+no+trabalho

 

8 dicas para encantar (e impactar) as pessoas no trabalho 14 de outubro de 2014

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Falta de um plano de carreira, desafios impossíveis, não obter reconhecimento nos trabalhos desenvolvidos, ausência de um plano de remuneração variável, clima organizacional ruim e problemas pessoais levam muitos funcionários a ficarem desmotivados com o trabalho. Porém, o resultado disso pode ser muito mais grave do que os empresários pensam. Segundo Ricardo Barbosa, diretor executivo da empresa de gerenciamento Innovia Training & Consulting, as consequências tendem a ser baixa produtividade, atraso na entrega de tarefas, alta taxa de rotatividade, ausências constantes, falta de comprometimento e até mesmo sabotagens.

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Harvard mostra que um profissional pode passar a vida com um rendimento de 25% de sua capacidade de trabalho e ainda assim manter seu emprego. O mesmo indivíduo, motivado corretamente, cresce em seu desempenho, chegando a atingir 80% de sua capacidade. “É fundamental que os líderes detectem os colaboradores que podem estar se desmotivando e reverter esse quadro. Um dos caminhos é realizar uma pesquisa de clima organizacional e obter constantes feedbacks dos colaboradores. O líder deve estar atento, pois um funcionário que está começando a se desmotivar pode ser facilmente detectado no cotidiano, o que facilita muito a mudança da situação”, afirma Barbosa.

Confira algumas maneiras de reverter o cenário onde funcionários se sintam desmotivados:

1 – Realizar uma pesquisa de clima organizacional com metodologia bem estruturada e análise aprofundada dos resultados;
2 – Implementar um plano de avaliação de desempenho com uma boa frequência e avaliação 360 graus;
3 – Elaborar um plano de cargos e salário baseado em competências. As regras devem ser bem definidas e também divulgadas;
4 – Implementar um plano de carreira tendo por objetivo reter talentos tão escassos atualmente;
5 – Avaliação das necessidades primordiais dos colaboradores e fornecer pacotes de benefícios para supri-las;
6 – Política de comunicação adequada, possibilitando que todos estejam de acordo com a missão da empresa.

Fonte: http://www.amanha.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=7731:funcionarios-desmotivados-com-o-trabalho-veja-como-reverter-a-situacao&catid=35:home-2&Itemid=135

 

Funcionários desmotivados com o trabalho? Veja como reverter a situação 13 de outubro de 2014

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Os consumidores estão cada vez mais analíticos, experimentadores e propensos às novidades. Eles pesquisam, provam e compram novos produtos.

Neste cenário, tamanho não é documento, já que grandes e reconhecidas empresas também apostam no retorno do marketing promocional, pois sabem da importância da performance do produto no ponto de venda.

O impacto que ações de marketing bem elaboradas podem representar para novos produtos ou para marcas que desejam reforçar sua presença no PDV é fundamental e, nestas ações de marketing promocional, a mão de obra é o coração da ação. A perfeita execução do plano elaborado pelo departamento de trade marketing das empresas é fundamental para o sucesso da ação.

Em tempos de muita concorrência entre empresas para se destacarem em seus respectivos mercados, ações no ponto de venda se tornam cada vez mais estratégicas. É comprovado, por meio inclusive de pesquisas feitas junto ao consumidor, a importância da experiência no ponto de venda. Aqui, vale ressaltar, a forma como a empresa aborda seus consumidores, as ações idealizadas para cada tipo de produto, o ambiente, as promoções, concursos, degustações, brindes… É preciso envolver o consumidor, fazê-lo se aproximar do produto e enxergar nele atributos que ele talvez já conheça e que precisam ser reforçados, ou despertar seu interesse por aqueles que ainda não se encantaram por eles… um novo consumidor. Aqui está a eficiência e a importância na execução de um bom planejamento de trade marketing. O resultado? Um produto mais forte, mais presente para o consumidor e que vende mais!

O que empresas de marketing promocional fazem é exatamente isso, operacionalizar ações que façam com que os produtos sejam bem expostos na ponta, fazendo a diferença no ponto de venda e, com isso, trazendo resultados em vendas e em percepção de marca. Por isso, no momento de escolher a agência é necessário muito critério, estudar cases já implementados, ver os índices de sucesso. De nada adianta uma excelente ação se for mal executada na ponta.

No cenário que se definiu nos últimos anos, a área promocional evoluiu muito ganhando espaço e aumentando sua participação nos budgets. Vale lembrar que muitas empresas no Brasil já investem mais de 60% nessas ações. A impessoalidade da mídia convencional vem perdendo espaço para ações que possibilitam maior interatividade com o consumidor. Abuse da força do trade marketing.

Fonte: http://www.adnews.com.br/artigos/novos-habitos-de-consumo-abrem-ainda-mais-as-portas-ao-marketing-promocional

Novos hábitos de consumo abrem as portas ao marketing promocional 10 de outubro de 2014

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A maioria de empreendedores e empresários ultrapassa as 40 horas  semanais de trabalho – e muitas vezes sem hesitar. Estender o turno faz parte, mas a produtividade nem sempre aumenta com o passar do tempo. Segundo James Reinhart, do site da Entrepreneur, cinco passos práticos durante a manhã podem otimizar o resto do dia.

7 minutos de exercício. Não são 10 minutos, apenas sete. O intervalo é curto o suficiente para não sobrepesar o corpo e longo na medida certa para espantar o cansaço – ou aquela taça a mais de vinho da noite anterior. Existem várias sequências de exercícios para seguir, inclusive com a ajuda de aplicativos.

Comece o dia com verde. Todos sabem, ou ouviram falar, que o café da manhã é a refeição mais importante do dia. De fato, é mais simples preparar um cereal, uma torrada ou tomar um iogurte para encher o estômago. No entanto, a diferença de tomar um suco natural e completo é maior do que o esperado no quesito disposição. Uma sugestão prática é, em um liquidificador, bater uma maçã, uma banana, uma laranja, um punhado de espinafre, meio pepino, água, alguns cubos de gelo e semente de linho. A receita é barata e energizante.

Escolha três objetivos para o dia. Enquanto você espera o liquidificador bater seu suco, decida três coisas que você gostaria de realizar nas próximas 12 horas. Nem todos os dias será possível completar as tarefas, mas o que conta é ter uma estratégia.

Programe o calendário. Um dos erros mais comuns cometidos na hora de montar listas de tarefas é não atribuir aos itens o tempo necessário para os realizar. Para os trabalhos longos, risque no calendário o tempo que será tomado. Em seguida, acrescente 33% a mais de horas, por segurança. Se o projeto levar dias ou depender de outros fatores, separe-o em pedaços digeríveis. Isso será útil em momentos de distrações, já que elas podem tomar conta de uma manhã inteira.

Aumente o ritmo após o almoço. Aproveite os 15 minutos pós-almoço para uma espécie de meditação profissional. Afaste-se do computador, desligue-o e encontre um canto pouco povoado. Considere como aquela lista matinal – com os três objetivos – está caminhando. Os 15 minutos ajudarão a identificar o que está correndo bem e quais foram as distrações até então, mantenha isso em mente na volta às atividades.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/01/5-rituais-matinais-para-aumentar-produtividade-ao-longo-do-dia.html

 

5 rituais matinais para aumentar a produtividade ao longo do dia 9 de outubro de 2014

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Quando falamos em vendas, uma das primeiras coisas que aprendemos é que, se o cliente não está realmente interessada no seu produto ou serviço, não vale a pena dispensar um tempo para falar com ele.

O que geralmente esquecemos é que mais importante do que fazer alguém comprar o seu produto é garantir que ele fique feliz com a compra muito tempo depois da aquisição.

É bem provável que você fique surpreso, mas o fato que aprendemos é que, se o cliente não está realmente interessado no seu produto ou serviço, não vale a pena dispensar um tempo para falar com ele.

Será que o seu produto é mesmo uma boa opção?

Se você trabalha com marketing de conteúdo e tem suas metas de vendas de curto prazo, provavelmente já perdeu de vista o seu objetivo a longo prazo.

Independentemente do quanto o seu lançamento seja empolgante, o que realmente vai lhe ajudar a construir confiança e autoridade – e garantir a saúde do seu rendimento e do seu negócio – é desenvolver confiança com os leitores.

E qual é a maneira mais fácil de perder a confiança de alguém? Vendendo algo que não é uma boa opção para ele.

E como você pode definir o que é uma boa opção?

Quando você lê sobre técnicas de persuasão e às aplica no seu conteúdo, o seu produto ou serviço pode ser capaz até mesmo de se vender sozinho.

Ainda assim, é bem provável que você receba e-mails ou comentários no seu blog de pessoas se perguntando se o seu produto realmente é adequado para elas.

A boa notícia é que existem algumas maneiras de descobrir se você deve insistir na venda ou desistir.

Eles têm o problema que você está tentando resolver?

Muito antes de começar a falar dos custos e benefícios do seu produto, você com certeza tem em mente um problema específico quando planeja sua venda.

O primeiro passo para determinar se o produto é adequado para seu cliente é verificar se ele tem o problema que você está tentando resolver.

Um produto ou serviço realmente bom é altamente especializado. Você não deve nunca tentar ser tudo para todos os cliente – ou pior ainda, fingir que é, apenas para conseguir uma venda. O melhor a fazer é ser honesto com o público a respeito da adequação do produto às suas necessidades.

Sua solução irá ajudá-los com os objetivos a longo prazo deles?

Muitas vezes, o que nós achamos que o público quer não é o que ele precisa. Por mais tentador que seja oferecer ajuda, recusar a venda e explicar o motivo ajuda a construir lealdade. Por outro lado, insistir na venda pode gerar frustração e até mesmo prejudicar sua reputação.

A forma como você entrega o produto é agradável para o público?

Os profissionais mais inteligentes deixam bem claro para o público para quem o produto é indicado e para quem não é. Por exemplo: um curso online focado em iniciantes deixará os mais avançados entediados. Já um programa altamente especializado pode sobrecarregar os iniciantes.

Uma boa dica é deixar que o próprio público decida por conta própria, divulgando informações detalhadas sobre o que você está oferecendo.

Foque no longo prazo

Recusar uma venda pode ser doloroso, mas é a melhor estratégia para construir lealdade a longo prazo.

Ser honesto sobre se o seu produto ou serviço é adequado ou não para alguém tem muitas vantagens.

Uma delas é evitar que você tenha clientes insatisfeitos, que divulgam sua insatisfação e peçam o dinheiro de volta.

Recapitulando

Nem sempre vender é o mais importante
Você precisa construir confiança e lealdade a longo prazo
Venda o produto apenas se for adequado para a pessoa
Entregue o produto da maneira certa

E você? Já sacrificou vendas para ter confiança e clientes leais? Deixe um comentário e conte como foi a sua experiência!

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/construa-e-venda-confianca/81557/

 

Construa e venda confiança 8 de outubro de 2014

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Quando escrevi o artigo “O Segredo do Maior Vendedor do Mundo”, revelei que o “tal segredo” nada mais era do que um bom pós-venda. Apesar desse termo ser pronunciado com freqüência pelos vendedores, muitos não sabem o que é nem como fazer o depois da venda.

O bom pós-venda é aquele onde o vendedor está realmente empenhado e comprometido com a satisfação e bem estar do seu cliente, ao contrário do que muitos vendedores fazem, utilizam-se do termo pós-venda como argumento para abordar clientes, mas no fundo, no fundo não estão preocupados com o cliente eles querem é vender mais para o cliente que já comprou.

Não há nada de errado em fazer uma nova venda para um cliente que já comprou, principalmente se o potencial de compra não foi totalmente explorado na primeira venda, só que isso não é pós-venda. O pós-venda tem como objetivo principal, aumentar o índice de satisfação fidelizando o cliente para futuras compras ou indicações de outros amigos. Para isso seguem SETE regras simples e eficientes, sobre como implantar um pós-venda que funcione de verdade:

1º Após fechar a venda, pergunte sutilmente ao cliente algumas datas importantes como: aniversários dele, dos filhos, do cônjuge, data de fundação da empresa e dia da sua profissão, acrescente algumas datas comemorativas que são comuns a todos como Natal, Ano Novo, Dia dos Pais Dia das mães e Páscoa, por exemplo, e forme um calendário de datas importantes para aquele cliente.

2º Organize tudo em arquivo simples contendo, além das datas acima, nomes corretos, e-mails, telefones e endereços;

3º Prepare pequenos textos e mensagens que serão enviados nas respectivas datas por e-mail, correio ou até mesmo ditas em um simples telefonema;

4º É importantíssimo que os textos expressem somente felicitações referentes às datas em questão e preocupações com as satisfações do cliente em relação ao produto ou serviço adquiridos;

5º Assine sempre todas as mensagens, para que seu nome e o da sua empresa fiquem gravados na mente do cliente. Isso é que garantira o sucesso do processo no futuro;

6º Nunca, nunca, nunca ofereça nenhum tipo de oferta, promoção ou tente vender algo no pós-venda, senão isso deixará de ser pós-venda e passará a ser venda;

7º Pense em médio prazo e não desista nos primeiros meses, pois os resultados de um programa de pós-venda não são imediatos.

Poucas coisas podem ser mais lucrativas do que um bom programa de pós-venda. Ele garantirá a manutenção de um cliente por muitos anos e muitas indicações de novos clientes.
Como disse o professor Marins, “Deve ser objetivo de todos na empresa transformar clientes em vendedores ativos, porque é mais barato manter o cliente atual do que conquistar um novo”.
Meu amigo (a) vendedor(a), não fique esperando a sua empresa montar algum programa de pós-venda. Comece hoje mesmo a cuidar de seus clientes, dando-lhes atenção, isso garantirá suas vendas de amanhã.

Sucesso e Boas Vendas!

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/7-regras-para-um-pos-venda-que-vende/75641/

 

7 Regras para um ‘pós-venda’ que vende! 7 de outubro de 2014

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Em meio a tanta idealização do desejo humano, vem uma ciência que com um objetivo diferente se mostra ser mais eficiente: o marketing. Se uma estratégia de marketing funciona, significa que ele conseguiu, de certa forma, gerar ou satisfazer um desejo/necessidade humana em um certo período de tempo. Poderíamos dizer então que marketing pode ser um conjunto de esforços previamente pensado, afim de atingir um público-alvo, para  gerar nele as impressões que servirão ao interesse de quem o praticou, em um dado momento.

Isso pode ser aplicado de inúmeras formas: para vender um produto, ofertar um serviço, marketing pessoal, político, intelectual, moral, conseguir fiéis, etc…

Ao longo da história vimos o povo defender qualquer tipo de regime totalitário em troca de saúde, educação e segurança por exemplo, desde fascismo, nazismo até ditaduras socialistas. Sempre existiu uma grande campanha de marketing ideológico em favor do interesse desses grupos, e como acredito que a condição humana não muda nada por que nos  “modernizamos”, há uma tendência do povo de apoiar regimes semelhantes no futuro.

Atualmente, podemos perceber a aplicação do marketing pessoal ao entrar no  facebook e ver pessoas defendendo causas (por exemplo), geralmente se utilizando de chavões que já passam ao remetente uma imagem prefixada de ideias presentes em atmosferas de discussão, prejudicando a própria capacidade de pensamento. Hoje todos choram a fome da África e esquecem a pessoa que está ao seu lado. As pessoas já possuem a palavra “ética” na ponta da língua, já não dá mais para acreditar em quem se diz ético. Parece que entram numa luta do “bem” contra o “mal” e com isso ganham mais curtidas. São tempos de vaidade.

Claro que muitas pessoas estão atentas a isso(nem sempre de forma consciente) e conseguem criar armas em favor do seu interesse sendo ele bom ou ruim. Muito se poderia aprender com o estudo do marketing como ciência, tendo como fundo a ideia de Nietzsche sobre vontade de potência.

A vontade de poder ou potência é o estudo das forças(instintos, por exemplo: comer, sexo) onde cada uma dessas forças busca sua  auto-expansão(dominação). Em meio a isso vemos um choque de forças que se relacionam e tentam se adaptar as novas variáveis que vão surgindo. Por exemplo, no passado os homens caçavam animais para sobreviver e assim saiam vitoriosos(dominavam) equanto alcançavam seu  objetivo, o animal caçado dominava quando conseguia sobreviver e se reproduzir. Empresas concorrentes buscam dominar o mercado e “eliminar” o concorrente. Com esse pensamento, sempre encontramos um interesse por trás de nossas ações.

O marketing, mais que um processo, pode nos dar os sintomas práticos necessários para estudos sobre o nosso comportamento, nossos interesses, nossa condição humana, inclusive do ponto de vista evolutivo da espécie.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/marketing-os-interesses-humanos-na-pratica/81587/

Marketing os interesses humanos na prática 6 de outubro de 2014

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Vivemos em um tempo onde a maioria das compras e serviços são entregues de uma forma tão robotizada que as pessoas estão procurando cada vez mais por personalização. Não é a toa que o atendimento das operadoras de telefonia lideram as reclamações no Procon e Reclame Aqui. E cá pra nós: é um saco ter que ouvir uma gravação mandando apertar diversos botões e, quando finalmente consegue chegar em um atendimento com uma pessoa “de verdade”, a ligação cai ou o problema não é resolvido.

É até compreensível que empresas de grande porte não consigam atender com excelência cliente por cliente. Porém, o pequeno e micro empresário tem nas mãos um diferencial que pode fazê-lo crescer e se tornar referência. Atender o cliente como se ele fosse único e especial faz com que ele não apenas se sinta feliz com o processo de compra, como também ajuda a divulgar o seu e-commerce para outros potenciais clientes. Existem pequenas atitudes que, por mais básicas que sejam, podem lhe ajudar num bom atendimento.

A primeira delas está em disponibilizar uma boa quantidade de contatos para o cliente que está em dúvida chegar até você. E apesar de existirem diversos canais de comunicação, existe um que pode ser um pouco ultrapassado para alguns, mas ainda é importante ter. Estou falando de um número de telefone. Por mais que a descrição do produto esteja correta e todos os detalhes estejam no site, ter um telefone à disposição do cliente é sempre bom. Falar com “uma voz humana” muitas vezes acalma a ansiedade do comprador no caso de alguma dúvida ou algum empecilho que possa vir a ocorrer. Procure ser cordial com o cliente, afinal, na maioria dos casos, ele está ligando para sua loja por ser a última alternativa para sanar alguma pendência.

É recomendável evitar atender a ligação com um “alô”. Isso pode passar a sensação de falta de profissionalismo. Informe o nome da sua loja e o seu nome no atendimento, mas isso não quer dizer que você precisa falar com a pessoa do outro lado da linha como se você estivesse em um telemarketing de operadora de celular.

Ah, e não se esqueça de atender o telefone! Pode parecer óbvio demais o que estou falando, mas vejo muitos casos de reclamações desse tipo. Se você trabalha em casa, procure instalar uma linha apenas para seu e-commerce e estabeleça um horário de atendimento para o atendimento via telefone (mas é claro, informe este horário em seu site). Além de não misturar os contatos você consegue, com isso, estipular limites entre o que é comercial e o que é residencial.

Se existe uma prática que deve ser abolida no quesito atendimento ao cliente, é a famosa “vou deixar pra responder estes emails no final do expediente”. Se algum cliente enviar uma dúvida, uma reclamação, ou até mesmo um elogio, procure ser ágil com a resposta. Não consegue solucionar a pergunta de imediato? Responda ao cliente informando que irá buscar uma melhor resposta e que em breve retornará com uma boa solução. Por mais que a segunda resposta demore, isso mostra ao cliente que você está atento aos questionamentos e procurando melhor atendê-lo.

Além disso, procure responder as perguntas dos clientes pelo canal em que ele entrou em contato. Eu sei que pode parecer óbvio, mas muitos dos desentendimentos entre um comprador e a loja está nas conversas cruzadas por diversos canais de comunicação. Se o cliente enviou uma pergunta via mensagem no Facebook, responda por lá. Foi por email? Então fale por ali, e assim por diante.

No caso de você achar que é melhor falar por um outro canal, pergunte ao cliente se ele assim o quer. Se não for feito dessa maneira, o desencontro pode ser maior. Imagina que confusão um cliente perguntar por Facebook e receber a resposta por email! Procure simplificar os processos de comunicação, e não complicar.

E é nesse objetivo de facilitar as coisas que você deve deixar o cliente sempre a par do que está acontecendo. Enviar emails de notificação – ou eventualmente ligar, no caso de alguma situação mais complicada – deixa o processo de compra muito mais tranquilo pela parte do comprador. Por mais que a compra online esteja se popularizando na rotina do consumidor, as primeiras compras efetuadas em uma loja virtual ocorrem geralmente com estranheza.

Será que vão entregar no prazo? Será que o produto vai chegar de acordo com o que estava descrito? Será que a loja não é fria? Milhares de perguntas passam pela cabeça do consumidor desconfiado na hora de efetuar a primeira compra. E para acalmar um cliente assim, só na base da atenção. Envie o código de rastreamento dos correios, mande um email informando que o pagamento foi efetuado, avise que o frete irá chegar no prazo e, se isso não ocorrer, explique quais foram os problemas ocorridos.

Depois da compra

A venda foi efetuada com sucesso? Você tratou o cliente como um rei na hora que ele foi comprar com você, mas depois ele não voltou? Tem alguma coisa de errado aí, não acha?

Acontece que um comprador é um dos seres mais voláteis do mundo. Ele chega na loja se importando com a qualidade e o preço do produto. E só. Para você transformá-lo em um fiel escudeiro da sua marca é preciso apenas uma palavrinha: atenção. E ele é esperto, sente pelo cheiro quando vê que uma determinada loja tem o interesse apenas de vender.

É preciso criar um relacionamento com o cliente. E para criar um relacionamento (profissional ou sentimental) na vida real se faz como? Mantendo contato com aquela pessoa! Para isso, tente saber o que ele achou do produto, do site, do atendimento, dos detalhes, de tudo!

Uma pesquisa de satisfação é sempre uma boa ideia. Pergunte ao seu cliente quais foram os momentos mais difíceis e mais fáceis da compra. Faça perguntas também sobre o produto, se ele chegou bem embalado, e não esqueça de pedir sugestões. Muitas vezes o cliente consegue enxergar algum déficit no processo de compra que você não vê e, com esse feedback você pode melhorar.

Existem várias ferramentas de pesquisa que você pode utilizar. A mais popular delas é do próprio Google Docs, mas com uma breve pesquisada você encontra outros sites dos quais você pode montar sua pesquisa. Um deles é o Typeform, onde você pode montar uma enquete com um layout bem bonito, com design focado no minimalismo e na tipografia.

Mas se for o caso, você pode também entrar em contato. Sabe aquela venda que foi um pouquinho mais complicada? Que o cliente passou por problemas na hora do pagamento, ou que a entrega atrasou? Por que não ligar para saber se chegou tudo certinho? Claro que para fazer esse contato é preciso ter feeling para saber se o caso precisa ou não de uma ligação. Mas você pode contatar o cliente por outros meios que você achar que combina melhor com você e seu cliente. SMS, Whatsapp, e-mail, Facebook, Twitter, sinal de fumaça etc: as opções são diversas. O importante mesmo é mostrar seu interesse pela satisfação do cliente. Procure não enviar emails padronizados em casos especiais, mostre que é você que está falando com o cliente, e não um autoresponder.

Para vendas num geral, um email marketing perguntando o que achou da compra e do produto está de bom tamanho. Mas tenha em mente quando você irá enviar a mensagem. Se for muito em cima da compra, a mercadoria pode nem ter chegado ainda. Se demorar demais, o cliente pode ter até mesmo esquecido da compra. Ah, e junte sempre todas as informações que o seu cliente deixou na sua loja.Aproveite os dados que você recebeu no momento em que o cliente se cadastrou. Você pode utilizar, por exemplo, a data de nascimento para enviar um vale-desconto. Você também pode fazer o mesmo no caso do cliente estar há muito tempo sem comprar na sua loja. Não perca o contato com ele! Criar engajamento faz com que você não seja mais um no meio de uma multidão de lojas virtuais que existem por aí.

Mas bem, até aí só estamos falando das coisas boas. Deixei a parte chata no final, mas que também tem uma solução. Sabe quando a compra não dá certo? Pode ser o tamanho, a cor ou até mesmo o cliente não ter gostado depois que a mercadoria chegou em casa: nenhum lojista – virtual ou físico – está imune à troca de produtos.

O Código Brasileiro do Consumidor estabelece que ele tem sete dias para decidir que não quer mais aquele produto que comprou. É preciso, portanto, deixar bem claro como funciona a política de troca e devolução em sua loja. Grandes empresas que trabalham com calçados, como a Netshoes e a Dafiti, por exemplo, utilizam da logística reversa como um diferencial na hora da venda. Não coube ou simplesmente achou que o sapato não ficou bem? Elas pegam a mercadoria de volta. Claro que essas empresas possuem um grande porte e uma boa rede de distribuição, mas se sua loja possuir um alcance limitado, por que não disponibilizar esse diferencial ao cliente?

Não esqueça: um bom relacionamento com o consumidor é feito pelos pequenos detalhes. O pequeno e micro empreendedor tem um grande potencial em se diferenciar por poder ficar mais próximo do cliente. E você vai deixar essa oportunidade passar?

Fonte: http://www.adnews.com.br/artigos/atendimento-antes-durante-e-depois

Atendimento – antes, durante e depois 3 de outubro de 2014

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Dia a dia atribulado, milhares de e-mails, ligações, compromissos. Aquele cliente especial que precisa de atenção, o projeto que precisa ser acompanhado, essas e outras atividades que acabam tomando nosso tempo e quando percebemos o final do dia chegou e não sobrou tempo para pensar e trabalhar em assuntos importantes, mas que podem esperar até amanhã. Será mesmo que podem?

Infelizmente essa tem sido a realidade de muitas empresas, os assuntos diários ocupando espaço daquilo que realmente faz a empresa crescer e prosperar. Independentemente do tamanho de seu negócio, um planejamento assertivo associado a um bom método de controle e acompanhamento e uma gestão eficaz de pessoas pode fazer a diferença no resultado de sua empresa.

Planejamento

Um bom planejamento precisa ser composto de duas abordagens: qualitativa e quantitativa.

Na abordagem qualitativa é preciso ao menos definir os objetivos da empresa, realizar uma análise de swot, avaliar os cenários, o ambiente externo e interno, definir as estratégias de marketing, RH, enfim, um modelo de negócios plausível e que esteja alinhado à realidade da empresa.

Na abordagem quantitativa é necessário elaborar um orçamento mais detalhado para o ano seguinte e uma previsão macro para os próximos 5 anos. Também é necessário definir as metas para cada um dos objetivos traçados. Ao elaborar o orçamento é que surgem questões importantes a serem avaliadas, como definição de centros de custos, critérios de rateio, avaliação de custos dos produtos e serviços comercializados, definição de volume e preço de vendas e também os investimentos a serem realizados no período. É através dessa avaliação que é possível planejar a lucratividade da empresa e garantir sua viabilidade.

Controle

De nada adianta um bom planejamento se durante sua execução não existir um bom método de acompanhamento e gestão que permita garantir a realização do plano e ações, medir os resultados, avaliar sua eficiência, definir novas ações que viabilizem o atingimento das metas e também, quando necessário, replanejar. Sim, porque um bom planejamento é “vivo” e vai se adequando a ajustando a medida que vai sendo realizado.

Uma questão que requer uma atenção especial é a elaboração de uma boa política de medições muito alinhada aos objetivos estratégicos. Através das medições é que é possível avaliar se as estratégias estão sendo eficazes para o atingimento dos objetivos. Permite que sempre que identificados desvios nos resultados esperados, sejam elaboradas ações que reconduzam o negócio e viabilizem as metas traçadas.
Como diziam Kaplan e Norton: “O que não é medido não é gerenciado”.

Pessoas

Por último, mas não menos importante, uma boa gestão de pessoas faz a diferença no sucesso de uma empresa. De nada adianta um bom planejamento e um controle eficiente se as pessoas não estiverem motivadas e não se sentirem parte da empresa e dos objetivos. Os planos podem organizar, mas quem os executam são as pessoas. São elas que estão em frente ao cliente, liderando projetos, responsabilizando-se por resultados, buscando o crescimento da empresa e consequentemente seu crescimento pessoal.

Algumas empresas acreditam que apenas bons salários motivam. Mas a real motivação não provém unicamente da remuneração. É necessário que cada um saiba seu papel, seu objetivo e suas responsabilidades, enfim, o que a empresa espera dele. É preciso que sejam realizados feedbacks sobre seu desempenho, pois é através dele que é possível melhorar, crescer, prosperar. É necessário ouvir cada uma das pessoas. Cada indivíduo é único e possui seus próprios anseios, dificuldades e objetivos. Entender cada um e proporcionar meios para seu crescimento é a forma que a empresa possui de criar um ambiente motivador e que ao mesmo tempo proporcione os melhores resultados para o negócio. Por fim, líderes eficazes, que conquistem o respeito de sua equipe e trabalhem de acordo com as diretrizes da empresa, fazem com que todos busquem o resultado coletivo.

Com esses três pilares bem fundamentados o sucesso da empresa está garantido, basta a cada gestor priorizá-los e torná-los cultura dentro da organização.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/os-tres-pilares-de-uma-gestao-eficaz/81138/

 

Os três pilares de uma gestão eficaz 2 de outubro de 2014

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Durante muitos anos, eram atribuídas à profissão de vendedor características como uma boa conversa, o uso de frases de efeito e o conhecimento apenas sobre o produto. O mundo das negociações, no entanto, mudou muito! De tempos para cá, muito por conta da facilidade de acesso que o comprador passou a ter às informações, fatores como uma boa capacidade investigativa, uma argumentação segura, credibilidade e agilidade no atendimento passaram a ser mais importantes para que o vendedor concretize seu objetivo.

Nada disso, porém, é mais importante que entender o cliente, uma qualidade que faz com todas as demais ganhem valor para quem está comprando. O “bom atendimento passa, inevitavelmente, pelo bom entendimento”, esta é a máxima a ser praticada diariamente por vendedores e vendedoras! Para bem atender o cliente, é imprescindível entender sua exata necessidade, saber o que ele procura para resolver essa necessidade, para que, então, seja possível supri-la da maneira mais eficiente.

O profissional de vendas precisa desenvolver sua capacidade investigativa, sua capacidade de perguntar com o interesse genuíno de ajudar o comprador. Quando é bem atendido, o cliente naturalmente passa a dar valor a isso. E valor não é algo que podemos comprar ou produzir, valor é algo que ganhamos, que é enxergado ou não e, por fim, é dado pelo cliente – “ou o cliente lhe dá valor ou não dá”. E é aí que entra a chave para que o resultado apareça nos números: quando o cliente valoriza algo, o vendedor passa a ter direito de cobrar por isso, de pôr um preço em seu serviço ou produto e de ver seu resultado ampliado.

A função de um vendedor profissional nada mais é que conquistar o direito de cobrar por aquilo que oferece. Para isso, é preciso estar preparado, saber o momento de ouvir, fazer as perguntas na hora certa, ir para uma reunião já sabendo do que se trata, conhecer tudo sobre o produto, ser mais que um folheto ambulante, fazer o cliente enxergar valor no que está oferecendo. É preciso estar treinado para ter o melhor entendimento e, consequentemente, oferecer o melhor atendimento!

Mário Rodrigues é vendedor profissional, treinador de vendas e diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas). Atua com foco na formação profissional de vendedores e gestores de vendas.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/entender-bem-para-atender-melhor-ainda/92984/

Entender bem para atender melhor ainda 1 de outubro de 2014

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Você pode ter a melhor mensagem do mundo, mas o sucesso de sua comunicação vai sempre depender diretamente das emoções, concepções, preconceitos e crenças de seu interlocutor. Para se comunicar de forma eficaz, a chave é se colocar no lugar do outro e tentar entender o que ele pensa.

É isso que afirma Frank Luntz, autor do livroPalavras que Funcionam. Na obra, ele cita 10 aspectos que precisam ser levados em consideração na hora de se comunicar, para que os objetivos sejam atingidos: simplicidade, brevidade, credibilidade, uniformidade, novidade, segurança, inspiração, visualização, questionamento e contexto.

Separamos cinco dessas regras apresentadas por Luntz, que consideramos mais importantes, e detalhamos abaixo. Confira:

1. Simplicidade: use palavras curtas

“Evite palavras que façam as pessoas terem que recorrer ao dicionário, pois a maioria não irá”, afirma Luntz. Se você elaborar demais e recorrer a palavras rebuscadas, sua mensagem pode ser ignorada. Use sempre a linguagem adequada ao seu público-alvo, ou você acabará afastando as pessoas. Evite também palavras muito longas: as pessoas tendem a desconfiar delas.

2. Novidade: ofereça algo novo

“Como indivíduos, enquanto apreciamos a previsibilidade dos amigos e da família, também amamos as coisas que nos surpreendem e chocam. Assim, a partir de uma perspectiva comercial, você deve dizer aos consumidores algo que lhes dê uma novíssima visão, mesmo que de uma ideia antiga”, diz o autor.

3. Visualize

“A palavra ‘imagine’ talvez seja a ferramenta mais poderosa de comunicação, pois permite que os indivíduos obtenham qualquer visão pessoal em seu coração e mente”, diz Luntz.

4. Faça uma pergunta

“Não é o que você diz, mas o que você pergunta que realmente importa. Uma declaração, quando feita na forma de pergunta retórica, pode ter um impacto muito maior que uma declaração simples”, sugere Luntz.

As pessoas reagem a afirmações ou reinvidicações de acordo com a opinião que possuem sobre quem está falando. Mas se as declarações são feitas na forma de perguntas retóricas, suas reações são mais pessoais e a comunicação se torna mais eficaz.

5. Apresente o contexto e explique a importância

O contexto é a última e mais importante regra de comunicação eficaz. “Você tem que dar o “porquê” da mensagem para as pessoas antes de dizer a elas o “portanto”e o “para quê”. Sem contexto, é impossível estabelecer o valor da mensagem, seu impacto e, o mais importante, sua relevância.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/5-regras-indispensaveis-para-voce-se-comunicar-bem/92990/

 

5 regras indispensáveis para você se comunicar bem 30 de setembro de 2014

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Sabe aquela situação em que você precisa dar um feedback para alguém que é importante pra você e não sabe exatamente como fazer isso? Sim, a crítica quando bem colocada pode ajudar muito a desenvolver as pessoas, porém tome cuidado para não gerar ressentimentos…

“O ressentimento que as críticas geram podem desmoralizar os empregados, os membros de família e os amigos, e ainda assim não melhorar a situação que tem-se condenado…” Dale Carnegie

Fazendo uma análise mais ampla, você há de concordar comigo que até os maiores criminosos conseguem justificar seus erros, defendendo fortemente seus atos. Veja por exemplo o que disse Al Capone, o mais sinistro chefe de gângsters que já apareceu em Chicago: “passei os melhores anos da minha vida proporcionando os mais verdadeiros prazeres ao povo, ajudando-o a divertir-se, e tudo que consegui com esse meu gesto foram insultos e a existência de um homem caçado”

Se a grande maioria dos prisioneiros e detentos conseguem justificar seus atos e se defenderem (estando tão errados), imagine as pessoas com as quais você e eu diariamente estamos em contato?

“A crítica é fútil porque coloca um homem na defensiva, e, comumente, faz com que ele se esforce para justificar-se” – Dale Carnegie

Diante disso, como proceder? Como fazer uma crítica construtiva (e de preferência que a pessoa ainda fique feliz com você? )

1. Observe seu estado emocional
Antes de mais nada é muito importante perceber o seu estado emocional quando for fazer uma crítica: se estiver, de alguma maneira, fora do seu estado normal evite fazer a crítica naquele momento: você até poderá se sentir aliviado na hora, mas quais serão as consequências a médio e longo prazo de um “desabafo crítico”?

2. Enfatize os pontos fortes do criticado
Para fazer a crítica construtiva, tente desarmar primeiro o criticado: comece enaltecendo todo os seus pontos fortes e tente ser o mais específico – faça isso de forma genuína. Por exemplo: se o seu colaborador não cumpre prazos de entrega, primeiro mostre a ele que seu trabalho é diferenciado (site um exemplo) e como ele é importante para o grupo, depois lembre-lhe do quanto foi importante a última vez que ele entregou aquele trabalho no horário combinado – demonstre essa importância mostrando como os clientes ficaram felizes.

Por último sugira a mudança com uma pergunta: “Eu poderia ajudar você em algo, de forma que você consiga entregar os trabalhos no horário combinado? – Qual a sua maior dificuldade?” – ou seja: dessa forma a crítica será feita de forma mais sutil. Quando enaltecemos, elogiamos de forma genuína alguém, você o faz importante: anseio comum a todos nós!!

“Quando tratamos com pessoas, lembremo-nos sempre de que não estamos tratando com criaturas de lógica. Estamos tratando com criaturas emotivas, criaturas suscetíveis às observações norteadas pelo orgulho e pela vaidade…” Dale Carnegie

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/como-fazer-uma-critica-construtiva/81446/

Como fazer uma crítica construtiva 29 de setembro de 2014

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Você já viu uma adolescente apaixonada, ao falar do namorado, enaltecer os defeitos dele? Provavelmente, não. Pergunte a uma garota no auge do romance o que ela acha do parceiro. Certamente, ela vai enumerar as qualidades e fazer uma lista repleta de adjetivos superlativos. E, assim, a jovem, sem saber, estará enaltecendo os atributos do rapaz e os benefícios de estar ao lado dele.

Além de alavancar a reputação do moço, o que ela está fazendo é uma boa propaganda. E isso tem ou não tem a ver com vendas? Tem, sim. Na hora de vender um produto ou serviço, o empreendedor busca ressaltar os principais atributos e benefícios da oferta, de forma a fazer com que o potencial comprador consiga tangilibizar a essência da marca, seus diferenciais e proposta de valor.

E um empreendedor apaixonado pelo que faz, conectado com a missão e o propósito do seu negócio, consegue contar essa história de forma natural e entusiasmada, como faz a adolescente. Quando a crença na marca é forte, falar dela torna-se um ato extremamente prazeroso, capaz de encantar quem está em volta.

E não há técnica de vendas que supere esta atitude. Prova disso são os empreendedores que conseguiram transformar seus sonhos em empresas de alto impacto. A Endeavor, uma das principais organizações de fomento ao empreendedorismo no mundo, agrega, no Brasil, alguns desses visionários que são exemplo de inspiração e de gente que bota pra fazer.

Gente que consegue fazer um auditório inteiro se emocionar, ao contar sua trajetória empreendedora e revelar as dificuldades que enfrentou no caminho; gente que causa furor neste mesmo auditório, ao subir no palco e, literalmente, pular e gritar de alegria por ter a oportunidade de estar lá, diante da plateia, vivendo um momento de consagração de anos de trabalho duro. Esses cenas foram vistas por quem teve o privilégio de participar do último Day 1, evento promovido pela Endeavor e pelo Sebrae, no último dia 17 de setembro.

Na ocasião, 11 empreendedores puderam contar sua história que começou com um sonho grande. Hoje, são bem sucedidos e uma referência nas suas respectivas áreas de atuação. Da empresa de tecnologia a agência de viagem e academia, todos os serviços e produtos expostos ali ganharam fãs. As marcas construídas por esses empresários agora são top of mind naquele público, que foi contagiado pela paixão exacerbada de cada palestrante.

Eles souberam contar a história das suas marcas, mesmo não sendo marketeiros de plantão. Aliás, ao contrário. Tratam-se de engenheiros, administradores, bioquímicos e até gente sem formação acadêmica. E o que eles entendem de vendas? Tudo, absolutamente, tudo, pois, antes de venderem um produto ou um serviço, vendem um propósito.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/todo-apaixonado-e-bom-vendedor/81337/

Todo apaixonado é bom vendedor 26 de setembro de 2014

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Ferramenta de marketing extremamente eficientes, os brindes personalizados podem ajudar muito a melhorar os resultados do marketing da sua empresa. Porém como toda ferramenta, se você não utilizar do modo certo, não conseguirá atingir os resultados desejados. Confira exemplos bem sucedido de como brindes personalizados já ajudaram outras empresas a aumentar suas vendas.
Para motivar sua equipe
Neste caso, o objetivo é atuar diretamente em seu time de colaboradores, para que eles sintam-se mais motivados a atingir suas metas. Foi o caso da Tupperware, que desenvolveu um programa interno de motivação para seu time comercial: dependendo da quantidade de vendas realizadas no mês, os vendedores recebem prêmios personalizados da empresa, como coolers, guarda-sol e toalhas de praia.
Esta estratégia colabora com:
1. Funcionários Mais Motivados para realizar vendas, ativar novos clientes e até mesmo melhorar o atendimento.
2. Maior Contato Com a Marca da empresa em seu dia a dia, “vestindo a camisa” da empresa.
3. Impacto em Locais Públicos onde estes brindes serão utilizados, potencializando ainda mais o impacto com as pessoas nestes locais.
Incentivar a compra dos produtos
No exemplo anterior os resultados foram aumentar as vendas das lojas, aqui o objetivo é aumentar as vendas de um único produto e a Nescafé foi extremamente bem sucedida com esta ideia: montaram um kit com um de seus produtos e uma bela caneca personalizada com a marca Nescafé. Ao comprar o produto, o cliente ganha a caneca personalizada.
Para deixar tudo ainda mais eficiente, a Nescafé colocou este kit de um modo bastante chamativo, deixando óbvio que o consumidor pode ganhar uma caneca grátis caso compre um de seus produtos.
Além de aumentar o incentivo para a compra ser realizada, é um ótimo destaque para o produto na prateleira do supermercado, que chama muito mais atenção que seus concorrentes.
Destaques desta estratégia:
1. Aumenta as Vendas do produto, pois os consumidores sentem-se mais motivados a concluir a compra.
2. Destaca o Produto dando mais impacto visual do que os outros produtos disponíveis para compra.
3. Impacto Pós Venda toda vez que o consumidor for tomar utilizar a caneca irá lembrar da marca e exatamente quando ele deveria.
Agora é a sua vez!
Como você pode perceber, quando bem utilizados, brindes personalizados são uma garantia de agregar valor à suas campanhas de marketing. Se você ainda não conseguiu entender como que os brindes podem ser utilizados em sua campanha, não te problema! Existem empresas extremamente profissionais que ajuda você a definir suas metas e qual estratégia de brindes utilizar.
Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/artigos/diego-matar/29519/como-aumentar-as-vendas-usando-brindes-personalizados.html

Como aumentar as vendas usando brindes personalizados 25 de setembro de 2014

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São Paulo – Lembro como se fosse hoje o dia em que ingressei oficialmente em vendas. Havia arranjado um emprego no departamento técnico de pré-vendas de uma distribuidora de softwares. Logo nas primeiras semanas, conheci, na salinha de café, um sujeito simpático e bem-vestido.

Começamos a conversar e ele me contou uma piada. Ri e contei outra de volta. Aquela situação se repetiu por uns três dias. Foi quando ele me chamou para conversar. Ele tinha uma sala exclusiva. Só então me toquei que era o gerente comercial da empresa. Recebi um convite para trabalhar com ele. Aceitei.

Logo no primeiro mês como vendedor, bati a meta com folga e recebi o triplo do meu salário anterior como técnico. Não sei como souberam, mas todos os colegas do antigo departamento começaram a me olhar diferente, de um jeito meio desagradável, como se eu fosse malvado ou culpado por eles não terem sido promovidos. Comentei com meu novo chefe. “Eles estão com inveja”, disse-me ele.

A inveja, também conhecida como olho gordo ou dor de cotovelo, é o sentimento de cobiça que surge quando queremos ter o que o outro tem. Pode ser provocada por coisas materiais, realizações ou características — o outro é mais rico, mais bem-sucedido, mais charmoso ou mais qualquer coisa. Ela pode surgir até em relação ao que os outros estão sentindo — o cara ao lado é mais feliz do que eu.

A inveja pode tornar nebulosos pensamentos e ações. Vou dar um exemplo de minha área. Muitosempreendedores empurram a equipe de vendas para os clientes da concorrência. Se o concorrente tem, por que nós não temos, certo? Se o raciocínio é esse e nada mais, trata-se de uma visão medíocre.

Quando se pensa assim, sem parar para pensar se é de fato uma boa ideia, é difícil brotar algo inteligente. É a hora em que a equipe de vendas fica mais perdida do que o Brasil na Copa do Mundo e só resta dar descontos e mais descontos, deixando a rentabilidade desabar.

O empreendedor inseguro dá bola demais para a concorrência — o que é tão danoso quanto ignorá-la. O foco deve ser o cliente. Do que ele precisa? Como podemos entregar mais valor?

Querer algo que o outro tem pode ser saudável — se essa emoção funciona como um motor de arranque para comportamentos positivos. Se alguém deseja ganhar muito dinheiro, ser prestigiado com um prêmio de vendas ou comprar um carro novo, que então arregace as mangas e vá à luta.

Isso é fazer com que a inveja trabalhe a nosso favor de forma construtiva. Caso contrário, acaba resultando somente em aflições, fofocas, mentiras, ódio e daí para pior.

Aceitar que não somos o outro e que devemos estabelecer nossos objetivos e metas com base no que acreditamos é um princípio fundamental. Devemos buscar ser o melhor que podemos ser, e não ser igual a quem julgamos melhor. Vale para vendas, para toda a empresa — e vale também para a vida.

Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-exame-pme/edicoes/0075/noticias/a-inveja-que-constroi-e-diferente-da-que-destroi

A inveja que constrói é diferente da que destrói 24 de setembro de 2014

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Um turbilhão de conteúdo e uma intensidade de sensações. Esta pequena frase pode resumir a vida de boa parte das pessoas que estão vivendo no planeta hoje – especialmente se a tecnologia faz parte de suas rotinas. Se comparado a outros tempos, o da minha ou da sua avó por exemplo, as pessoas estavam sujeitas a muito menos informações, e a muito menos impacto das propagandas. Atualmente, seja pela internet, seja pela propagação dos meios de comunicação (e seu respectivo alcance), recebemos uma quantidade sem precedentes de informações que pretendem nos provocar.

Provocar para quê?! Para mostrar um carro com vários acessórios, um destino turístico fantástico e romântico, um celular com grande capacidade de resolução ou até  uma roupa que vai elevar tua autoestima social. Tantas coisas aqui ainda podem ser citadas e que são objetos das ações de marketing das empresas, mas todas elas esbarram em um dos maiores desafios do século XXI: atrair e reter a atenção dos clientes. Costumo brincar com esta ideia de atrair e reter com um relacionamento pessoal. Quando iniciamos um relacionamento, trabalhamos o conceito da atração, ao qual muita gente diz envolver física, química ou até o destino. Esta atração é “relativamente” fácil, pois difícil mesmo é reter uma pessoal ao nosso lado e mantê-la bem com nossa presença. Com as empresas não é muito diferente, já que elas dependem de um constante relacionamento com os clientes.

E como criar um relacionamento que tenha como intenção fidelizar a atenção do cliente? Utilizando os quatro pilares da comunicação: informar, ensinar, entreter e motivar. Informar e ensinar é o que boa parte do mercado pratica nas ações de marketing, e que até certo tempo, pelo modelo industrial, ainda funciona. Realizar a divulgação do produto simplesmente (informar) e mostrar benefícios e utilidade diária (ensinar) ainda são as bases que as empresas se servem para buscar a competitividade. No entanto, a revolução tecnológica mudou o perfil dos consumidores, bem como sua forma de interagir e percebe um determinado produto/serviço e suas vantagens. Sendo assim, é necessário entreter e motivar, bases da teoria da diversão, como elementos de uma nova proposta de relacionamento, onde as pessoas veem coisas boas serem propagadas de maneira suave e com bom humor.

Duvida que isto possa acontecer? Um exemplo que posso citar é do pipoqueiro Valdir – que recentemente apareceu no fantástico. Além de informar e ensinar, ele se utiliza da habilidade estupenda de se relacionar e ser simpático com as pessoas (entreter) e de provocar um gostinho de quero mais por oferecer um pacote de benefícios que nenhum outro pipoqueiro na região oferece (motivar). Faço uma observação: entreter não é enganar ou iludir, mas passar a mensagem de algo de forma lúdica e verdadeira.

Para fidelizar a atenção do cliente é preciso desenvolver o processo de atrair e reter baseando o planejamento estratégico da empresa nos 4 pilares da comunicação. Comunicação é relacionamento… é troca… é reciprocidade.

“Quem não se comunica, se trumbica!”(Chacrinha)

Fonte: http://www.ideiademarketing.com.br/2014/09/18/fidelizando-a-atencao-do-cliente-os-4-pilares-da-comunicacao-com-densidade/

 

Fidelizando a atenção do cliente: os 4 pilares da comunicação com densidade 23 de setembro de 2014

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Ter uma produtividade extremamente elevada é o desejo de dez entre dez empresas. Contudo, para que a produção seja expressiva é preciso que os colaboradores, além de estarem motivados, integrem a “consciência coletiva” da corporação e trabalhem em harmonia. E para que esta sequência se desencadeie, os funcionários precisam estar bem consigo mesmos. Uma maneira de alcançar tal sensação, segundo o especialista em meditação Andy Puddicombe, é separar dez minutos do seu dia para não fazer nada. Isso inclui sem internet, TV, comida, leitura ou pensamentos sobre o futuro.

Aos 20 anos de idade, Puddicombe largou a graduação para viver em um mosteiro no Himalaia. Hoje, já casado e reintegrado à vida ocidental, ele indica que técnicas de meditação apresentam-se extremamente eficazes quando se trata de valorizar ou enfatizar o momento presente. Remoer fatos passados constitui, muitas vezes, um gasto de energia difícil de evitar; o mesmo ocorre quando se trata de preocupação excessiva com o futuro, impasses inerentes a qualquer administrador. De acordo com sua filosofia, a meditação não deve ser usada em momentos de estresse e dificuldades; ela deve ser praticada como um método preventivo.

O Administradores separou alguns dos ensinamentos de Puddicombe sobre como aproveitar 10 minutos diários para melhorar o seu desempenho:

1. Sem sentar no chão e sem incenso – apenas 10 minutos diários para esvaziar a mente. A proposta de Andy não exige nada mais do que uma pausa na sua rotina. Não há um lugar certo para meditar, nem há necessidade de músicas relaxantes ou do cheiro de um incenso, ou ainda deitar no chão. A meditação pode ser praticada em qualquer momento, desde que você pare por dez minutos para descansar, em uma posição que lhe seja confortável.

2. Cuidado para não ficar ansioso tentando não ficar ansioso – às vezes isso acontece quando vamos dormir. Se tivermos em mente que precisamos descansar para um amanhã de trabalho, logo chega a insônia para nos fazer companhia. Essa armadilha também pode acontecer na meditação. Se em nossa consciência possuímos apenas dez minutos para esvaziar a mente, logo os pensamentos começam a se multiplicar em progressão geométrica.

3. Apenas fazer nada – existe o não fazer nada acompanhado de preocupações e pensamentos impertinentes e há o fazer absolutamente nada, isto é, o ato de meditar, que não é tão fácil como parece. Devemos esquecer o passado e tomar cuidado de não planejar as nossas próximas atividades quando estivermos iniciando uma meditação, senão a tentativa de fazê-la, além de frustrante, só ocasionará estresse.

4. Céu azul – um dia alegre pode ser representado pela imagem do céu azul. Uma maneira de não se deixar levar pelos pequenos – e muitas vezes colossais – “conflitos” do dia a dia de um administrador é visualizar referido símbolo, mesmo quando o dia amanheceu chuvoso e assim se prolongou. Acima da chuva e depois das nuvens acinzentadas existe o céu azul. Ou seja, não deixe que os problemas dominem os seus pensamentos.

5. Foco, calma e clareza – eis o prêmio para aqueles que meditam. A meditação diária é um processo gradual, principalmente quando seu tempo está cronometrado em dez minutos. Ainda assim, sua prática revigora a mente e faz com que estejamos presentes no agora.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/como-dez-minutos-podem-melhorar-sua-produtividade/80068/

 

Como dez minutos podem melhorar sua produtividade? 22 de setembro de 2014

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Será que a equipe conhece “realmente” aquilo que oferece ao cliente? Será que é capaz de responder, prontamente, às perguntas de seus clientes? Será que inspiram a confiança no cliente para realizar sua compra?

Você já deve ter reparado que não há técnica de venda que funcione quando não se conhece aquilo que se está tentando vender. No mercado atual, ter especialistas para oferecer um excelente atendimento ao cliente, não é mais uma opção ou virtude de determinados pontos de venda. A concorrência pelo cliente elevou o nível de competição. Atualmente, o que é preciso definir é o nível de conhecimento que o profissional deve ter sobre o produto e/ou serviço. E não, se deve ou não ter.

Quando falamos de conhecimento de produto, soma-se também a habilidade de transformar informações técnicas em argumentos de vendas. Um cliente não quer “apenas” saber sobre a composição técnica de determinado produto, ele quer saber o que significa, em termos de diferenciais, e o que irá ganhar com isso.

Invista na real preparação de sua equipe, transferindo para ela os conhecimentos fundamentais para que façam mais e melhores vendas. Se eles conhecem mais, se sentirão mais seguros e poderão ser os profissionais que o cliente esperava que sejam ao entrar na sua loja.

Fechar uma venda pode ser uma questão de atitude!

Por que será que o fechamento da venda provoca tanta emoção nos corações dos vendedores? Por que será que tantos deixam passar o momento certo de tentar fechar suas vendas?

Um atendimento bem conduzido, geralmente, resulta em uma venda. Ou seja, muitas vezes o cliente irá dizer que vai comprar sem que o vendedor tenha que literalmente perguntar isso. Mas muitas vezes isso não acontece. E então?

Provavelmente, os vendedores não conseguem perceber os sinais de compra que o seu cliente emite. Isso requer preparo e técnica. É necessário executar determinados passos do atendimento para receber do cliente sinais que demonstrem que ele está pronto para a decisão de compra.

Além disso, é necessário uma dose de autoestima, autoconfiança e atitude. É impossível tentar ajudar alguém que não deseja para si o sucesso. Talvez esteja aí a resposta da razão dos vendedores novos terem mais sucesso que antigos. Embora eles conheçam menos sobre a loja, seus produtos e clientes, eles “querem muito” ser bem-sucedidos. Acho até que uma boa dose de motivação pode resolver, mas é a vontade interior do vendedor que irá movê-lo adiante.

Mostre o caminho, o passo a passo, de um atendimento eficaz para sua equipe. Treine com ela como percorrer esse caminho. Mostre que a vontade de fechar vendas muitas vezes é mais importante que a técnica a ser utilizada.

Boa sorte e boas vendas.

Fonte: http://www.varejista.com.br/inovacao/861/como-vai-o-conhecimento-de-produto-de-sua-equipe

Como vai o conhecimento de produto de sua equipe? 19 de setembro de 2014

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Por: Guilherme Daroit, de Atibaia (SP)

Passada a euforia com os fortes incrementos de vendas do setor de supermercados nos últimos anos, a atual situação de cautela e taxas menores de crescimento têm modificado as prioridades das empresas. Antes focadas na abertura de pontos, o objetivo, agora, é o ganho de produtividade nas companhias. É essa preocupação que norteia a Feira e Exposição de Tecnologia da convenção anual da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), onde sistemas e produtos que buscam melhorar a eficiência dos varejistas são destaque.

Só no ano passado, com quebras, furtos e desabastecimento, as redes varejistas registraram perdas de R$ 5,28 bilhões, 2,52% da receita líquida do setor. Cerca de 70% disso, segundo o coordenador do comitê de perdas da Abras, Carlos Rizziolli, corresponde a problemas em processos internos das empresas. Segundo o presidente da entidade, Fernando Yamada, “o setor precisa se preparar para ser ainda mais eficiente em todos os pontos”, justificando a necessidade pelo baixo ritmo do crescimento do setor, projetado para 1,9% esse ano e 2,5% para 2015.

Para auxiliar os varejistas, as opções tecnológicas são variadas, indo desde o início da cadeia até a relação com o consumidor final. Apenas para um dos pontos responsáveis por boa parte das perdas, os centros de distribuição (CDs) ou depósitos, dois tipos de soluções chamam a atenção. A primeira delas, um sistema por comando de voz, promete melhorar em, no mínimo, 25% a produtividade dos funcionários.

Com um fone computadorizado, os trabalhadores dos CDs atuam com ambas as mãos livres, além de não precisarem se guiar por planilhas ou coletores de dados. Uma voz automatizada passa o comando, informando corredor, prateleira e quantidade de caixas, respondido também por voz pelo funcionário. A posição do empregado e os erros, acusados pelo sistema Talkman exposto pela empresa paulista Seal, são enviados em tempo real para o gerente, que a partir daí consegue controlar a eficiência de sua equipe.

“Em nosso maior cliente atacadista, tivemos ganhos de até 50% em inventários”, comenta o gerente de produto da empresa, Fernando Colletti, que conta também que processos que duravam normalmente um minuto e vinte segundos em média, podem ser feitos em apenas 20 segundos.

Outra ferramenta, voltada para estabelecimentos com menos tempo de estocagem, é a Sorter, da Consinco, que promete melhorar a produtividade em até 38%. Com ele, um funcionário etiqueta as caixas que saem dos caminhões, que a partir disso são colocadas em esteiras, onde leitores magnéticos as direcionam automaticamente para seções pré-definidas de forma automatizada, separadas por seu destino final. Com isso, a empresa promete diminuir de 11 para apenas quatro etapas os processos de recebimento e expedição de caixas.

O sistema, introduzido em 2013, teria reduzido de 24h para apenas 6h o tempo dos processos nos clientes que já o utilizam. “Um funcionário que movimentava 13 mil volumes por mês, agora consegue fazer 21 mil”, garante o diretor comercial da empresa, Silvio Sousa. Segundo ele, a produtividade brasileira atualmente, por conta da ainda incipiente automação nas empresas, é um terço da italiana, por exemplo.

As novidades expostas ainda englobam os chamados papa-filas, leitores portáteis de código de barras para momentos em que os caixas não dão conta de atender a demanda de clientes nos supermercados, até contadores e separadores de moedas, todos buscando reduzir o tempo dispendido na ponta final das lojas.

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=173508

Inteligência artificial está a serviço da produtividade dos varejistas 18 de setembro de 2014

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De acordo com estatísticas atuais, nada menos que 63 milhões de brasileiros costumam fazer compras utilizando a internet. Apenas esse dado já seria o suficiente para alertar as empresas, mas o encontro Reinvenção do Varejo, evento promovido pela SAP para discutir as tendências de inovação para o segmento varejista nesta quarta-feira (10), em São Paulo, mostrou cinco potenciais preocupações para os líderes dessas companhias.

O primeiro deles é a integração entre o On e o Off-line. “Por causa da popularização dos smartphones, cada vez mais as pessoas querem obter nas lojas físicas a mesma facilidade oferecida pelos produtos tecnológicos”, diagnostica Marcelo Coutinho, diretor de Inteligência de Mercado do Terra Networks e professor de Estratégia e Comunicação da Fundação Getulio Vargas (FGV). E não sem razão os consumidores estão se acostumando a usar a web para pesquisar o que desejam adquirir antes de comprar nos pontos de venda. Um exemplo de uso inteligente dessa interação é a rede de lojas britânica Oasis, que muniu seus vendedores com iPads. Caso alguma cliente não encontre determinada roupa, ela pode ter acesso ao inventário da loja para saber se outra unidade da rede tem o objeto desejado. Em caso positivo, efetivada a compra, a encomenda é entregue em casa.

As mídias sociais são, nas palavras de Coutinho, “outro sarrafo a ser transposto nas próximas décadas.” Os brasileiros ficam, em média, 700 minutos por mês na internet – quase o dobro que os norte-americanos. Segundo Coutinho, os consumidores já colocaram o comércio nacional nas redes sociais e não há outra saída: é necessário interagir com os potenciais clientes. Um estudo recente feito pela Edelman com os Millenials (jovens nascidos entre 1989 e 2007) no Brasil apontou que 82% deles concordam em compartilhar com amigos e conhecidos, nas redes sociais, as boas e más experiências que tiveram com marcas. A média mundial foi de 72%.

A mobilidade será mais um “calcanhar de Aquiles” para os gestores. O acesso facilitado à internet está fazendo com que as pessoas deixem para fazer as compras sempre de última hora. A Fedex sentiu na pele essa nova característica. Nada menos do que 10% das encomendas programadas para o Natal passado não chegaram ao destino pelo simples fato de a transportadora norte-americana ter recebido 14% a mais de pedidos nos 60 minutos finais do prazo. Para evitar constrangimentos como esse, as varejistas terão de investir na cadeia de fornecimento e logística.

A personalização é outra barreira apresentada por Coutinho. Como os consumidores têm menos tempo, será necessário construir uma relação de conveniência para conseguir aumentar a velocidade de resposta aos pedidos dos clientes. Naturalmente, esse atendimento personalizado trará mais receita às varejistas, na medida em que será possível cobrar mais pelo serviço. “Os aparelhos com chip ao estilo do Google Glass, tecnologia que deve desembarcar no Brasil até 2016, devem ser responsáveis por outro salto no perfil do consumidor conectado e, logicamente, nessa personalização”, antevê Coutinho, que tem no currículo uma passagem de dez anos pelo Ibope.

Por fim, a quinta ameaça – que é o que professor da FGV chama de “desintermediação”. O termo designa o espaço que empresas de tecnologia, contratadas até mesmo pelos próprios varejistas para dar forma ao e-commerce de suas lojas, estão ganhando ao vender produtos na internet. Um exemplo é o Vivo Compras, serviço de ofertas de pesquisa e compra nos maiores sites de venda online. “Darwin já ensinava em seu ‘A Origem das Espécies” que nem os mais fortes e mais inteligentes sobrevivem, mas sim aqueles que mais rapidamente se adaptam às mudanças”, sentencia Coutinho.

Para as empresas do sul, um alerta adicional: os consumidores da região, segundo Coutinho, utilizam a web acima da média registrada pelos brasileiros em geral.

Fonte: http://amanha.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=7533:o-consumidor-conectado-desafia-o-varejo&catid=34:home-1&Itemid=67

 

O consumidor conectado desafia o varejo 17 de setembro de 2014

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“Conhece-te a ti mesmo”, já dizia Sócrates. Uma frase pequena, mas de fundamental importância para o seu marketing pessoal. Num mercado onde as pessoas não querem falar com corporações sem rosto e sim falar com as pessoas que estão dentro das corporações, construir uma marca pessoal forte, ter autoconhecimento torna-se um grande diferencial. Mas por onde começar?

A construção de uma marca pessoal forte passa pela percepção tanto das suas habilidades natas, aprimorando-as se possível, quanto pelo reconhecimento de seus pontos falhos, para que possam ser melhorados. De fato, todos nós temos comportamentos e habilidades positivas e negativas e a grande sacada está em percebê-las, reconhecê-las e melhorá-las!

Por exemplo, algumas pessoas são mais exigentes, gostam de situações novas, de estarem em posição de liderança, (habilidades positivas) porém podem parecer arrogantes (ponto falho). Outras são naturalmente mais políticas, otimistas, gostam de persuadir, mas por outro lado perdem o foco facilmente. Outras são mais servidoras, colaborativas, estáveis porém tem pouca iniciativa. Ainda existem aquelas que são mais perfeccionistas, sistemáticas, que tem foco no resultado perfeito, porém tendem a ser inflexíveis. Se você se identifica com um desses padrões de comportamento, eu recomendo que você faça um teste DISC!

O que vem a ser esse teste?

O Modelo DISC, postulado pelo psicólogo Dr. William Moulton Marston determina alguns padrões de comportamento e é reconhecido mundialmente. As avaliações são feitas testando as preferências de uma pessoa a partir de associações entre termos.

DISC é uma sigla para:

- Dominância – Indica como você lida com problemas e desafios.

- Influência – Indica como você lida com pessoas e as influencia.

- EStabilidade – Indica como você lida com mudanças e estabelece o seu ritmo.

- Conformidade – Indica como você lida com regras e procedimentos estabelecidos por outros.

A constante busca pelo crescimento pessoal, pela alavancagem da nossa marca, passa necessariamente pela percepção de nossos pontos fortes e fracos, pelo autoconhecimento e nesse sentido esse teste (existem versões básicas que podem ser encontradas facilmente na internet) pode ser um aliado muito importante, que vai te dar mais clareza na percepção de suas virtudes e fraquezas.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/o-sucesso-passa-pelo-autoconhecimento/80819/

O sucesso passa pelo autoconhecimento 16 de setembro de 2014

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Muitas empresas confundem marketing com vendas e acreditam que técnicas de marketing são capazes de alavancar os negócios de foma quase mágica. No entando, o que poucas empresas sabem é que as organizações que trabalham, de fato, orientadas para o marketing são as que menos precisam se preocupar com as vendas.

Marketing não é propaganda. Assim como não é uma estratégia para vender produtos ou serviços. Marketing é uma forma de se entregar satisfação ao cliente na forma de bens ou serviços que geram lucro para quem vende e realização para quem compra. Por isso, o marketing se tornou, nos últimos anos, uma filosofia de gestão, onde as empresas trabalham orientadas para conhecer o mercado e, assim, satisfazer as demandas dos clientes.

Este é o segredo! A empresa que trabalha orientada para o marketing se esforça em conhecer o seu consumidor e as reais necessidades dele em vez de, simplesmente, tentar enfiar produtos ou serviços “goela abaixo”. As empresas que trabalham orientadas para o marketing oferecem mais do que bens, oferecem satisfação, oferecem produtos e serivços com valor agregado. Empresas que trabalham orientadas para o marketing criam relações duradouras com seus clientes e consumidores.

Assim, constróem marcas sólidas. Assim, constróem marcas que se tornam referência. Marcas que são referência no que fazem, não precisam gastar um minuto sequer em estratégias para vender mais porque as vendas são consequência da filosofia de gestão da empresa. Empresas que trabalham focadas em vendas, gastam a energia de uma usina inteira para acender uma lâmpada. Ou seja, consomem tempo, dinheiro e recursos demais tentando convencer os clientes a comprar, sem se preocupar em ouvir o que o consumidor realmente quer.

Empresas orientadas para o marketing conquistam clientes fieis e as vendas acontecem naturalmente, sem esforço. E a sua empresa, o que faz? Sua gestão está orientada para o marketing ou para as vendas? Seu objetivo é vender ou é ser referência no que faz? Será que a sua empresa está no caminho certo?

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/mais-do-que-uma-estrategia-de-vendas-o-marketing-e-uma-filosofia-de-gestao/80840/

Mais do que uma estratégia de vendas, o marketing é uma filosofia de gestão 15 de setembro de 2014

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Manter a mão de obra constantemente qualificada é um dos pontos fundamentais – e um dos principais desafios – para que haja sucesso no varejo. Este pensamento é unânime entre os especialistas e empresários que palestraram, nesta quinta-feira, no 5º Fórum Estadual do Varejo. O evento reuniu no teatro do Sesi centenas de proprietários de lojas, gestores, colaboradores de empresas e dirigentes de entidades representativas do setor, para debater sobre as tendências e cenários estimados para 2015.

“O trato com o ser humano é uma das ferramentas no comércio. O atendimento é a base de tudo neste ramo e tem sido, inclusive, o diferencial apresentado pelos pequenos empresários”, lembrou o presidente do Sebrae/RS, Vitor Koch, durante a abertura do evento, promovido pela entidade. Segundo ele, é preciso que os comerciantes estejam atentos a este aspecto, uma vez que “ainda há muita carência em diversos segmentos do mercado gaúcho, que, mesmo assim, é um dos mais maduros e qualificados do País.”

O evento ocorre paralelo à Feira do Empreendedor 2014, e se constitui em ponto de encontro dos varejistas para debater atividades inerentes, bem como cenários, mudanças, e principais tendências do setor. “Isto, para podermos nos posicionar de forma adequada e sermos competitivos”, diz Koch. A feira, iniciada nesta quinta-feira, prossegue até domingo, na Fiergs.

Durante sua palestra sobre Tendências do Varejo no Brasil e no Mundo, Daniel Müller, que atua como personal coach de executivos de organizações, destacou a importância de se desenvolver competências com autoconfiança,  relações humanas e comunicação eficaz para um bom atendimento. “Hoje em dia, falta investir no potencial humano das empresas”, apontou Müller. Segundo o especialista, os vendedores devem não somente ter segurança e conhecimento dos produtos, mas também ter habilidade de saber ser cortês com os clientes.

Saber lidar com pessoas também é fundamental, no caso de gestores, lembrou Müller. “Um líder precisa ser capaz de elogiar quando o colaborador acerta, e orientar quando ele erra, sem precisar criticá-lo.” O instrutor frisou ainda que os empresários devem enxergar a crise como uma oportunidade. “Neste sentido, somente atitudes positivas irão garantir o foco nas metas do trabalho.” Outro ponto fundamental para a evolução, lembrou o palestrante, é a determinação.

Ao palestrar sobre Atitudes de Resultado no Varejo, o empresário e professor Heinz Artur Schurt lembrou que todas as grandes empresas iniciaram de um sonho, e pequenas. “Para empreender, é preciso ter objetivos claros, planejar, buscar novos caminhos, sem teimosias, e com muito comprometimento com a empresa e os seus clientes,” destacou. Também o bom relacionamento entre as pessoas foi citado como um dos pontos mais delicados.

“O cliente e o mercado esperam uma experiência emocional positiva. Por isso é tão importante que o varejista invista na sua equipe, pois é ela que vai encantar os clientes e fazer a diferença.” Segundo Schurt, não investir no capital humano das empresas é um grande erro. “Também a resistência em mudar é um aspecto negativo, pois irá colocar a empresa em desvantagem no mercado, que está em constante movimento.”

Case da Chilli Beans foi atração do evento

A rápida expansão da Chilli Beans, que entrou no mercado há 14 anos, com um quiosque no Shopping Villa Lobos, em São Paulo, foi case da palestra do empresário Caito Maia, criador da marca, durante o 5º Fórum Estadual do Varejo. Com 600 pontos de venda, sendo 550 no Brasil, a meta da empresa é abrir 250 lojas franqueadas fora do País nos próximos quatro anos. De acordo com Maia, o diferencial da marca de óculos é trabalhar no modelo self service, permitindo que as pessoas experimentem e “brinquem” com os produtos.

Contando com o lançamento de 10 modelos de óculos escuros por semana, somado ao conceito de preço justo, a Chilli Beans conquistou os brasileiros por seu design próprio e por manter lojas e quiosques “convidativos”, de acordo com seu fundador. “O sucesso veio ao facilitarmos o consumo.” Antes de investir no negócio, Maia começou vendendo óculos para os amigos, durante suas viagens ao Brasil, na época em que morava nos Estados Unidos. O passo seguinte foi deixar os produtos em atacados, e participar de feiras, como o Mercado Mundo Mix, evento alternativo de moda. Atualmente, a marca possui franquias na Califórnia e em Las Vegas (Estados Unidos), Peru, Equador, Colombia, Portugal, Israel, Kuwait, Dubai e Abu Dhabi (Emirados Árabes) e, em breve, abrirá pontos na Austrália, Canadá, México e Índia.

Por Adriana Lampert

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=172854

Investir em equipes é o desafio do varejo do País 12 de setembro de 2014

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Provavelmente você já ouviu falar de marketing viral, marketing de conteúdo, marketing de gerrilha, marketing digital, marketing de serviço e muitos outros tipos. E agora eu vou apresentar o Marketing de Gentileza que para mim é o Marketing que deve ser um dos pilares de todos os Marketings.

Marketing é para pessoas, e pessoas precisam e desejam ser bem atendidas e muito bem tradadas. O alvo do marketing é o consumidor. O papel de uma empresa é servir o cliente. Se não houver clientes, não há empresas, não existem empreendedores e nem existem marcas. Isso é muito claro e óbvio, mas mesmo assim ainda é impressionante o número de casos de desserviço no atendimento que vemos por aí.

Será que as empresas esquecem que o atendimento e o relacionamento com clientes são grandes responsáveis pelo crescimento de um negócio?

Segundo Kotler e Keller, em Administração de Marketing 14ª edição, as empresas que são centradas nos clientes são capazes de desenvolver relacionamentos, e não produtos somente. “Atualmente, as empresas têm enfrentado uma concorrência jamais vista. Se forem capazes, porém, de passar de uma orientação de vendas para uma orientação de marketing, poderão ter um desempenho melhor que o das rivais. E a essência de uma orientação de marketing bem concebida é o forte relacionamento com os clientes. Os profissionais de marketing devem se conectar com os clientes – informá-los, engajá-los e talvez até fazer com que participem ativamente do processo”.

Engajar clientes é uma das palavras de ordem do momento, principalmente no universo das mídias sociais, mas não é uma tarefa fácil e nunca será para aqueles que não compreendem ou fingem não entender a essência do serviço do atendimento. ATENDER não é apenas falar com o cliente e bater metas de mensagens respondidas e contatos feitos em tempo recorde. Atender o cliente não é dizer o que ele já espera ouvir; não é tratá-lo com educação ou com intimidade, falando ou escrevendo coisas bonitas, carinhosas e fofas; não é vender ou oferecer promoções e descontos o tempo todo.

Tudo isso pode até fazer parte, mas atender é tratá-lo como uma pedra preciosa, é servir e surpreender com força de vontade, é tocar o coração do cliente com atitudes que ele não espera, é promover experiências realmente marcantes. Fazer relacionamentos é estar pronto para o outro, é atender com generosidade, é escutar de verdade, é ser fiel para ganhar fidelidade e confiança, é orientar o cliente para que ele faça a melhor compra.

Fala-se tanto em Gestão de Relacionamento com o Cliente…

Será que estamos fazendo isso direito? Relacionamento deve haver antes pensar em vender, é saber quando é o aniversário do cliente e as datas comemorativas importantes para sua família e parabenizá-los com sinceridade. Atendimento é estar presente na vida do cliente e se colocar à disposição para ajudar sem cobrar nada. Atendimento real e na sua essência foge dos padrões comuns, é perceber a necessidade de uma pessoa e agir, sem esperar nada em troca, em prol dela mesmo que ela não tenha lhe solicitado. Isso é Gentileza pura.

Se as empresas fossem mais gentis com clientes, sua imagem corporativa seria muito mais bem vista nas mídias e estaria menos presente em sites como o Reclame Aqui.

“Porque Marketing não é apenas sobre marcas, produtos, serviços ou eventos. É sobre relações humanas” (Laíze Damasceno)

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/marketing-de-gentileza/80657/

Marketing de gentileza 11 de setembro de 2014

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Hoje em dia, muito se ver, empresas se justificando ao seus clientes por um mal atendimento ou por uma frustação causada aos mesmos. E não enquadramos lojas virtuais, onde grande parte da frustação vem de entregas e prazos não cumpridos ou mal cumpridos. Mas estamos falando de lojas físicas, de atendimento pessoal, daquilo que se podemos sentir e tocar. Nada contra as lojas virtuais, eu até compro em muitas e admiro o sucesso delas, são reais propostas de custo-benefícios e até de exclusividade em muitos ocasiões.

Mas o que aqui desejo traduzir, é aquilo que acontece em ambientes físicos como : clínicas, postos de gasolina, coveniências, restaurantes, cinemas, lojas, supermercados e etc. A questão é entender o por quê que chegamos a alguns desses lugares e não nos sentimos bem recebidos ? Ou sentimos desconfortos em algumas situações ? E o que me faz como cliente não frequentar mais determinados lugares ? É essas perguntas que gestores, donos de negócios, gerentes, líderes, administradores e colaboradores devemos entender. E é essas mesmas questões que teem como objetivo, nos levar a outras questões, às quais moram às respostas, às razões e os porquês das questões.

Quando perguntamos: Onde está o problema? Logo pensamos que está nos responsáveis por esses atendimento, não é mesmo? Afinal, foi tal pessoa que atendeu o cliente ou nós clientes. Sim, mas esquecemos que essas pessoas são instruídas e ensinadas e que essas instruções e/ou ensinamentos veem por parte da liderança, da gestão, da administração e que devem ser constantemente dirigidas e controladas.

Pois foram criadas através de experiências, posturas adquiridas e motivações pessoais, que adotadas, foram passadas a esses colaboradores, que tem como ofício relacionar-se e atender aos clientes da empresa ou organização. É certo que a perdição ou o problema não está nos processos que envolvem o atendimento, até porque eles ( os processos ) ajudam os colaboradores a manterem uma linha, uma direção, um padrão. Mas, se o meu colaborador faz tudo quanto manda o script, o que houve de errado? Por que meu cliente não gostou ? Meu produto é tão bom ! Meu serviço é maravilhoso ! Minha loja tão atraente e aconchegante ! Meu script tão determinante … Por que ele não gostou?

Eu irei responder ! Esqueça os scripts, esqueça o padrão, esqueça o produto, esqueça o quão atraente é a sua loja, esqueça o quão bom é seu serviço … E lembre-se primeiramente do seu colaborador. Lembre-se que ele tem sentimento, tem convicções, tem crenças e tem padrões próprios e que assim como você, talvez, tenha levado a vida inteira para construir-los e que você como líder, como gestor, gerente e administrador… Tem como ofício entender. Seja mentor, ajudador, mais observador, mais incentivador, mais motivador e até mais colaborador!

Não o ensine a apenas fazer o atendimento, mas ensine-o a pensar e pensar em cada cliente, como indivíduos e como ele gostaria de ser recebido por você, de ser atendido por você e entendido por você. Afinal, cada cliente tem um querer, uma preferência e um jeito de ser. E quer saber mesmo como satisfazê-los ? Procure entendê-los ! Gaste tempo a decífra-los, e descobrirás onde está a verdadeira motivação e assim alcançaras a tão sonhada satisfação. E não esqueça : Atendimento e satisfação, vai além de processos e padrões. Está em como você ver !

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/satisfacao-do-cliente-questao-de-vida-ou-morte/80434/

Satisfação do cliente: questão de vida ou morte? 10 de setembro de 2014

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Há quem diga que conhece a própria empresa mais do que ninguém e que não há pessoa que possa saber o que é melhor para os negócios do que o próprio dono. Agora, verdade seja dita: quem está lá dentro realmente tem todas as ferramentas para identificar onde estão as coisas boas e também onde estão as ruins. Mas o comerciante (sim, não estou falando do empresário!) tem tempo para olhar para dentro dos seus armários, escaninhos, gavetas e cofres, procurando onde está o gargalo? Há tempo para buscar desalinhos de gestão e tropeços de produção no meio desse turbilhão de atividades?

Para quem se identifica com essa característica do gestor de microempresa, quiçá o micro empreendedor individual, que está cada dia mais perto do balcão, atarefado de atividades de produção, liderança, compras, financeiro e atendimento, o termo bater escanteio e cabecear nunca foi tão perfeito para esta atividade do atual empresário brasileiro. Na verdade, o tempo que lhe sobra serve principalmente para por em dia a contabilidade, talvez, dar uma procurada nas novidades do setor na internet, ler uma revista que fale sobre o produto, ou quem sabe, publicar alguma coisa na fanpage da empresa.

Mas para onde vai o planejamento? Se ele planejou abrir a empresa, deve ter analisado muitos dados. Se ele realmente verificou a concorrência, ele precisa estar ligado no que acontece. Mas e se ele não cuidou bem desse plano, se ele resolveu investir aquelas economias e tentou fazer um dinheiro com elas, será que ele estava preparado para o que o mercado iria lhe dar? Eis onde mora o perigo, onde o perfil empreendedor se quebra é na falta de planejamento. Pois o verdadeiro empreendedor precisa ter o seu lado racional, ele precisa prever o futuro com a sua análise dos cenários. O empreendedor pode escorregar, mas ele precisa ter sido prevenido o suficiente para estar usando os equipamentos de proteção adequados para o tombo que ele vislumbrou.

O que um empreendedor precisa de verdade é poder fazer uma análise bem fofa do seu negócio. Não estou brincando, para o leigo, empreendedor de fato, aquele que está tentando aventurar no mercado e no mundo dos negócios, o termo “fofo” pode não dizer muita coisa, mas logo aparecem as letras certas, pondo cada coisa no seu lugar. Você, senhor empresário, dito grande empreendedor pelos seus melhores amigos, que talvez tenha conquistado o seu espaço no mercado, preparou bem o início da sua empresa, com as suas economias e as suas forças. Talvez tenha saído de uma empresa, que lhe pagava horas extras, que lhe proporcionava as férias de trinta dias no auge do verão; agora chegou a hora de planejar o seu negócio para que ele também possa lhe proporcionar todos os benefícios que uma grande empresa costuma garantir aos seus colaboradores mais ou menos dedicados.

Uma análise bem feita dos cenários, uma busca detalhada no que acontece envolta da empresa pode lhe dar os subsídios necessários para uma tomada de decisão adequada para os objetivos que você traçou para a sua empresa. Esperemos que estes sejam os melhores, mas nem tudo são flores, e os cenários que encontramos muitas vezes são verdadeiras armadilhas para o gestor inexperiente.

Logo abaixo estarão listadas as quatro principais percepções que o novo gestor precisa olhar antes de tomar qualquer decisão estratégica na sua microempresa ou no seu pequeno negócio, seja ele um micro ou pequeno empreendedor. Essa análise “bem fofa” pode mudar a sua vida no mundo dos negócios:

F – forças

As forças são todas as atividades ou “ativos” que a empresa possui, que farão ela ter um poder competitivo perante a concorrência. Normalmente uma boa equipe, maquinário de ponta, um ótimo ponto comercial estão entre as grandes forças de uma empresa. Preste atenção em detalhes que talvez não sejam percebidos como uma força, mas que talvez seus clientes atribuam como o grande diferencial do seu negócio: o atendimento, por exemplo, pode trazer ótimos resultados, mesmo que talvez o seu preço não seja o mais atraente do mercado. Toda a força está dentro da empresa, tudo que você pode controlar e buscar pode ser considerada uma força.

O – oportunidades

As oportunidades estão a sua volta. É preciso estar atento a tudo que acontece no mercado, onde estão as boas possibilidades de negócio. Novas empresas que podem ser seus clientes estão chegando na cidade? O seu bairro agora possui um novo meio de transporte? As pessoas passarão a necessitar de novos produtos? Eis aqui oportunidades de conquistar novos clientes. Mais importante ainda é poder enxergar uma oportunidade onde a concorrência vê somente a parte negativa. Importante entender que essas oportunidades não são controláveis e sim, situações que o mercado oferece e que a empresa precisa se adequar àquela realidade. Neste caso, uma boa realidade.

F – fraquezas

Sim, todos nós sabemos que nem só de forças e oportunidades que o mercado é constituído. As fraquezas não se tratam de características do mercado, mas sim, da empresa. Essa variável é controlável, pois o gestor pode buscar uma solução para amenizar as fraquezas, quem sabe, em um cenário agradável, transformando-a em uma força, aplicando ferramentas, cursos, capacitações, para que diminua cada vez mais essa fragilidade. Muitas vezes as fraquezas são facilmente percebidas pelos clientes, que acabam por deixar de comprar na empresa por falta de conhecimento do atendente ou por uma baixa preocupação com a qualidade do produto. Tais elementos são considerados fatores importantes para decisão de compra. São detalhes que podem ser resolvidos e que certamente podem gerar bons resultados a curto prazo.

A – ameaças

São normalmente acontecimentos que a empresa dificilmente pode prever no seu planejamento, mas que são importantes para análises de mercado e concorrência. As ameaças normalmente podem chegar através de um novo plano do governo, um novo imposto ou um grande concorrente que chega no mercado sem avisar. Essas ameaças podem ser consideradas não controláveis, uma vez que dificilmente o gestor tem condições de medir o seu tamanho e o impacto que pode causar na empresa. Para as ameaças, estratégias; o plano de contingência, o famoso plano B pode ser bem efetivo nesses casos. O bom gestor é capaz de transformar as ameaças em oportunidades. Além de conseguir motivar a sua equipe com as suas soluções, pode inclusive criar, a partir desse problema, novos produtos e excelentes propulsores do negócio.

Este texto foi elaborado para o pequeno gestor, aquele que não teve a oportunidade de conhecer bem o mercado ou o negócio antes de iniciar. Ele estava querendo iniciar um comércio, precisava perceber o que iria acontecer para depois tomar as suas decisões. É importante conhecer o chão que vamos pisar, e o melhor passo a ser dado pode ser a realização de uma análise do lugar onde pretende entrar. Lembre-se disso: uma análise “fofa” pode mudar sua vida!

Fonte: http://www.ideiademarketing.com.br/2014/09/09/planejamento-uma-analise-bem-f-o-f-a-pode-mudar-sua-vida/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ideiademkt+%28Ideia+de+Marketing%29

Planejamento: uma análise bem F.O.F.A. pode mudar sua vida 9 de setembro de 2014

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Procure se lembrar de sua infância, entre amigos, na escola: houve certamente um momento onde foi a pessoa que os outros olhavam, falavam e que de alguma forma você era “diferente dos outros”. É possível que alguns destes momentos ou situação você não gostaria de lembrar…

Naquela época fazíamos um esforço para não nos diferenciarmos. Nos vestíamos da mesma maneira, cabelos, modos de falar, o que comer e beber. Mas agora, estamos em um ambiente profissional.

Pense agora nos primeiros meses de sua primeira atuação profissional. Voce também buscou não se diferenciar, buscou compreender e se integrar ao ambiente reproduzindo alguns jargões, modo de se vestir.

Aqueles que hoje tomam decisões dentro das empresas são idênticos a você, eles também tiveram estes momentos em seus anos escolares ou ainda durante seus primeiros anos na atividade profissional.

Esta fobia da “diferença” em algum momento, em menor ou maior grau, influencia a todos.

Posicionamento marketing ideal não é fazer melhor o que a concorrência faz. Mas sobretudo pensar e encontrar o que ela não faz!

É possível que sua empresa faça parte de um conjunto de empresas que não se diferenciam realmente da concorrência no seu setor de atuação.

Uma forma relativamente aferir este grau de diferenciação é através da comparação entre os sites: inicie comparando os primeiros parágrafos de cada página de cada concorrente com as de sua empresa. Cubra as palavras e marcas que identifiquem as empresas. Agora, com estas páginas “anonimas” mostre a profissionais e amigos que façam parte de suas relações, clientes e fornecedores e peça para que eles procurem reconhecer quais páginas correspondem à sua empresa. Se o posicionamento de sua empresa é claro, ela será reconhecida.

Em caso afirmativo, parabéns. Seu posicionamento marketing em relação à concorrência é eficaz. Mas se não é possível reconhecer sua empresa, calma: isto não se caracteriza como um obstáculo intransponível.

Minha sugestão é que você comece por colocar as seguintes questões:

  • O que posso fazer que nenhum outro já esteja fazendo?
  • Do que meus clientes precisam e que não existe ainda?
  • O que posso propor como inovação, mas que já exista em outros setores?
  • Existe uma outra forma de apresentar minha empresa e ofertas, de entregar e faturar a meus clientes?
  • De que maneira posso fazer com que as relações entre minha empresa e clientes sejam inimitáveis?

É bem provável que algumas das questões acima já tenham sido total ou parcialmente respondidas. Mas agora, para que todas elas sejam respondidas de modo satisfatório, você deve coloca-las no centro de sua estratégia de marketing. E isto poderá fazer com que você comece a falar sobre coisas desconcertantes dentro de seu grupo ou empresa, coisas que nenhum outro fale nos corredores ou salas de reunião.

Claramente, de imediato, não será algo extremamente vendedor mas certamente irá coloca-lo como um elemento diferenciador dentro da organização.

Contamine seu grupo, promova o processo que você acaba de desenvolver, envolva, conquiste apoios internos, valide as eventuais soluções juntos a seus clientes. Pense e aja diferentemente se pretende se diferenciar.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/pense-diferente-aja-diferente-destaque-se-na-multidao/80394/

 

Pense diferente, aja diferente e destaque-se na multidão 8 de setembro de 2014

Social Media Computer Marketing Network

A melhor definição de marketing que eu conheço é do Philip Kotler: “Marketing é a satisfação sustentável, percebida, dos consumidores pelos pontos de vendas, e a gestão das suas relações com os elos com a sociedade.”

Fazer um bom marketing demanda sensibilidade, conhecimento do público-alvo e mercado consumidor, e preocupação com a experiência do cliente. No entanto, poucas empresas sabem relacionar o marketing com as vendas, cometendo erros na estratégia.

Gastar muito dinheiro em um folder não quer dizer que é um bom marketing para sua empresa, pois você pode estar jogando dinheiro fora. Depende do seu modelo de negócio, quando e como este material é usado, e a quem ele é entregue. Canso de ver materiais caríssimos sendo jogados no lixo porque chega nas mãos das pessoas erradas ou desinteressadas no determinado produto ou serviço.

Fazer marketing de massa, como TV, rádio, jornais e revistas demanda um estudo de mercado, analisar o “target” destes canais de mídia e se vale a pena investir. Nos últimos anos, tenho observado que o melhor marketing é aquele que influencia a opinião do consumidor, o tornando fã de sua marca e claro, estimulando o boca a boca.

Aliás, este sim sempre será o melhor modelo de marketing e o mais efetivo para a venda. Quando seu cliente se torna promotor de sua marca, sua empresa pode prosperar e crescer a cada dia mais,

Por isso, vendas e marketing andam juntos e o vendedor precisa investir tempo neste aspecto mercadológico. Não adianta ter estoque de produtos sensacionais e uma loja maravilhosa, se o vendedor que atende não tem uma boa aparência e fala um português ruim. Isso depõe contra todo o esforço de marketing.

Os melhores vendedores que conheço, investem na sua imagem, na sua marca e no seu desenvolvimento para promover relações de consumo altamente envolventes. Quem não pensa nisso, não considera que uma empresa dependerá de seus vendedores para crescer e manter clientes satisfeitos, e portanto, põe sua imagem a perder para a concorrência com uma equipe bem treinada.

O vendedor faz marketing pessoal, relacional e ainda neural (neuromarketing). O lado pessoal está na identidade dele ou dela como vendedores que são. Presença, boa apresentação, conhecimento de produtos e serviços, linguagem que usa e como se porta antes, durante e depois da venda.

Aliás, depois da venda é que vem o marketing relacional, afinal, não adianta vender uma vez só. É preciso prestigiar o cliente comprador, ativo, estratégico. Fazer pós-venda é um marketing de relacionamento importantíssimo e pouca gente faz. Cuidar de ouvir clientes, mesmo os que reclamam, pode alavancar mais vendas, pois quase sempre que atendi um cliente insatisfeito, vendi mais para ele ou ela.

Agora, o marketing neural é também um poderoso caminho para tornar seu produto ou serviço marcante e percebido como opção de compra. Quando criamos algo que insinua nossa marca na cabeça dos nosso potenciais clientes, temos uma chance maior de retê-los ou de conquista-los.

Um perfume, uma identidade visual (cores, formas, etc), qualquer coisa que enuncie o seu negócio na cabeça do seu cliente, é um recurso valioso na influência que terá no mercado. Pense em investir algum tempo pensando nos seus diferenciais de marketing e foque em ter uma apresentação marcante, de bom gosto, memorável e que proponha uma experiência favorável aos seus clientes em potencial. Cuide disso para vender muito mais!

Marcelo Ortega é especialista em vendas, palestrante e consultor empresarial.

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-aliar-o-marketing-para-alavancar-as-vendas-da-empresa

 

Como alinhar o marketing para alavancar as vendas da empresa 5 de setembro de 2014

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Por Luiz Marins

A maneira mais prática e imediata de melhorarmos o nosso ambiente de trabalho é desenvolver nas pessoas a gentileza. 

Sei que o leitor pode achar isso uma grande bobagem, mas não é. Se as pessoas forem mais gentis umas com as outras, menos agressivas e adotarem comportamentos mais civilizados, a qualidade de vida no ambiente de trabalho melhorará muito. Vejo empresas em que os colaboradores não se respeitam, gritam uns com os outros, falam mal de clientes, fornecedores e mesmo das chefias. Não cuidam da limpeza dos sanitários, a copa é suja e mal arrumada, e as mesas entulhadas.

A gentileza, tomada em seu sentido mais amplo, significa respeito às pessoas, não só no modo de falar e agir, mas no cuidado com o ambiente. Num ambiente desprovido de gentileza, não pode haver prazer no trabalho. E trabalhar sem prazer é uma semiescravidão.

Chefes gritam com subordinados, subordinados respondem com palavras e gestos obscenos, etc. A falta de respeito parece ter tomado conta de muitas empresas. O ambiente fica carregado do mau humor próprio das pessoas mal educadas.

Se sua empresa encontra-se nessa situação ou a caminho dela, é preciso, com urgência, reverter esse quadro antes que seja tarde demais. Quando discuto isto com alguns empresários, diretores, chefes e colaboradores, eles me dizem: “aqui nesta empresa não há solução”. É preciso não acreditar nisso e buscar rapidamente o caminho da gentileza, do respeito, da educação, da limpeza, da ordem e da estética, pois são esses os símbolos da civilização, e temos que desenvolver empresas civilizadas e não rudes, grossas ou desprovidas de qualquer respeito aos colaboradores, fornecedores e clientes.

Não conheço nenhum ser humano, por mais pobre e simples que seja, que não queira ser bem tratado, que não goste de ser alvo de gentilezas, de um simples obrigado, por favor, desculpe-me ou com licença. Por mais rude que seja uma pessoa, ela se curvará, no mais íntimo de seu ser, a pessoas educadas, polidas e gentis.

Uma empresa gentil atrai e fideliza clientes. Uma empresa gentil atrai e retém os melhores talentos. Uma empresa gentil aproxima fornecedores de qualidade. Experimente e verá!

Faça em sua empresa um grande esforço para disseminar a ideia da gentileza entre as pessoas.

Pense nisso. Sucesso!

Fonte: http://www.varejista.com.br/motivacao/1175/a-gentileza-no-ambiente-de-trabalho?utm_source=MailingList&utm_medium=email&utm_campaign=Vitrine+Varejista+-+103

A gentileza no ambiente de trabalho 4 de setembro de 2014

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O objetivo é evitar uma reação negativa de seus clientes. As pessoas não gostam de vendedores (Você se sente bem em saber que as pessoas não gostam de você sem nem ao menos o conhecer?). Aqui estão algumas razões pelas quais os vendedores são rejeitados:

1. Os clientes não conseguiram encontrar um vendedor quando realmente precisavam.

2. O vendedor vendeu a eles alguma coisa de que eles não precisavam ou o produto errado.

3. O vendedor era muito “esperto” ou abusado.

4. O vendedor não sabia o suficiente sobre a mercadoria.

5. O cliente precisava de mais tempo para tomar a decisão e o vendedor ficou insistindo para fechar a venda.

6. O vendedor agiu com indiferença ao cliente.

É uma vergonha, mas todos estes exemplos ocorrem diariamente no mundo do varejo. Não é necessário ter uma formação específica para trabalhar no salão de vendas e fazer estragos na vida das pessoas. E é justamente por causa disso que a ABERTURA DA VENDA se torna mais difícil. Sua função agora consiste em vencer essa resistência do cliente, de modo a estabelecer um relacionamento pessoal e realizar a venda.

Fonte: http://www.varejista.com.br/dicas/atendimento-ao-cliente/1185/evite-uma-reacao-negativa-de-seus-clientes?utm_source=MailingList&utm_medium=email&utm_campaign=Vitrine+Varejista+-+104

Evite uma reação negativa de seus clientes 3 de setembro de 2014

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Em evento promovido pela HSM nesta segunda-feira (1), em São Paulo, Philip Kotler, o papa do marketing, palestrou sobre os novos desafios da área e os caminhos que devem ser trilhados pelas empresas.

Com mais de 50 livros lançados sobre o tema e suas variações, Kotler é uma das autoridades mais respeitadas do mundo quando o assunto é marketing. O Adnews esteve presente e enumera abaixo 10 dicas do professor.

1 – Sua marca precisa tocar o espírito das pessoas

Segundo o professor, há o Marketing 1.0 tradicional que convence a mente de uma pessoa que aquele produto é o ideal para a compra. Uma visão que não funciona tão bem no mundo contemporâneo com diversas marcas disputando o mesmo market share.

Já o Marketing 2.0 engaja o consumidor, conquista seu coração e dá um passo além do que o anterior. “No 2.0 você não compra mais pelo que sua mente diz, mas por sua emoção”, explica Kotler. Entretanto, o professor analisa que o futuro será das empresas que aderirem ao Marketing 3.0.

“Pense no consumidor não em termos de alguém que vai comprar seu produto, mas alguém que deseja que o mundo seja um lugar bom para viver. O que você está fazendo para mostrar a ele que se importa?”, pergunta Kotler à plateia repleta de profissionais de marketing.

2 – Fique atento ao mobile

As pessoas, diz Kotler, estão andando com um computador no bolso e “tomando decisões de compra baseadas” naquilo que pesquisam por estes dispositivos.

“Os consumidores agora estão no poder, eles sabem muito mais do que você mesmo como companhia”, afirma Kotler. Antes de comprar um carro, as pessoas perguntam aos seus colegas qual a melhor marca, acessam reviews na web, etc. “Antigamente, a única coisa que você sabia sobre uma empresa era o que ela te dizia naquele comercial de 30 segundos”, relembra o professor.

Isto sem falar, é claro, nas próprias compras via dispositivos móveis.

3 – Aposte nas histórias

Mas como tocar os consumidores e seus espíritos e, além disso, causar boa impressão quando a pessoa procurar informações sobre sua marca? “Faça uma boa história”, diz o papa do marketing. É preciso ressaltar o motivo que faz de seu produto melhor que os da concorrência. Kotler dá um exemplo: a marca de frangos Perdue Chicken.

Nos EUA, todos compram esta marca porque Frank Perdue, o fundador, amava os frangos e os tratava de maneira diferente, sem processos maléficos aos animais, o que deixava a carne da empresa mais macia. “Há uma história com a marca, uma história que te toca enquanto os competidores estão apenas dizendo ‘nós vendemos frango’”, explica Kotler.

4 – O Brasil precisa liderar a América Latina

Kotler já ressaltou a importância do Brasil para os negócios da América Latina em outras ocasiões. Não foi diferente em sua palestra da última segunda-feira. Segundo o professor, a globalização afeta o Brasil, pois muitos produtos estão vindo de fora com preços mais baixos e competindo com os daqui.

Para contornar isso, é preciso que o Brasil trabalhe com seus vizinhos. “O Brasil deve ser o líder da América Latina”, diz Kotler. Nossa nação, afirma o professor, precisa ter mais responsabilidades do que apenas ser ‘um país bem sucedido’. O Brasil deve ajudar outros países e expandir suas marcas para toda a América Latina. Obviamente, você ainda pode vender seu produto na Europa e na Ásia, mas o seu consumidor natural está mais próximo. “É o seu [país] vizinho”, explica Kotler.

5 – É preciso inovar sempre

“Uma companhia não sobrevive se não mudar”, afirma Kotler. Para ele, é preciso ter um pensamento disruptivo. É preciso refletir: o que ameaça sua empresa? E então pensar em soluções neste foco. Citando a Kodak, o professor exemplifica uma empresa que não entendeu os sinais do tempo e não conseguiu manter um domínio sobre um mercado.

Citando seu livro Lateral Marketing, Kotler afirma que quanto mais inovador for o negócio criado, mais lucrativo ele será. O professor exemplifica mostrando o caso das bonecas para meninas. Nos anos 50, enquanto o mercado estava infestado com bonecas de bebês para as meninas brincarem de mamãe, uma empresa resolveu inovar e criou a Barbie.

Parafraseando o professor Henry Chesbrough, Kotler lembra que muitas inovações falham, mas companhias que não inovam morrem. É um paradoxo obrigatório para as empresas que quiserem sobreviver. Citando outro mestre, Peter Drucker, o professor lembra que um negócio tem duas funções básicas: marketing e inovação. Eles produzem resultados, todo o resto é custo.

6 – Não crie vendas, possua consumidores

No marketing contemporâneo, mais importante do que vender seu produto é criar uma relação. Nas palavras de Kotler, “um caso de amor com seu consumidor”. “Nos dias de hoje apenas vender é estupidez. Seu trabalho não é produzir uma venda, mas criar posse do consumidor”, diz. Como? De uma maneira que sua marca e o consumidor cresçam juntos.

“Mudamos do marketing de transação para o marketing de relacionamento”, comenta. “Mais e mais empresas estão focando em fazer mais pelo consumidor”, conclui.

7 – Aposte nas novas mídias

Aumente sua presença online. Kotler costuma dizer que, no futuro, as verbas de mídia ficarão divididas entre 50% no digital e 50% nas chamadas velhas mídias. Para o professor, é preciso fazer com que as plataformas trabalhem em conjunto.

“É preciso criar sinergia. As velhas mídias e as novas trabalham juntas”, explica. Segundo Kotler, é inaceitável que sua empresa não tenha presença online. Numa rápida pesquisa feita com a ajuda da plateia do evento, o professor mostrou que 93% dos presentes disseram pesquisar online antes de comprar algo. Se sua marca não está falando dela na web, pode acreditar: alguém já está fazendo isso por ela.

8 – Valorize o design

O design de produto é tão importante para Kotler que ele citou um exemplo curioso. Sua esposa sugeriu que eles comprassem uma Harley-Davidson. O objetivo? Colocar a moto na sala de estar de sua casa como peça de decoração. “Eu pedi uma moto sem motor ao vendedor”, brinca.

Mas este é apenas um exemplo de como a Harley-Davidson cria com a ajuda do design. A marca também desenvolve relógios, jaquetas e até barbas para quem quiser incorporar o estilo Harley.

Outra marca de destaque é a Swatch. “A marca é toda sobre design. Eles transformaram o relógio num objeto fashion e colecionável”, explica o professor que completa: “Eu respeito mais as empresas que dizem ter um VP de Design”.

9 – Marketing B2B também é marketing

Segundo Kotler, marketing B2B é uma das áreas negligenciadas pelos profissionais da área. A outra é serviços. “Só falamos de produtos físicos”, esclarece. Sobre a questão do B2B, Kotler analisa que vender um avião, por exemplo, é tão satisfatório quanto vender qualquer outro produto. “Queria que nossos estudantes [de marketing] tivessem mais excitação sobre o mundo B2B”, confessa.

Ele cita cases exemplares como o da Intel. Com sua campanha “Intel Inside”, a marca praticamente obriga os fabricantes de computadores a colocarem seu chip nas máquinas. O êxito da Intel foi criar e ressaltar com o marketing este “ingrediente” mágico que faz seu processador melhor que os outros. Agora imagine quantas empresas B2B não fabricam “produtos invisíveis” e que, se tivessem uma campanha de marketing agressiva, poderiam virar uma nova Intel? Kotler cita os carros, por exemplo. Um veículo possui centenas de peças e cada uma delas é feita por alguma empresa.

10 – Lojas físicas terão de repensar sua razão de ser

A transformação do varejo veio para ficar, segundo Kotler. Se você possui uma loja física, é preciso alinhar sua logística num processo de produção que envolva compras online. A Amazon, citada por Kotler, está aí como exemplo a ser seguido.

“Minha esposa não compra de lojas físicas, ela acha mais fácil comprar online”, diz o professor citando um exemplo pessoal. Kotler ressalta: não quer dizer que as lojas físicas vão desaparecer, mas elas irão precisar achar uma razão mais convincente para existirem. “Uma alternativa é transformar as lojas numa experiência”, diz. Um dos exemplos citados por Kotler é a Ikea. “Você pode passar o dia inteiro numa daquelas lojas. Há tanto a se fazer”.

Por Leonardo Araujo

Fonte: http://www.adnews.com.br/index.php?url=publicidade/10-dicas-de-philip-kotler-para-o-marketing-do-seculo-xxi

 

10 dicas de Philip Kotler para o novo marketing 2 de setembro de 2014

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Em 2008, fiz uma investigação nos principais shoppings centers de São Paulo e conclui que a maioria das lojas não tem um modelo efetivo de formação e capacitação de vendedores. O varejo, ao menos nos grandes centros comerciais, tinha também uma baixa taxa de fidelização. Isso sempre ocorreu?

Podemos afirmar que sim, porque a maioria dos profissionais de vendas de shoppings não “é” vendedor. Isso acontece na maior parte de empresas que contrata jovens, sem experiência e que estão em um momento complicado de decidir o que querem da vida. A rotatividade alta e a falta de comprometimento acometem as vendas em geral.

Apenas 12% dos clientes, em média, que adentram uma loja e compram, voltam a comprar. É um indicador relativamente normal, mas assustador quando observado a necessidade de reter clientes, de fazer vendas de maior valor e de fidelizar. Fidelização não existe com esse percentual, pois o cliente migra para o concorrente com muita facilidade, muitas vezes, por falta de identificação ou de encantamento com o atendimento, com a presteza, com a experiência que lhe é causada nesta ou naquela loja.

Eu compro carros há 10 anos na mesma loja e sabe por quê? Porque lá existe o Mário, vendedor de mão cheia, que atende seus clientes especiais com um esforço extra significativo. Ele cuida das vendas com mais atenção, trata o cliente como único e importante, antecipa vantagens e promoções para quem compra para ele, e dá uma atenção extra na hora de fidelizar o cliente.

O Mário manda um mini champagne no final de cada ano para seus 100 clientes especiais. Lembra-se deles em data comemorativas, especialmente quando está chegando o seu aniversário, manda um cartão com um brinde e lhe avisa que é hora de se presentear talvez com um modelo novo de carro.

Ele faz tudo isso do seu próprio bolso, não espera que sua agência pague pelos mimos dados aos clientes dele, embora a empresa devesse ter algo assim. A grande verdade é que cada dia mais, os vendedores estão menos vendedores, muito mais atendentes e pouco preocupados e comprometidos com os clientes.

Pouco treinamento associado a pouco comprometimento resulta na queda das vendas, na facilitação aos concorrentes recém-chegados no seu mercado, que apelam para o diferencial da novidade. Tudo que é novo, nos leva a querer experimentar. O mistério e a curiosidade são motivadores de compra em quase todos os consumidores.

Temos que acordar para esta nova era da sensibilidade, fazer vendas consultivas mesmo em alto impacto. Você não troca o que lhe proporciona tranquilidade, bem estar, conforto, segurança e confiança. Para eliminar a evasão dos clientes de suas lojas e comércios, é preciso investir no preparo de equipes de vendas, reduzindo assim a migração do time de vendas, também para estes novos (ou até mesmo para os velhos) concorrentes.

O líder, gerente, subgerente e dono da loja devem acordar para essa realidade porque é muito triste ver a taxa de fidelização caindo a cada ano que passa. O cliente é a unidade de lucro de seu negócio, cuide dele, conquiste mercados e tenha uma equipe bem preparada. Pense nisso e muito sucesso!

http://www.varejista.com.br/artigos/atendimento-ao-cliente/1184/o-que-determina-se-voce-vai-ganhar-ou-perder-um-cliente?utm_source=MailingList&utm_medium=email&utm_campaign=Vitrine+Varejista+-+104

O que determina se você vai ganhar ou perder um cliente? 1 de setembro de 2014

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Nos últimos anos temos assistido um aumento considerável do endividamento das famílias brasileiras. Este fato vem trazendo uma série de reflexões no campo da administração e ganhando mais espaço nas reuniões periódicas dos profissionais da área de marketing e finanças. Afinal, o que realmente está causando esse endividamento?

Se pensarmos apenas pela ótica da compra como uma atividade simples, podemos afirmar que o endividamento é causado pela compra por impulso ou pela aquisição desnecessária de um produto ou serviço. Mas afinal, por ser conhecida como “compra por impulso”, quem ou o quê, de fato, induziu a compra?

Atualmente recebemos uma enxurrada de ações de marketing, não só pelas mídias como televisão, rádio e internet, como também as ações impostas pelo trade marketing e também pelo aspecto visual de vitrines, gôndolas e embalagens. É com base nessas ações que os profissionais de marketing trabalham, alavancando as vendas e criando estratégias que fortaleçam cada vez mais o brand equity de sua organização. É justamente nesse ponto que está o problema. Estamos alimentando nosso maior inimigo.

Todo profissional de marketing que se preze sabe que seu maior inimigo chama-se dissonância cognitiva, isto é, após a compra, o cliente percebe que, na realidade, não necessitava daquele bem ou serviço, e todo profissional desta área também sabe que a maior causa de dissonância é justamente a compra por impulso. Desta forma, dentro de nossas ações, alimentamos esse tipo de compra e, consequentemente, a insatisfação futura do cliente.

Retornando ao raciocínio referente ao endividamento, se pensarmos apenas de um lado da moeda, o motivo das dívidas é a falta de racionalização do processo de compra por parte do cliente, mas e o marketing holístico, fica onde nessa reflexão? Se atualmente falamos em não passar a culpa para o cliente, podemos afirmar que a compra por impulso está sendo gerada por nós, profissionais de marketing, e não por eles. Embora complexo, enquanto processo é simples. As empresas, através de sua estratégia de marketing, forçam as compras por impulso, que consequentemente geram insatisfação e o endividamento das famílias, criando dois problemas. Um que atrapalha nosso desenvolvimento enquanto economia e outro que apresenta deficiências no processo de planejamento estratégico de marketing das organizações.

É fácil resumir o problema de endividamento dizendo que o mesmo é gerado pela expansão de crédito e falta de racionalização da compra, entretanto está ocorrendo uma miopia em relação à venda e a geração de valor agregado dos produtos e serviços do mercado. A solução? Vai depender de quem, realmente, é a culpa. Se continuarmos afirmando que a culpa é do consumidor que não pesquisa antes de comprar, seguiremos assim, porém se refletirmos, a culpa é nossa, dos profissionais de marketing que insistem em gerar vendas por números absolutos e não por qualidade, que francamente sabemos que geram muito mais rendimentos.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/de-quem-e-a-culpa/80179/

De quem é a culpa? 29 de agosto de 2014

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Um dos grandes desafios atuais para todo gestor de marketing e comunicação é encontrar a forma mais eficaz de levar a mensagem da sua marca até seu público-alvo. Hoje, as pessoas são impactadas por milhares de mensagens publicitárias diariamente, seja ela em mídia impressa, mídia exterior, TV, rádio, aplicativos, sites ou redes sociais. Dentro desse ambiente, está claro que o marketing tradicional e a publicidade já não são a forma mais eficaz para atingir consumidores.

No mercado internacional, principalmente nos Estados Unidos, as principais marcas já perceberam que alavancar seus clientes defensores para falaram sobre a marca é a maneira mais eficaz para alcançar novos clientes. É o chamado “advocate marketing”. Podemos definir como clientes defensores aqueles clientes com alto nível de satisfação, que estão dispostos a recomendar sua marca de forma espontânea.

Mobilizar os seus defensores faz com que mensagem da marca seja contada por outros, o que traz grande alcance e credibilidade. Uma recente pesquisa da Nielsen mostra que 77% dos consumidores estão mais propensos a comprar um produto quando seus amigos e familiares falam sobre ele. As mensagens dos clientes são mais confiáveis do que as mensagens vindas diretamente das marcas.

Veja 3 motivos para sua marca usar defensores de marca dentro da estratégia de marketing:

Os clientes são defensores naturais.
Os clientes que gostam da sua marca estão dispostos a defendê-la e recomendá-la. Eles querem ajudar a sua marca e se sentem satisfeitos em falar sobre ela.

Os clientes são uma fonte confiável de informação
Uma das fontes mais confiáveis de informação sobre um produto ou serviço são os clientes que já o utilizam. Vários estudos recentes provam que as pessoas confiam mais em recomendações de seus amigos e familiares do que qualquer outra forma de publicidade.

Os clientes tem escalabilidade.
Uma das vantagens de mobilizar os defensores é a escala. Mesmo motivando apenas uma pequena porcentagem de seus clientes para compartilhar, sua mensagem da marca será entregue a milhares ou talvez milhões de pessoas.
O boca a boca gerado pelos clientes satisfeitos sempre foi um grande influenciador na decisão de compra, e hoje com as redes sociais isso ganhou amplitude e importância ainda maior. No Brasil, a prática de utilizar seus defensores de maneira organizada e estruturada por meio de um programa ainda está dando seus primeiros passos.
Cabe aos gestores de marketing encontrar alternativas para fazer isso e utilizar de maneira eficaz essa poderosa ferramenta de marketing que está à disposição, só esperando para ser utilizada.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/seus-clientes-sao-sua-mais-poderosa-ferramenta-de-marketing/80170/

Seus clientes são sua mais poderosa ferramenta de marketing 28 de agosto de 2014

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Entender que são os pensamentos que comandam nossas ações é essencial para aumentar a consciência sobre quais são os pensamentos que dominam a nossa mente, bons pensamentos, ou, pensamentos positivos, promovem bons comportamentos e ações, porém, os maus pensamentos, ou, pensamentos negativos, geram maus comportamentos.

Os pensamentos, em sua maioria, são involuntários, ou ainda, promovidos pelo ambiente que é fator determinante para bons e maus pensamentos. Você já reparou no ambiente que vivem as pessoas, o lugar, a sensação que ele provoca?

Pesquisas com as pessoas mais bem sucedidas comprovam que praticamente todas as pessoas que se destacam em suas carreiras já fracassaram, e muitas delas, por insistir em relacionamentos que enfraquecem os pensamentos positivos, e só conseguiram se destacar e ter sucesso quando saíram de onde estavam e fora em busca de seus objetivos. E onde estão esses objetivos, senão no ambiente apropriado, ou seja, em um ambiente poderoso e vitorioso?

Para destacar de forma objetiva os principais passos para mudar os pensamentos e alinhar os sentimentos e comportamentos em busca de melhores resultados, destaco os 3 principais passos, confira:

1. Mude o ambiente

Quando falo em mudar o ambiente, me refiro à evitar pessoas negativas, lugares deprimentes ou desanimadores, e isso é muito particular à cada um de nós, porém mais importante que mudar o ambiente externo é mudar o ambiente interno, pois antes de mais nada, você vive dentro de você, e se não começar mudando os seus pensamentos, dificilmente mudar o ambiente externo vai resolver.

Algumas dicas para mudar os pensamentos negativos e repetitivos: Se você gosta de uma música, ou se você já teve em sua vida um momento em que foi muito feliz, algum momento de alegria incondicional, ou ainda, se você tem em sua vida alguma pessoa que você ama ou é muito grato, concentre-se nesse pensamento, seja da música, do momento ou qualquer fato que te traga alegria, então, todas as vezes que você se deparar com pensamentos negativos, concentre-se na imagem ou som que traz alegria, e não deixe o pensamento negativo continuar por nem mais um segundo.

Agora com essa estratégia você começa a se blindar contra os pensamentos negativos, então vamos ao passo 2.

2. Passe adiante boas atitudes

Quantas vezes você já se deparou com pessoas mal humoradas, estejam elas trabalhando ou não, quantas vezes você já passou por um pedágio, ou roleta do ônibus, e o cobrador estava mal humorado, reclamando baixinho, e quantas vezes isso “pegou” em você ou em alguém que passou em sua frente?

Passar adiante boas atitudes ajuda a quebrar o ciclo do ódio que está sendo distribuído pelas pessoas de forma inconsciente. Essa atitude causa um efeito borboleta positivo, onde pessoas que são bem tratadas tendem a tratar melhor outras pessoas e desta forma criar uma harmonia por onde passam, para conseguir fazer isso é necessário que você …

3. Forme um novo hábito

Hábitos são comportamentos que foram desenvolvidos através de constante repetição, e para mudar um hábito somente é possível com a substituição por outro, e aí está um desafio, pois pesquisas comprovam que para adquirir um novo hábito são necessários 21 dias de prática constante, ininterrupta, por isso torna-se um desafio.

A questão é, você quer mudar seus pensamentos? Quer mudar seus sentimentos e por consequência seus comportamentos? Se a resposta é sim, então há uma necessidade de criar um novo hábito referente aos pensamentos, e isso se conquista com 21 dias seguidos de prática, com uma estratégia poderosa.

5 dicas para criar um novo hábito

1. Faça uma estratégia de como vai fazer para mudar o mau hábito.

2. Coloque lembretes de forma que possa consultar e ser lembrados por eles.

3. Afaste da sua mente a vontade de parar de criar o novo hábito, porque esse pensamento certamente virá.

4. Relacione-se com pessoas positivas, bem sucedidas, ou pelo menos com boas intenções de ser bem sucedido.

5. Pense na recompensa que receberá com esse novo hábito criado, e faça uma imagem na sua mente de como sua vida será após a conquista desse novo hábito.

Lembrete importante:

Lembre-se que o comando da sua vida está em suas mãos, ou melhor, em seus pensamentos, crie bons pensamentos e seja bem sucedido, seguir a regra de ouro pode ajudar: “Trate os outros como você gostaria de ser tratado”.

Fonte: http://administradores.com.br/artigos/cotidiano/pensamentos-geram-comportamentos/78282/

Pensamentos geram comportamentos 27 de agosto de 2014

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Em vez de tentar perseguir um cargo de gerência, por que não se esforçar para ser um bom líder, antes de tudo? Na maioria das organizações, qualquer colaborador pode ser promovido a gerente, basta seguir a cartilha da empresa para o posto. Mas por que não se destacar como um líder e ganhar a confiança dos colegas de equipe? Isso vai ser fundamental para se manter em qualquer posto de liderança.

Algumas pessoas se contentam somente em alcançar uma posição de gerência. Outras, no entanto, preferem ser conhecidas como líderes. Veja quais são as atitudes que diferenciam um bom líder de um mero gerente e descubra a qual dos dois grupos você pertence:

1. Conectar, diariamente, o trabalho a grandes objetivos

Um mero gerente se foca apenas no curto prazo. É mais fácil manter o foco para finalizar as urgências, como fazem aqueles que não possuem um perfil de liderança, do que investir tempo e energia no que tem importância a longo prazo. Verdadeiros líderes priorizam os resultados futuros aos requisitos burocráticos da empresa, como relatórios e pareceres.

2. Pensar nos outros como pessoas

Se você se pega chamando os membros de sua equipe pelos cargos que ocupam, fique atento, pois essa é uma característica de um simples gerente. Enquanto um bom líder olha para os outros individualmente, tentando perceber o ponto forte e a fraqueza de cada um, um gerente vê apenas cargos e títulos.

3. Merecer respeito

Um grande líder quer merecer o respeito de seu time, ao passo que um mero gerente deseja apenas ser querido. Em algum momento, no decorrer da carreira de um líder, para alcançar os objetivos da organização, é preciso fazer com que os colaboradores realizem tarefas que difíceis, mas que darão resultados. Em casos assim, os líderes podem até perder a simpatia dos colegas, a princípio. Mas, com certeza, terão o respeito dos bons profissionais.

4. Empolgar-se com as conquistas do time

Meros gerentes entendem o sucesso dos membros da equipe como uma ameaça. Em vez de se sentir ofuscado pelas realizações dos colegas, um verdadeiro líder se identifica como o exemplo daquele sucesso e fica orgulhoso pelo desenvolvimento de seus liderados.

5. Capacitar os demais com honestidade e transparência

Um simples gerente tem medo de compartilhar conhecimento com seus subordinados, o que prejudica o desempenho da equipe de modo geral. Um líder, por outro lado, compreende o papel e a relevância de cada integrante e ajuda todos a fazerem um bom trabalho, até porque o sucesso do time reflete no avanço da companhia.

6. Ser responsável pelo coletivo

Um mero gerente que não conseguiu o respeito de seus subordinados está sempre sob a sombra do medo – medo de ser substituído e perder sua posição de poder. Por isso, quando sua equipe falha, em vez de assumir o ônus, ele ou ela joga a responsabilidade toda nos outros. Um verdadeiro líder, ao ver que a equipe não atingiu a meta, assume o erro e motiva os liderados a fazerem melhor.

7. Preocupar-se com os resultados

Em certas companhias, os cargos de gerência existem apenas para proteger os processos e não para capacitar os colaboradores. Mas quem liga para os processos, se os resultados são positivos? Um líder de verdade valoriza a criatividade e inovação, e entende que os processos podem ser adaptados, desde que seja o melhor para a empresa.

Fonte: http://administradores.com.br/noticias/carreira/7-atitudes-de-um-verdadeiro-lider/88859/

7 atitudes de um verdadeiro líder 26 de agosto de 2014

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O Inbound Marketing é conhecido como o “novo marketing”, pois se baseia em ganhar o interesse das pessoas e fazer com que esses potenciais clientes te encontrem, utiliza a ideia do marketing de entrada. Diferenciando-se assim do Outbound Marketing, que é o chamado “velho marketing”, e que usa táticas para ir até os potenciais clientes e oferecer a eles os produtos ou serviços.

Ou seja, a ideia é fazer com que as pessoas que realmente estejam interessadas no que a sua empresa oferece cheguem até você, ao invés de oferecer os seus produtos para as pessoas em geral. O Inbound Marketing busca, portanto, atrair e conquistar o público alvo e os leads qualificados (potenciais clientes que realmente tenham interesse nos serviços que a sua empresa oferece).

O que é Marketing de entrada?

O marketing de entrada concentra-se na criação de conteúdo de qualidade que traz as pessoas para a sua empresa e produto. Ao alinhar o conteúdo que você publica com os interesses do seu cliente, você naturalmente atrai o tráfego de entrada e então, pode converter em vendas, fechar negócios e conquistar a fidelidade do cliente.

Por esses motivos, o Inbound marketing é a melhor maneira de transformar estranhos em clientes e promover o seu negócio, pois é uma metodologia adaptada para a era digital.

A estratégia do Inbound Marketing

O Inbound Marketing é também uma forma de publicidade na qual uma empresa se promove através de diversas formas de marketing, principalmente do marketing de conteúdo (blogs, postagens em redes sociais, vídeos, landing pages, email marketing, etc).

A estratégia é baseada na ideia do compartilhamento e criação de um conteúdo de qualidade direcionado para o público-alvo, utilizando as táticas do marketing de conteúdo. Esta personalização do conteúdo age como um ímã que atrai os potenciais leads (possíveis futuros clientes) e clientes quando estão à procura de produtos ou serviços que a sua empresa oferece.

Uma estratégia de Inbound Marketing tem as seguintes fases: atrair o tráfego, converter visitantes em clientes, converter em vendas, transformar clientes em clientes fidelizados e analisar os resultados para melhoria contínua, sendo essa última fase de grande importância para o constante crescimento da empresa.

Quais são as ações do Inbound Marketing?

O Inbound Marketing se dá através de quatro ações, e para cada uma delas existem as ferramentas certas que devem ser utilizadas. Ao publicar o conteúdo certo no lugar certo, o marketing torna-se relevante e útil para seus clientes e não interruptivo.

O Inbound é cuidar da entrada dos clientes, é baseado em ganhar a atenção dos clientes em potencial e conduzir os consumidores para o seu site, através da geração de um conteúdo que as pessoas considerem relevante. Essa estratégia só é possível através dessas quatro ações específicas:

Atrair: visa atrair o tráfego correto, ou seja, atrair as pessoas que possuem maior probabilidade de se tornarem clientes. Pessoas que costumam se interessar pelo que seu negócio oferece, ou seja, os potenciais clientes ou leads qualificados. O tráfego que você quer atrair é o do seu público alvo e há algumas ferramentas importantes, para atrair esses usuários certos para o seu site, são elas: blogs, mídias sociais, palavras-chave, páginas otimizadas.

Converter: assim que tiver os visitantes no seu site, o próximo passo é converter esses visitantes em clientes, reunindo suas informações de contato. Por isso, é preciso conseguir pelo menos os seus endereços de e-mail e para que os visitantes ofereçam essas informações de boa vontade, é preciso oferecer-lhes algo em troca, em forma de conteúdo por exemplo.

Algumas das ferramentas mais importantes para conseguir essas informações e ter a conversão de visitantes em clientes são: Call-to-Action (são botões ou links que incentivam os visitantes a tomar certas atitudes, como ‘clique aqui’, ‘baixar’ ou ‘curtir’), Landing Pages, Formulários de cadastro.

Fechar: consiste em transformar os leads em clientes. Certas ferramentas de marketing podem ser usadas nesta fase para certificar de que você está fechando os negócios certos nos momentos mais propícios. Como: E-mail, Automação de Marketing (e-mail marketing personalizado) e os Relatórios de circuito fechado (que mensuram os resultados).

Encantar: o fornecimento de conteúdo relevante para os usuários é o mais importante, sejam eles visitantes ou clientes antigos. Só porque alguém já fechou um negócio com você, não significa que você pode esquecê-lo. Clientes podem se tornar grandes promotores de uma empresa e dos produtos que eles gostam, é importante usar isso a seu favor. Algumas das ferramentas usadas para encantar os clientes: chamadas a ações inteligentes (ofertas e descontos, por exemplo), mídias sociais e e-mail marketing.

Porque o Inbound Marketing é a melhor opção para a sua empresa?

O Inbound Marketing é uma metodologia de entrada, que transforma o estranho em cliente e utiliza ferramentas e aplicativos que ajudam a criar e distribuir conteúdo, para trazer os clientes corretos para a sua empresa. É um pacote de ações que atrai o público certo para a sua empresa e faz esse lead passar por todas as etapas do funil de venda até se tornar um cliente, e se possível, um cliente satisfeito e fidelizado.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/o-que-e-inbound-marketing/79999

O que é Inbound Marketing? 25 de agosto de 2014

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A avaliação de performance anual é uma ferramenta usada pelo cliente para avaliar a agência. Para alguns clientes isso é um procedimento padrão e às vezes, está atrelado à um bônus anual. Mas, em alguns casos, essa é a causa de processos de revisão ou de concorrências.

Independente da forma como acontece, o que interessa mesmo é o seu conteúdo. É na avaliação que observamos o gap entre a percepção e a realidade nas relações entre agência e cliente.  Mas, infelizmente, poucos são os que enxergam essa possibilidade.

Uma vez, um cliente reclamou que nunca tinha recebido uma ligação da agência para falar do resultado do seu negócio. Já um outro, pediu uma reunião com o dono da agência – aquela seria a primeira e a última reunião entre eles, em mais de dois anos de relacionamento comercial. E ainda tem aquele tipo de cliente que não faz ideia de quem é o criativo responsável pelo seu trabalho. A lista de desencontros é gigante.

A importância da relação com o cliente parece óbvia. Mas o óbvio não é tão óbvio assim.

Por isso é de crucial importância que você consiga fazer a fotografia da relação  e entenda a percepção do cliente. O primeiro passo é identificar quem são os profissionais chave do trabalho e os impactos positivos ou negativos que causam junto ao cliente. A agência inteira tem que estar engajada nisso.

O segundo passo é conversar com o seu cliente de peito aberto, ouvir um feedback sem melindres, alinhar as expectativas e entender todos os aspectos da relação que ele valoriza ou acredita que possa melhorar.

O terceiro passo é organizar a agenda para que as avaliações aconteçam com mais frequência do que a formal, estabelecida no contrato. Afinal, não é preciso chegar no final do ano para comunicar para agência que ela está prestes a perder uma conta.  Em um ano muita coisa pode acontecer e pouco poderá ser feito para reverter uma situação de insatisfação.

Com o resultado desse trabalho, você poderá montar um plano de ação com as datas e os nomes dos responsáveis pelo início da mudança. Lembre-se que problemas no dia-a-dia sempre existirão, mas usando as ferramentas a seu favor, você evitará as surpresas indesejadas.

Fonte: http://www.adnews.com.br/index.php?url=artigos/por-que-voce-esta-prestes-a-perder-seu-cliente

Por que você está prestes a perder seu cliente? 22 de agosto de 2014

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Muitos podem ser os fatores que determinam o sucesso de alguém. Pesquisadores não cansam de produzir estudos visando determinar os diferenciais dos bem sucedidos, e a cada dia apontam esta ou aquela característica como a mais marcante nessas pessoas. Uma das qualidades mais importantes, e que tem sido cada vez mais valorizada, é a capacidade de dominar as emoções e permanecer calmo sob pressão, segundo Travis Bradberry, co-autor do livro “Inteligência Emocional 2.0″.

Na empresa TalentSmart, da qual Bradberry é presidente, foram testadas mais de um milhão de pessoas, e os resultados mostraram que a grande maioria dos profissionais e executivos de alta perfomance eram pessoas com níveis altos de inteligência emocional. O site Business Insider elencou alguns dos comportamentos característicos de quem tem demonstra grande inteligência emocional, na visão de Travis Bradberry. Aqui estão cinco deles:

1. Não viver no passado

Pessoas inteligentes emocionalmente sabem que o sucesso tem a ver com crescer diante dos desafios e isso não pode ser feito remoendo o passado. Bradberry diz que qualquer coisa que vale a pena alcançar vai exigir que você se arrisque, e não é possível fazer isso sem superar erros do passado. Fracassos anteriores não podem diminuir a crença na sua capacidade de seguir em frente.

2. Não guardar ressentimentos

Bradberry afirma que o estado emocional de alguém pode ser determinado de acordo com o foco da atenção dessa pessoa. O foco dos inteligentes emocionalmente não será nos problemas enfrentados ou em sentimentos negativos, mas em como melhorar a si próprios. Esse tipo de atitude produz sentimentos e emoções positivas, e gera melhora no desempenho profisisonal. Bradberry diz ainda que o fato de não reviver brigas e guardar ressentimentos evita o contato o estresse que o corpo humano sente ao lidar com conflitos, por isso os inteligentes emocionalmente evitam esse tipo de comportamento.

3. Não priorizar a perfeição

Pessoas de sucesso sabem que a perfeição não existe, por isso não a colocam como alvo. “Seres humanos, pela nossa própria natureza, são falíveis”, diz Bradberry. Se a perfeição é o objetivo de alguém, essa pessoa sempre estará em contato com um certo senso de fracasso, já que é impossível ser perfeito. Esse comportamento impede a percepção das conquistas alcançadas ou até mesmo sua desvalorização.

4. Não conviver com negatividade

Pessoas que reclamam o tempo todo ou sempre fazem comentários negativos são tóxicas. Elas esperam pena e empatia, ao invés de investirem seu tempo e energia em soluções para os problemas. O conselho de Bradberry não é deixar de ouvir ou de dar atenção a alguém que precise. É apenas tentar evitar ou se distanciar de energias negativas constantes.

5. Não dizer sim o tempo todo

Pesquisas mostram que quanto maior a dificuldade de alguém para dizer “não”, maior a probabilidade de essa pessoa sentir estresse, fadiga e depressão, segundo Bradberry. Ele afirma que dizer “não” é um grande desafio para a maioria das pessoas. Mas os inteligentes emocionalmente não enrolam na hora de fazer isso.

De acordo com Bradberry, os bem sucedidos geralmente são diretos, e evitam frases evasivas, deixando claro se realmente não puderem responder positivamente ao pedido. Dizer não a alguém, evitando um compromisso a mais, é uma forma de honrar os compromissos que você já tem, o que aumenta as chances de alcançar sucesso no desenvolvimento deles.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/5-coisas-que-pessoas-de-sucesso-nunca-fazem/91601/

5 coisas que pessoas de sucesso nunca fazem 21 de agosto de 2014

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Investir em fidelização irá trazer muitos lucros para sua empresa, além de melhorar sua imagem comercial.
É importante ter em mente que estratégias de fidelização são um investimento que fará sua empresa se destacar no mercado, garantindo a continuidade de suas negociações.
Mais que clientes satisfeitos você deve visar clientes fiéis, que retornam, movimentam seu caixa, e te recomendam pelos excelentes produtos ou serviços prestados.

Mas como criar um bom programa de fidelização de clientes? Para responder essa pergunta, reunimos algumas dicas que irão lhe ajudar nesse importante momento para sua empresa.

1. Conheça bem o seu cliente
O primeiro passo para a fidelidade em longo prazo é estar atento às características pessoais do seu cliente. Alguns valorizam mais o desconto no preço à vista, outros as condições de parcelamento do pagamento.
Ter conhecimento das preferências individuais de seus clientes te possibilitará saber o que eles precisam e ofertar de uma maneira que não poderão recusar.
Uma boa maneira de saber isso é criar um cadastro de seus clientes, cuidando para que sejam registrados, além de dados pessoais como nome, endereço e documentos, todas as negociações realizados com o cliente, benefícios incorporados, formas de pagamento e entrega.
Lembre-se que é importante manter esses dados sempre atualizados. Com eles em mãos você poderá oferecer benefícios diferenciados e que superem as expectativas do seu cliente.

2. Tenha canais de comunicação eficazes
É extremamente importante que seu cliente tenha meios fáceis e acessíveis de entrar em contato com você. Mantenha em funcionamento todos os meios de comunicação possíveis, e faça seu cliente conhecê-los.
Se for um site, é bom que tenha botões visíveis de contato, telefones não devem proporcionar grandes períodos de espera e as redes sociais devem sempre ser acessadas e atualizadas, além do e-mail.
Permita que seu cliente possa registrar sugestões ou reclamações, agradeça pelo contato e sempre busque oferecer o melhor atendimento. São bons canais de comunicação que criam vínculos entre você e seu cliente.
Um diferencial reconhecido em empresas de sucesso é a qualidade da pós-negociação.
É muito comum ver clientes que ficaram imensamente satisfeitos na hora de uma compra, mas que quando precisaram retornar a empresa para troca ou assistência técnica ficaram decepcionados.
Portanto, tenha diferencial, valorize a relação com o cliente, o bom atendimento na pós-venda é uma porta de entrada para negociações futuras.

3. Crie programas de ofertas
Tenha programas de ofertas para os clientes que queiram recebê-las. Se um cliente procura um produto indisponível em estoque, avise quando chegar, o mesmo vale para novidades dentro do que ele costuma comprar.
Explore as redes sociais, é importante ter um conta no Twitter e no Facebook. Ofereça vantagens para seus seguidores.
Alguns clientes são formadores de opinião e geralmente têm redes bem constituídas e repletas de propensos novos clientes. Eles poderão se tornar importantes aliados.
Cuidado ao entrar em contato com os clientes pelo telefone, esse tipo de contato pode parecer um tanto invasivo.
É bom deixar esse meio apenas para clientes que compram com frequência, ou os que manifestarem desejo de serem informados sobre novidades. Mantenha no cadastro os melhores horários para seu cliente ser contatado.

Utilize o histórico de compras e faça contato quando tiver um produto ou serviço que se adéquem ao perfil do cliente, baseando-se em suas aquisições anteriores.

4. Honre as suas promessas
Antes de buscar superar as expectativas dos clientes é extremamente importante que você cumpra o básico acordado por mais simples que seja.
Entregar no prazo, entrar em contato quando combinado, garantir adequações ou trocas quando necessário são exemplos de atos simples e que atribuem muito valor à negociação.
Você deve ter em mente que um requisito crucial para a fidelização é o trabalho que deve ser feito para facilitar a vida, resolver o problema ou simplesmente remover os obstáculos para o cliente. O que os clientes buscam é conveniência, facilite as coisas para eles.

5. Destaque-se: busque diferenciais
Atualmente os produtos, marcas e até os pontos de venda estão muito parecidos, as vantagens competitivas estão sendo criadas através dos serviços agregados e pela experiência na hora da compra.
Você deve buscar destaque no mercado oferecendo condições diferenciadas. É importante atribuir valor aos seus produtos e serviços, mostrar que você oferece mais que a concorrência.
Tenha programas de vantagens para quem compra sempre, seja sincero, crie um ambiente agradável para que o cliente se sinta à vontade na sua empresa. Prestar consultoria é um grande diferencial.
Hoje em dia os clientes não estão interessados apenas em comprar, eles querem receber orientações sobre os seus produtos, a maneira de usá-los e conservá-los melhor, e até mesmo sobre a sua origem, composição e processo de fabricação.

Você precisa descobrir e apresentar as melhores soluções para os problemas individuais de seus clientes.

Fonte: http://www.fbde.com.br/eweekDetalhe.asp?idConteudo=14288&nome=5+Dicas+para+fidelizar+o+seu+cliente

5 Dicas para fidelizar o seu cliente 20 de agosto de 2014

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Para as empresas que trabalham com produtos ou serviços, sejam eles tangíveis ou intangíveis, ser o melhor não é suficiente, também é preciso saber vender. Por isso, é importante definir uma estratégia de vendas, que inclui os canais de venda, a pessoa ou equipe responsável e os atributos do produto que se deseja destacar.

Na sequência, Ángeles Batlle, gerente de marketing da AvalChile, organização que ajuda as Pequenas e Médias Empresas do Chile na obtenção de financiamentos, deu algumas dicas para otimizar esse processo.

Torne o produto ou serviço conhecido

Não adianta ter um bom produto ou serviço se ninguém conhece. Os produtos não se vendem sozinhos, alguém precisa vendê-los, e para isso é importante ser convincente, usar argumentos pertinentes para o que está sendo vendido e ser transparente em todos os momentos. A chave para isso é ter uma ou mais reuniões com a equipe de vendas, para posicionar e definir quais são as características do produto e o que será destacado para o cliente. Os atributos escolhidos devem deixar claro porque o produto é útil para o cliente, que necessidades ele atende e porque é o melhor da concorrência.

Conheça a indústria

Algumas empresas correm para vender um produto sem conhecer sua indústria, ou seja, a oferta e a demanda, a concorrência, os parceiros e até mesmo recursos-chave. Esta é uma das principais causas do fracasso de novos produtos e é sintomático de um modelo de negócio mal estruturado.

Para evitar essa situação, deve-se primeiro estudar a indústria em que o produto será introduzido. Isso deve ser feito necessariamente antes de definir a estratégia de vendas e ações táticas subsequentes.

Acerte os clientes

É importante assegurar que a oferta é dirigida para as pessoas certas, ou seja, aqueles que precisam de seu produto ou serviço. Estudos de mercado, incluindo pesquisas, grupos de foco e/ou entrevista pessoal, são de grande ajuda porque permitem compreender melhor os potenciais clientes, saber onde e como encontrá-los e como obter a sua atenção. Também ajudam a saber como eles fazem decisões de compra, quais as características que mais valorizam em um produto, como preço, qualidade e embalagem, entre outras coisas que são muito importantes na concepção e venda do produto.

Aceite falhas

Antes do sucesso vêm alguns fracassos, e é importante levá-los como parte de um processo de aprendizagem que permitirá receber feedback dos clientes e melhorar o produto ou serviço.

Tenha clareza nos canais de vendas

Se você não tem um canal de distribuição estabelecido, deve criar um. Vários mecanismos podem ser úteis: aproveitar intermediários que fazem parte do canal escolhido; encontrar vendedores que têm uma base de clientes de produtos semelhantes ou complementares aos que você irá comercializar; contratar vendedores que passem a oferecer seus produtos para os consumidores ou outros corretores de negócios. E, claro, você tem que migrar para a internet, tanto em seu site e quanto em outros onde você possa promover o produto.

Use tecnologias

Tudo isso acrescenta-se. Estude a melhor maneira de utilizar as novas ferramentas tecnológicas e as mídias sociais para promover os produtos e informar sobre os seus benefícios, mas também tenha cuidado para não perseguir ou cansar o cliente. As redes sociais são um canal de mão dupla, onde a empresa não só fala com o cliente, o cliente também pode se comunicar com a empresa por essa via, por isso é muito importante ser receptivo, ouvir e se encarregar do que se é dito sobre a empresa na internet.

Seja honesto

Não deve-se mentir ou esconder informação do cliente. É fundamental destacar os atributos do produto de forma explicativa e didática, isso será o suficiente para chamar a atenção do público e aumentar as expectativas do que está sendo oferecido.

Melhore o produto

Se depois de todas as tentativas você não conseguir melhorar as vendas, será tempo para a reflexão. Estude novamente as características de seu produto e como o público reage diante dele. Tudo isso para lançar versões melhoradas.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/8-dicas-para-vender-um-novo-produto-ou-reinventar-um-velho/91484/

8 dicas para vender um novo produto ou reinventar um velho 19 de agosto de 2014

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Um dos efeitos indesejados disso é que os profissionais responsáveis pela condução do Marketing nas empresas, em geral, perdem a real conexão entre o quê e porque fazem o que fazem, e qual seu impacto direto no resultado e no valor de suas companhias.

Essa pesquisa inédita comprova economicamente que não é exagero dizer que o Marketing, como área, da forma que a conhecemos, é uma das principais destruidoras de valor nas grandes empresas do país.

Esta estranha conclusão, que afeta a capacidade das empresas de priorizar, focar, competir e de se comunicar, se relacionar e transacionar de maneira adequada é fruto de nosso mais recente estudo sobre o tema, denominado “Como é o Marketing nas Empresas Feitas para o Cliente?”, finalizado em maio deste ano, após ouvir mais de 500 CEOs e executivos (VPs e Diretores) de marketing, gestão de clientes e comunicação corporativa das 1000 maiores empresas do país, de vários setores da economia.

Como esse manancial extremamente rico de informações e análises, resolvemos propor o que chamamos de “Os 10 Insights sobre o Novo Marketing”, com o intuito de esclarecer as empresas e seus executivos no que tange à incorporação eficaz de conceitos, estratégias e práticas de marketing em seu planejamento e em sua operação cotidiana.

Essas recomendações trazem consigo a ambição de fortalecer a atmosfera de transformação da atividade do Marketing, que certamente não pode mais permanecer aquém de sua verdadeira e essencial finalidade. Vamos aos insights:

  1. Os clientes e consumidores se transmutam a todo momento, se avatarizam, se multiplicam, se conectam, experimentam e repaginam os conceitos de segmentação, de lealdade e de  fidelidade, além de redesenhar experiências e seu ciclo de vida, cocriando produtos e serviços, influenciando outros consumidores, gerando mídia e tendências;
  2. Na dinâmica da fidelidade, quanto mais rico, agregador de valor, eficiente, duradouro e honesto for o processo de relacionamento empresa-cliente, mais dinheiro esse cliente injetará na empresa, por mais tempo;
  3. A internet é um vetor eterno de revisão de modelos de negócio e ampliação de oportunidades e riscos e de amplificação de seus efeitos todos…
  4. Novos e infinitos canais, digitais, presenciais, convergentes, móveis, colaborativos, experienciais aparecem a todo instante e as empresas devem, rapidamente, entender como conectá-los, integrá-los, maximizá-los…
  5. A mídia se transforma a cada instante, assim como as práticas e possibilidades de advertisement e de vendas, branding e relacionamento
  6. A credibilidade das mídias tradicionais está em cheque: 6% dos americanos entre 20 e 45 anos confia em propagandas de TV, contra 41% em redes sociais. A TV,  uma mídia ainda pouco rastreável e interativa, representa entre 60% e 70% de todo orçamento anual de advertising das 200 maiores empresas americanas;
  7. O conceito de praça se tornou uma abstração com a possibilidade, antes vetada pela física, de se estar em mais de um lugar, ao mesmo tempo;
  8. As promoções…bem, ainda são promoções… Com tudo que têm de bom e de ruim…
  9. Em paralelo, varejo e indústria se reinventam em seu core business na proposta de valor, nos produtos e nos serviços; a indústria é, definitivamente, cada vez mais varejo; e o varejo, eventualmente, cada vez mais “indústria”, também;
  10. Os acionistas querem (e cobrarão cada vez mais) saber o que acontece com todo o orçamento anual dedicado e consumido pelo marketing. Verba deve virar investimento, com seus devidos compromissos econômico-financeiros de retorno e impacto devidamente tangibilizados e apropriados.

Portanto, ao planejar sobre como o marketing apoiará a sua empresa no futuro, é preciso pensar sempre no eterno ciclo vicioso que envolve o mundo do marketing: Quanto mais você se comunica, se relaciona e transaciona com seus clientes, mais você sabe sobre eles. Quanto mais você souber sobre eles, mais fácil será elevar suas vendas. Ou seja: quanto mais valor você entregar para cada cliente, maior será o valor gerado por cliente, para o acionista. Simples assim!

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/os-10-insights-sobre-o-novo-marketing/78807/

Os 10 Insights sobre o Novo Marketing 18 de agosto de 2014

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Criatividade e inovação são palavras-chave para o sucesso de qualquer empreendedor. Pensando em maneiras diferentes de realizar os mesmos processos, você descobre alternativas para alcançar melhores resultados em muito menos tempo, além de descobrir novos nichos de mercado. Desse modo, seu negócio se diferencia da concorrência e se destaca frente ao público-alvo.

Mas nem sempre é fácil se manter produtivo e desenvolver a criatividade quando o dia a dia é tão cheio de distrações. Por isso, ter disciplina, inclusive para conseguir ser criativo, é fundamental. Veja a seguir 7 dicas super importantes para você ser criativo e, assim, produzir e inovar muito mais em seu negócio!

Durma e alimente-se bem

A sua capacidade de raciocínio e criatividade depende de uma boa noite de sono e de alimentação adequada. Às vezes, a pessoa tem a falsa impressão de que se dormir pouco e fizer um lanche rápido terá mais tempo para o trabalho, consequentemente aumentando a produtividade. Mas isso não é verdade, pois o tempo de trabalho, nesse caso, não será de qualidade, sua mente não estará descansada o suficiente para desenvolver seu potencial e seu corpo não se sentirá disposto para trabalhar.

Então, durma o número certo de horas, em ambiente escuro e silencioso. Também, cuide para ter uma alimentação adequada, com café da manhã completo e um almoço equilibrado, para não se sentir pesado durante o dia e ter energia suficiente para render no trabalho.

Separe um tempo para deixar o pensamento livre

Sua criatividade precisa de estímulos que podem vir de ideias e ambientes diferentes. Por esse motivo, você precisa reservar um tempo na sua semana para não trabalhar diretamente, mas deixar o pensamento livre para que a criatividade se desenvolva. Você pode sair com amigos, conversar com pessoas diferentes, navegar na internet, ir ao cinema ou teatro, ou ainda ler um livro. Mas não abra mão desse tempo que, embora pareça ocioso, lhe renderá muito mais ideias quando voltar ao trabalho.

Mantenha-se motivado

A gente só dedica nosso tempo e esforço mental em algo se estamos motivados. Por isso, você precisa encontrar atividades que o motivem, como ouvir determinadas músicas ou praticar um esporte. Procure fazer essa atividade motivacional antes de começar seu trabalho, pois assim você terá muito mais ânimo e disposição, o que ajuda muito a se concentrar e a ser criativo durante as tarefas.

Questione sempre

Uma maneira de “forçar” sua criatividade ao funcionamento é sempre questionar, desde os processos até os produtos e serviços. Por que produzimos tal produto ou oferecemos tal serviço? Poderíamos investir em outro nicho de mercado? Existe outra forma de fazer o mesmo processo? E se fizéssemos de tal jeito?

Às vezes, você acha que o negócio vai bem e que nada precisa ser modificado. Mesmo assim, questione. Pense sempre “e se fosse diferente, como seria?”. Certamente, mesmo o que já está bom pode ser melhorado em algum aspecto e, fazendo essas perguntas, você pode acabar descobrindo uma excelente oportunidade de negócio.

Organize sua área de trabalho

Tentar se focar nos negócios quando sua mesa de trabalho está bagunçada é também muito difícil, pois eventualmente você acaba se distraindo com os objetos ou vendo algo que chama atenção. Por isso, mantenha seu ambiente de trabalho limpo e organizado, para que sua concentração possa ficar apenas nos negócios enquanto estiver ali. O mesmo serve para seu desktop no computador, mantenha os documentos arquivados em pastas, de modo que você encontre tudo rapidamente quando precisar.

Estabeleça prioridades e mantenha o foco em cada tarefa

Fazer diversas coisas ao mesmo tempo faz com que você comece várias tarefas, mas não se dedique a nenhuma com exclusividade. Portanto, antes de começar seu dia, organize sua agenda conforme as prioridades e comece pela atividade mais importante. Nesse momento, dedique-se inteiramente a ela, deixando o celular no silencioso, fechando redes sociais e e-mails. Caso você se lembre de algo que precisa ser feito, anote e veja sua anotação após terminar a atividade. Mantenha o foco em uma tarefa por vez e você conseguirá dedicar todo seu pensamento a ela, inclusive sua criatividade, assim terminando-a com muito mais qualidade e rapidez.

Programe pausas no trabalho

Entre uma atividade e outra, ou a cada uma hora e meia de trabalho, faça uma pausa de 5 a 10 minutos. Levante-se do seu local de trabalho, caminhe um pouco, tome um café, converse com algum colega, faça alongamento ou, ainda, apenas pense em outras coisas. Durante sua pausa, você também pode olhar rapidamente seus e-mails, redes sociais ou fazer uma ligação. Esse tempo que você se “desliga” das atividades é muito importante para descansar a mente e voltar com mais disposição para as próximas tarefas. Da mesma forma, quando você não consegue resolver algum problema de trabalho, é muito útil fazer essa pausa, pois, ao retornar, você tem muito mais capacidade e criatividade para encarar o problema e resolvê-lo.

É necessário certo comprometimento de sua parte para seguir essas dicas com disciplina. Comece colocando-as em prática durante uma semana e você já verá os resultados positivos: muito mais produtividade e inovação no seu negócio.

Fonte: http://adnews.com.br/artigos/7-dicas-para-se-manter-criativo-nos-negocios

7 dicas para se manter criativo nos negócios 15 de agosto de 2014

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Marcas fortes geram empatia, constroem uma ponte racional e emocional com seus interlocutores, emprestam maior credibilidade aos seus produtos e serviços, são mais recomendadas, alcançam melhor precificação, atraem investidores e talentos, resistem melhor às turbulências. O caminho para a perenidade passa, portanto, pela construção da marca – o branding.

Teoricamente pode parecer simples. Na prática, a combinação de todos esses fatores resulta em um caminho muito mais complexo e trabalhoso. A começar pelo processo de maturidade de uma marca, que passa pelo alinhamento de muitos fatores de uma organização como cultura, legado, vocação, até encontrar sua personalidade e identidade.

Nesse ponto, é preciso ter em mente que uma empresa é um organismo vivo. Assim como as pessoas, as companhias são dinâmicas e cada vez mais precisam se redesenhar, buscar novos caminhos, lutar contra a acomodação e o conforto de uma rotina mais estável. A marca precisa acompanhar tudo isso, transitar nesse novo universo que se apresenta a cada momento, sem perder o seu DNA.

Considerar essas variáveis de forma a traduzir os valores tangíveis e intangíveis de uma marca para mantê-la fortalecida junto aos seus diferentes públicos é um desafio permanente. Mas tanto esforço tem suas recompensas. Estudos de diferentes fontes apontam que uma marca bem alinhada reflete na preferência dos consumidores por determinados produtos a ponto de aceitarem, inclusive, pagar um pouco mais por eles.

As pessoas querem trabalhar em uma empresa de marca positiva, recomendam aos amigos e a outros consumidores, acreditam na empresa e estão mais dispostas a apoiá-la em tempos de crise. Um branding forte e “percebido” dessa forma atrai investimentos, alcança melhores resultados e tem uma maior aceitação em novos mercados.

 Legitimidade é imprescindível

Antes de querer que as pessoas comprem uma marca, são os executivos e colaboradores que precisam comprá-la. Em anos trabalhando como consultor na área de reposicionamento de marca e comunicação institucional, não raramente me deparei com a falta de alinhamento entre atitude e desejo. Se uma marca busca ser a paixão e a preferência entre seus stakeholders, seus acionistas, executivos e colaboradores precisam ser os primeiros a sentir essa paixão, não é mesmo? O exemplo vem de cima.

Assim como todas as ações que buscam engajamento e aderência, o processo precisa ser conduzido e motivado pelos líderes das organizações. É assim com a criação de uma cultura que valoriza e promove a diversidade, com a gestão que se fundamenta na sustentabilidade, na transparência da comunicação e na construção e manutenção de uma marca forte.

Gestão e alinhamento de marca são questões estratégicas. Não podem ser fruto de um discurso vazio, que não se sustenta quando as pessoas saem das salas de reuniões. Para ser percebida, tem que ser real. Para ser real, tem que ser vivida. E, para tanto, precisa ser cuidada continuamente.

A construção de uma marca começa de dentro para fora e a comunicação interna tem um papel estratégico nesse processo.

Fonte: http://adnews.com.br/artigos/como-sua-marca-e-percebida

Como sua marca é percebida? 14 de agosto de 2014

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O mundo da informação instantânea não é mais uma questão de tendência ou uma ideia de um futuro próximo. Trata-se do melhor conceito para definir o cenário que estamos vivendo. Com isso, a velocidade da informação apresenta novas reflexões para os profissionais de atendimento e principalmente para os varejistas.

Estamos vivendo nos dias profetizados por Kotler em seu Marketing 3.0. A era da humanização e da espiritualização da marca, com uma identidade forte e posicionamento bem definido chegou. O poder do consumidor através dos meios sociais traz um novo desafio para quem vive da venda direta com o cliente.Mas, será verdade que os meios digitais têm impacto relevante com o trabalho de marketing da sua empresa?

Pois é! Vou contar um breve exemplo e você tira as suas próprias conclusões. Uma turma de internet provocou uma empresa de forma direta com uma simples piada que levou a organização a repensar seu modelo de atendimento. A turma do Porta dos Fundos fez um filme no qual contavam uma piada/crítica ao jeito Spoleto de atender ao cliente.

Para quem não conhece o Spoleto, trata-se de uma empresa de fast food de massas, onde o cliente indica quais os ingredientes deseja na sua massa, e o chef vai compondo o prato a ser servido.

Dentro de um texto lúdico, mas com uma boa pitada de exagero, o filme do Porta dos Fundos faz uma crítica ao processo de atendimento do fast food, que, com isso, e em primeira leitura, levou a direção da empresa à rejeição do fato. Contudo, as milhões de visualizações conduziram a diretoria do Spoleto a repensar a causa. Não só aceitaram a brincadeira como também entraram na história.

O sucesso e a repercussão desse feliz incidente foi tamanho que levou o Spoleto a contratar a turma do Porta dos Fundos para a produção de outros filmes. E, com isso, a empresa começou um processo de ampliação em seus canais de relacionamento ao ponto de desenvolver um canal exclusivo no youtube por meio do qual leva a experiência da empresa para dentro da casa dos seus consumidores.

O que considero mais curioso é o fato que levou a diretoria do fast food a pensar na seguinte sentença: “Será que o que aconteceu no filme é uma realidade para alguns clientes da rede? Será que algumas pessoas precisam de um tempo especial para montar o seu prato?”

Então, a empresa desenvolveu um aplicativo para smartphone onde o cliente pode antecipar o seu pedido antes mesmo de chegar ao restaurante.

Um processo de cocriação simplesmente genial. Na era do consumidor forte, o Spoleto tomou a decisão certa. Topou a brincadeira, entrou na história e apresentou melhorias para o seu jeito de atender aos clientes.

Muitas premissas do marketing estão passando por um forte processo de avaliação, evolução e por que não arriscar uma certa “quebra” nos paradigmas.

Em um estudo realizado pelo Rotman School of Management, publicado recentemente pela revista HSM Managemente (Edição 105-2014), conceitos como ter o controle da estratégia da marca, focar usuários mais frequentes, contar com um excelente sistema de CRM, assim como a clássica estrutura dos 4 P´s, os 3 C´s, a ideia do funil de compra e outras premissas que vinham norteando os estrategistas desdos anos 60, são pontos que merecem algumas releituras e outras percepções para as estratégias no varejo doravante.

Conforme citamos o exemplo do Spoleto, podemos perceber que tais conceitos, realmente, precisam se reavaliados. Será que temos mesmo o pleno domínio da estratégia da marca? – A resposta é que as empresas terão cada vez menos esse controle, e o que hoje mais determina o valor de uma marca são as percepções que os consumidores oferecem como leitura.

O foco nos 4 P´s do marketing ganham novos aliados. Segmentação, posicionamento e o relacionamento com o cliente precisam ganhar atenção na hora do planejamento do mix de marketing. O Estudo da Rotman ainda amplia seu campo de visão, afirmando que se faz necessário que a oferta ganhe um campo de integração em todos os pontos de contato com o cliente potencial.

Os clássicos 3 C´s (cliente, companhia e concorrentes) ganham outras preocupações por conta dos outros stakeholders, como governo, fornecedores etc.

Dentro deste cenário, os conceitos do marketing ganham uma visão mais ampliada e que precisam ser observados por aqueles que irão desenvolver estratégias de vendas para as empresas de todos os segmentos.

Na era do marketing sob demanda, saímos de um planejamento fechado para a era da gestão adaptativa. Trata-se de uma nova regra que faz o departamento de marketing ser cada vez mais atuante e preciso dentro da organização.

Para os consultores de vendas a ideia de se tornarem advogados defensores de seus produtos, serviços e da identidade corporativa ganha dimensão considerável.
As metas organizacionais começam a desenvolver objetivos tangíveis que ultrapassam os muros da empresa, assumindo compromissos de forma direta com a sociedade em 360°.

Cada vez mais, para vender na era digital se faz necessária a venda orientada por marketing. Em nenhum momento a era “on demand” abre mão do planejamento estratégico e de um plano de vendas bem elaborado, por mais que tenhamos um desafio adaptativo.

É como dizia o General da Arte da Guerra, Sun Tzu: “o general que vence a batalha fez muitos cálculos em seu templo, antes que a batalha seja travada. O general que perde a batalha fez apenas poucos cálculos de antemão. Assim, muitos cálculos levam à vitória e poucos cálculos à derrota: muito pior sem cálculo algum.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/vender-na-era-digital/79748/

Vender na era digital 13 de agosto de 2014

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Com a massificação da internet, foram criadas milhares de lojas virtuais, porém o crescimento desenfreado tornou o cenário atual do varejo caótico. O comércio tradicional e o e-commerce disputam como nunca a lealdade de seus clientes, a construção de novos relacionamentos e, como não poderia deixar de ser, a conquista de novos consumidores. Em meio a este ambiente de competição acirrada, o que você pode fazer para se sobressair em relação à concorrência, seja ela no meio físico ou no online?

A resposta está na excelência no atendimento. Um caminho para o sucesso é utilizar o atendimento como vitrine de sua marca. Isto significa que não importa quando ou como seu cliente interagir com sua empresa, ele deve ter a mesma experiência de atendimento, que deve atingir o nível máximo de qualidade e agilidade, independentemente do canal pelo qual este contato seja feito.

Na indústria de varejo, este conceito é conhecido como omni-channel, que significa uma interação contínua entre os canais e dispositivos de comunicação, com a expectativa do cliente de que, não importa a forma como ele entrará em contato para solicitar atendimento, seus problemas serão resolvidos rapidamente. No ambiente omni-channel, um cliente envia e-mail solicitando atendimento, e então o acompanhamento de sua solicitação começa por este canal, continua por telefone e, no final do dia, deixa um tweet ou post no Facebook sobre a empresa.

Estudos indicam que um atendimento resolvido em 24 horas, algo que normalmente acontece quando todos os canais estão sincronizados, pode ser até 170% mais barato do que a resolução de uma adversidade feita em 48 horas.
Veja cinco importantes passos para aumentar a qualidade do serviço de atendimento ao consumidor:

1- Averigue o tempo de resolução de um problema em cada canal de comunicação disponibilizado, definindo esforços para planejamentos futuros;

2- Faça um levantamento dos custos com suporte ao consumidor e crie planos para aumentar a lealdade do cliente e identificar o impacto das melhorias trazidas pela comunicação omni-channel;

3- Identifique canais onde os seus clientes estão presentes, mas você ainda não tem uma ferramenta de suporte; Adicione-os ao seu plano de “Atendimento como Vitrine da sua Marca”;

4- Capacite internamente uma equipe de excelência multifuncional para colaboração no atendimento aos clientes;

5- Acesse as plataformas e ferramentas atuais de atendimento ao cliente e avalie se elas são flexíveis o suficiente para se adaptarem a mudanças rápidas.

Seguindo estes passos, sua empresa certamente proporcionará ao cliente uma experiência única de atendimento, cujo foco deve ser a agilidade e a qualidade. Além disso, um cliente satisfeito reverterá ganhos incalculáveis para sua empresa.

Fonte: http://www.portalnovarejo.com.br/index.php/2013-12-16-19-18-54/item/8741-o-bom-atendimento-move-moinhos

O bom atendimento move moinhos 12 de agosto de 2014

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Uma fragrância pode nos proporcionar memórias de épocas marcantes das nossas vidas, nos recordar de pessoas importantes e até mesmo nos permitir reviver, por alguns segundos, uma data especial.

Todo mundo, alguma vez na vida, já sentiu o cheiro de terra molhada e se recordou da infância ou sentiu um aroma doce e lembrou com exatidão do primeiro encontro com o grande amor.

As fragrâncias podem provocar inúmeras sensações como: euforia, tranquilidade, saudade, fome, prazer ou ainda trazer lembranças especiais. Esta ligação é explicada pela nossa capacidade de memorização dos aromas.

Segundo estudos da Universidade Rockefeller, o homem memoriza 5% do que vê, 2% do que escuta, 1% do que toca e 35% dos cheiros que sente, ou seja, podemos memorizar até 10 mil aromas e apenas 200 cores.

Para mexer ainda mais com as sensações, o marketing olfativo integra as experiências do consumidor com o objetivo de que ele crie um vínculo emocional com a marca, tornando-a sua preferida.

O marketing olfativo é a técnica que consiste em transmitir a identidade da marca por meio de uma fragrância exclusiva que, pulverizada no ambiente, causa uma percepção positiva e fixa a essência no cliente.

Os aromas são fatores de atração e contribuem para o aumento das compras por impulso em até 38%, segundo dados do estudo da Universidade Rockefeller.

Com um estudo da marca é possível criar uma fragrância específica para seu produto a partir de oito famílias olfativas:

- Aromático: transmite suavidade e frescor. Composto por notas aromáticas como o alecrim, artemísia, tomilho e menta.

- Cítrico: esta família tem como principal característica o frescor. Possui toques de bergamota, laranja, limão, mandarina, entre outras.

- Floral: composta por ingredientes florais como rosa, jasmim e lírio-marinho.

- Marinho: composta por notas que remetem à suavidade e à refrescância da água.

- Frutado: esta família tem como principal característica as notas doces, que transmitem alegria. Possui uma combinação de frutas como morango, amora, cereja, pêssego, entre outras.

- Gourmand: os perfumes gourmand são uma tendência recente e são reforçados por ingredientes encontrados na culinária como ochocolate e o café.

- Amadeirado: família que invoca um caráter de sensualidade e sofisticação. Possui um aroma mais seco e menos adocicado. Composta por toques como o de cedro, sândalo e patchouli.

- Oriental: perfumes opulentes e suaves, porém elegantes, que levam notas quentes e picantes marcadas pelas madeiras e especiarias do oriente.

Imagine que uma fragrância desenvolvida para uma marca aumenta cerca de 15% a probabilidade de compra e em aproximadamente 16% a permanência do consumidor na loja ou ponto de venda.

O marketing olfativo pode mexer com as emoções e tocar diretamente seu consumidor!

Fonte: http://adnews.com.br/artigos/o-poder-do-aroma-na-conquista-do-consumidor

O poder do aroma na conquista do consumidor! 11 de agosto de 2014

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A sua produção diária é totalmente relacionada aos hábitos que você cultiva. Até as coisas mais simples, como checar seu e-mail, podem afetar a sua produtividade. O site Lifehack preparou uma lista de coisas que você deve parar de fazer para aumentar sua produtividade, confira:

1. Ignorar o cansaço
Todo mundo possui uma queda natural na produtividade depois praticar a mesma atividade entre 90 e 120 minutos. Isso faz parte do ciclo ultradiano, que altera nosso estado entre alerta e sonolência durante todo o dia e não deve ser ignorado. Em vez de tentar combater seu cansaço mental, faça um intervalo e recarregue suas energias. Uma pequena pausa entre atividades lhe dará mais energia, criatividade e foco.

2. Checar redes sociais todo instante
Se você possui contas em diversas redes sociais e se mantem ativo nelas o tempo todo, saiba que isso está prejudicando sua produtividade. Acompanhar a vida dos outros e assistir vídeos engraçados fazem você gastar centenas de minutos por dia. Faça um acordo consigo mesmo para só checar as redes sociais uma ou duas vezes por dia, em vez de deixá-las tomar todo seu tempo. Sua produtividade vai melhorar e suas relações também: é sempre melhor se relacionar com as pessoas pessoalmente, e não por fotos na tela.

3. Dizer “sim” para tudo
Você precisa repensar suas atitudes se sempre diz sim aos pedidos dos outros. Claro, pessoas como seu chefe, seu cônjuge e seus amigos nem sempre podem receber um não, mas você pode escolher quais decisões vai tomar durante o dia. Dizendo “não” mais vezes você administra melhor o tempo e só se envolve com coisas realmente importantes.

4. Checar seu email toda hora
Ninguém tem um cronograma para checar o email. A maioria das pessoas acessa sua conta de acordo com a vontade. Mas isso pode ser um problema, porque o tempo que você gasta com sua caixa de entrada poderia ser aproveitado de forma melhor. Separe dois momentos do dia para checar o email e então só o acesse nos horários estabelecidos.

5. Fazer tudo sozinho
Não queira ser um super-humano tentando fazer tudo sozinho. Você vai falhar se não tiver ajuda. Delegar tarefas, mesmo que seja difícil, é importante. Se você não está acostumado a pedir ajuda, preste atenção ao que outras pessoas estão fazendo e veja se suas tarefas são compatíveis, assim fica mais fácil de repassar o seu trabalho. Libere seu tempo para outras coisas e comece a ser realmente produtivo.

6. Tentar ser perfeito
Você não é perfeito e não deve tentar ser. Um estudo publicado pela University Affairs mostrou que professores que eram perfeccionistas tinham a produtividade mais baixa que a daqueles que aceitavam seus erros. Na maioria das vezes ser apenas bom é bom o bastante.

7. Ficar ocupado o tempo todo
Um estudo de Harvard e evidências científicas mostraram que passar um tempo sozinho é mais importante do que você imagina. Intitulado The Power of Lonely (O Poder da Solidão, tradução livre), o estudo sugere que as pessoas conseguem se lembrar melhor de momentos em que estavam sozinhos. Se ocupando menos você pode conseguir momentos de introspecção, que são necessários para realmente conhecer a si mesmo e se tornar um sucesso.

8. Dizer “eu não posso”
Dizer “eu não posso” te prepara para o fracasso. Pare de colocar obstáculos na sua frente e pense que você pode e fará algo. Se você quiser se livrar de um hábito como parar de fumar, poe exemplo, não diga que você não pode fumar, e sim que você não fuma: suas chances de conseguir largar o hábito dessa forma são maiores. Acreditar no seu potencial tem um impacto positivo na produtividade diária.

9. Fazer várias coisas ao mesmo tempo
Nossa cultura tem encarado o multitasking como algo normal, mas ele não é muito eficiente. Pessoas que se envolvem em muitas tarefas ao mesmo tempo acabam não se saindo bem em nenhuma delas. Foque-se em tarefas únicas e sua produtividade crescerá.

10. Ser pessimista
Um pouco de pessimismo é compreensível. Muito pessimismo apenas limita seu estilo e o impede de alcançar objetivos e sucesso. Se você sempre vê o copo como meio vazio ou só vazio, está na hora de olhar pra ele e para vida de forma diferente. Mas apenas “parar” de ser pessimista exige uma mudança comportamental demorada. Tente um dia de cada vez e com o tempo isso virará rotina, e seu nível de produtividade será muito mais alto.

Fonte: http://www.fbde.com.br/eweekDetalhe.asp?idConteudo=14163&nome=10+h%E1bitos+que+voc%EA+precisa+perder+para+aumentar+a+produtividade

10 hábitos que você precisa perder para aumentar a produtividade 8 de agosto de 2014

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Jamais confunda elegância com “frescura”. Não confunda elegância com superficialidade. Não confunda elegância com falsidade. Nunca confunda elegância com ausência de firmeza ou assertividade.

A palavra elegância tem sua origem na palavra latina “eligere” que quer dizer “escolher”, “ser escolhido”, “ser eleito”. Ora, uma pessoa “elegante” é pois aquela que pelo seu comportamento adequado à realidade, por ser polida, respeitosa, amigável, será sempre uma pessoa “escolhida” dentre as demais. Ninguém escolherá uma pessoa rude, grosseira, grotesca, tosca, mal educada. Por isso as pessoas elegantes são as escolhidas.

Assim, uma pessoa elegante é uma pessoa educada; que sabe se comportar em público; que não fala o que não deve; que não se envolve em fofocas; que sabe se comportar ao comer; que se veste com sobriedade; que não fala alto demais; que devolve o que empresta; que não invade espaços alheios; que sabe ouvir com atenção e respeito; que sabe dizer “com licença”, “por favor”, “obrigado(a)” e “me desculpe” – palavras mágicas de um comportamento elegante e que foram esquecidas em nosso vocabulário empresarial.

Até mesmo as pessoas simples de uma organização devem cuidar da elegância em seu sentido correto. Vejo pessoas que se vestem mal, de maneira inadequada, mulheres com decotes ousados demais, roupas excessivamente justas e impróprias para um ambiente de trabalho. É preciso ter elegância ao trajar, com o uso de maquiagem, com as escolhas que faz. Da mesma forma vejo homens mal vestidos, com roupas que seriam mais apropriadas a um final de semana, chinelos, camisetas, camisas sujas, etc. Não estou advogando que usemos roupas caras, de griffe ou sofisticadas. Estou falando de um bom senso ao vestir, adequado a um ambiente profissional.

A elegância é necessária porque todos nós passamos as oito melhores horas de cada dia e os 35 melhores anos da vida no trabalho. Um ambiente “elegante” dignifica a vida, pois ser elegante é ser civilizado. E a falta de civilidade tem levado empresas até a prejuízos pois o ambiente ruim não atrai pessoas de talento. Ninguém deseja trabalhar em ambientes “rudes”, “grosseiros”, onde a falta de educação e a ausência de polidez são o padrão. E lembre-se que pessoas elegantes são pessoas simples, humildes, especiais e, por isso, são eleitas entre as demais. Seja simplesmente elegante!

Pense nisso.  Sucesso!

Luiz Marins é antropólogo, professor e consultor de empresas no Brasil e no exterior.

Fonte: http://www.varejista.com.br/motivacao/1167/a-elegancia-e-o-mundo-do-trabalho

A elegância e o mundo do trabalho 7 de agosto de 2014

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Em termos de tempo, o marketing de relacionamento deve ser praticado prevendo-se a sustentação de suas estratégias. Para que seja viável, é necessário um processo contínuo de identificação e criação de novos valores com os clientes, através do compartilhamento de seus benefícios durante toda a parceria. Esse processo envolve compreensão, concentração e administração de uma rede de criação de valores entre fornecedores, clientes e colaboradores.

Para tornar possível esse processo, é necessária a interdependência, isto é, cada indivíduo trabalha dentro de sua competência, porém, conectado a outras pessoas, para construir de forma colaborativa processos de agregação de valor.

As 6 funções do Marketing de Relacionamento

Uma empresa que decide implantar e praticar conscientemente o CRM e a gestão do relacionamento com clientes precisará desenvolver as 6 funções, do contrário enfrentará perda de clientes:
1. Elaboração conjunta de uma nova visão e cultura empresarial voltada para os clientes e parceiros;
2. Construção de objetivos de marketing de relacionamento conectados à visão e sempre de natureza límpida;
3. Estabelecimento das estratégias de marketing de relacionamento voltadas para a criação de valores em conjunto com os clientes;
4. Implementação de ações táticas com foco no relacionamento colaborativo com clientes
5. Obtenção de benefícios mútuos, isto é, empresas e clientes tiram proveito da cooperação ocorrida em vários momentos de contato;
6. Direção da ação, capacitação e envolvimento dos colaboradores da empresa para relacionamentos superiores.

Espero que seja útil para o seu sucesso e nunca se esqueça de que nada se constrói sem conhecimento sólido guiado pelo domínio de métodos estruturados.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/como-e-feito-o-marketing-de-relacionamento-com-clientes/79556/

Como é feito o marketing de relacionamento com clientes? 6 de agosto de 2014

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Se tudo funcionar perfeitamente na sua vida, o que você estará fazendo daqui a dez anos?

Essa pergunta nos convida a considerar o que realmente importa para nós, e como isso pode guiar nossas vidas. Seguir esse exercício simples encoraja a abertura para novas possibilidades.

“Falar sobre seus objetivos positivos ativa centros no cérebro que tornam as pessoas suscetíveis a novas possibilidades. Mas se mudar o tom da conversa para o que você deveria fazer para se consertar, isso fecha você”, diz Richard Boyatzis, psicólogo na Escola de Gestão da Weatherhead da Universidade Case Western Reserve.

Sua pesquisa explorou esses efeitos contrastantes no coaching. Boyatzis e seus colegas escanearam os cérebros de estudantes universitários enquanto eles eram entrevistados. Para alguns, a entrevista focou em pontos positivos: o que eles amariam fazer em dez anos e o que eles esperavam ganhar dos seus anos na Universidade. Os scanners cerebrais revelaram que durante as entrevistas focadas em pontos positivos havia uma maior atividade nos circuitos de recompensa do cérebro e áreas que trazem sensação de bem-estar e memórias felizes. Pense nisso como uma assinatura neural da abertura que sentimos quando estamos inspirados por uma visão.

Para outros, o foco foi mais negativo: o quão exigentes eles consideram seus horários e tarefas, dificuldades em fazer amigos e receios acerca da sua performance. À medida em que os estudantes enfrentavam questões mais negativas, seus cérebros ativaram áreas que geravam ansiedade, conflito mental e tristeza.

Focar nos pontos fortes, argumenta Boyatzis, nos conduz em direção a um futuro desejado e estimula a abertura a novas ideias, pessoas e planos. Em contraste, a ênfase nas fraquezas provoca um senso defensivo de obrigação e culpa, tornando-nos fechados.

Um olhar positivo mantém a alegria em praticar e aprender — a razão pela qual atletas e músicos experientes continuam exercendo seu ofício. “Precisamos de um foco negativo para sobreviver, mas de um positivo para prosperar”, afirma Boyatzis.

Boyatzis explica que essa positividade também se aplica ao coaching — seja por um professor, pai, chefe ou coach executivo. Um diálogo que começa com as esperanças de uma pessoa pode resultar em uma alegre troca, uma que apoia aquela visão. Tal diálogo pode extrair alguns objetivos concretos da visão geral, estimar o que é necessário para atingir esses objetivos e determinar que capacidades necessitam ser melhoradas para chegar lá.

Para entender quão bem esse processo funciona, Boyatzis faz avaliações sistemáticas daqueles que passam pelo seu curso. Colegas de trabalho anonimamente classificam os estudantes em comportamentos específicos que demonstram uma ou mais das competências de inteligência emocional típicas de pessoas com alto desempenho (por exemplo: “compreende os outros ouvindo ativamente”). Então Boyatzis rastreia os estudantes anos depois, e eles são novamente classificados pelos seus atuais colegas.

“No momento, temos prontos 26 estudos longitudinais separados”, disse-me Boyatzis. “Descobrimos que as melhorias que os estudantes promovem na primeira rodada duram até sete anos depois”.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/o-poder-do-planejamento-positivo/79389/

O poder do planejamento positivo 5 de agosto de 2014

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Faça reuniões curtas!
Encontros durante caminhadas ou enquanto se deslocam para outra sala ou prédio da empresa podem ser muito produtivos. Segundo a diretora, tais meetings são propícios para discussões porque as pessoas tendem a relaxar, o que permite uma troca mais aberta e criativa. Além disso, não ter um telefone ou computador para interromper a cada segundo, mesmo na era dos smartphones, permite focar-se na pessoa que está falando. Ou seja, a conexão é boa!

Tenha interesse no lado pessoal da equipe

Você pode até não querer dar conselhos sobre relacionamentos, mas deve ter um interesse em seus companheiros de equipe como pessoas. Dedique alguns minutos durante todas as reuniões para se conectar em um nível pessoal com cada um dos participantes. Se o seu colega costuma falar de atividades pessoais que executa, como algum exercício ou habilidade manual, por exemplo, pergunte sobre isso! O trabalho é apenas uma parte de quem somos: se você começar a conhecer pessoas com diferentes paixões das suas, entenderá o que as motiva.

Felicite, compartilhe e goste!

Pense em como é prazerosa a sensação de receber um “trabalho bem feito” por e-mail, seja do chefe ou de outros colegas. Agora imagine ter o mesmo reconhecimento compartilhado com sua rede de contatos ou com outros companheiros da empresa. Bom, né? Pois então, é ótimo ser reconhecido individualmente pelo esforço, mas ser elogiado publicamente ajuda a construir a marca profissional. Além de fazer bem para o ego, claro. Portanto, elogie a sua equipe, e motive-os dizendo “parabéns, é por aí”.

Por Catherine Fisher, diretora de comunicações e relações públicas do LinkedIn.

Fonte: http://mundodosnegocios.org/tres-dicas-para-melhorar-o-relacionamento-dentro-da-empresa/

Três dicas para melhorar o relacionamento dentro da empresa 4 de agosto de 2014

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Não são só os genes e a escola que formam sua inteligência. A forma como você leva a vida e as informações que chegam ao seu cérebro também contribuem para seu potencial mental. Pensando nisso, o site Business Insider preparou uma lista de 10 pequenas ações que podem ser tomadas no seu dia a dia e que farão diferença. Confira abaixo:

1. Aproveite melhor seu tempo online

Checar as redes sociais, acompanhar sites de entretenimento e ver vídeos engraçados no Youtube são formas legais de se passar o tempo na internet, é verdade. Mas nem todo o seu tempo livre precisa ser gasto assim. Troque o vídeo viral do dia por alguns minutos consumindo algo mais nutritivo para sua mente. Cursos e palestras online (nosso ADM Talks tem maravilhas!), por exemplo, são boas opções.

2. Escreva o que você aprende

Não precisa ser algo longo ou elaborado, mas reserve um tempo para refletir e escrever sobre o que você aprendeu durante o dia. Pesquisadores recomendam a prática para aumentar sua capacidade intelectual.

3. Faça uma lista de coisas feitas

Em vez de fazer uma lista de coisas que você precisa fazer, escreva o que você já fez. Confiança e felicidade estão diretamente relacionadas à inteligência, e lembrar todas as coisas que você já conseguiu lhe deixará satisfeito.

4. Pegue seu jogo de tabuleiro

Jogos de tabuleiro e quebra-cabeças são divertidos e também ajudam a exercitar o cérebro. Jogue Batalha Naval, xadrez, jogos de cartas e faça palavras-cruzadas sem dicas ou ajuda de outras pessoas.

5. Tenha amigos inteligentes

Seu QI é a média do QI das cinco pessoas mais próximas a você. Isso significa que você deve se cercar de pessoas inteligentes. Pode até ser meio difícil para sua autoestima, mas ser amigo de pessoas mais inteligentes que você é uma das formas mais rápidas de se aprender.

6. Leia bastante

Todos sabem, mas não custa repetir: leitura é essencial. Não há um consenso sobre qual o melhor tipo de leitura, pode ser o hábito de ler jornais todos os dias ou ler uma variedade de ficções e não-ficções, mas todos concordam que a quantidade é importante. Apenas leia.

7. Explique para os outros

˜Se você não consegue explicar algo de modo simples é porque não entendeu bem a coisa”, afirmou Einstein. E ele está certo. A melhor maneira de saber se você realmente aprendeu algo é tentando explicar. Tente sempre explicar aos outros coisas que você aprendeu. Adquirir novos conhecimentos é fácil, difícil é mantê-los. Ao explicar, sua mente realmente retem as informações.

8. Faça coisas novas inesperadas

Depois de largar a escola, Steve Jobs resolveu fazer um curso de caligrafia. Parecia irrelevante na época, mas as lições de design que teve acabaram lhe servindo para criar os primeiros Macs. A lição: você nunca sabe o que será útil no futuro. Tente coisas novas, sem saber realmente como lhe servirão. No futuro, coisas que antes eram aleatórias podem se ligar e se tornar experiências importantes.

9. Aprenda um novo idioma

Você não precisa virar fluente ou correr para outro país para aprender um novo idioma. Estude no conforto de sua casa, nos diversos cursos online que podem ser encontrados na internet, e ainda colha os diversos benefícios para sua mente.

10. Descanse um pouco

É muito importante tomar um tempo para deixar sua mente livre de qualquer estimulação. Dê espaço para que ela processe tudo que aprendeu. Sente em silêncio, exercite-se, passe algum tempo apenas pensando.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/10-acoes-que-te-deixarao-mais-inteligente/90681/

10 ações diárias que ajudarão a deixar você mais inteligente 1 de agosto de 2014

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Mudança que se consolidou em uma década já altera a disposição das mercadorias nas lojas.

Antes considerada atividade exclusiva da mulher, ir ao supermercado está se transformando em uma função dos homens também. Pesquisa da consultoria ToolboxTM conclui que o número médio de consumidores masculinos no varejo alimentar aumentou, chegando hoje a 31%, mais que o dobro verificado há quase três décadas. De acordo com o estudo, eles frequentam o supermercado e 62% são responsáveis pelas compras mensais do lar.

que vai às compras é, em sua maioria, casado e possui filhos (66%). Além disso, 32% dos 600 entrevistados se dividem entre profissionais que trabalham em horários alternativos ou em escritórios em casa.

O principal motivo para esse movimento é a transformação da sociedade. De acordo com o principal executivo do Grupo Toolbox, Rafael D’Andrea, “a mulher não é mais apenas a dona do lar, ela também tem profissão. Então, o homem precisa ajudar nas tarefas e já entendeu isso”, disse o responsável pelos dados.

Mesmo assim, as diversidades entre os gêneros também são levadas para o supermercado. “Mulheres vão às compras, homens fazem compras”, disse D’Andrea. Ele explica que o sexo masculino escolhe os produtos que estão mais próximos dele dentro do estabelecimento e leva em consideração, principalmente, o preço.

“As publicidades não impactam os homens da mesma forma que as mulheres. Enquanto a esposa se identifica com a família feliz na embalagem do produto, o marido quer resultado e preço baixo”, explicou.

A mudança de comportamento fez com que os supermercados se aperfeiçoassem a esse novo público. Segundo o especialista em varejo, Marco Quintarelli, “os estabelecimentos sabem do que esse consumidor gosta e modificam até as gôndolas de olho nesse cliente.”

Eles escolhem os produtos com os preços mais baixos

“Homem que não ajuda nas compras acaba solteiro”. É com essa frase que o vendedor Rogério José Liers, 46 anos, explica o motivo de estar no supermercado. Ele colabora com a esposa nas compras de mês e confirma o que a pesquisa diz: “Não percebo marcas, pego o que está perto de mim e o mais barato.”

A mulher também não faz listas para ele, que diz saber o que precisa levar por participar da rotina da casa. “Eu também cozinho e sei o que não tem no armário”, garante.

O aposentado Odair Ruiz, 72 anos, diz que ajudar a esposa é um dos segredos para o sucesso do casamento. “Eu também como, também sujo, então também vou ao supermercado”, explica ele.

Mas na casa de Ruiz há uma divisão. “Eu compro somente o necessário, não tenho muita paciência para escolher marcas. Produtos além da cesta básica, só a minha esposa sabe comprar”, diz. Já em relação ao preço, o morador do Bairro de Fátima não é diferente dos outros homens: “Sempre o mais barato!”.

Serviços especiais

Após avaliar o público do supermercado em pesquisa do Ibope, o SuperPrix está reformulando os produtos de olho no sexo masculino. Dados solicitados pelo estabelecimento revelam que 50% de seus consumidores são homens. Para manter esses compradores, o SuperPrix investiu em produtos especiais, como cervejas e vinhos importados, queijos premium, carnes com cortes específicos, entre outros.

A gerente de marketing da rede, Cynthia Vale, explica que o supermercado contratou assessoria para transformar esse consumidor comum em “shopper” — cliente que pensa, pondera e decide a compra.

“Faremos duas unidades adaptadas para o formato de família, com gôndolas estratégicas, com degustações de cervejas, com mensagens especiais, entre outras ações”, revelou.

Especialista em varejo, Marco Quintarelli explica que essas atitudes são necessárias para que os supermercados sobrevivam a esse novo movimento. “Homens gostam de comprar coisas para eles, para o churrasco, para o prato especial. Esse novo perfil masculino gosta de cozinhar, de se cuidar, então precisam de produtos direcionados”, adverte.

Outra característica que o mercado já identificou é a dificuldade do homem em diferenciar os produtos naturais. Responsável pelo levantamento da ToolboxTM, Rafael D’Andrea, alerta que esses detalhes fazem a diferença na hora da compra.

“Homem precisa de etiqueta nos produtos, pois a maioria não sabe identificar as hortaliças, por exemplo. Os supermercados já identificam isso nas embalagens e é fundamental para aumentar as vendas”, diz.

Fonte: http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2014-07-30/dobra-o-numero-de-clientes-homens-em-supermercados.html

Dobra o número de clientes homens em supermercados 30 de julho de 2014

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O sucesso pessoal e profissional está atrelado a sua capacidade de se comunicar. Imagine como seria conhecer as poderosas técnicas para potencializar sua comunicação e alcançar o sucesso. Leia esse artigo e desfrute do que existe de mais moderno e poderoso em estratégias para comunicação de Alta Performance.

Independente de sua área de atuação pessoal ou profissional, a comunicação representa um fator crítico para o sucesso. Por exemplo, é possível imaginar um líder que não consegue se comunicar? Para alcançar sucesso é necessário aprender a se comunicar com clareza, isto é, dominar as técnicas que envolvem a comunicação eficaz, para poder alcançar a mente e o coração dos ouvintes, mais que isso, instalar sua mensagem em níveis conscientes e inconscientes, acessar diferentes públicos é conseguir capturar a atenção do público.

O processo de comunicação: Emissor, Canal, Mensagem, Receptor e Feedback é ponto de partida da comunicação. É importante também escolher um código apropriado para comunicação. Mas lembre-se, isso representa apenas a ponta do iceberg, ou seja, o poder das pessoas influentes, das pessoas de sucesso está muito além do que é descrito no processo básico.

Descubra os 7 segredos para uma comunicação de Alta Performance:

1 – Autoconfiança: É um fator determinante para pessoas de alta performance e também para potencializar sua comunicação. Ausência de autoconfiança neutraliza a fala, aprisiona pensamentos e pode congelar a nossa capacidade de se comunicar. Sem comunicação não há sucesso. Sem autoconfiança não existe energia que acenda a lâmpada das ideias que ilumine e aqueça a fala dos comunicadores de alto desempenho.

2 – Pensamento e emoção: Entenda que a comunicação é um processo, com começo, meio e fim e todo processo para ser potencializado, precisa ser planejado, pensado e repensado. A grande maioria das pessoas de sucesso pensa antes de falar, considera as consequências de suas palavras que preferencialmente devem ser elaboradas, estruturadas e lapidadas para alcançar a mente e o coração do público. É relevante ter cuidado para que a emoção não transponha a razão, recomenda-se o uso da lógica, mas também que o comunicador explore a emoção do ouvinte.

3 – Objetivo: Todo processo de comunicação deve possuir uma meta, um foco. No Coaching utiliza-se o termo “estado desejado”, ou seja, o que você deseja que o seu ouvinte entenda ou faça.

4 – Conecte-se com o ouvinte: Obtenha atenção, desperte a curiosidade. Deixar o ouvinte curioso é fundamental para ser eficaz na comunicação. No recente livro “FOCO” o Dr.Goleman (2013), destaca que aproximadamente 40% das pessoas não mantêm foco em suas atividades. Logo a melhor comunicação começa com atenção efetiva do ouvinte. Grandes oradores desenvolvem habilidade de gerar rapport com o público, ou seja, se conectam com as pessoas, tal estratégia também pode ser realizada nas conversas individualizadas, ao espelhar o tom de voz, a velocidade, o vocabulário e até a respiração, essa estratégia da Programação Neurolinguistica pode conectar você com seu ouvinte o que potencializará a comunicação.

5 – Fale corretamente e use as técnicas de comunicação e persuasão: Ser um grande comunicador é para poucos, logo faz se necessário escrever e falar corretamente, conhecer as sutilezas da comunicação subconsciente também pode contribuir. A Programação Neurolinguística pode ser vista como a ciência e que estuda a linguagem, sua estrutura e a conexão com o cérebro. Pode ser valioso também utilizar técnicas para moldar o seu discurso, acessando de maneira imediata e/ou profunda o ouvinte, conectando-o a você imediatamente.

6 – Conte histórias e crie metáforas: Uma estratégia poderosa para se comunicar e atingir níveis inconscientes do seu interlocutor é através de histórias, nosso cérebro é neurologicamente estruturado para prestar atenção em historias, desde a infância, até mesmo na pré-história as histórias eram registradas através de gravuras nas paredes das cavernas. Outro grande exemplo vivo é a bíblia que transmite profundos ensinamentos por meio de parábolas.

7 – Ousadia: Vença seus medos, encare seus fantasmas, coloque-se diante das pessoas e fale o que pensa, sente e acredita e guie seu discurso pautado pela ética, integridade e verdade, mantenha sempre a congruência entre seu discurso e a sua prática.

Para finalizar a Dica de ouro: “O Sucesso é constituído por 1/3 de conhecimento, 1/3 de ousadia e 1/3 de persistência”. Então, o que você aprendeu com essa leitura? Quando e como vai ousar utilizar seu conhecimento? O que fará para persistir na aplicação dos mesmos?

Por Douglas de Matteu, diretor presidente do Instituto Evolutivo – Coaching & Marketing; presidente da Associação Brasileira dos Profissionais de Marketing – ABPMarketing. 

Fonte: http://adnews.com.br/artigos/os-7-segredos-para-comunicacao-de-alta-performance

 

Os 7 segredos para comunicação de alta performance 29 de julho de 2014

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Apenas um terço dos consumidores analisa regularmente a sustentabilidade em suas decisões de compras, de acordo com um estudo global da Accenture e Havas Media, que também revela as razões para a desconexão entre as expectativas de empresários e consumidores de produtos e serviços sustentáveis.

O relatório, “From Marketing to Mattering” (“Do Marketing ao que importa”, em tradução livre) , é baseado em um levantamento de 30 mil consumidores em 20 países. O estudo foi comissionado em resposta e em conjunto para o UN Global Compact-Accenture CEO Study on Sustainability, publicado em 2013, no qual dois terços dos CEOs admitiram que as empresas não estavam fazendo o suficiente para enfrentar os desafios da sustentabilidade, semelhante aos 73% dos consumidores que na última pesquisa afirmaram que as empresas estão falhando em cuidar do planeta e da sociedade.

Os dois estudos revelam que, embora os CEOs vejam o engajamento com os consumidores como o fator mais importante para motivá-los a acelerar seus progressos em termos de sustentabilidade, eles estão muitas vezes fora de compasso com o que motiva os consumidores a comprar produtos e serviços sustentáveis. 81% dos CEOs acreditam que a reputação de suas empresas sobre sustentabilidade é importante para os consumidores; contudo, a nova pesquisa mostra que menos de um quarto (23%) dos consumidores relatam procurar regularmente informação sobre o desempenho em sustentabilidade das marcas consumidas.

Como resultado da desconexão sobre a importância da reputação de sustentabilidade de uma empresa, apenas 32% dos consumidores afirmam que ‘muitas vezes’ ou ‘sempre’ consideram o fator sustentabilidade em suas decisões de compra. No entanto, o estudo revela oportunidades para empresas preencherem esse espaço e engajarem os consumidores abordando sustentabilidade como uma oportunidade de trazer impactos tangíveis à qualidade de vida dos consumidores. E revela diferenças dramáticas no sentimento e comportamento de compra entre os consumidores em mercados desenvolvidos e em desenvolvimento.

Acima de tudo, existe uma forte correlação positiva entre os níveis de otimismo sobre o futuro, expectativas positivas de que as empresas devem melhorar diretamente a vida do consumidor e expectativas de que os negócios vão melhorar o planeta e a sociedade. Importantes, esses fatores também se correlacionam com a probabilidade de que os consumidores continuarão a comprar ativamente produtos e serviços produzidos de forma responsável e sustentável.

85% dos indianos entrevistados e 66% de chineses consideram que a sua qualidade de vida irá melhorar nos próximos cinco anos. 73% dos indianos e 79% dos chineses afirmam comprar ativamente de marcas responsáveis. Em comparação, 37% dos europeus ocidentais e 51% dos norte-americanos consideram que a sua vida vai melhorar ao longo do mesmo período. E apenas 49% e 44%, respectivamente, disseram que compram ativamente de marcas responsáveis.

Entre os consumidores brasileiros que participaram da pesquisa, 73% disseram que irão considerar os fatores relacionados à sustentabilidade em suas compras nos próximos 12 meses, enquanto 46% já avaliam o desempenho sustentável das empresas e 34% procuram ativamente por informações relacionadas.

“Os consumidores das economias emergentes percebem uma ligação direta entre os produtos comprados e a qualidade de suas vidas”, disse Sharon Johnson, CEO da Havas RE:PURPOSE. “Eles também sofrem as consequências negativas da produção irresponsável e de corrupção, de forma mais imediata. Nas economias maduras, onde estes links são mais fracos, as marcas não podem mais ganhar os consumidores através da promoção de suas credenciais sustentáveis. As pessoas têm muito mais conhecimento sobre os produtos e sobre as empresas. Para serem significativas hoje em dia, as marcas devem criar produtos e serviços que palpavelmente fazem a diferença para a vida das pessoas enquanto preenchem os critérios sustentáveis. Para todos os consumidores, o significado é o que importa. Ser uma corporação ou marca com sentido e critério não é mais baseado em como você distribui o seu dinheiro; mas sim sobre como os negócios são realizados.”

O relatório também destaca dois segmentos de consumidores globais nos quais o sentimento é diferente. “Os jovens otimistas” entre 18 e 34 anos que são os mais engajados na sustentabilidade. Dois terços ativamente compram marcas sustentáveis e quase um quarto sempre considera o social e a ética ambiental de marcas quando tomam decisões de compras. 67% recomendam marcas que agem de forma responsável. Similarmente, 64% das mães, que representaram um quarto do total da amostra, compram ativamente marcas sustentáveis e o mesmo percentual recomenda aqueles que comportam de forma responsável.

O estudo sugere três áreas de ação que irão ajudar o engajamento das empresas de forma mais eficaz com os consumidores:

- As empresas devem promover um compromisso com a honestidade e a transparência em todas as operações da organização, a fim de realizar e perceber seu pleno valor. Confiança é fundamental: a corrupção é vista como o principal desafio para os países, à frente da criação de postos de trabalho e o crescimento econômico, e o extermínio da corrupção é visto como um dos cinco maiores desafios para as empresas. As empresas devem ser capazes de se apresentar perante os consumidores, que estão equipados com amplo acesso a informação e ferramentas de mídia social que os auxiliam a expor comportamentos corporativos tendenciosos e desleais.

- As empresas devem atender às expectativas de práticas de negócios responsáveis, proporcionando melhorias concretas para a vida do consumidor. Isso é especialmente verdade em mercados maduros, onde cada vez mais os consumidores consideram credenciais sustentáveis por parte das empresas como um dado adquirido.

- As empresas devem mudar sua comunicação com os consumidores do foco nas credenciais sustentáveis e desempenho empresarial para uma demonstração mais clara de seus propósitos e relevância para a sociedade e o meio-ambiente. Isto é especialmente relevante em mercados emergentes em que as empresas são vistas com um papel importante na melhoria da saúde, da educação e de outros fatores de qualidade de vida fundamentais.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/um-terco-dos-consumidores-considera-a-sustentabilidade-em-suas-decisoes-de-compras-diz-estudo/90602/

Um terço dos consumidores considera a sustentabilidad em suas decisões de compras 28 de julho de 2014

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São Paulo - O empresário Flávio Rocha, presidente da Riachuelo, costuma afirmar que esta é a “década do varejo”. De fato, os varejistas têm os números a seu lado. No Brasil, um em cada quatro empregos criados por empresas privadas está nesse setor. Só neste ano, mais de 350.000 vagas serão abertas no varejo.

“Nos anos 80 e 90, os principais empregadores estavam na indústria. Naquela época, uma montadora empregava mais do que as 60 maiores empresas de varejo. Hoje, a maior varejista emprega mais do que todas as montadoras juntas”, diz Flávio. O empresário se refere ao Grupo Pão de Açúcar, controlador da Via Varejo — empresa que surgiu da fusão entre Casas Bahia e Pontofrio —, que contabiliza 160.000 funcionários.

O principal fator por trás da virada do comércio sobre a indústria foi a entrada de 35 milhões de brasileiros na classe média nos últimos dez anos — e o aumento de seu poder de consumo. Para atrair talentos para o varejo, as empresas têm acenado com oportunidades de crescimento. Mas exigem vocação e habilidades bem específicas.

“Não basta estudar nas melhores faculdades e ter MBA. Os recrutadores dão preferência a profissionais que gostam de gente e entendem a cabeça dos novos consumidores”, diz Renato Meirelles, do instituto Data Popular. Você conhecerá as três áreas mais dinâmicas do varejo e o perfil profissional que as empresas buscam.

Com que roupa eu vou?

Quando a rede americana Forever 21 abriu sua primeira unidade em São Paulo, em março, os lojistas providenciaram lanches e bebidas para quem tivesse de esperar do lado de fora por muito tempo. A precaução não foi em vão: alguns consumidores enfrentaram até 3 horas de fila para experimentar as blusas da marca, especialista em traduzir a moda das passarelas para o consumidor a um baixo custo.

O interesse por esse tipo de produto é explicado pelo maior acesso à informação sobre moda. “Dez, 20 anos atrás, quem tinha informação de moda era quem comprava revistas, viajava para fora do país, acompanhava os desfiles. Hoje, com a internet, qualquer um pode assistir ao desfile da Chanel em Paris em tempo real”, diz Elio França, diretor de operações da C&A.

“Os nossos clientes estão cada vez mais exigentes. Para não perdê-los, precisamos fazer mudanças constantes”, afirma Flávio, da Riachuelo. Para atender a essa expectativa, as apostas são variadas. Só a Riachuelo lança 100 produtos novos todos os dias. São mais de 35.000 itens por ano, com tempo de reposição curtíssimo. Entre a aprovação do desenho de uma peça, a fabricação e a chegada à loja passam-se apenas dez dias.

A rede também inaugurou duas lojas-conceito em São Paulo (a segunda em maio) e lançou coleções com Oskar Metsavaht, Cris Barros e Pedro Lourenço. Já a C&A criou as Collections, parcerias entre a varejista e estilistas famosos. Foram mais de 30 coleções com profissionais como Stella McCartney, Francisco Costa e Adriana Barra.

A gaúcha Renner, por sua vez, vai reestruturar sua marca e abriu, no ano passado, uma nova rede, voltada para os jovens: a Youcom, que já tem 20 lojas próprias e ganhará outras 20 até o fim do ano. “Queremos chegar a 2021 com 300 lojas da Youcom e 408 da Renner”, diz Clarice Costa, do RH da Renner.

O crescimento dessas redes, a abertura de quatro novas lojas da Forever 21 e a possível vinda da sueca H&M refletem o fato de o Brasil ser hoje o oitavo maior mercado de moda do mundo, com um crescimento de 287% nos últimos dez anos. Só no ano passado, o segmento movimentou 188 bilhões de reais. Tanta atividade puxa contratações em áreas como moda, logística e expansão.

Uma das que ingressaram nesse mercado é a paulistana Camila de Paula Souza, de 36 anos. Formada em moda pela Anhembi Morumbi, ela trabalha na área de desenvolvimento de produto da C&A e viaja várias vezes ao ano dentro e fora do país em busca de novidades. “Para quem está começando na moda, o varejo é uma área com muitas oportunidades”, diz Camila.

Apesar do bom momento, os empresários reclamam da burocracia, que limita o crescimento do segmento. “O cenário está mais favorável, mas falta uma melhora no ambiente de negócios. As empresas estrangeiras demoraram para chegar por causa do labirinto jurídico e tributário que existe aqui”, afirma Flávio.

Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/193/noticias/onde-o-varejo-cresce

Onde o varejo cresce 24 de julho de 2014

GUIA/ESCALADAS RIO DE JANEIRO

No mundo dos negócios, o crescimento – e isso é um consenso – não nasceu para todos. Mas o problema é que, no Brasil, ele parece não estar acessível para quase ninguém. Exemplo insofismável vem de um relatório produzido pela Endeavor, uma instituição global de fomento ao empreendedorismo, em parceria com IBGE. O estudo aponta o fraco desempenho dos negócios locais no que diz respeito à sua capacidade de expansão e traça um quadro preocupante quanto às ambições do empresariado.

Segundo o levantamento, apenas 1,5% de todas as empresas brasileiras consegue sustentar uma expansão acima dos 20% ao ano, por pelo menos 36 meses consecutivos. Denominadas como Empresas de Alto Crescimento (EACs), esse contingente, registra-se, está pulverizado ao longo de todos os setores da economia, sem priorizar uma atividade específica.

O estudo emprega a última base de dados disponível do IBGE, entre os anos de 2008 a 2011. Ao todo, o Brasil registra 34.106 EACs no período. Dez por cento delas são de companhias de grande porte, com mais de 250 funcionários. O grosso, portanto, é formado por pequenas e médias empresas, com pelo menos dez colaboradores registrados. “É um número muito pequeno, isso não é quase nada para um País que tem a sexta economia mais importante do mundo”, opina Juliano Seabra, diretor-geral da Endeavor.

O impacto direto de uma EAC na economia, destaca Seabra, é na geração de empregos. Segundo o relatório, essas pouco mais de 34 mil empresas foram responsáveis por 48,5% do total de empregos registrados entre 2008 e 2011, o que equivale a quase 2,8 milhões de novos postos formais de trabalho.

O executivo da Endeavor faz uma comparação com um levantamento realizado nos Estados Unidos, em igual período. “Eles estavam no auge da crise econômica, um momento de retração e, mesmo assim, tinham 100 mil empresas de crescimento acelerado. Penso que, no nosso caso, a gente não poderia se contentar com nenhum número inferior a esse”, pontua.

“O maior problema é que a discussão de como inverter esse fraco desempenho, essa discussão passa ainda à margem das nossas preocupações. Ninguém parece ainda se atentar para esse dado, que é fundamental para o desempenho econômico do Brasil”, destaca Juliano Seabra.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,apenas-1-5-das-empresas-consegue-sustentar-uma-expansao-acima-dos-20-ao-ano,4568,0.htm

Apenas 1,5% das empresas consegue crescer acima dos 20% ao ano 23 de julho de 2014

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Recentemente, participei de um encontro internacional, no qual estavam reunidas agências de todo o mundo. Foi uma oportunidade para conhecer, escutar e interagir com as últimas tendências do setor. Porém, o resultado final esta em uma questão simples na parte tecnológica, mas complexa em conteúdo: engajamento.

Todas as grandes marcas e empresas que se tornaram ícones de mercado têm uma coisa em comum, não importa o setor ou o país de sua atuação: engajamento, eficiência e, consequentemente, admiração. A união destas três qualidades gera ainda mais entusiasmo, tornando-se um ciclo virtuoso.

O engajamento não é meramente racional, é principalmente emocional e acima de tudo contagioso. Precisa partir de dentro pra fora, do núcleo, do idealizador da marca, do dono da empresa, e através de seu entusiasmo, dedicação, estrutura sólida, amor e competência, vai contagiando todos a sua volta. Começando pelos funcionários, fornecedores, clientes e consumidores até atingir a opinião em massa.

Para atingir o engajamento, cada membro participante do processo precisa se sentir importante. Em todos os jobs, cada colaborador tem um papel decisivo, desde o atendimento, a produção até o manobrista que entrega o carro no final do evento. Se este último colaborador se sentir desprestigiado e não acreditar que seu papel é fundamental para o sucesso do evento, ele pode destruir a imagem da empresa que o contratou. Quando funcionários e colaboradores entendem que são peças chaves de um processo que irá resultar em mais do que lucro financeiro, esta sensação trará orgulho de ter participado, de ter feito parte de um projeto de sucesso. Eles se sentirão valorizados por terem vestido a camisa e irão além das suas obrigações básicas para que tudo saia bem. Neste momento, é possível sentir orgulho por ter uma equipe engajada.

Atualmente, os clientes têm milhões de opções de fornecedores, mas é o brilho nos olhos, a brigada armada e a capacidade de uma equipe dedicada, estando pronta para qualquer situação, que faz toda a diferença.

Ter orgulho da empresa e dos funcionários, e não economizar elogios quando notar que eles foram além, é fundamental. Ser parceiro de verdade dos fornecedores, que são os grandes aliados na hora do aperto; valorizar não só os clientes, mas lembrar-se que os clientes dos clientes são os melhores amigos, também é importante. E quando a empresa fizer com que eles estejam mais que satisfeitos, eles irão identificar na marca: “esta empresa veste a camisa e eu sei que posso contar com ela”.

Engajamento não pede grandes investimentos financeiros. Não se finge, nem se compra com brindes. Engajamento se conquista com competência antes de qualquer coisa. Ninguém fica engajado se não acreditar no produto ou na empresa. Conquista-se com amor e principalmente com entusiasmo. Mantém-se com reforço positivo e críticas construtivas.

Na era do descartável, os produtos são substituídos por modelos mais novos a cada segundo. As pessoas, seja no âmbito pessoal ou profissional, também se sentem dispensáveis e pouco valorizadas por seus chefes e facilmente substituíveis. Estes sentimentos são a antítese do engajamento. Por que alguém daria seu sangue, o melhor de si, se não se sente valorizado e prestigiado?

E quando uma empresa alcança uma cadeia de engajamento, sua imagem passa a ser admirada, amada e desejada. Exemplos de marcas extremamente bem sucedidas são Apple, Google e Southwest. Nestas companhias todos os envolvidos dizem de boca cheia: sou funcionário, sou cliente, sou fornecedor. Porque uma empresa engajada é sinônimo de competência, de bem sucedida e de equipes valorizadas. E viva o ciclo vicioso do bem.

É importante valorizar pessoas engajadas, contagiantes, que não deixam a peteca cair, que se jogam e vibram com as conquistas. Porque uma empresa engajada é feita de uma equipe inteira empenhada em fazer tudo acontecer com amor e garra.

Por Fernando Guntovitch

Fonte: http://adnews.com.br/artigos/como-conquistar-o-engajamento

Como conquistar o engajamento 22 de julho de 2014

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O titulo deste post é muitas vezes (em algumas, sempre) descumprido pelas marcas de todos os segmentos – muitas empresas desconhecem, ou mesmo conhecendo, por pensarem em curto prazo, não buscam se posicionar na mente (e coração) de seus consumidores.

Apenas para lembrar, posicionamento não é o que eu digo que sou, mas sim o que o outro (mercado) percebe, logo, em marketing, percepção é mais importante que a realidade, todavia, a realidade precisa andar de mãos dadas com a percepção.

Para ser mais claro, a regra é básica: um bom posicionamento é construído por promessas, cumprimento de promessas e percepção – ou seja, se a marca prometeu ela tem que cumprir.

No marketing 3.0 Philip Kotler, Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan nos apresentam uma nova forma para conquistar o público-foco, é preciso alcançar a mente, coração e espirito; é fundamental entender os consumidores em sua totalidade humana e suprir suas expectativas.

O que acontece muitas vezes é que as expectativas dos clientes são formadas com base em promessas, e ai, os autores nos colocam os 3 I’s como solução: identidade, integridade e imagem. Às empresas caberá identificar as necessidades e desejos dos consumidores para serem capazes de orientar suas mentes, corações e espíritos traduzidos em promessas e ações.

Essencialmente os 3 I’s seria destrinchados da seguinte maneira:

  • Identidade – aquilo que sou e prometo entregar;
  • Integridade – o cumprimento do que foi prometido, a marca agindo de forma honesta com o consumidor;
  • Imagem – promessas e ações se comungam e, portanto formam uma boa imagem diante do atendimento das expectativas criadas.

Em resumo, tenha palavra e faça o impossível para cumpri-la, mesmo que isso represente prejuízo no curto prazo, com absoluta certeza, sua imagem vale muito mais.

Ser ético e responsável são atitudes fundamentais para um bom posicionamento de mercado.

Por Fernando Coelho, Pós-graduando MBA em Marketing, Especialista em Administração Estratégica pela Universidade Estácio de Sá Rio do Janeiro. Publicado originalmente no Administradores

Fonte: http://adnews.com.br/artigos/regra-basica-para-posicionar-sua-marca-cumpra-o-que-foi-prometido

Regra básica para posicionar sua marca: cumpra o que foi prometido 21 de julho de 2014

Marketing-de-Relacionamento

Não importa em qual mercado sua empresa atua, tenho certeza de que a competitividade é alta, pois a concorrência é direta com concorrentes que vendem os mesmos produtos que o seu (refrigerante, por exemplo), e indireta com concorrentes que vendem produtos similares (como suco) ou até mesmo produtos iguais, mas em diferentes canais de venda (como banca de jornal).

Diante deste cenário a busca pelo diferencial torna-se uma questão de sobrevivência, pois sem diferencial sua empresa será mais uma. E engana-se o empresário que acredita que o preço é um “diferencial competitivo”, pois este é muito fraco e é preciso tomar cuidado para não precisar “pagar para vender”. O preço não é o mais importante. Outros benefícios como qualidade e conveniência tem mais peso.

Consumidor 2.0

O consumidor mudou. Ele está cada vez mais informado e atualizado. Possui uma renda maior o que o torna mais exigente e menos leal. Diante desta nova realidade é preciso considerar dois fatores importantes no momento da venda: 1. O cliente compra por necessidade ou desejo; 2. O cliente busca conveniência. Procure sempre resolver o problema do cliente.

Isso significa que conhecer o seu cliente é muito importante para saber qual a sua motivação ao realizar uma compra. Para tanto é recomendado desenvolver um programa para a gestão do relacionamento com o cliente (CRM). Ter um cadastro de clientes com informações importantes como nome, profissão, aniversário, dados de contato, frequência que compra e quais produtos compra, como costuma pagar, quando foi a última compra (fazer o acompanhamento do relacionamento com o cliente para saber quando ele deixa de comprar é essencial), entre outros. Com essas informações será possível criar ofertas direcionadas.

Também é importante realizar uma pesquisa semestral ou anual para saber como o cliente enxerga o seu serviço. Com a pesquisa será possível identificar como o cliente avalia o atendimento, os funcionários, os produtos ou serviços, o ambiente, etc. Deixe um espaço para ele fazer comentários livres como sugestões ou reclamações. De posse dessas informações será possível direcionar melhor as ações de marketing e comunicação da sua empresa.

Tanto as informações obtidas com o CRM como as obtidas com as pesquisas permitem oferecer a oferta certa, para a pessoa certa, no tempo certo.

Atrair, conquistar e manter clientes

Parece óbvio, mas o grande desafio das empresas atualmente, especialmente para as pequenas, é atrair, conquistar e manter seus clientes. Cada uma dessas etapas exige ações diferentes e contínuas por parte da empresa e é por não saber como trabalhar em cada uma delas que a grande maioria para na primeira e somente atrai os clientes, para afastá-los em seguida.

Para atrair os clientes a empresa precisa investir em comunicação e promoção. As pessoas só saberão que sua empresa existe se este fato for amplamente comunicado (publicidade), mas além de saber que sua empresa existe elas precisam de um motivo para comprar de uma empresa desconhecida e a promoção cumpre bem esse papel. A divulgação precisa ter frequência e alternância entre as mídias. O ideal é separar de 5% a 8% do faturamento.

Para conquistar essas pessoas e transformá-las em clientes é preciso muito mais esforço: bom atendimento, vendedores treinados e motivados, boa oferta de produtos e/ou serviços, serviços agregados (entrega, estacionamento, assistência técnica), exposição adequada dos produtos (no máximo 40% dos móveis ocupando a loja), diferentes formas de pagamento, entre muitos outros. A sua loja é o primeiro contato que o cliente tem com sua empresa. Cuide bem deste momento.

Muitas empresas perdem seus clientes nesta fase devido à indiferença com que tratam a necessidade do consumidor e ao mau atendimento de seus funcionários. Pense nisso: “Demore para contratar e seja rápido para demitir” e, principalmente, “nunca contrate ninguém que você não pode demitir” (cuidado com familiares na empresa).

Para manter esses clientes é preciso criar vínculos emocionais com eles, surpreendê-los. A alta satisfação ou o encanto permite essa afinidade emocional com a marca que gera a alta lealdade do consumidor. Sempre pense em novidades que agreguem algum valor/benefício ao negócio. Não existe mais consumidor fiel e sim consumidores mais ou menos satisfeitos.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/marketing-de-relacionamento/78954/

Marketing de Relacionamento 18 de julho de 2014

News Log

Endereço Certo e a sua expertise – Logística 17 de julho de 2014

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Oito das dez atividades que integram a Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada nesta quarta-feira, 16/7, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registraram aumento no volume de vendas em maio em relação a abril. No varejo restrito, houve expansão em todas as atividades o que explica a alta de 0,5% nas vendas em maio ante abril.

Os resultados positivos foram em Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (2,4%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,4%); Livros, jornais, revistas e papelaria (1,9%); Móveis e eletrodomésticos (1,8%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,2%); Tecidos, vestuário e calçados (0,5%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,1%); e Combustíveis e lubrificantes (0,1%).

As duas retrações foram verificadas em Material de construção (-0,3%) e Veículos e motos, partes e peças (- 1,9%), o que justifica o recuo de 0,3% no volume vendido pelo varejo ampliado.

Revisão

O IBGE revisou o volume vendido no varejo em março ante fevereiro, que saiu de queda de 0,5% para recuo menor, de 0,4%. Por sua vez, a taxa de fevereiro ante janeiro passou de estabilidade (0,0%) para um resultado negativo de 0,1%.

No varejo ampliado, que inclui as atividades de veículos e material de construção, as vendas em abril ante março passaram de alta de 0,6% para 0,5%. Ainda nesse quesito, o resultado de fevereiro ante janeiro foi revisto de -2,2% para -1,9%, enquanto o de janeiro ante dezembro de 2013 passou de 2,5% para 2,3%, e o de dezembro ante novembro saiu de -1,4% para -1,7%.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/07/vendas-crescem-em-8-de-10-setores-em-maio-diz-ibge.html

Vendas crescem em 8 de 10 setores em maio, diz IBGE 16 de julho de 2014

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Quais as abordagens que afugentam os clientes?
Respondido por Carlos Cruz, especialista em vendas

Saber se aproximar do cliente é algo imprescindível para qualquer profissional de vendas, seja ele do varejo ou do mundo corporativo. Para isso, algumas técnicas são necessárias e a ausência delas pode fazer com que o comprador considere trocar de loja ou empresa em busca de um atendimento satisfatório. Abaixo, listo algumas abordagens que afastam os clientes:

1. Ser muito agressivo

Antes de fazer qualquer manifestação, o vendedor deve buscar entender o estilo do cliente. Se ele entra em sua loja com passos apressados, provavelmente vai querer falar rapidamente sobre o que deseja, mas, se é um cliente que entra de forma mais lenta, olhando tudo, é importante que o vendedor vá preparado para fazer uma abordagem mais calma. O cliente é que determina qual o nível de “agressividade” do atendimento, iniciado na abordagem.

2. Falar demais

O vendedor não pode oferecer produto atrás de produto sem entender a real necessidade do cliente. Quando não para de falar e fazer sugestões, ele não consegue ouvir o que o comprador tem a dizer e deixa de saber o que o levou a entrar na loja. O segredo é saber ouvir, dialogar e, só então, indicar soluções que se conectem a essas necessidades.

3. Interferir no processo de avaliação

Ninguém gosta de vendedor pegajoso. Portanto, o cliente deve ter espaço para procurar o que precisa, sem que ninguém fique o tempo todo por perto, “marcando território” e sendo prestativo em demasia. Lembrem-se: simpatia e atenção em excesso podem soar como falsidade.

4. Fazer perguntas erradas na hora errada

Tanto em vendas corporativas quanto no varejo, precipitar-se pode fazer com que a negociação não seja concluída. É bom lembrar que o cliente, primeiro, tem uma necessidade ativada, depois se imagina resolvendo essa necessidade com produtos ou serviços, compara as possibilidades e, só então, vai falar sobre preços ou condições de aquisição.

Fazer perguntas, por exemplo, sobre forma de pagamento quando o comprador ainda fala de sua necessidade, fatalmente, compromete o atendimento.

5. Menosprezar o cliente

Nunca, em hipótese alguma, o vendedor pode “ler o livro pela capa” e subestimar o poder aquisitivo do comprador por causa da aparência. O atendimento deve oferecer as melhores condições de compra, porém o cliente pode se sentir menosprezado quando, por exemplo, recebe as possibilidades de parcelamento e está disposto a pagar à vista. Entender o contexto da compra e o perfil do comprador é imprescindível.

Carlos Cruz é vendedor profissional, treinador de vendas e diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas)

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/5-abordagens-que-afastam-os-clientes-da-sua-empresa

 

5 abordagens que afastam os clientes da sua empresa 15 de julho de 2014

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Fazer um dia funcionar bem costuma ser um grande desafio para muita gente. Mas essa pode ser uma tarefa mais simples do que parece. Se você quer garantir uma rotina incrível, aqui vão algumas dicas:

1) Um bom café da manhã pode ser rápido e fácil

Essa é uma ótima sugestão do Lifekacker (em inglês) que pode ajudar sua rotina matinal a fluir. Se você luta para tomar café da manhã todos os dias porque é muito esforço e por levar muito tempo, essa é para você: preparar seu desjejum na noite anterior ao aprontar os objetos que você vai precisar ou simplesmente cortar frutas em pedaços pode economizar tempo pela manhã. Talvez você queira optar por uma refeição mais simples, como cereal, para poupar tempo e também esforço. Se preferir algo que precise de mais tempo, como uma vitamina, você pode preparar para a semana toda em 5 minutos – perfeito para a noite do domingo antes de sua semana começar. É só fazer e congelar.

2) Encontre seu melhor momento para fazer cada coisa

Nossos corpos têm “relógios embutidos” que determinam os melhores momentos para comer, dormir, exercitar-se e trabalhar. Talvez você não tenha a flexibilidade de fazer tudo no tempo certo para si, mas tente ouvir seu relógio interno o máximo possível. Se você é daquelas pessoas cujos trabalhos criativos são melhor produzidos à noite, durante o dia, tente retirar afazeres criativos e agende mais tarefas administrativas e analíticas para a manhã. Se você achar que exercitar-se é melhor na metade do dia, pode tentar fazer isso durante seu intervalo para o almoço ou fazer uma pausa no trabalho à tarde e retornar no comecinho da noite.

3) Um alarme para acordá-lo pode não ser o suficiente – tenha um para mandá-lo dormir

A maioria de nós possui despertadores para acordar pela manhã, mas todos nós ficamos facilmente acordados até mais tarde. Ter um alarme que nos lembre da hora certa de dormir pode ser uma grande ajuda na adoção de uma rotina regular de sono. Nos experimentos de Eric Barker com o sono, ele descobriu que colocar um alarme para dizer quando ir para a cama é ainda mais eficiente do que um despertador. Para prepará-lo para acordar novo e descansado no dia seguinte, tente simular padrões de sono mais naturais possíveis. Um despertador que simula o raiar do sol ou o gorjear dos pássaros pode gentilmente fazê-lo acordar cedo pela manhã. Deixar seu quarto totalmente escuro e manter a temperatura baixa e consistente também pode ajudá-lo a dormir com mais tranquilidade.

4) Desligue-se para dormir melhor à noite – o método de “zero notificações”

Uma rotina desacelerada à noite é algo a que prestamos atenção particularmente. Muitos de nós descobrimos que isso faz uma grande diferença ao quanto – e quão bem – dormimos. Nosso CEO, Joel, havia escrito sobre sua rotina antes, e realmente gosto de como ele explica seus desacelerados hábitos noturnos:

- Desengatar: uma atividade que permita a separação total da jornada de trabalho. Para mim, isso é representado por uma caminhada de 20 minutos, diariamente, às 21h30. Este é um período de desaceleração e me permite avaliar os feitos do dia, pensar sobre os desafios maiores, gradativamente parar de pensar sobre o trabalho e alcançar um estado de cansaço.

- Evitar reengrenar: depois da atividade, vá direto para a cama. Certifique-se de que todos os dispositivos eletrônicos estejam em um ambiente diferente do que você dorme. Uma vez na cama, não leia livros relacionados ao seu trabalho em qualquer aspecto. Para mim, isso significa ler ficção.

Você talvez queira tentar fazer uma caminhada, como Joel, ou um momento de leitura silenciosa. Outras excelentes atividades de desaceleração incluem meditação, tomar chá, sentar calmamente, alongamento e tomar banho de banheira. E como qualquer tipo de luz, incluindo telas retroiluminadas como as de computadores ou telefones, afetam o seu padrão de sono negativamente, tente evitá-las por um tempo antes de dormir.

5) Desenvolva uma rotina matinal que você também mantenha nos finais de semana

Construir uma rotina habitual pode ajudar você a começar seu dia da melhor forma. Esse é outro aspecto apreciado por Joel, e ele tem uma ótima sugestão de como criar uma consistente rotina matinal:

“Certamente acredito que é importante permitir uma imperfeição e alguma folga no fim de semana, porém, pessoalmente, cometi o erro de ter uma hora para acordar nos finais de semana que divergia bastante da minha hora de acordar nos dias úteis. Apenas uma vez que comecei a refletir sobre os finais de semana, consegui acordar cedo pela manhã por muitos dias em sequência”.

Adoro esse ponto, especialmente porque sou propensa a dormir muito e ficar acordada até tarde sábado e domingo, o que pode fazer minha rotina matinal bem mais difícil de cumprir na manhã da segunda-feira.

6) Acompanhe seus hábitos para se entender melhor

Leva tempo e esforço para rastrear tudo que você faz em um dia. Recentemente comecei a mapear minhas atividades do meio da semana e notei que lembrar de cada atividade é a parte mais difícil. Dito isso, se você puder se esforçar alguns dias, talvez tenha as ideias necessárias para melhorar sua rotina diária. Entender como você vive no presente momento pode ajudá-lo a trabalhar em direção de como você quer viver.

Com os hábitos, em especial, é bom seguir o conselho de Richard Branson e começar algo antes de você se sentir pronto. É uma das coisas mais poderosas que o ajudaram a ter sucesso.

Quais outras dicas você tem para aprimorar sua rotina diária? Como é sua rotina agora? Deixe-nos saber nos comentários.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/6-dicas-fundamentais-para-planejar-sua-rotina/74766/

6 dicas fundamentais para planejar sua rotina 14 de julho de 2014

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O varejo é hoje um mercado cheio de inovações. As tecnologias que vêm surgindo, como pagamento sem contato, mobile commerce e “internet das coisas”,  prometem transformar a maneira como fazemos negócios. É um dos setores mais vibrantes para se trabalhar neste momento, muito embora esse foco em inovação não seja assim tão recente. A inovação e o varejo sempre caminharam de mãos dadas.

Tomemos o código de barras como exemplo. Há apenas sessenta anos, uma série de linhas em preto e branco prometia revolucionar a maneira como os varejistas daquela época gerenciavam seus estoques e atendiam aos clientes quando foi patenteado em 1952. No entanto, nem todos concordavam com isso. Varejistas mais céticos hesitaram em adotá-lo, pois pensavam que seria muito menos preciso do que se os funcionários da loja continuassem a colocar os preços manualmente nos produtos.

Assim, mais de 20 anos se passaram até que os varejistas dessem uma chance para o código de barras, com a primeira loja utilizando-o para escanear um produto há 40 anos, no dia 26 de junho de 1974, em Cincinnati, EUA. O primeiro produto escaneado – um pacote de balas mastigáveis chamado Wrigley’s Juicy Fruit – agora está exposto no Instituto Smithsonian, em Washington DC.

Os avanços tecnológicos e mudanças no comportamento do consumidor, impulsionados pelos novos dispositivos e pela mídia, continuam a transformar a cara do varejo atual.

Abaixo estão mais nove invenções que revolucionaram a experiência de varejo ao longo dos últimos 40 anos e outras que acabaram de aparecer.

Marketplaces virtuais

Ter um site compatível com dispositivos móveis é um dos passos para ter sucesso no comércio eletrônico (Foto: Thinkstock)

Os consumidores compram em mercados há milênios. No Antigo Egito, os comerciantes se reuniam às margens do Nilo para aproveitar a passagem dos marinheiros e trocar produtos por grãos. A invenção da moeda foi, sem dúvida, um grande fator de mudança, mas a invenção da Internet há 25 anos talvez tenha tido o maior efeito sobre os negócios do varejo até hoje. Neste ano, mais de US$ 1,5 trilhão serão gastos online por compradores do mundo inteiro e esses números tendem a subir. A enorme adoção da Internet para fazer compras foi, em parte, alavancada pelo desenvolvimento dos marketplaces que permitem que os varejistas vendam para todo o mundo, alcancem novos mercados e consumidores e compitam com players já bem estabelecidos no mercado. Na Rakuten, lançamos nosso primeiro marketplace, o Rakuten Ichiba, em 1 de maio de 1997. Os marketplaces estão ajudando os pequenos comerciantes online a nivelar o campo desse jogo, pois oferecem acesso a uma base de clientes infinitamente grande e toda a infraestrutura necessária para vender online.

Mídias sociais

mídias sociais_redes sociais_marketing_engajamento (Foto: Shutterstock)

Um dos mais recentes desenvolvimentos para mudar o mundo do varejo são as mídias sociais. Ao longo da última década, sites como Facebook, Twitter e Pinterest transformaram a maneira como os consumidores se comunicam com os comerciantes e como pesquisam o que querem comprar. Mais de 40% dos consumidores usam redes sociais para recomendar produtos, de acordo com nossa pesquisa interna. Além de influenciar as decisões de compra dos consumidores, as redes sociais oferecem aos varejistas a oportunidade de levanter opiniões sobre seus novos produtos e serviços. Desde que foi lançado em 4 de fevereiro de 2004, o Facebook alcançou o número de 1 bilhão de membros, o que prova claramente que as redes sociais vieram para ficar.

Mobile commerce

mobile payment (Foto: Divulgação)

500 milhões de consumidores usarão um celular ou tablet para realizar uma compra este ano, o que deve representar US$ 204 bilhões em vendas. Espera-se que esse número passé para $516 bilhões até 2017, quando o mobile commerce completará 20 anos de existência. Um telefone celular foi usado para fazer uma compra pela primeira vez em 1997, em Helsinque, na Finlândia, onde duas máquinas de Coca Cola foram configuradas para aceitarem pagamentos via SMS. Agora, o mobile começa a se tornar um canal cada vez mais importante para os varejistas interagirem com os consumidores, darem suporte, e venderem.

Big Data

big data_computação_dados_servidor (Foto: Wikimedia)

A análise dos grandes conjuntos de dados pode parecer um desenvolvimento recente, impulsionado pelos avanços da computação, mas na verdade, ele existe há décadas. No varejo, o ‘momento Eureka’ chegou quando o supermercado Tesco lançou seu primeiro programa de fidelidade com cartão capaz de identificar padrões interessantes do comportamento do consumidor, em 13 de fevereiro de 1995. Quase 20 anos depois, os varejistas de todo o mundo agora são capazes de adquirir e analisar mais dados do que nunca, e os insights acumulados desses dados estão influenciando todos os aspectos dos negócios do varejo, desde as decisões de estoque até as ações de marketing e os layouts das lojas.

Internet das Coisas

Os óculos já gravam imagens e se conectam na web (Foto: Divulgacão)

A ideia de ter todos os objetos do dia-a-dia conectados com a Internet foi proposta por Mark Weiser em setembro de 1991 em um artigo da revista Scientific American. Vinte anos depois, a Internet das Coisas é uma realidade, com o mercado global de objetos conectados tendo alcançado faturamento de US$ 1.9 trilhão no ano passado. Com mais objetos se conectando todos os dias, esse mercado espera alcançar US$ 7,1 bilhões até 2020. Para os varejistas, a Internet das Coisas abrem uma enorme oportunidade para simplificar o gerenciamento do inventário e da cadeia de suprimentos, melhorar a experiência do consumidor nas lojas físicas, além de maximizar o valor pago pelo espaço da loja.

Beacons

Beacons: tecnologia  oferece aos varejistas riqueza de dados e novos insights do consumidor (Foto: Divulgacão)

Em 1994, pesquisadores da Ericsson inventaram um meio de conectar dispositivos móveis a acessórios, com wireless, o que posteriormente ficou conhecido por Bluetooth. Vinte anos depois, uma versão um pouco menos poderosa está sendo usada no Beacons para transmitir mensagens baseadas em localização para disponitivos móveis. Além de ajudar os comerciantes a atrair consumidores com ofertas e promoções, baseado na localização do cliente dentro da loja, o Beacons oferece aos varejistas riqueza de dados e novos insights de comportamento do consumidor que pode ajudar a tomar decisões inteligentes de estoque e layout da loja, por exemplo.

Checkout self-service

Checkout self-service: modelo agiliza pagamento (Foto: Divulgacão)

Inventado pelo Dr. Howard Schneider para reduzir os tempos de espera na fila do caixa, os primeiros caixas de auto-atendimento foram introduzidos em uma loja da Price Chopper em Clifton, Nova Iorque, em 1992. Mais recentemente, esse service em que o cliente escolhe seus produtos e faz o pagamento no caixa de auto-atendimento se tornou muito comum em muitos supermercados da América do Norte e Europa, tendo quadruplicado desde 2008.

Até o final deste ano, estima-se que 430.000 caixas de auto-atendimento em lojas estarão em uso em todo o mundo. Nos EUA, acredita-se que esses caixas registrarão US$ 1 trilhão de dólares durante 2014.

Drones

drone (Foto: Reprodução)

Veículos aéreos não tripulados são usados pelos militares há décadas, na verdade, o primeiro uso registrado remonta a 22 de agosto de 1849, quando  balões carregados com explosivos foram enviados a Veneza. Agora, o mercado para o uso civil de drones está começando a decolar a medida em que as empresas consideram como eles poderiam ser usados para fazer entregas e prestar serviços importantes, como internet sem fio, para locais remotos. Para as empresas de varejo, os drones têm um enorme potencial para fazer entregas de forma mais rápida e mais barata. É por esta razão que espera-se que o mercado de drones possa chegar a US$ 400 milhões até 2020.

Impressão 3D

 Os sapatos foram concebidos para impressoras da Cubex (Foto: Divulgação)

Faz 30 anos desde que Charles Hull criou a primeira impressora 3D, em 1984. No entanto, a propagação foi limitada devido ao alto preço desse dispositivo. Com o preço das impressoras 3D começando a se tornar mais acessível e um número importante de patentes expirando neste ano, um número crescente de impressoras 3D começa a entrar no mercado. Isso oferece aos varejistas a emocionante perspectiva de produzir produtos personalizados sob demanda na loja, porém também existe a preocupação de que essas impressoras sejam usadas para produzir produtos falsificados. Para superar essa preocupação, os  varejistas devem trabalhar lado a lado com os fabricantes para garantir que essas oportunidades serão exploradas  ao mesmo tempo em que a propriedade intelectual é protegida.

* Ricardo Jordão é CMO da Rakuten Brasil

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/06/10-inovacoes-que-mudaram-o-mundo-do-varejo.html

10 inovações que mudaram o mundo do varejo 11 de julho de 2014

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As empresas brasileiras estão preocupadas com o que as pessoas estão falando sobre elas nas mídias sociais, como aponta um levantamento da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje). Cerca de 69% das companhias afirmam utilizar ferramentas de análises e mensuração para compreender o que é exposto em relação à marca, ao produto ou ao serviço que oferecem.

Segundo a pesquisa, 61,8% das companhias afirmaram que esse acompanhamento é feito nos ambientes corporativos na internet. Já 41,2% dizem integrarem esse monitoramento a soluções de Marketing, e 38,2% garantem que analisam o sentimento do cliente. Essa última atividade deve liderar a lista nos próximos anos, o palpite de 52,9% dos executivos.

Um dos maiores temores de 64% dos entrevistados na pesquisa é a exposição negativa da marca. Os danos à reputação e a divulgação de informações estratégicas são as principais preocupações. Esses empresários acreditam, no entanto, que a crítica pode ter seu efeito diminuído ou evitado.

O estudo considerou uma amostra formada por 53 empresas associadas à Aberje, de diversos segmentos e setores da economia. Juntas, elas possuem mais de 18 milhões de fãs no Facebook, 340 mil seguidores no Twitter e 62 mil inscritos em seus canais no YouTube. As informações foram obtidas por meio de questionário preenchido em sistema on-line, no período de 6 de fevereiro a 28 de março de 2014.

Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/31137/69-das-empresas-monitoram-o-que-e-dito-nas-redes-sociais.html

69% das empresas monitoram o que é dito nas redes sociais 10 de julho de 2014

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Rio – A auditoria interna mudou. A necessidade de mais transparência na apresentação de informações sobre as empresas acabou transformando essa ferramenta — antes usada com mais frequência em processos unicamente contábeis e relacionados à rotina do chamado ‘chão de fábrica’ das corporações — em um meio de antecipação de cenários futuros, na gestão de riscos financeiros, ambientais e legais e de prevenção a fraudes, além de ajudar, no caso de empresas familiares, a traçar novas funções para os profissionais e em sua forma de lidar com decisões importantes para o futuro do negócio.

Robert Juenemann, conselheiro do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), afirma que há um real processo de amadurecimento do conceito de governança corporativa e que a auditoria interna tem ajudado nessa mudança.

“Antes era bem mais difícil para as empresas o conhecimento e o cumprimento dos fundamentos básicos da governança, que são a prestação de contas, a transparência, a responsabilidade corporativa e a equidade. O principal questionamento das corporações para seguir estes fundamentos era o ‘o que eu ganho com isso?’ Sem dúvida, o trabalho de auditoria, em um processo de interação com os conselhos ou diretorias das empresas, ajudou a mudar essa visão”, diz o conselheiro do IBGC.

No caso das empresas familiares, a auditoria interna tem sido importante para mudar a forma de atuar em mercados cada vez mais competitivos. A grande barreira para o avanço do uso da auditoria interna nos grupos familiares ainda é cultural. Muitas empresas, comenta Juenemann, questionam o motivo de instalar uma auditoria já que a gestão está “em casa”.

“Em muitos casos, o principal fator é dissociar a família do negócio. Mas as empresas familiares que buscam a auditoria interna não o fazem apenas quando um problema acontece. Elas se preocupam com a continuidade da empresa, em ter menos áreas cinzentas, onde não se sabe o que esperar de um determinado cenário. E quando pensam em gestão profissional, isso não significa a troca por um executivo de fora. A auditoria pode ajudar a avaliar um profissional da família que se encaixe melhor em determinada função”, explica ele. “Assim como todas as corporações, hoje, para uma empresa crescer em um mercado competitivo, não deve e não tem como esconder mais nada. Isso pelo lado da transparência e pela necessidade de processos formais na tomada de decisões”, afirma Juenemann.

Alex Borges, sócio da área de Consultoria em Gestão de Riscos da Deloitte e responsável pela pesquisa “Auditoria Interna no Brasil”, desenvolvida pela consultoria, corrobora a afirmativa do conselheiro do IBGC.

“As organizações, em seu processo de evolução de governança corporativa, vêm consolidando pilares e fundamentos importantes e, neste contexto, a área de auditoria interna vem contribuindo nas discussões e proposições de valor agregado aos negócios, considerando temas estratégicos, financeiros, regulamentares e operacionais”, diz. “E, no caso das empresas familiares, apesar de não haver uma obrigatoriedade, esse investimento demonstra o compromisso dessas corporações com a profissionalização, assim como a visão de mudança na gestão”, continua Borges.
Ainda segundo ele, o número de empresas que vão procurar a auditoria interna, sobretudo na áreas que garantam a antecipação de eventos, tende a crescer.

“A grande preocupação das empresas agora é com a prevenção e o direcionamento de ações, antes mesmo que o fato em si aconteça. As áreas onde a auditoria interna tem foco permanente nos últimos anos são as de Contas a Pagar, Folha de Pagamento e Contas a Receber, entre outras, na busca de meios para minimizar erros e evitar que eles aconteçam. Também segue em forte crescimento a busca por auditoria nas áreas de Segurança da Informação e Investigação de Fraudes no mercado como um todo”, acrescenta Borges.

Ele destaca que, hoje, as instituições financeiras são as que mais investem em auditoria interna no Brasil. O gasto médio é de R$ 25 milhões por ano por bancos, seguradoras e outros segmentos. Há bancos que destinam mais de R$ 50 milhões aos serviços de auditoria, afirma. Já grandes grupos familiares e indústrias em geral costumam desembolsar, em média, R$ 10 milhões ao ano.

Fonte: http://brasileconomico.ig.com.br/negocios/2014-07-08/auditoria-interna-nas-empresas-do-brasil-tem-novas-funcoes.html

Auditoria interna nas empresas do Brasil tem novas funções 9 de julho de 2014

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No lançamento do iPad na Apple Stores da China, a fila de entusiastas para entrar na loja rondava quarteirões. Centenas de chineses se aglutinaram por mais de 60 horas para adquirir um dos produtos tecnológicos mais cobiçados da atualidade. Já a McDonald´s, sinônimo de hambúrgueres, atinge números de consumo que ultrapassam a população total de países como Espanha, Canadá e África do Sul. A maior cadeia de fast food do mundo conseguiu criar fãs fiéis de seus produtos e leva quase 50 milhões de clientes diariamente às suas 30 mil lojas espalhados em quase todos os países.

E o que falar da Coca-Cola. A marca é uma das queridinhas do planeta e líder mundial no consumo de refrigerantes há décadas. Até hoje, ela faturou o primeiro lugar em todos os rankings do respeitado Instituto Interbrand como a marca mais valiosa do mundo. Inclusive, esse domínio é bem represantado pelo famoso estudo realizado nos anos 70, através de uma “experimentação às cegas” sobre a preferência do consumidor entre os concorrentes Pepsi e Coca-Cola. Sem saber qual a marca estava experimentando, mais da metade dos entrevistados indicou a Pepsi como sendo o melhor sabor entre os dois refrigerantes. Porém, ao saber o refrigerante que estavam bebendo, o número de entrevistados que indicaram preferência pela Pepsi reduzia para 25%.

Apple, McDonald´s e Coca-Cola são apenas três exemplos de empresas que conseguiram atingir um patamar imensurável de admiradores no planeta. Mas por que algumas marcas se tornam tão populares? Como elas conseguiram criar um fanatismo tão grande nas pessoas?

Quase uma religião

O dinamarquês Martin Lindstrom, a maior autoridade mundial em branding e neuromarketing, revelou em sua última visita ao Brasil um dado assustador e fascinante. Lindstrom expôs que na realidade, algumas empresas exercem sobre o consumidor o mesmo poder de uma religião. Essa conclusão foi feita a partir de estudos realizados com técnicas de neuromarketing, onde se aplica a ressonância magnética funcional para mapear o cérebro dos indivíduos e compreender melhor o comportamento dos consumidores. Através desses exames, Lindstrom constatou que a zona cerebral ativada nas pessoas quando pensam em suas marcas preferidas são as mesmas quando se trata da religião. Com marcas comuns, a área do cérebro acionada é diferente.

Para detalhar as características dessa conexão entre religião e marcas, o especialista em neuromarketing entrevistou líderes de diversas crenças, como a católica, islâmica, budista e protestante. “Queria entender os pilares sobre os quais se baseiam a religião, e descobri que são os mesmos em todas: apelo aos sentidos, histórias envolventes, visão forte e poderosa, rituais e inimigo definido. Esses elementos que compõem uma religião são os mesmos presentes na composição de grandes marcas”, relatou o consultor.

Outro ponto observado pelo consultor é que tanto a religião quanto as grandes marcas conservam em sua natureza a questão da fidelidade, ou seja, as pessoas escolhem o que irão seguir, tomam uma decisão, começam a fazer parte de um grupo e essa inserção faz com que se sintam bem.

Os clientes evangelizadores

Billy Nascimento, diretor executivo da Forebrain, empresa pioneira no estudo da neurociência no Brasil, destaca que muitas marcas não utilizam apenas estímulos visuais, mas também auditivos, olfativos e táteis. Através disso, e por estarem constantemente presentes no nosso dia a dia, essas marcas conseguem afetar mais rapidamente nosso lado emocional.

“Uma boa experiência com uma marca gera respostas emocionais positivas, que podem ser registradas no cérebro através de algo motivacionalmente apetitivo. Por outro lado, uma experiência ruim nos predispõe a comportamentos aversivos. Esses estímulos acabam por gerar motivações defensivas que nos fazem afastar dos produtos. Daí a importância de uma construção de marca positiva, estimulante e satisfatória”, indica o diretor da Forebrain.

Através de estratégias de relacionamento e programas de marketing direcionados para atrair e envolver pessoas, algumas empresas conseguiram até mais do que a construção de uma marca positiva. A Disney, McDonald´s, Coca-Cola, Nike e Harley-Davidson, por exemplo, não apenas fidelizaram seus clientes, mas os transformaram em porta-vozes de sua marca. Esses programas produziram legiões de fãs e “vendedores não oficiais”, os quais, por meio de depoimentos interpessoais espontâneos, transformaram-se em uma força de marketing tão poderosa quanto os próprios produtos.

No livro “Buzz Marketing: Criando Clientes Evangelistas”, os autores Ben McConnell e Jackie Huba explicam que as regras tradicionais de marketing estão mudando, perdendo sua eficácia, e as recomendações feitas por clientes se tornaram a nova moeda de valor no sucesso de uma empresa. Quando os clientes ficam realmente impressionados com seu produto ou serviço, tornam-se “evangelistas” sinceros da empresa.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/marketing/o-poder-das-marcas/43712/

O poder das marcas 8 de julho de 2014

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Por muitos anos o canal padrão para os clientes fazerem reclamações ou tirarem dúvidas com as empresas foi o teleatendimento. Todos nós já vivemos várias frustações sendo atendidos por serviços que tomam nosso tempo, ineficientes e, por vezes, até desonestos.

As redes sociais têm afetado bastante essa dinâmica. Temos inúmeros casos em que as experiências dos clientes com as empresas – para o bem ou para o mal – são amplificadas e viralizadas. Levadas principalmente pelo medo de uma reação negativa, as empresas estão aprendendo a monitorar com afinco as redes sociais e agir de forma mais adequada para resolver o problema do cliente.

Os consumidores também estão aprendendo que usar as mídias sociais como canal de atendimento tem sido muito mais eficiente do que ligar para o 0800 da empresa. Resultados: as redes sociais viraram um dos principais canais de Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC).

Essa mudança impõe às pequenas empresas um desafio: saber utilizar a oportunidade para atender com excelência, tirar dúvidas e reconhecer os erros.

Lidar com a disseminação da informação em um ritmo mais rápido do que nunca faz com que as empresas se forcem a ser bem mais eficientes na resolução do problema. Agir rápido, além de agradar ao cliente, evita manchar a reputação bem como conviver com as implicações judiciais que o mal atendimento poderia provocar.

Quem explora bem esse dinamismo larga na frente. O atendimento bem feito nas redes sociais possibilita uma conexão no nível emocional, podendo transformar a impressão de um problema em uma ótima experiência de atendimento.

Na prática, o que a empresa precisa fazer é garantir um bom monitoramento dos diferentes canais através de um software adequado, estabelecer uma prática de atendimento rápido e eficiente (e realmente resolver o problema do cliente) e ter uma forma pré-definida de lidar com situações onde a reclamação pode fugir do controle.

Há diferenças entre o monitoramento de grandes marcas e pequenas empresas. As grandes geralmente precisam medir enormes volumes de menções, fazer análises quantitativas de “sentimento”, tirar relatórios detalhados, entre outros. Em essência o que uma PME precisa fazer é garantir um bom monitoramento e agir quando for necessário, já que o número de interações diárias é muito menor. Mantenha a prática simples para garantir a sua aplicação no dia a dia.

Eric Santos é especialista em marketing digital e CEO da Resultados Digitais.

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-as-midias-sociais-revolucionaram-o-sac

Como as mídias sociais revolucionaram o SAC 7 de julho de 2014

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Quando uma empresa tem uma equipe pequena, aumenta a importância de fazer um bom mix de profissionais, com diferentes competências para ajudar o negócio a crescer. Afinal, sem as pessoas certas, nem a melhor das estratégias planejadas vingará.

Para ajudar a compor um time variado, especialistas indicam os profissionais que não podem faltar em nenhuma empresa.

1 – O mentor
Como muitas empresas iniciantes não têm um programa formal de treinamento, o ideal é identificar profissionais com aptidão para desenvolver o talento dos funcionários mais jovens. Quem gosta de ensinar deve ser incentivado a compartilhar seu conhecimento com os outros. Esses “professores” da empresa devem ir além de passar aos outros suas habilidades técnicas. A ideia é que ajudem também a propagar a cultura da empresa e seus processos. É essa educação que ajudará a formar a próxima geração de líderes do negócio – e pode facilitar, no futuro, o planejamento da sucessão do fundador.

2 – O curioso

Nem todo mundo nasce para liderar. Também é essencial ter em seu quadro alguns funcionários apaixonados pelo negócio e sedentos por conhecimento. Eles não se satisfazem em apenas saber o suficiente para cumprir suas tarefas. Querem continuar aprendendo – na empresa ou fazendo cursos. A atitude é extremamente saudável, pois inspira outros profissionais a investir em sua educação. Além disso, são os curiosos que mantêm a equipe atualizada sobre as tendências e os avanços tecnológicos.

3 – O faz-tudo
Nos primeiros anos da empresa, seu fundador acumula diversos cargos: de CEO a gerente de recursos humanos – se bobear, até o de secretária. Por isso é bom ter mais profissionais multifacetados na equipe. Pessoas que transitam em diferentes setores da empresa são muito valiosos para ajudar a desafogar a agenda dos empreendedores. Assim, sobra mais tempo para se dedicar ao planejamento de estratégias.

4 – O otimista
Problemas e contratempos fazem parte do dia a dia de qualquer negócio. Mas, se eles se prolongarem, um clima de desânimo pode tende a contaminar toda a equipe. Por isso é imperativo contar com algumas pessoas que conseguem ver a luz no fim do túnel até nas situações mais tenebrosas. Seu vigor tem efeito positivo no ânimo de seus colegas, o que ajuda a manter a produtividade e não deixar a peteca cair.

5 – O desafiador
Ter funcionários que apoiam todas as decisões dos gestores não é nada ruim, mas também é bom contar com alguns que desafiem o status quo e até as direções que a empresa está tomando – e falem abertamente sobre isso. Nem toda ideia é brilhante, então é preciso cultivar uma atmosfera de debate saudável para se certificar de que o negócio tem ideias e estratégias fortes.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/07/5-profissionais-que-nao-podem-faltar-na-sua-empresa.html

5 profissionais que não podem faltar na sua empresa 4 de julho de 2014

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Em tempos de era digital, onde a rapidez e o dinamismo imperam, um pequeno pedaço de papel ainda é o melhor meio para fazer networking. Mesmo com a popularização de dispositivos móveis, como smartphones ou tablets, que permitem armazenar as mais diversas informações, saiba cinco razões para continuar a trocar o cartão de visita.

1 – Apesar do crescimento do uso smartphones e afins, nem sempre é rápido trocar informações por esse tipo dispositivo.

Você se encontra em uma situação extremamente atarefada para enviar um email com seus contatos a um possível cliente que conheceu em um meeting, não seria mais fácil simplesmente trocar o cartão com ele? Melhor ainda se este cartão for diferente dos demais.

2 – Muitas pessoas se recusam a usar ou não possuem dispositivos digitais…

Ainda há um número considerável de pessoas que não possuem smartphones. Muitos por não ter afinidade com tecnologia e outros por falta de orçamento. Neste caso, o cartão de visita entra em cena.

3 – Cartão de visita está sempre “online”

Eles nunca estão inacessíveis pela falta de internet ou sinal de telefone. Podem ser usados em lugares onde tais dispositivos precisam ser desligados, como hospitais ou aviões.

4 – Cartão de visita pode chamar atenção e mostrar sua personalidade

Um cartão criativo e com um design inovador retrata mais que somente um pedaço de papel com telefone e seus contatos, ele mostra sua personalidade. Criar um cartão com um serviço que oferece uma variedade de padrões, cores e uso de imagens, pode destacá-lo e impulsionar seus negócios.

5 – Contatos esperam pelo cartão de visita

Profissionais das mais diversas áreas estão sobrecarregados de tantos emails e pedidos de requests em suas redes sociais. Faça de seu cartão um lembrete criativo e uma maneira fácil de ser lembrado em um novo encontro.

6 – A melhor e mais antiga forma de auto-promoção

A primeira forma de causar uma boa impressão para qualquer profissional criativo é um cartão de visita, mas pensar fora da caixa irá fazer um enorme impacto em clientes potenciais. Seu cartão de visita é também uma oportunidade para dar a alguém um sentimento de suas capacidades, mostrar quem você é e o que você faz de forma impactante e encantadora.

Seja ousado, diferente, quebre os paradigmas dos 1000 cartões iguais.

7 – Não “case” com seus cartões de visita!

Você certamente já passou pela situação de ter feito 1000 cartões de visita, e pouco tempo depois ter mudado de telefone, emprego, ou até mesmo de profissão? Existem serviços na Internet onde você pode personalizar seus próprios cartões e encomenda-los a partir de 50 unidades!

8 – Tenha sempre em mãos, seus cartões pessoais!

Você não precisa e nem deve ter somente um cartão “profissional”. É muito comum em outros países a utilização de cartões pessoais com o telefone pessoal, facebook, instagram e outras redes no verso do cartão de visitas. É uma forma muito legal de se apresentar ou repassar seus contatos a amigos, colegas recém conhecidos ou até mesmo em festas e eventos, longe do seu ambiente de trabalho.

Artigo encaminhado por Genau Lopes Júnior, fundador da Joox.com.br, plataforma de personalização de materiais impressos, como cartões de visitas, mini-cards e adesivos. A empresa permite que o usuário personalize e crie seus produtos com imagens diferentes do próprio computador ou das redes sociais, como Flickr, Picasa, Facebook, Twiter, Tumblr ou Instagram.

Fonte: http://adnews.com.br/artigos/8-motivos-para-continuar-usando-cartao-de-visita

8 motivos para continuar usando cartão de visita 3 de julho de 2014

Agas 2014

A EXPOAGAS 2014 está chegando, a sua empresa já está preparada?

A Endereço Certo está, e sua empresa pode contar conosco para esta e outras demandas.

Endereço Certo e EXPOAGAS 2O14 2 de julho de 2014

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Como conseguir gerenciar bem o tempo para ser mais produtivo durante o dia? Para a life coach Bet Braga, com a popularização da tecnologia, internet e, principalmente, mídias sociais, os empreendedores são bombardeados com as mais diferentes distrações. “Isso leva a uma falta de foco, e para recuperá-lo é necessário modificar a rotina, criando novos hábitos”, afirma.

Segundo a especialista, para fazer efeito, essa reeducação deve durar pelo menos 40 dias, e os sete primeiros são os mais determinantes. Para aproveitar o tempo da melhor forma possível, o empreendedor precisa saber priorizar suas atividades e, mais importante, dimensionar e valorizar cada minuto.

Abaixo listamos alguns hábitos que podem ajudar empreendedores a gerenciar melhor o tempo:

1. Comece pela manhã
Segundo Bet, o mau aproveitamento do dia começa logo pela manhã. Com o hábito de sempre dormir com o smartphone próximo, o empreendedor já é distraído pela tecnologia e internet assim que acorda. A especialista recomenda começar o dia com uma programação definida, pelo menos para o período matutino. “Não aproveitar a manhã gera estresse e frustração, que, por sua vez, prejudicam o resto do dia.”

2. Comece a usar um relógio

A dica não é de estilo, serve para que o empreendedor saiba dimensionar quanto tempo ele leva para cada atividade rotineira. Com ele sempre à mão – ou no pulso, para ser mais preciso –, ele notará como é fácil desperdiçar minutos preciosos com atividades desnecessárias ou procrastinação. O relógio é uma ferramenta essencial para valorizar o tempo que temos.

3. Saiba priorizar e classificar suas atividades
Ao pensar em tudo que precisa fazer em um dia, o empreendedor tem de priorizar suas atividades pela importância de cada uma e levar em consideração o tempo que leva para realizá-las. Isso otimizará o dia, encaixando suas obrigações corretamente em períodos em que ele tem mais ou menos energia. Leve sempre em consideração as metas que você estabelecer para o dia.

4. Coloque tudo no papel
Comece a listar as tarefas por escrito. Pensar em fazer algo, apenas, muitas vezes não ajuda na realização. O empreendedor deve se acostumar a escrever tudo que quer realizar – seja no papel ou eletronicamente. “Mas não adianta anotar e depois se esquecer”, afirma Bet. “Elas precisam estar acessíveis o tempo todo.”

5. Não abuse da tecnologia
Estabeleça limites e horários para utilizar aplicativos no celular e na internet. Hoje em dia é possível encontrar, inclusive, aplicativos que ajudam a cronometrar o tempo gasto com essas distrações. E determine a duração desses períodos em relação ao que você terá que realizar no dia.

6. Faça um balanço
No decorrer dos dias da reeducação, anote as mudanças de hábito que funcionaram e quais não. Faça um balanço de atividades que poderiam gastar menos tempo e outras as quais você poderia se dedicar mais, e coloque em prática nos dias seguintes.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/06/6-habitos-para-melhorar-gestao-do-tempo.html

6 hábitos para melhorar a gestão do tempo 1 de julho de 2014

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Composta atualmente por um terço da população, a Classe C irá aumentar ainda mais. A previsão é resultado de uma pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que apontou a ascensão das classes D e E para a chamada novíssima Classe C, em 2015.

Este crescimento do poder aquisitivo está diretamente ligado a força de compra dos consumidores e pode gerar uma boa oportunidade para o setor de vestuário.

Formada por 60% de universitários, que também são a maioria dos clientes de cartão de crédito, a nova classe C pode e quer consumir peças que expressem tanto o seu gosto de consumir algo original, quanto a inclusão dentro de sua nova condição social.

Como o consumidor da nova classe C opta por comprar produtos com design, na opção crédito e não liga de pagar mais caro para ter sofisticação, é importante investir numa equipe de criação que desenvolva produtos de qualidade e que reforce esta ascensão.

Fonte: http://www.portalmakingof.com.br/marketing/ascensao_das_classes_d_e_e_aquece_o_mercado_de_vestuario.html

 

Ascensão das classes D e E aquece o mercado de vestuário 30 de junho de 2014

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Pesquisa conduzida pello Credit Suisse e pela Nielsen, divulgada na semana passada, mostra o comportamento do consumidor em nove países emergentes. Brasileiros são os mais otimistas

Semana passada foi divulgada uma pesquisa anual sobre o comportamento do consumidor de nove países emergentes, conduzida pelo Credit Suisse e pela Nielsen. Nela aponta-se o consumidor brasileiro como o mais otimista dentre os países pesquisados.

O percentual de consumidores brasileiros que espera uma melhora em sua situação financeira nos próximos seis meses é de 58%. Apesar de ser o mais alto entre os países emergentes, vem apresentando sinais de queda, pois este percentual já foi de 63% no ano passado.

Essa redução de curto prazo no otimismo pode ser resultado da expectativa de crescimento inflacionário (10% para 40%) dos pesquisados, e tem impacto direto no comportamento do consumidor brasileiro. Ainda segundo a pesquisa, a expectativa de gasto não essencial continua alta, mas parou de crescer. Os brasileiros estão agora mais focados no consumo de itens cotidianos, como roupas, do que de coisas maiores, como casa e carro.

Desta forma, podemos concluir que o consumo está sendo direcionado para bens não duráveis e de alto giro, o que pode ser muito bom para um determinado segmento do varejo brasileiro, e para tanto é importante estar muito bem preparado para este momento.

Claro que com a estabilidade econômica no país, e com a inserção de uma enorme parcela de pessoas no consumo nas últimas décadas, o comportamento do consumidor vem mudando sensivelmente, uma vez também que um maior número de pessoas passou a ter acesso a produtos e serviços que não tinham no passado. Esse consumo foi fortemente impactado de forma positiva como bens móveis e imóveis, duráveis e não duráveis, serviços, viagens, assim como tantos outros segmentos.

De acordo com a pesquisa mencionada, estamos entrando em um momento de maior incerteza em relação a perspectiva econômica, e consequentemente o consumidor deixa de fazer compromissos de prazo mais longo, focando suas compras em produtos de necessidades primárias e secundárias.

Se pensarmos nas necessidades da pirâmide de Maslow, onde as pessoas buscam primeiramente satisfazer suas necessidades primárias e depois as de status e de auto-realização, podemos dizer que o consumidor está descendo alguns degraus em sua pirâmide de consumo. Obviamente que ainda assim buscará satisfazer suas pequenas indulgências, e isso é extremamente positivo para os segmentos de varejo que trabalham com categorias que atendem a satisfação de produtos de alto giro que supram a estas necessidades.

A tendência então é de termos o consumo mais concentrado nos segmentos de vestuário, cosméticos, alimentos, bebidas e serviços também como entretenimento, viagens, e alguns outros. Sem dúvida alguma que isso não é uma regra absoluta, e sim uma tendência baseada em dados resultantes da pesquisa realizada pelo Credit Suisse e Nielsen, sobre os consumidores emergentes de nove países.

Mas como sabemos, a situação socioeconômica de nosso país, juntando as duas informações pode nos dar uma boa ideia de onde e como atuar junto ao varejo nos próximos meses. Acredito que vale a pena ficar atento!

Fonte: http://www.sindilojaspoa.com.br/

O otimismo do consumidor e os novos rumos do varejo 27 de junho de 2014

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Quando pensamos em varejo, nos colocando no papel de consumidores, quais as nossas maiores expectativas com relação às marcas e seus produtos? Se relacionarmos, sem a pretensão de estabelecer uma ordem de importância, teremos entre outros pontos: preço justo, qualidade, variedade, design, atendimento, garantia, segurança, oferta, marca, nível de serviço, facilidade/conveniência, status e experiência diferenciada. Ocorre que a maioria dessas expectativas, tornou-se imprescindível e não são vistas como diferenciais, mas sim, o “mínimo” para que uma marca/loja consiga se estabelecer de forma relativamente competente.

Agora, se organizarmos as expectativas de outra forma, podemos enxergar o varejo com suas marcas e lojas atuando em níveis diferentes. Todos apresentam, vendem e cobram por produtos, mas a forma como cada um faz isso, a maneira como cada um se relaciona com seus consumidores é diferente:

1- Volume:

Preço justo; Variedade; Garantia; Oferta; Facilidade/Conveniência; Segurança. (ex. lojas de 1,99, lojas populares, self-service etc.)

2- Diferenciado:

Qualidade superior; Nível de serviço; Atendimento. (ex. lojas de shopping, marcas em crescimento de diversos setores como

moda, calçados, presentes, etc.)

3- Exclusivo: Design; Marca; Status; Experiência diferenciada. (ex. Chanel, Salvatore Ferragamo, Apple etc.)

As marcas fortes, reconhecidas pelo público mais exigente, que têm apelo e inspiram desejo, logicamente são as que atendem a todas as expectativas acima listadas de forma absolutamente competente e sempre procuram agregar algo que faça com que se destaquem, que as diferenciem ainda mais das outras. Não por acaso, essas marcas são as que mais investem em pesquisa, design, qualidade, desenvolvimento e apresentação dos seus produtos em lojas cada vez mais inteligentes e sofisticadas. O resultado de todo esse trabalho é o status realmente diferenciado obtido perante os consumidores. A marca em si, muitas vezes mais do que seus próprios produtos, torna-se objeto de desejo.

É simples, diga para qualquer mulher que ela ganhou uma bolsa Chanel e pergunte a ela se prefere recebê-la em casa ou retirá-la na loja. Não se surpreenda, mas por mais distante que a loja possa ser, ela vai preferir buscá-la pessoalmente, pois o prazer não está ligado exclusivamente ao produto, mas também à experiência com a marca. Estar, ver e ser vista em uma loja Chanel, ter a experiência glamurosa que a marca oferece, faz parte do processo de realização pessoal. É quase um ritual e faz toda a diferença. Mas o fato é que, mesmo entre as marcas que já atingiram esse patamar perante os consumidores, a concorrência é cada vez mais feroz e, assim como todas as outras, é preciso se movimentar. Por isso, é fundamental que exista uma busca constante por algo que faça o consumidor optar por ela em sua primeira escolha ou continuar fiel numa próxima compra e isso ocorre em todos os níveis do varejo. É aí que começamos a entender a importância de estabelecer uma relação mais duradoura com o consumidor, uma conexão mais profunda, sempre tentando fazê-lo perceber que a sua marca faz mais por ele.

Trata-se de uma tendência clara, desde que o consumidor descobriu o poder e a importância que tem para a sobrevivência das marcas, ele não se contenta mais apenas com o melhor produto. Ele está sempre em busca de algo mais, algo que o convença e que o faça se sentir especial, portanto, estar conectado com esse consumidor é vital por inúmeras razões, não só para garantir um bom patamar de vendas, como poderia se pensar em uma análise superficial; vai muito além disso.

Uma marca que souber se relacionar bem com seus clientes e envolvê-los, receberá em troca coisas infinitamente mais valiosas, tais como opiniões diretas e sinceras, novos pontos de vista, a “visão da rua”, o entendimento do que a marca está conseguindo expressar para o seu público, fidelidade, novos seguidores, entre outros pontos.

Falando em exemplos práticos. Toda mulher adora sapatos, certo? Então, o que significaria para ela poder entrar uma hora antes de todas as outras amigas na sua loja preferida para conhecer e experimentar uma nova coleção, participar de um desfile de lançamento ou até mesmo opinar no desenvolvimento de novos produtos? Muito, se sentiria importante, valorizada e reconhecida como uma cliente preferencial e privilegiada.

O resultado disso? Fidelidade, adoração, divulgação nas redes sociais, boca a boca, mais imagem positiva para a marca e, claro, mais
vendas.

E se ao invés de oferecer um desconto déssemos um presente? Algumas marcas mantém suas lojas sempre movimentadas criando situações que envolvam e chamem suas melhores clientes o tempo todo. Muitas vezes, a única coisa que oferecem é um mimo, uma bolsa ecológica, pulseirinha ou amuleto cheio de charme. Ou então, trabalham de forma competente uma régua de relacionamento cultivando o contato em ocasiões especiais para suas clientes.

Como resultado, as consumidoras não se sentem pressionadas a ir até a loja para comprar, não tem a percepção de estarem sendo abordadas para gerar faturamento, mas por serem reconhecidas como clientes especiais, com um status diferenciado, vão e invariavelmente acabam aproveitando a visita e comprando algo.

Grandes magazines estão se reposicionando perante as consumidoras ao convidar estilistas renomados para criar coleções exclusivas para suas marcas e fazendo o lançamento dessas coleções em eventos “fechados”, com direito a desfiles e tudo mais para suas clientes preferenciais. A maior parte da divulgação é feita através de redes sociais e a participação está vinculada a uma inscrição/reserva na qual as interessadas preenchem um cadastro completo.

Ao término do desfile, as roupas dessas coleções estão disponíveis para venda inicialmente com exclusividade para as que participaram do evento, já que a loja estará fechada por algumas horas apenas para atendê-las.

Enfim, poderia citar inúmeros exemplos nos mais variados segmentos, mas o fato é que cada marca deve entender qual o nível de relacionamento que está apta a travar com os seus consumidores e ter a consciência de que quanto mais profundo ele for, melhores serão os resultados.

*Marck Krauze é sócio-fundador e executivo responsável pela área comercial do ezmall, app de mobile commerce e mídia segmentada da Five and a Half tecnologia da informação. 

Fonte: http:http://www.portalmakingof.com.br/

O relacionamento com o consumidor no “novo varejo” 26 de junho de 2014

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Apesar de serem usuários ativos da internet, líderes de empresas preferem veículos impressos.

Mesmo com as empresas concentrando esforços na internet e redes sociais, a mídia impressa ainda é a preferida dos líderes e executivos para formar opinião. Uma recente pesquisa promovida pelo departamento de levantamentos e sondagens do Grupo Máquina, mostra que 81% dos entrevistados apontam o jornal impresso como o veículo de mais credibilidade, enquanto somente 7% creem na veracidade das mídias digitais como meio de informação.

Esta é a quarta edição do estudo, realizado com 226 profissionais que ocupam cargos de liderança em empresas brasileiras. Os novos meios de comunicação não parecem tirar o espaço dos tradicionais, pois para 70% do público, ler jornais é um hábito diário. O rádio está presente diariamente na vida de 81% dos entrevistados. 97% dos pesquisados declararam acessar sites de notícias com frequência.

A pesquisa questionou, também, se esses profissionais planejam substituir por completo os veículos impressos pelos digitais. Para 49%, é importante conciliar as duas fontes de informação. Somente 14% declararam já ter abandonado o papel para se informar.

Veja a lista de veículos que mais influenciam a opinião desses executivos:

Revistas:

Veja – 35,9%
Exame – 29,5%
Carta Capital – 8%
Piauí – 7%
Época – 3,5%
Época Negócios – 2,7%
IstoÉ Dinheiro – 2,7%
Superinteressante – 2,7%
Você S/A – 2,2%
IstoÉ – 0,9%
Outras – 4,9%

Jornais:

Folha de S.Paulo –37,2%
Estado de S.Paulo – 29,2%
Valor Econômico – 25,2%
O Globo – 4,9%
Brasil Econômico – 0,4%
Correio Braziliense – 0,4%
Outros – 2,7%

Telejornal:

Jornal Nacional (Globo) – 35%
Jornal das Dez (GloboNews) – 21,2%
Jornal da Globo (Globo) – 13,3%
Bom Dia Brasil ( Globo) – 7,5%
Jornal da Cultura (Cultura) – 6,2%
Jornal da Band (Bandeirantes) – 5,3%
Jornal Hoje (Globo) – 1,9%
Jornal da Record (Record) 0,9%
Jornal do SBT (SBT) – 0,9%
Outros – 8%

Rádios:

CBN – 54,4%
BandNews – 22,6%
Jovem Pan – 7,5%
Bandeirantes – 6,2%
Globo – 3,1%
Estadão – 2,2%
Outras – 4%

Agências/ Sites de Notícias:

Agência Estado – 23%
UOl – 23%
G1 – 14,2%
Folha – 6,6%
Reuters – 5,8%
Globo.com – 5,3%
Portal Exame – 4,9%
Bloomberg – 4,4%
Valor Online – 3,5%
Veja.com – 1,8%
R7 – 1,3%
iG – 0,4%
Outros – 5,8%
Fonte: http://www.portalmakingof.com.br/comunicacao/midia_impressa_ainda_tem_mais_credibilidade.html

Mídia impressa ainda tem mais credibilidade 25 de junho de 2014

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Está aberta a temporada de Promoções Comerciais na Endereço Certo para o 2º semestre de 2014

Saiba mais sobre este e outros produtos acessando o nosso site ou consultando nossas Executivas.

Aberta a temporada de Promoções Comerciais na Endereço Certo 24 de junho de 2014

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São Paulo – O empresário Flávio Rocha, presidente da Riachuelo e do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo, se empolga sempre que perguntam a ele sobre os rumos para o setor no Brasil. “É a maior empregador privado do Brasil: de cada quatro empregos, um é criado pelo varejo”, diz. Em entrevista exclusiva a VOCÊ S/A, Flávio fala sobre os desafios do setor e como planeja dobrar a área de vendas da sua empresa nos próximos quatro anos.

Qual é o maior desafio que o senhor enfrenta hoje como presidente do IDV?

Durante muito tempo, a grande vantagem competitiva no Brasil ficava ao lado da clandestinidade, porque 40% do preço final nas prateleiras é a incidência dos impostos. Além disso, temos um labirinto jurídico e tributário difícil de ser percorrido. Isso faz com que o nosso país seja um ambiente muito hostil aos negócios. Isso está mudando agora com a nota fiscal eletrônica e a maior penetração do cartão de crédito.

Ainda assim, o varejo cresceu bem acima do PIB, não?

Sim. Essa é a década do varejo. Nos últimos 10 anos, o PIB cresceu 40%. O varejo cresceu três vezes isso. As redes de bens semi-duráveis, de roupas, principalmente, cresceram 500%. Estamos vivendo uma transformação de toda a economia com base no varejo.

Como o varejo está transformando a economia?

Ele é um dos motores da economia. Um dos grandes propulsores do aumento do poder de compra da população foi o varejo, e o acesso ao crédito teve um impacto maior do que o aumento de renda. Não foi o sistema financeiro quem fez isso, porque os bancos só sabem emprestar para o governo e para empresas. Foi o varejo, com sua capilaridade, o responsável por isso. Os grandes varejistas com seus sistemas de cartões e crediários que deram este poder aos consumidores.

Quais outras mudanças aconteceram na economia brasileira que empurraram o varejo para o lugar que ele ocupa hoje?

Um aparelho que ninguém dá muita importância foi o pivô de toda essa virada do varejo: o leitor de código de barras. Eles virou toda a cadeia de suprimentos de cabeça para baixo. Antes dele, o varejo era segmentado. Quando ele chegou, na década de 80, que os empresários começaram a entender que cada vez que aquela luzinha vermelha varre aquelas barrinhas, significa um voto do consumidor. Isso deu aos varejistas a valiosa informação de quais produtos são os preferidos. Temos hoje gigantescos bancos de dados. Nos anos 80 e 90, os principais empregadores estavam na indústria. Naquela época, uma montadora empregava mais do que as 60 maiores empresas de varejo. Hoje, a maior varejista emprega mais do que todas as montadoras juntas.

Quantas pessoas o varejo emprega hoje?

É a maior empregadora privada do brasil. De cada quatro empregos, um é no varejo, mas ainda podemos melhorar isso. Temos hoje, a lei ambiental mais severa do mundo. Isso é ótimo por um lado, mas acaba travando todo o sistema. Existe também um interesse em reduzir a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas. Seria ótimo poder reduzir para 40 horas, 30 horas por semana, mas isso teria um impacto na competitividade. Porque uma diminuição da carga de trabalho teria que significar um aumento da produtividade, mas infelizmente isso não é possível.

Por quê?

Desde a década de 1980, a competitividade do trabalhador brasileiro está estagnada. O único caminho é a conscientização que essa “bondade” precisa de uma contrapartida na produtividade. Mas, para isso, precisamos mudar a mentalidade dos brasileiros. Existe uma descrença na sabedoria do mercado. O livre mercado consegue resolver sozinho e de forma mais justa a maior parte dos problemas trabalhistas. Não é o que acontece aqui. Temos 100 milhões de ações trabalhistas. Isso significa que, na média, considerando que todas as ações precisam de pelo menos duas partes, todos os brasileiros estão envolvidos em alguma ação trabalhista.

E para a Riachuelo, quais são as perspectivas?

Vamos investir 2 bilhões de reais em quatro anos para duplicar a área de vendas. Ainda existe muito espaço para crescer no varejo. Se você juntar as maiores redes, temos menos 10% no market share. Isso porque existe ainda uma enorme fatia do varejo de baixa performance, precarizado, informal, dos camelôs e sacoleiros. Se mantivermos o crescimento, em quatro anos, basta crescer 8% ao mês. Você triplica o faturamento. Vamos criar 20 mil empregos em lojas. Cada emprego em loja significa 5 empregos em fornecedores porque movimenta toda uma cadeia de produção e logística. Vamos contratar muita gente com perfil de produto. A área financeira também está expandindo. E estamos sempre atrás de gerentes de loja.

De onde você tira essas pessoas? Dos concorrentes?

Não. Temos um acordo tácito para não acontecer isso, porque viraria uma guerra. Mas acontece de ter ex-funcionários de uma varejista na outra. Na Riachuelo temos um sistema diferente de todas as outras varejistas de moda no Brasil. Nossa ordem de reposição é de 10 dias. Isso dá um frescor imbatível. Somos a única empresa de Fast fashion brasileira. Este é um termo usado de maneira errada hoje. Ele serve para falar da cadeia integrada. É o que temos na Riachuelo. Vamos do fio até a 10ª prestação depois da venda, com a nossa operação financeira. O cartão Riachuelo tem a maior carteira de private label do varejo brasileiro, com 23 milhões de usuários, e ele já é responsável por 25% do ebitda, com um potencial enorme de crescimento.

A Riachuelo remodelou a marca e abriu duas lojas-conceito recentemente. Você estão passando por um momento de mudança de público?

Não estamos trocando de clientes. Nossos clientes que estão mais exigentes, lendo mais sobre moda e se informando. Estamos aumentando a nossa amplitude. Temos um apelo de custo pro topo da pirâmide também.  Lançamos 100 produtos por dia, mais de 35.000 por ano. Com isso, conseguimos fazer adaptações e evoluções semanalmente. Quando o cliente rejeita um produto do primeiro suprimento, pegamos o DNA do que deu certo e trabalhamos em cima dele. No fim da estação, só temos resíduo.

A chegada da Topshop,  Forever 21 e possivelmente da H&M pode ser ruim para vocês?

De maneira alguma. Estranho até ter demorado tanto para chegar, mas tem uma explicação para isso. A Zara, por exemplo, já está em mais de 80 países. A H&M deve estar por aí também. A explicação é o nosso ambiente hostil para os negócios, que acabam assustando as grandes empresas. A mesma Zara já está com seus oito formatos diferentes na Colômbia. No Brasil, eles chegaram a 15 anos e planejavam abrir 50 lojas nos três primeiros anos. Vão abrir a 40ª só agora. Quem já está aqui há mais tempo tem outra vantagem também. Conhecemos bem o nosso público e sabemos das particularidades de cada região, que algumas redes não levam em conta.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/o-futuro-do-varejo

Varejo: o motor da economia brasileira 23 de junho de 2014

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A receita de vendas do comércio varejista apresentou alta de 5,5% em maio, descontada a inflação, em relação ao mesmo mês de 2013. Em abril, a alta foi de 4,8%, na comparação com o mesmo período de 2013. É o que mostra o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), divulgado nesta quarta-feira (11). Na receita de vendas nominal, o crescimento foi de 12,5% em maio e de 11,9% em abril na comparação com 2013.

Feitos os ajustes de efeitos de calendário, o mês de maio apresentou desaceleração no ritmo das vendas. Considerando esses efeitos, conforme gráfico abaixo, o crescimento do ICVA deflacionado foi de 5,1%, 1,3 ponto percentual inferior ao crescimento registrado em abril (6,4%). No ICVA nominal com ajustes de calendário, a redução foi de 0,5 ponto percentual, alcançando 12% em maio de 2014 na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em abril deste ano, o ICVA nominal ajustado foi de 13,7%.

“Concluímos que as vendas no mês de maio foram influenciadas positivamente pelo calendário. Ajustando esses efeitos, observamos desaceleração. Em 2014, o mês contou com um sábado a mais e uma quarta-feira a menos do que no ano passado, além de um deslocamento de data do feriado de Corpus Christi, que, neste ano, acontece em junho”, afirma Gabriel Mariotto, gerente de Inteligência da Cielo.

Os setores que apresentaram maior crescimento na composição do ICVA de maio foram Drogarias e Farmácias, Lojas de Departamento e Autopeças e Serviços Automotivos. Também se destacou o setor de Hotéis. Para esse último setor, Mariotto observa que a expansão ocorreu principalmente por efeito de elevação de preços, já que a inflação do setor foi de 11,22%, contra 6,37% registrados pelo IPCA geral no acumulado dos últimos 12 meses. O setor de Supermercados e Hipermercados apresentou crescimento inferior ao resultado de abril, mas ainda assim continuou com desempenho acima da média do comércio varejista.

Em maio, a região Centro-Oeste liderou o crescimento do varejo em receita de vendas deflacionada, com expansão de 8,3%, seguida da região Norte, com 8,2%, da região Sul, com 6,9%, e da região Nordeste, com 6,1%. A expansão da região Sudeste foi de 5,1%, abaixo da média nacional.

No indicador nominal, a região Centro-Oeste liderou o crescimento, com expansão de 14,7%, seguida das regiões Sul, com 14,4%, e Norte, com 13,4%. As regiões Nordeste e Sudeste cresceram abaixo da média nacional em receita de vendas, com alta de 12,4% e 12,1%, respectivamente.

O desempenho da região Nordeste pode ser explicado, em parte, pela alta na inflação observada nos últimos meses, principalmente para os estados de Pernambuco e Ceará. O IPCA para Recife – em maio deste ano – foi o maior do país, com alta de 1,16%, somando 6,55% no acumulado dos últimos 12 meses. Fortaleza, por sua vez, apresentou inflação de 0,95% em maio, o segundo índice de maior alta para o mês dentre as regiões pesquisadas pelo IBGE, somando 6,3% de inflação nos últimos 12 meses.

Fonte: http://www.sindilojaspoa.com.br/index.php?menu=104&id=7511

Varejo cresce 5,5% em maio, revela Índice Cielo 20 de junho de 2014

Pesquisa de Fluxo

Pesquisa de Fluxo com a Endereço Certo 18 de junho de 2014

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Será que a equipe conhece “realmente” aquilo que oferece ao cliente? Será que é capaz de responder, prontamente, às perguntas de seus clientes? Será que inspiram a confiança no cliente para realizar sua compra?
Você já deve ter reparado que não há técnica de venda que funcione quando não se conhece aquilo que se está tentando vender. No mercado atual, ter especialistas para oferecer um excelente atendimento ao cliente, não é mais uma opção ou virtude de determinados pontos de venda. A concorrência pelo cliente elevou o nível de competição. Atualmente, o que é preciso definir é o nível de conhecimento que o profissional deve ter sobre o produto e/ou serviço. E não, se deve ou não ter.
Quando falamos de conhecimento de produto, soma-se também a habilidade de transformar informações técnicas em argumentos de vendas. Um cliente não quer “apenas” saber sobre a composição técnica de determinado produto, ele quer saber o que significa, em termos de diferenciais, e o que irá ganhar com isso.
Invista na real preparação de sua equipe, transferindo para ela os conhecimentos fundamentais para que façam mais e melhores vendas. Se eles conhecem mais, se sentirão mais seguros e poderão ser os profissionais que o cliente esperava que sejam ao entrar na sua loja.
Fechar uma venda pode ser uma questão de atitude!
Por que será que o fechamento da venda provoca tanta emoção nos corações dos vendedores? Por que será que tantos deixam passar o momento certo de tentar fechar suas vendas?
Um atendimento bem conduzido, geralmente, resulta em uma venda. Ou seja, muitas vezes o cliente irá dizer que vai comprar sem que o vendedor tenha que literalmente perguntar isso. Mas muitas vezes isso não acontece. E então?
Provavelmente, os vendedores não conseguem perceber os sinais de compra que o seu cliente emite. Isso requer preparo e técnica. É necessário executar determinados passos do atendimento para receber do cliente sinais que demonstrem que ele está pronto para a decisão de compra.
Além disso, é necessário uma dose de autoestima, autoconfiança e atitude. É impossível tentar ajudar alguém que não deseja para si o sucesso. Talvez esteja aí a resposta da razão dos vendedores novos terem mais sucesso que antigos. Embora eles conheçam menos sobre a loja, seus produtos e clientes, eles “querem muito” ser bem-sucedidos. Acho até que uma boa dose de motivação pode resolver, mas é a vontade interior do vendedor que irá movê-lo adiante.
Mostre o caminho, o passo a passo, de um atendimento eficaz para sua equipe. Treine com ela como percorrer esse caminho. Mostre que a vontade de fechar vendas muitas vezes é mais importante que a técnica a ser utilizada.
Boa sorte e boas vendas.
Fonte: http://www.varejista.com.br/inovacao/861/como-vai-o-conhecimento-de-produto-de-sua-equipe

 

Como vai o conhecimento de produto de sua equipe? 17 de junho de 2014

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Quantas vezes você já precisou de uma ideia daquelas e justamente naquela hora não conseguiu pensar em nada? Ou ainda, estava tranquilo, fazendo uma atividade qualquer e de repente uma super ideia surge como um passe de mágica em sua cabeça? Isto é mais comum do que se imagina, pois ideias vêm e vão a todo o momento, mas existem horas que parece que elas simplesmente somem de nossa vida, é o que chamamos de bloqueio criativo!

Engana-se quem pensa que bloqueio criativo é algo voltado somente para profissionais de criação, marketing ou design. Hoje a criatividade nos negócios tem sido um tema bastante abordado, pois, para inovar é preciso sem sombra de dúvidas, utilizar o lado direito do cérebro.

Acredito muito na criatividade estratégica, ou melhor, penso que a criatividade pode ser utilizada como a própria base estratégica quando bem estruturada, por isto desenvolver o pensamento criativo é também aprimorar o pensamento estratégico, tão valorizado no mundo dos negócios.

Há quem acredite que criatividade deve ficar do lado de fora da administração, afirmo que isto é um grande erro, pois foram justamente manobras criativas e bem pensadas (o tal pensar fora da caixinha), que destacaram muitas empresas que temos como referencia em diversos segmentos de mercado, até mesmo os considerados “mais técnicos” por assim dizer.

Portanto, invista mais em seu lado criativo e comece a perceber a criatividade como uma ferramenta estratégica, garanto que se começar a pensar desta forma, as ideias vão começar a surgir de maneira muito mais frequente.

Confira 10 dicas para combater o bloqueio criativo e potencializar a criatividade:
1 – Acredite em seu potencial criativo – O primeiro passo para o bloqueio criativo é acreditar que esta é uma habilidade que passa longe de seu repertório comportamental. Quando se acredita não ser uma pessoa criativa, as chances de bloquear o lado direito do cérebro aumentam consideravelmente. Não existe pessoa sem criatividade, o que existe é falta de treino e desatenção às suas ideias.

2 – Não tenha vergonha – As ideias mais brilhantes, também já foram consideradas absurdas um dia. Pessoas criativas muitas vezes são chamadas de loucas ou vistas com certa desconfiança quando expõem suas ideias. O que não as impedem de continuar a pensar em soluções diferentes para problemas comuns. Não tenha vergonha de expor suas ideias, se precisar se sentir mais seguro, coloque-as no papel, estruture de maneira que você possa entender melhor o que pensa, mas jamais deixe de expor aquilo em que acredita.

3 – Converse com pessoas de fora do seu meio profissional – independente da sua atuação, procure estar em contato com pessoas de diversas outras áreas, procure saber como elas agem no ambiente de trabalho, quais as ações que tomam quando precisam resolver problemas complexos e como trabalham a criatividade, você vai perceber que pode também encontrar muitas respostas que precisa em profissões que jamais poderia imaginar. Eu por exemplo, apesar de ser psicóloga, muito do que sei sobre criatividade, aprendi estudando Design Gráfico.

4 – Leia conteúdos interessantes – Nem sempre a resposta para o que você precisa vai estar justamente naquele livro especifico sobre o tema. Procure abrir sua mente e buscar aquilo que te interessa, mesmo que pareça não ter nenhuma conexão com o que procura no momento. Intuitivamente seu cérebro já estará se preparando para despertar o lado criativo, fazendo com que você perceba coisas que talvez não observasse pensando apenas tecnicamente sobre o assunto.

5 – Escute uma boa música – Há quem consiga trabalhar ouvindo música, outros ainda perdem totalmente a concentração até com o assobio do colega ao lado. É preciso perceber este tipo de coisa e saber como a música pode ser utilizada a favor da criatividade. Parar alguns minutos para ouvir uma música que te inspire pode ser um oxigênio para boas ideias. Experimente.

6 – Alimente-se – Já dizia minha avó: Saco vazio não para em pé! Da mesma forma, digo: Boas ideias não surgem quando temos necessidades a serem saciadas (lembre-se da pirâmide de Maslow). A dica é simples, não fique com fome! A Menos que você seja um Chef de cozinha, e precise inventar uma super receita, tentar encontrar uma solução criativa com a barriga vazia, pode fazer com que suas idéias não parem em pé!

7 – Pense fora da caixinha – Desde a primeira vez que escutei esta expressão, fiquei intrigada, afinal o que é pensar fora da caixinha? Para isto elaborei a minha própria explicação. Pensar fora da caixinha é fazer algo da forma que jamais tinha se imaginado antes e abrir-se a novas possibilidades para enxergar algo novo, além daquilo que se está acostumado. Portanto afirmo, não basta apenas “pensar em pensar” fora da caixinha, é preciso também saber qual é a sua caixinha – Reveja seus conceitos.

8 – Procure saber o que desperta sua criatividade – Há pessoas que gostam de desenhar, outras ainda, que preferem assistir a um filme ou até mesmo um desenho  animado, eu particularmente gosto de canetas e blocos coloridos, acho lúdicos e que por si só já convidam à criatividade. Mas nem toda pessoa tem a mesma dinâmica, por isso é importante saber o que desperta aquela luz das ideias, pois o que funciona com um, nem sempre será a formula para o sucesso de outro. Saiba o que alimenta sua criatividade e cultive este hábito, aposto que você só tem a ganhar.

9 – Saia da rotina – Experimente mudar uma vez por semana a rota do seu caminho para o trabalho, entre naquela loja que sempre teve vontade, troque o café por chá eventualmente. Faça coisas das quais fogem ao seu dia a dia uma vez ou outra. Pode causar certa estranheza em um primeiro momento, mas isto ajuda a ativar áreas do cérebro que podem não estar sendo desenvolvidas. Pense nisso.

10 – Não tenha medo de errar – Para esta última dica, deixo as palavras de Michael Jordan: “Errei mais de 9.000 cestas e perdi quase 300 jogos. Em 26 diferentes finais de partidas fui encarregado de jogar a bola que venceria o jogo e falhei. Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida. E é exatamente por isso que sou um sucesso.” Pare de se preocupar com o erro, isto só traz angustia e estagnação. No jogo da criatividade assim como na vida, errar também proporciona aprendizado – Siga em frente!

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/10-dicas-para-potencializar-o-pensamento-criativo/77575/

10 dicas para potencializar o pensamento criativo 16 de junho de 2014

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Os consumidores acordaram tarde para as compras da Copa do Mundo. Somente nas últimas duas semanas lojas e mesmo ambulantes nas esquinas em Porto Alegre colhem o que acreditam ser parte da empolgação com o Mundial. A aposta é que as vendas vão decolar na medida em que a seleção avançar na disputa. Vedetes eternas da competição, televisões em dimensões acima de 50 polegadas, alvo das maiores promoções e corte de preços das redes para desovar estoques, fazem a festa entre torcedores desde a semana passada, segundo o varejo. Mas o resultado deve ficar longe da expectativa de negócios com os aparelhos que o setor projetou na largada do ano.
Da gaúcha Lojas Colombo à francesa Fnac, campanhas promocionais associadas a vantagens econômicas ou bonificação buscaram empolgar o bolso dos clientes. Os atrativos focam desde cheque presente no valor da TV comprada (Fnac) até quitação da última parcela do financiamento da televisão, de qualquer tamanho, na Colombo. Mas tudo se o Brasil chegar ao Hexa. As ações tentaram contornar uma dificuldade flagrada na pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC), que apontou que metade dos brasileiros não estava disposta a comprar produtos ligados à Copa. Além disso, apenas 13,3% iriam adquirir uma TV nova. Nas cidades-sedes, como Porto Alegre, a taxa era mais baixa, com 12,6% dos consumidores declarando disposição para gastar na temporada de futebol.

Atrás de mais receita, a rede gaúcha decidiu fazer nesta sexta-feira e no sábado a promoção “48 Horas Pra Levar Tudo Colombo”. Nos dois dias, as filiais do Estado, de Santa Catarina e do Paraná terão descontos agressivos e parcelamento em até 14 vezes. Televisores serão um dos alvos, segundo a rede. O superintendente da empresa, Rodrigo Miceli Piazer, admitiu que a cultura do brasileiro de deixar as decisões, e as compras, para a última hora comprometeu as metas de vendas. O nível atingiu 47% desde 15 de maio, acima da marca de 2013 neste período, mas até abril girou entre 25% e 30% no setor de TVs. “Agora engrenou”, definiu o executivo. A rede vendeu 20 mil unidades desde janeiro, mas o setor e os fabricantes esperavam manter alta de 50% nos seis meses.

Na onda da última hora, comprar uma televisão não satisfaz. A cuidadora de idosos Elda Garcia Silveira entrou em uma das lojas situadas na rua Doutor Flores, um dos pontos mais movimentados na temporada de Copa no Centro da Capital, e saiu com dois aparelhos. Elda aproveitou a chance para aposentar dois, de 20 e 24 polegadas, que não atendiam mais às exigências da dona da casa. “Parcelei em três vezes, pois o preço estava muito bom. Agora vou torcer para que o Brasil chegue à final para não me frustrar e amargar a prestação”, brincou Elda. “Lá em casa vai ter quitutes de festa junina e TV nova.”

Estabelecimentos decorados de balões e bandeirolas em verde e amarelo e com foco em campanhas de preços mais baixos de televisores acabam fisgando potenciais compradores. A promotora de produtos de uma das fabricantes Adriana Alcará citou que um dos modelos, com 60 polegadas, reduziu quase R$ 1 mil. “Tem gente que trocou o aparelho de tubo por uma de tela plana de 60 polegadas!”, comentou a consultora. Uma marca tentou atrair clientes com promoção que a cada R$ 100,00 de compra concorre a uma TV de 60 polegadas. Adriana garante que as vendas estouraram há duas semanas, com crescimento de 60% frente ao mesmo período de 2013.

Na Fnac, as vendas cresceram 50% após a estreia da promoção em que na compra de TV o cliente pode ganhar o valor em vale-presente caso o Brasil conquiste a taça ganhando no tempo regulamentar. “Isso atraiu muita gente que não comprou ingresso para assistir aos jogos nos estádios e resolveu investir na qualidade de imagem para ver em casa”, acredita o diretor comercial no Brasil, Fábio Gabaldo. O movimento também acelerou em maio. O bônus vale principalmente para modelos acima de 50 polegadas. Segundo Gabaldo, a Copa de 2014 tem a marca das telas gigantes. “Já são os modelos mais vendidos”, sinaliza o diretor comercial. Também na linha de itens licenciados, como o boneco do mascote Fuleco, a procura aqueceu desde a semana passada.

Vendedor da filial da Ponto Frio no Centro, Anderson Gomes narrou as peripécias de clientes para adquirir a televisão tamanho família. Gomes contou que uma moradora do Pará, em passagem pela Capital, comprou um modelo de 50 polegadas e pediu para ele carregar o produto até a estação Trensurb, no Mercado Público. “Ela pagou até a passagem para eu colocar dentro do trem e ainda queria que carregasse até o Aeroporto Internacional Salgado Filho, onde embarcaria em um voo para a cidade uruguaia de Punta del Este!”, narrou o vendedor. “Não fui, né. Era demais.”

Venda de produtos para torcedores aquecem na véspera dos jogos

O entusiasmo de torcedores despertou em cima da estreia do Mundial. Lojas especializadas em itens para decoração, produtos licenciados ou promocionais e de animação registram maior procura desde o começo de junho. Lideram as compras principalmente bandeiras para carros e as barulhentas cornetas, produto que tenta rivalizar com a popularidade que a vuvuzela angariou no Mundial na África do Sul. Uma pista que pode explicar o ritmo mais lento foi dada pela pesquisa da CNM, que apurou em menos de 15% os residentes das cidades-sedes dispostos a comprar produtos que lembram a competição.

No estande da matriz da Big Center Festa, na zona Norte da Capital, as cornetas estavam nas últimas unidades na quarta-feira passada. Foram encomendadas 20 mil para abastecer filiais na Capital e no Interior. “Não vai faltar produto. Se precisar, encomendamos mais”, avisa o diretor comercial, Luís Fernando da Silva. O Fuleco, mascote da Copa, em diversos tamanhos, também têm adeptos. A empresa fez estoque de 1,25 mil unidades e já vendeu 600. A expectativa é de que com o avanço da competição e do Brasil, frisa Silva, o mascote tenha mais procura. “Vendemos 70% do estoque dos produtos, com aquecimento nas duas últimas semanas”, especifica o diretor.

São 300 produtos diferentes, de chaveiro a balas e fantasias nas cores verde e amarela. Balões metálicos têm encomendas para entrega a domicílio. A rede espera elevar em 32% o faturamento comparado ao mesmo período de 2013. O casal Solange e Márcio Gomes admitiu ter deixado para o dia anterior ao primeiro jogo do Brasil a compra dos itens que faltavam para torcer. Com tanta variedade, ficou difícil escolher. “Vamos levar bandeira e colocar na frente de casa. Poucos vizinhos entraram no clima”, descreve Gomes, que atua como autônomo. “Quando a Copa era em outro País, parecia que empolgava mais”, constata Solange.

A Big Center Festa fez a maior encomenda de cornetas da fabricante Apolo Brinquedos, com sede em São Paulo. O representante comercial da Apolo no Estado, Vinicius Fagundes Hormes Fialho, informa que foram enviadas a varejos locais cerca de 40 mil unidades e no País mais de 1 milhão.

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=164445

Consumidor acorda na última hora para compras ligadas ao Mundial 13 de junho de 2014

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O tempo é o grande inimigo de todos, quer seja no âmbito profissional, bem como no pessoal. Todos os dias quando a gente conversa com as pessoas preste atenção que normalmente a primeira coisa quando você pergunta é “e aí como vai?”, a resposta vem sempre “correndo bastante”. Essa rotina e correria já se tornaram parte do dia a dia, o grande problema é que se não administramos nosso tempo para “pensar”, vivemos da rotina e ficamos sempre no mesmo lugar. Precisamos nos organizar para planejar nossa vida e podermos fazer algo para melhorar, mas para isso é necessário ter a gestão sobre o tempo. Outro grande vilão são os smartphones, dependendo da pessoa, pode perder até 15% do dia em função deles. Pessoas que não tem muito “foco”, são as que mais perdem tempo nessas ferramentas.

Os manuais de administração mostram que as pessoas deveriam seguir a regra do 80/20. “É 80% do tempo para na operação e 20% do tempo para pensar, para gestores e líderes essa regra se inverte, justamente para poder pensar mais do que operacionalizar. Nas lideranças uma das causas da falta de tempo é a “centralização”, o ato de não delegar as atividades operacionais acabam muitas vezes ocupando o tempo demais do gestor e ele está deixando de fazer o que é de sua responsabilidade que é “pensar”.

A disciplina e planejamento são fundamentais para conseguir melhores resultados em nossos dias, sem um método e foco em realizar o que nos comprometemos não atingiremos nosso objetivo. É necessário realizar na noite anterior ou na primeira hora do dia um plano de trabalho, isso mesmo, liste o que você vai fazer no dia com tópicos e prazos para cumprir, essa é a melhor forma, pois se não tivermos uma meta, qualquer coisa que fizermos durante o dia vai estar bom. Um dos grandes cuidados são as “entradas” de assunto que não foram planejados e que vem de demandas de outras pessoas. É preciso filtrar todas essas demandas “extras” pelas prioritárias, caso contrário vai se perder no tempo e não vai atingir os objetivos do dia.

Administrar o tempo é a melhor forma de organizar sua vida, é ter “tempo para pensar”, em fazer a diferença e buscar seus objetivos pessoais e profissionais, se organize para que faça realmente o que gostaria de fazer, possivelmente você não consegue fazer hoje porque anda tão ocupado com tarefas urgentes na sua rotina mas muitas delas não são tão urgentes ou prioritárias que não lhe sobra tempo. Quem tem tempo, muitas vezes não é porque não faz nada, é porque sabe administrar o tempo que tem. Porém, se esse é seu caso, aproveite para usar esse “tempo ocioso” para pensar e planejar sua vida.

“As pessoas comuns se preocupam apenas em passar o tempo, as que têm talento em utilizá-lo”
Arthur Schopenhauer

http://www.administradores.com.br/artigos/academico/como-voce-administra-seu-tempo-para-pensar/77913/

Como você administra seu tempo para “pensar”? 12 de junho de 2014

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A Copa do Mundo está aí e basta circular nas lojas para perceber que o clima é de otimismo não só pelo que vai acontecer dentro das quatro linhas do campo. O comércio do Rio Grande do Sul projeta nos 16 dias entre o primeiro e o último jogo da Copa do Mundo previstos para Porto Alegre, o Rio Grande do Sul deverá receber milhares de turistas estrangeiros e de outros estados brasileiros. Isso dá um total de 480 mil estadias no período.

Afora os ingressos para os jogos, de acordo com as estatísticas do receptivo turístico da EMBRATUR, pode-se esperar um gasto médio por turista da ordem de R$ 270,00 a R$ 350,00, variação essa associada, especialmente, ao preço de oportunidade no ramo da hotelaria, dada a evidência de uma alta temporada fora de época.

Pegando o ponto médio dessa projeção, ou seja R$ 310,00 por dia/turista, a FCDL-RS estima a entrada de algo em torno de R$ 149 milhões em consumo centrado da Região Metropolitana de Porto Alegre, mas ampliando-se para outros polos turísticos, especialmente na Serra.

- O comércio teve o tempo suficiente para se preparar e os setores diretamente beneficiados estão com elevado nível de internacionalização. Não acredito que teremos grandes carências. Hoje existem recursos técnicos para facilitar a vida do turista e do lojista, como menus que foram adaptados ao inglês e a outras línguas. Além disso, a hospitalidade do povo gaúcho supera qualquer eventual dificuldade existente com a língua – afirma o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Nesse contexto, no âmbito do comércio varejista, os segmentos mais beneficiados com essa renda adicional serão as lojas de vestuário, calçados e acessórios, assim como os estabelecimentos especializados em artigos de uso pessoal

- Aos lojistas que pretendem tirar o melhor proveito do momento, é fundamental investir na excelência do atendimento: importante ter pessoas dominando o inglês e espanhol, pelo menos, além de ter em mente que a maioria dos turistas terá poder limitado de carregar bagagens, por conta das restrições do transporte aéreo. Assim, para a venda de souvenires e produtos em geral, é importante estar preparado para privilegiar produtos de menor peso e volume, mas de qualidade – completou Koch.

A capacitação e qualificação dos profissionais foi feita dentro de um cronograma pensado há muito tempo, segundo o líder da entidade que representa o varejo do Rio Grande do Sul. A preocupação com a cultura da Qualidade no varejo pode ser percebida com o elevado crescimento de empresas participantes do Programa Q Comércio, por exemplo.

A FCDL-RS tinha uma estimativa de agregar mais 200 empresas participantes no programa em 2014, mas o número de novos integrantes já alcançou 347. A experiência com outras culturas e línguas também é bem vista pelo setor.

Fonte: http://ultimominuto.net.br/detalhe.php?idp=2493

Comércio se enfeita para Copa e projeta R$ 149 milhões em negócios no RS 11 de junho de 2014

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O Dia dos Namorados confirma o ritmo de crescimento de vendas para o comércio eletrônico e deve gerar um resultado maior que o de 2013. De acordo com levantamento da E-bit, empresa especializada em informações do setor, os e-consumidores devem movimentar R$ 1,35 bilhão no período de 28 de maio a 11 de junho. O número representa um crescimento nominal de 35% se comparado ao mesmo período do ano passado, quando o faturamento chegou a R$ 1 bilhão. A previsão, de acordo com o estudo, é chegar a 3,85 milhões de pedidos.

“Este ano a data está sendo estimulada com a venda de produtos para a Copa, o que ajuda a elevar o ticket médio na procura de produtos como TVs de tela grande, smartphones e presentes com motivação de seleções nas grandes lojas virtuais, além da grande procura por flores, que já possui forte apelo para a ocasião”, explica o diretor geral da E-bit, Pedro Guasti.

O Dia dos Namorados vem representando, nos últimos anos, a terceira data sazonal mais importante para o varejo digital brasileiro, depois de Natal e Dia das Mães. As categorias mais vendidas devem ser as tradicionais “Moda & Acessórios”, “Cosméticos e Perfumaria” e “Eletrônicos”, respectivamente.

Fonte: http://www.varejista.com.br/noticias/8659/comercio-eletronico-estima-faturamento-de-r135-bi-no-dia-dos-namorados

 

Comércio Eletrônico estima faturamento de R$1,35 bi no Dia dos Namorados 10 de junho de 2014

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Se antes o foco das empresas de comércio varejista era a expansão, hoje a busca é por eficácia. No novo cenário, as companhias buscam profissionais mais bem qualificados e investem em cargos estratégicos que afetam diretamente o desempenho da marca, como gerentes de logística e de produtos.

“Até agosto do ano passado, empresários só falavam em expansão e em abrir novas lojas. Mas, depois disso, com o aumento dos juros e da inflação e com a redução do crédito, eles mudaram o foco.
Querem fazer mais com menos”, afirma Carlos Carmona, sócio da Orientha, empresa de recrutamento especializada em varejo.

Segundo o IBGE, o volume de vendas do varejo cresceu 4,3% no ano passado -pior resultado desde 2003, bem abaixo dos 8,4% de 2012 e inferior à média dos últimos dez anos (de 7,5%). Em março deste ano, as vendas caíram na comparação com igual mês do ano passado (1,1% no Brasil e 0,6% no Estado de São Paulo).

Apesar desses resultados, na Grande São Paulo a geração de empregos do setor segue em alta, porém a um ritmo menor. “Nos últimos doze meses, até março deste ano, houve aumento de 0,9% nos empregos. Mas, em março do ano passado, crescíamos a 2,2%”, afirma Júlia Ximenes, assessora econômica da Fecomercio-SP.

Dois setores estão demitindo, segundo a Fecomercio: lojas de vestuário e concessionárias de veículos. Para Ximenes, o problema das concessionárias deve-se especialmente ao término do incentivo fiscal do governo. O setor de vestuário e calçados é o primeiro a ficar abalado em momentos de inflação alta e de menos otimismo.

Nesse novo cenário, profissionais que outrora foram muito demandados, como o gerente de expansão, já não são tão buscados. A gerente de expansão da loja de móveis Oppa, Kitty Leão, 30, concorda que a febre passou. “Há uma demanda por tentar sermos muito eficientes, gastando o mínimo possível.”

Ela coordenou a abertura de quatro novas lojas de móveis da Oppa e, nas próximas semanas, abrirá outras duas unidades.

Leão é formada em propaganda e marketing e cursou MBA na IE Business School de Madri. Ela passou por grandes empresas como Johnson & Johnson e Crocs e foi contratada pela Oppa há oito meses.

Ela diz que o segmento é para poucos. “É exaustivo trabalhar no varejo. Ou você ama ou odeia.”

Marcos Gouvêa de Souza, diretor-geral da consultoria GS&MD, especialista em varejo, avalia que o comércio vem se profissionalizando muito. Por isso, é crescente a busca por profissionais com formação mais ampla e capacidade de adaptação.
No caminho inverso, o profissional de “chão de loja” está em baixa e é cada vez menos valorizado. Martins lembra que há grandes marcas brasileiras em que o presidente da empresa começou na base de operação.

“Mas se esse profissional chega sem estudo e sem muita vontade de trabalhar, ele não vai crescer.”

ENTREGAS

Na outra ponta, um profissional muito desejado, segundo os especialistas, é o gerente de operações logísticas -também chamado de gerente de “supply chain” (cadeia de suprimentos).

“Tanto o profissional de logística que trabalha com varejo físico quanto o que tem experiência no comércio eletrônico são muito demandados e valorizados hoje no Brasil”, diz Jorge Martins, gerente da empresa de recrutamento Robert Half.

Segundo ele, existem poucos profissionais no Brasil com experiência na administração de centros de distribuição, principalmente os ligados às vendas virtuais. Esses funcionários têm sido treinados pelas próprias empresas.

O administrador Guilherme Lima, 37, trabalha na área desde 2000 e hoje, como gerente de logística da marca Puket, lidera 90 profissionais divididos entre São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Ele é responsável pela distribuição dos produtos para as lojas próprias e os magazines. É ele quem envia para o centro de distribuição os itens comprados pela web.

Formado em administração e com um MBA em “suplly chain”, Lima tem uma vida corrida. Com certa frequência, trabalha de madrugada, aos finais de semana e nos feriados. Ele resolve pepinos o tempo todo.

“O profissional de logística precisa estar ligado, ter visão e gostar de resolver problemas. Tem que saber rebolar”, comenta.

Outro profissional em alta é o gerente de compras -o responsável pela aquisição de matéria-prima e também por produtos prontos para a revenda. Martins, da Robert Half, conta que, em uma reunião de um grande grupo varejista, o presidente da empresa comentou: “Eu não me importo se o meu profissional de compras ganhar mais do que eu”.

A valorização deste profissional deve-se ao fato de que, se uma empresa comprar mal, também venderá mal.

Fonte: http://classificados.folha.uol.com.br/empregos/2014/06/1466083-varejo-busca-fazer-mais-com-menos.shtml

 

 

Varejo busca fazer mais com menos 9 de junho de 2014

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No último dia 05 foi a vez da Endereço Certo promover a Bancorbrás, distribuindo seus flyers informativos em alguns bairros da cidade de Porto Alegre.

Com mais de 30 anos de atuação no mercado brasileiro, a Bancorbrás ganhou visibilidade nos ramos de consórcio, seguro e turismo ao oferecer a milhares de pessoas facilidades para realizarem alguns de seus projetos de vida.

Presente em todas as regiões do País, a Bancorbrás conta com oito filiais, quatro lojas em Brasília, 14 representações comerciais e nove agências credenciadas, espalhadas pelo Brasil.

Fonte: http://www.bancorbras.com.br

Endereço Certo Promove Bancorbrás em Porto Alegre 5 de junho de 2014

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Às vésperas da Copa do Mundo, profissionais de vendas estão preocupados em como seguir o bom ritmo das vendas – preparando-se para o segundo semestre e para 2015, com as eleições presidenciais. “Junho é o mês ideal para fazer uma reciclagem, criar novos contatos, retomar os antigos, repensar a estratégia de negócios, e organizar a carteira de clientes”, afirma Tatiana Botta, coach especializada em vendas, e sócia diretora da Epifania Coaching.

Veja nove dicas sobre como manter seus negócios aquecidos durante a Copa do Mundo:

1.Retome contato com seus clientes em potencial: Reavalie os contatos feitos no primeiro semestre e veja quais são possíveis retomar para abrir terreno no campo comercial. “A maior parte das empresas só vai parar nos dias de jogos do Brasil. É importante aproveitar esse momento para retomar o relacionamento com clientes em potencial”, afirma Tatiana.

2.Organize a bagunça: A correria do dia a dia às vezes não permite que a organização seja uma prioridade. Mas quem pensa que isso não atrapalha está enganado. De acordo com Tatiana, a falta de organização pode tomar até 40% do tempo do profissional. E o que dizer de quem mantém uma mesa “bagunçada”? “É importante pensar que a organização deve servir para que você encontre o que precisa rapidamente. Não adianta ter uma mesa limpa se você, por exemplo, guarda o que é importante somente nos seus e-mails”, explica a coach.

3.Acompanhe a concorrência: Essa é outra ação importante que, por vezes, fica perdida na rotina. “É importante aproveitar esse mês da Copa do Mundo para reavaliar a sua estratégia de negócios – verificar o que a concorrência tem feito é fundamental”, lembra.

4.Revise seus clientes atuais: Aproveite também o momento para avaliar o atendimento a seus clientes atuais. Atualize seus dados sobre clientes, visite-os, se possível. O feedback dos seus clientes é o seu principal indicador de negócios. É importante falar com as pessoas, fazer networking e sobretudo, ouvir o que o seu cliente tem a dizer”, afirma a coach.

5.Fale com seus fornecedores: Seus fornecedores também fazem seu negócio funcionar, e são indicadores importantes. É importante que seus fornecedores trabalhem com você sob uma perspectiva de parceria e de fomento mútuo aos negócios. Fornecedor distante se compromete menos, se engaja menos.

6.Marketing é fundamental: Invista em ações de marketing que possam promover sua marca junto a seus clientes – para abrir mais negócios- e junto aos prospects. Se a verba é pequena, invista na geração de conteúdo para agregar valor à sua marca.

7.Atualize-se: Esse é um mês valioso para quem precisa colocar em dia a pilha de leituras. Aproveite para atualizar suas informações gerais sobre o mercado. Vale também fazer um curso rápido, ou participar de algum evento.

8.Conheça seus pontos a desenvolver: “O momento também é propício para avaliar sua atuação no ano, revendo o que deu certo e o que não funcionou”, explica Tatiana. Fazer uma autoavaliação, com base nos objetivos estabelecidos para 2014.

9.Aproxime-se do seu time: Se você é gestor, o momento é perfeito para colocar a casa em ordem, avaliar o que funcionou e o que ainda precisa melhorar, tanto do ponto de vista do grupo, como também de forma individual. Se você faz parte de um time, aproveite o momento para se aproximar de seus pares, e desenvolver, em conjunto, ações que possam beneficiar a equipe.

Fonte: http://adnews.com.br/artigos/saiba-como-manter-os-negocios-aquecidos-durante-a-copa

 

Saiba como manter os negócios aquecidos durante a Copa 4 de junho de 2014

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O mundo das mídias sociais tem uma dinâmica bastante particular. Cada uma delas tem um universo diferente e uma linguagem própria, mas é possível notar uma coisa em comum a todas: seus usuários procuram proximidade uns com os outros. O mesmo acontece quando o assunto é a relação das marcas com clientes.

Nenhum usuário quer se sentir como se estivesse falando com um robô quando conversa com uma empresa por meio das mídias sociais. Ela precisa mostrar que há pessoas do outro lado também. Mas por que fazer isso? Abaixo você confere algumas fortes razões para ser mais humano no seu trabalho em mídias digitais:

1. Conexão emocional
Muitas empresas relatam que o principal motivo para o sucesso de campanhas e estratégias nas mídias sociais é a conexão emocional criada com os usuários. É ela que permite que os consumidores criem empatia pela empresa e desenvolvam lealdade. Aproximar-se das pessoas as torna mais propensas a se tornarem advogados da sua marca.

2. Diálogos mais suaves
Ser mais humano faz com que usuários derrubem suas barreiras e fiquem menos na defensiva. Isso faz com que eles se abram mais para escutar a marca, forneçam feedback e colaborarem com campanhas e questionários – que também contribuirão para o crescimento da empresa.

3.  Autenticidade e confiança

Ser mais humano em sua comunicação pelas mídias sociais significa que suas mensagens não serão padronizadas e também não parecerão algo saído de uma central de telemarketing. Isso destacará sua empresa das outras, mostrando autenticidade; e, ao mesmo tempo, conquistará a confiança dos usuários.

4. Pedir ajuda fica mais fácil
Se por acaso você precisar da ajuda de seus seguidores e fãs – como em pesquisas ou campanhas –, seu lado humano os conquistará mais facilmente. Isso ampliará os dados que você tem sobre o seu público consumidor e também o alcance das suas mensagens. Não se esqueça de recompensá-los de alguma forma – alguma forma mais pessoal, vale lembrar.

5. Os bastidores
Mostrar o que acontece nos bastidores é um sinal de transparência. Seus seguidores conhecerão a mágica que acontece por trás da cortina e as pessoas que tornam tudo possível. Isso levará a uma sensação de que eles também fazem parte do time, o que é ótimo para sua marca.

Para terminar, vale lembrar que mesmo que inseridos em um mundo virtual, os usuários das mídias sociais são pessoas que estão ali em busca de um contato humano. Como eu gosto de brincar: todo mundo é um pouco carente nas mídias sociais. Como empresa, você precisa interagir, responder mensagens, reconhecer esforços, aproveitar sugestões. Acima de tudo, esses usuários fazem parte integral do sucesso da sua marca.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Colunistas/Rafael-Teixeira/noticia/2014/06/5-razoes-para-sua-empresa-ser-mais-humana-nas-midias-sociais.html

 

5 razões para sua empresa ser mais humana nas mídias sociais 3 de junho de 2014

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QUEM COMPRA UM produto ou serviço está protegido por lei contra abusos de poder ou irregularidades e a lista de problemas é grande. Só que nem sempre o comprador tem razão de colocar a boca no trombone.

Eles podem se recusar a trocar o sapato que foi presenteado no tamanho errado, cobrar multa pelo cancelamento de um plano de telefone, vender um micro-ondas com defeito e ainda lhe deixar de mãos abanando por semanas a fio. E tudo isso dentro da lei. Uma das máximas mais difundidas no mundo dos negócios diz que o cliente tem sempre razão, mas quando o assunto é a relação de consumo, isso nem sempre é verdadeiro.
Respaldados pela legislação atual, vendedores e prestadores de serviços conseguem se defender e garantir direitos que, por mito ou falta de bom senso, acabam sendo atribuídos exclusivamente aos compradores.
Acostumados a ser “mimados” por lojistas – que na hora de fechar o negócio oferecem benefícios sem fim para fidelizar o cliente –, os brasileiros acreditam estar sempre respaldados pelo Código de Defesa do Consumidor quando se sentem lesados em suas relações de consumo.
Ainda que tenham razão em grande parte das queixas, a balança pode pender para o fornecedor em alguns casos, como quando consumidores se aproveitam de erros em anúncios para comprar produtos por preços irrisórios. Muitas dessas situações acabam na Justiça, que cada vez mais decide a favor do lojista.
Antes de gastar energia e dinheiro buscando direitos que não tem, o melhor é se informar sobre o que pode e o que não pode no conflituoso mundo do consumo.

PARA EVITAR DOR DE CABEÇA
-Não compre embalagens abertas ou danificadas, latas amassadas, estufadas ou enferrujadas e produtos com má aparência.
-Verifique sempre o prazo de validade dos produtos. Geralmente, itens em oferta, como “pague um leve dois”, estão com preços mais em conta porque os prazos de validade estão terminando.
-Não compre produtos piratas ou contrabandeados. Além de não ter garantia legal, os fabricantes e vendedores não pagam impostos.
-Para fazer uso dos seus direitos, o consumidor deve sempre exigir a nota ou o cupom fiscal.
-O vendedor não pode condicionar a venda de um produto ou serviço ao fornecimento de outro. Isso é chamado de “venda casada” e é proibido por lei.
-Não compre produtos que prometem soluções rápidas, como os remédios para emagrecer ou aparelhos para ginástica sem antes verificar a licença do Ministério da Saúde ou o selo do Inmetro.

QUANDO O CONSUMIDOR TEM RAZÃO
-Procure o fornecedor para tentar resolver o problema ou defeito.
-Procure o Procon da sua cidade caso não chegue a uma solução, apresentando a nota fiscal do produto ou do serviço. Em Porto Alegre, o Procon fica na Rua dos Andradas, 686. Também é possível fazer uma denúncia pelo site portoalegre.rs.gov.br/procon.
-Após essa reclamação, o fornecedor será intimado a resolver a questão. Se não atender ao prazo estabelecido, será instaurado um processo administrativo.
-O Procon não pode obrigar o fornecedor a pagar indenizações. Para receber alguma reparação financeira, é preciso procurar a Justiça.

Fonte: Procon Porto Alegre

Troca de produto sem problema é somente um ato de gentileza
A cena é comum nos dias após o Natal ou qualquer outra data marcada por presentes: shoppings, lojas e estabelecimentos comerciais são invadidos por consumidores minados de sacolas. Eles carregam os presentes que ganharam em tamanho errado, que vieram repetidos ou até mesmo porque não gostaram da cor ou do modelo. Para fazer a troca, basta apresentar o produto com a etiqueta, correto? Nem sempre.
Exigir a troca de qualquer mercadoria que não apresente defeito, comprada pela própria pessoa ou por terceiros, é uma prática baseada em um direito que não existe na legislação. O Código de Defesa do Consumidor não obriga as lojas a substituir o produto por outro em casos assim.
Mas por que os comerciantes costumam oferecer essa opção? Por gentileza e também para fidelizar os clientes.
– As lojas só são obrigadas a trocar a mercadoria se ela apresentar algum defeito ou vício. Caso isso ocorra, o fornecedor terá 30 dias para corrigir o problema e, se não conseguir, aí sim o direito de troca acontecerá – explica Sonia Amaro, advogada da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste).

FIQUE ATENTO
Para evitar constrangimentos na hora de tentar trocar um produto e não conseguir, o consumidor deve verificar se há possibilidade de troca antes mesmo de adquirir a mercadoria. Nesses casos, a opção e o prazo para a troca, quando houver, devem constar na nota fiscal ou na etiqueta do produto, de preferência.

PRESTE ATENÇÃO
A regra que não obriga a troca de produtos é válida somente para itens adquiridos pessoalmente em um estabelecimento comercial, como as lojas localizadas em ruas ou shoppings. Quando a compra é feita por telefone ou pela internet, o consumidor pode exercer o direito ao arrependimento em até sete dias. Isso significa que, por lei, é possível desistir da compra e devolver o produto (inclusive com ressarcimento pelo envio) ou trocar por outra mercadoria dentro de uma semana. O motivo da desistência não importa.

Está com defeito? Aguarde o conserto
Você passa meses economizando para comprar aquele tão desejado smartphone. Na loja, o vendedor testa o produto na sua frente, mostra que tudo funciona normalmente e lhe convence de que aquele é o melhor modelo.
Ao chegar em casa, após horas navegando com o novo aparelho, você descobre que as coisas não estão tão bem assim. Quando o celular é colocado para carregar, para de funcionar. A vontade é voltar na loja e exigir a troca imediata do produto. Mas é possível que você fique até um mês de mãos abanando, aguardando o conserto.
O fabricante não é obrigado a fazer a troca imediata de um produto com defeito evidente ou vício (problema que não é aparente). A empresa tem prazo de 30 dias para resolver. Só depois é que o cliente pode exigir a troca, a devolução do dinheiro ou abatimento no preço de um novo produto.

FIQUE ATENTO
Existe uma exceção para essa regra. Quando se trata de produtos essenciais e de uso imediato, como alimentos ou remédios, a troca deve ser na hora. Conforme Carlos Thadeu de Oliveira, gerente técnico do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), ainda que esses dois exemplos sejam um consenso entre consumidores e lojistas, não existe uma lista oficial que apresente quais produtos devem ser trocados imediatamente.
Se o cliente alega que não pode aguardar o tempo do conserto e quer que a troca seja realizada na hora, terá que recorrer à Justiça. Esse é o caso, por exemplo, de uma geladeira que vai substituir outra que não está mais funcionando.

PRESTE ATENÇÃO
Por lei, o consumidor tem até 90 dias para reclamar algum produto adquirido com defeito. Algumas empresas oferecem uma garantia maior, de dois ou três anos. Nesses casos, o tempo total que o produto fica na garantia é o contratual (fornecido pela empresa), somado aos 90 dias da lei.

Preço muito baixo? Não adianta tentar
O folheto promocional mal começa a ser distribuído e, em poucos minutos, a concessionária está lotada de clientes. Na oferta, um carro 0km que custa em torno de R$ 40 mil está sendo vendido por menos de R$ 3 mil. Os consumidores exigem comprar pelo preço anunciado. Em casos como esse, quando se trata de um erro evidente, a loja não é obrigada a vender pelo preço anunciado.
Conforme Fernando Smith Fabris, professor de direito empresarial da PUCRS, o bom senso deve prevalecer em situações que se tratam, obviamente, de um erro.

FIQUE ATENTO
De maneira geral, a loja é obrigada a vender o produto pelo preço anunciado, mas a Justiça tem dado ganho de causa para as empresas nos casos em que se constata a má-fé do consumidor. Antes de entrar com um processo, veja se não se trata de um erro evidente. Você pode se estressar à toa.

PRESTE ATENÇÃO
Está previsto no Código de Defesa do Consumidor que o fornecedor deve cumprir com tudo aquilo que promete na oferta, e isso inclui, além do preço, características do produto e condições de pagamento. A propaganda enganosa ocorre, por exemplo, quando o produto que foi anunciado é diferente daquele que foi entregue. Nesse caso, o cliente pode reclamar, afirma a diretora-executiva do Procon de Porto Alegre, Flávia do Canto Pereira.

Só em dinheiro!
Chega o final de semana e, para comemorar a folga, você sai para jantar com a família. Na carteira, leva um talão de cheques ou o cartão de crédito e débito – nunca se sabe o que as crianças vão pedir. Depois de escolher o seu prato preferido, deixar os filhos abusarem da sobremesa e não abrir mão do cafezinho, na hora de pedir a conta, o garçom informa: pagamento só em dinheiro!
Ainda que a situação cause constrangimento e revolta, não existe lei que obrigue o estabelecimento a aceitar cheques e cartões de crédito ou débito. A única obrigação é aceitar a moeda corrente.

FIQUE ATENTO
Mesmo tendo autonomia para decidir as formas de pagamento que são aceitas, é bom que os lojistas deixem claro para o consumidor o que é e o que não é aceito. Normalmente, isso é feito por meio de placas que ficam penduradas na entrada ou em um local bastante visível para quem chega ao estabelecimento.

PRESTE ATENÇÃO
Se a loja aceita todos os tipos de pagamento, deve oferecer condições justas. Os lojistas não podem cobrar preços diferentes para pagamentos à vista feitos em dinheiro, cheque (quando não for pré-datado), cartão de débito ou de crédito (em uma parcela). Muitos estabelecimentos, para ficarem livres das taxas cobradas pelas empresas de cartão, oferecem desconto quando o pagamento é feito em dinheiro, mas isso é uma prática irregular e deve ser denunciada ao Procon, alerta Sonia Amaro, advogada da Proteste. Além disso, a loja não pode exigir um valor mínimo para pagamento em cartão ou cheque.

Comprou de pessoa física? A solução não está no Procon
A chance de trocar de carro finalmente aparece. É o primo do seu colega de trabalho que está indo morar no Exterior e quer se livrar dos bens que tem no Brasil. O carro dele, com baixa quilometragem, está à venda. Após dar a volta na quadra com o veículo e receber do dono a garantia que está tudo revisado, você compra o carro por um valor razoável.
Algumas semanas depois, entretanto, probleminhas começam a aparecer. Do nada, o veículo esquenta, a gasolina é consumida rapidamente, e aquele para-choques que parecia perfeito, despenca no meio da rua.
A primeira reação é ir em busca de seus direitos como comprador. Mas, nesses casos, você não pode lançar mão do Código de Defesa do Consumidor ou reclamar no Procon. Essa não é considerada uma relação de consumo, já que o vendedor é uma pessoa física, ou seja, não tem como atividade principal a venda de veículos.

FIQUE ATENTO
Na hora de comprar um produto de pessoa física, a recomendação é ter muito cuidado e analisar bem o produto antes de fazer o pagamento. Conforme Carlos Thadeu de Oliveira, gerente técnico do Idec, o ideal é sempre fazer um contrato estabelecendo os critérios da compra, datas, identificação das partes e pedir para duas testemunhas assinarem o documento.

PRESTE ATENÇÃO
Apesar de não poder reclamar no Procon, quem comprou um produto de uma pessoa física e se sentiu lesado pode reclamar na Justiça, com base no Código Civil. Juntar todos os elementos que comprovem as irregularidades é fundamental nesses casos.

Fonte: http://www.sindilojaspoa.com.br/index.php?menu=104&id=7452

 

5 mitos na relação entre cliente e vendedor 2 de junho de 2014

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Observando as mudanças que aconteceram nos últimos anos na área de atendimento ao consumidor, eu tenho uma preocupação. Vou dormir todos os dias pensando em como melhorar o atendimento das empresas que trabalham com a plataforma que comercializo. Mas a minha preocupação não é somente como eles podem atender melhor os clientes hoje, mas sim com o médio e longo prazo também.

Atualmente, o grande desafio é se diferenciar dos concorrentes e oferecer maior qualidade para que os usuários entrem em contato com o SAC e finalizem os atendimentos satisfeitos. Diversas soluções são desenvolvidas para eliminar essas possíveis barreiras. Um exemplo trivial é a possibilidade do operador rediscar caso a ligação caia no meio do atendimento. Assim, além de evitar um aborrecimento por parte do cliente, que teria que repetir todo o assunto para outros atendentes, a empresa consegue economizar em custo e tempo de ligação.

Mas o que imaginar a médio e longo prazo? Recentemente surgiu o módulo de central de atendimento para o mobile. É fato que hoje em dia há mais vendas de tablets do que de desktops. Outro fator importante é que a nova geração só conhece a web pelos dispositivos móveis. Quantas empresas já estão preparadas para atender esses clientes através do mobile? Não é mais uma tendência, mas sim uma realidade e pouquíssimas companhias estão aptas para realizar esse atendimento.

Algumas já disponibilizam aplicativos para compra via smartphone ou tablet, mas a vantagem de utilizar esse serviço se perde quando é necessário entrar em contato com o SAC e não existir essa mesma opção.

E se falarmos dos aparelhos que já saem com Internet de fábrica, como as novas geladeiras plugadas na rede? Já paramos para pensar que se o cliente tiver problemas com o item, ele não vai querer pegar o telefone e ligar para o SAC e sim realizar o atendimento direto pelo produto?

Quando o assunto é o relacionamento entre a empresa e consumidor, estamos falando essencialmente de pessoas que evoluem a cada dia com o acesso à informação e às novas tecnologias. Ter essa percepção é fundamental para que o atendimento consiga evoluir junto com as necessidades do usuário.

Por que não se antecipar a essas necessidades? Conhecer as novidades do mercado e investir nas soluções tecnológicas são atitudes de empresas que querem criar o futuro e não ficar esperando ele chegar.

Enquanto vejo no mercado uma corrida por mais posições de atendimento e pouco investimento em tecnologia, minha preocupação constante é como estar sempre à frente do mercado para oferecer tecnologia suficiente para que o atendimento seja realizado na forma e na velocidade que o cliente desejar.

Diante disso, lanço uma reflexão: o SAC da sua empresa já pensa no futuro ou está acomodado no presente? Se a resposta for a segunda opção, repense suas estratégias e amplie a visão para que o risco de ficar no passado não esteja no seu negócio.

Fonte: http://www.adnews.com.br/artigos/o-futuro-do-atendimento-ao-cliente

 

O futuro do atendimento ao cliente 30 de maio de 2014

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Endereço Certo executa ações especialmente elaboradas para que você recupere aquele cliente que um dia já foi frequente em seu estabelecimento ou que um dia lhe visitou e ficou de voltar.

Consulte-nos e conheça algumas ações já aplicadas e resgate aquele cliente que é tão importante para o seu negócio.

Resgate seus Clientes com a Endereço Certo 29 de maio de 2014

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A mecânica das promoções de fabricantes bens de consumo e do varejo varia pouco. Para saber se essa fórmula continua atraente para o consumidor, a NewStyle – agência de marketing promocional do Grupo ABC – ouviu 1.050 pessoas em cinco cidades (São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife) concluiu que o consumidor até participa das promoções do jeito que estão, mas estaria disposto a aderir bem mais se vários aspectos fossem diferentes.

Começa pelo tempo de duração. Esse tipo de campanha dura, em geral, de dois a três meses – uma “eternidade” para quem está esperando o resultado do sorteio. Alguns consumidores disseram que até esquecem que estão participando. Para 82% dos entrevistados, esse período deveria ser menor. E para 85%, a forma de participação tem de ser mais simples, com menos passos e exigências cadastrais.

“O que motivou a pesquisa é que sentíamos que estava tudo muito igual, com todos trabalhando no piloto automático, com promoções muito parecidas”, disse Claudio Xavier, diretor da NewStyle.

Pelo levantamento, as agências terão de sair da zona de conforto. Um dos principais resultados é que as campanhas teriam mais eficácia se fossem regionalizadas, considerando as preferências específicas do consumidor. “As agências estão muito acostumadas a fazer campanhas nacionais”, afirmou Xavier. Os mais afeitos às promoções são os pernambucanos – 60% dos entrevistados no Recife disseram gostar muito de participar. Já no Sul, a abordagem tem de ser outra: 64% dos gaúchos disseram que não são contra, mas não participam de promoções.

Fonte: http://newtrade.com.br/noticia/consumidor-quer-promocao-rapida-e-simples

 

Consumidor quer promoção rápida e simples 27 de maio de 2014

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Não existe uma medida exata, no entanto, há alguns fatores a serem considerados ao se adotar determinados serviços em nuvem.

A JetBlue parece ter nascido para ser uma anunciante na nuvem. A companhia aérea tem forte presença no digital, mantendo um feed ativo no Twitter e um site agradável para os consumidores. Veicular uma operação inteira de marketing – de email a analytics – em um software acessível de qualquer lugar via conexão à web parece ser algo natural. Mas a JetBlue só deu seu primeiro passo significativo em nuvem no ano passado, quando firmou parceria com a Responsys, ferramenta de automação da Oracle. “Estamos na fase experimental”, afirma Maryssa Miller, diretora de comércio digital da empresa.

Softwares baseados na nuvem oferecem algumas vantagens para os anunciantes: é considerado mais poderoso, acessível e melhor conectado que outros softwares. Mas quando se fala em pôr tudo na nuvem – email, content marketing, gerenciamento de dados e analytics –, a maioria dos anunciantes é como a JetBlue, que escolhe com cuidado o que pode ser mantido off-site e quais funções precisam ficar em casa.

Veja alguns fatores que precisam ser considerados sobre o marketing cloud:

Por que o software on-premise continua
Há razões para que os softwares on-premises, instalados na empresa, ainda existam. Começando pelo fato de que migrar para a nuvem é um comprometimento sério. “Se os anunciantes estão conseguindo o que querem das soluções on-premise, então não há motivo para mudar”, afirma a analista da Forrester, Cory Munchbach. Em alguns casos, o esforço exige o deslocamento de milhões de dados de clientes, diz ela. O custo e o tempo vão depender da complexidade desses arquivos. Por outro lado, companhias de nuvem têm enfrentado acusações de que não são seguras. “A segurança de dados é a essência das empresas de software na nuvem, o que não é o caso de muitas organizações de marketing”, afirma Bryan Wiener, diretor da Expion.

Vantagens da nuvem
Muitos anunciantes se beneficiam com as atividades praticadas na nuvem. Muitos interagem com consumidores na web, email, social media e mobile. E há um software para cada uma dessas interações. Empresas como a Adobe oferecem plataformas para acessar todas as informações de uma só vez. Além disso, o software de nuvem oferece atualizações automáticas e pode ser comprado à la carte -e o custo é quase sempre mais barato.

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/2014/05/21/O-que-precisamos-saber-sobre-marketing-cloud-.html

O que precisamos saber sobre marketing cloud? 26 de maio de 2014

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Os limites entre homem e tecnologia vêm se tornando cada vez mais tênues, tendência que deverá se acentuar ainda mais com a crescente integração entre objetos e a internet, que é conhecida como a “Internet das Coisas”, (IoT, em inglês). Temos exemplos e ideias deste movimento vindos de todos os lados: desde geladeiras inteligentes que avisarão (ou vão comprar direto?) quando um produto acabar até o “carro-smartphone” que avisará ao seu seguro como você anda dirigindo.

Essa poderosa rede de informações, que gerará infinitos terabytes sobre tudo o que você faz, será alimentada por centenas de bilhões de objetos identificáveis e que poderão interoperar uns com os outros, com data centers de empresas, governos ou nuvens computacionais. Até 2020 serão 26 bilhões de devices conectados contra “apenas” 900 milhões em 2009, de acordo com estimativas da consultoria Gartner. Fora os milhões de sensores de informações que deverão “digitalizar” sistemas até então analógicos, como reservatórios de água, energia e na produção de alimentos. Além disso, o mercado de dispositivos sem fio com conexão à Internet deve movimentar entre US$ 2,7 trilhões e US$ 6,2 trilhões em valor econômico anualmente até 2025, segundo o McKinsey Global Institute, braço de pesquisa da consultoria McKinsey Company Inc.

Além dos devices pessoais, a IoT vai “aglutinar” o mundo digital com o mundo físico, permitindo que objetos e corpos humanos façam parte de um sistema de informações totalmente integrado. Não será apenas a sua geladeira que será conectada a uma rede, mas você também. E já temos vários exemplos: desde a lente de contatos que mede o nível de glicose que o Google vem desenvolvendo para diabéticos, até o sistema da Ericsson que permite que o corpo humano transmita informações para devices.

É evidente toda a conveniência e economia de recursos que a IoT poderá trazer para a sociedade. Por outro lado, cresce o desafio das empresas de gerenciar seguramente esse vasto volume de informações gerado. Para alguns é uma evolução natural da tecnologia, para outros certamente causa arrepios e receios. Acredito que tudo depende do nível de transparência com que seremos tratados por empresas e governos quando o assunto forem as nossas informações. Entretanto, vale lembrar que aquele argumento “você escolheu estar em uma rede social, portanto abriu mão da sua privacidade” talvez não seja tão válido em um mundo no qual provavelmente não teremos um “opt out” para rejeitarmos o rastreamento e utilização dos nossos dados. No Brasil, este tema está sendo debatido neste momento em função do Marco Civil.

Além disso, os questionamentos sobre segurança de dados provavelmente deverão ir além das informações pessoais e assumir um debate sobre segurança nacional, já que estamos falando também de usinas de energia e plantações conectadas. Em tempos de espionagem 3.0, seria muita paranoia desconfiar das singelas geladeiras inteligentes que andam lançando por aí?

http://www.adnews.com.br/artigos/a-internet-das-coisas-e-o-homem-maquina

A internet das coisas e o homem-máquina 23 de maio de 2014

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A Endereço Certo não para um segundo….e os preparativos para a Copa continuam bombando por aqui!!!!

Decore o seu estabelecimento com as cores verde e amarelo e entre no clima também!!!

Endereço Certo na Copa do Mundo 2014 22 de maio de 2014

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A educação à distância (EaD) veio para ficar. Em pouco tempo, a modalidade que teve início em 1996, já supera um milhão de matrículas em cursos de graduação no Brasil e o crescimento é exponencial a cada ano.  Caiu no gosto dos alunos que por falta de tempo ou dificuldade de acesso estavam longe dos bancos escolares. Em um país continental, onde as distâncias dificultam a mobilidade, a EaD oferece flexibilidade e custos mais acessíveis.

Pode parecer mais fácil cursar a graduação sem precisar frequentar todos os dias a sala de aula. Mas, na verdade, não é isso que os especialista apontam. Segundo eles, para alcançar bons resultados e uma formação satisfatória, os alunos de EaD precisam encontrar um método eficiente e sistemático para os estudos. A modalidade, portanto, exige autonomia, disciplina, organização, leitura e também o domínio da tecnologia.

As universidades que oferecem o novo conceito em estudo trabalham para o desenvolvimento das técnicas de aprendizagem virtual. Isso tudo para atender a demanda crescente. Entre 2011 e 2012, o ensino a distância cresceu mais do que a educação presencial: 12,2% ante 3,1%. A EaD já representa 15,8% das matrículas em cursos superiores no país. Dessas, 83,7% está na rede privada. Os cursos mais procurados são os de administração, direito, pedagogia, ciências contábeis e enfermagem.

Apesar dos dados favoráveis, ainda existe preconceito velado do mercado com os profissionais formados em cursos à distância. De acordo com os especialistas em educação, essa situação ocorre por falta de conhecimento sobre a qualidade da certificação. No entanto, estudantes de EaD, no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), vêm obtendo resultados melhores do que os alunos da rede presencial.

O CIEE também desenvolve um programa gratuito de educação à distância, visando melhorar a formação e capacitação dos jovens para o mercado de trabalho. Atualmente são 37 cursos oferecidos no portal CIEE para os jovens cadastrados. Os cursos do CIEE já ultrapassaram a marca de 2,3 milhões de matrículas.

Fonte: http://adnews.com.br/artigos/realidade-virtual

Realidade Virtual – A educação à distância (EaD) veio para ficar 21 de maio de 2014

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Endereço Certo e FRUKI Cola presentes na 19ª Edição da ESARH

Ocorre nos dias 19, 20 e 21/05, na cidade de Gramado-RS a 19ª Edição da ESARH.

As promotoras da Endereço Certo, recepcionam os presentes no evento que visitam o stand da FRUKI Cola e lhes oferecem amostras do refrigerante, salientando os diferenciais dos produtos.

Saiba mais sobre o evento no site: http://www.esarh.com.br

Endereço Certo e FRUKI Cola presentes na 19ª Edição da ESARH 20 de maio de 2014

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Endereço Certo e Curves Academia da Mulher

Com blitz realizada em escolas e sinaleiras de Porto Alegre, a Endereço Certo promove a Curves Academia da Mulher – Unidade Três Figueiras.

Endereço Certo e Curves Academia da Mulher 19 de maio de 2014

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O entendimento do que é marketing ainda está muito ligado a apenas um de seus componentes, que é a propaganda, principalmente para o público em geral que não tem contato mais próximo com os conceitos de negócios. Para o varejo, esta percepção é ainda mais marcante, uma vez que conceitualmente pode parecer ainda um pouco mais complexo pensar em fazer marketing de uma loja e/ou rede especificamente, e não de um produto, o que é mais comumente entendido.

Obviamente que fazer marketing para o varejo é algo bem específico à atividade do negócio, e consequentemente muito desafiador, pois podemos lidar com variáveis distintas e também complementares ao longo do processo. O componente mais importante para o marketing no varejo, e não poderia ser diferente, é o cliente (ou shopper), pois a real razão de sua existência é atender as necessidades dos clientes, não é mesmo?!

Analisando desta forma, é imperativo que o varejista conheça seus clientes bem como o que buscam naquela loja para assim poder traçar suas estratégias de forma alinhada e, consequentemente, trazer resultados mais positivos ao seu negócio. E como conhecer seu cliente/shopper? Não é uma tarefa complexa, no entanto muito trabalhosa, pois o varejista necessita realizar pesquisas com seus clientes, que podem ser de várias formas:

  • Entrevistas pessoais na própria loja – perguntando sobre hábitos de compra e consumo, frequência de visitas à loja, sortimento de produtos procurados, etc.
  • Análise dos dados de compra por cliente – é uma forma riquíssima de obter informações e entender os produtos e/ou categorias relacionados que o shopper habitualmente busca e compra.
  • Encontros com o shooper – onde o varejista pode oferecer um momento especial a seus clientes, buscando através de técnicas de pesquisa conhecer mais profundamente suas necessidades.
  • Através do resultado destas pesquisas, o varejo tem subsídio para traçar mais adequadamente suas estratégias e táticas a serem implementadas na loja, que podemos exemplificar conforme segue:
  • Sortimento de itens (mix) – é claro que depende do tipo de varejo e tamanho da loja para esta definição, mas é importante estar sempre atento a melhor composição de categorias e/ou produtos para atender ao shopper.
  • Ambientação – ser agradável ou não, bem iluminada ou não, elegante ou simples também depende da percepção que o varejista quer passar a seus clientes, além de claro, atender as necessidades que o cliente está buscando naquele PDV específico.
  • tendimento dos funcionários – deve ser exemplar, buscando a cada momento a satisfação do shopper, trazendo a ele uma ótima experiência de compra, o que é realizado com treinamento constante para a equipe do varejo.

Claro que há mais estratégias a serem definidas, e com elas todo um plano de implementação de atividades a ser realizado, mas gostaria de salientar por fim, que nada adianta se não estiver alinhado e em busca das necessidades e satisfação do cliente.

Sei que parece óbvio, mas há coisas que de tão óbvias acabam sendo esquecidas ou até desmerecidas, portanto conheça seu cliente profundamente. Este é um dos melhores investimentos que você pode fazer!

Artigo encaminhado por Marcelo Murin, administrador de empresas com especialização em marketing e sócio-diretor da SOLLO Direto ao Ponto

Fonte: http://adnews.com.br/artigos/como-fazer-marketing-no-varejo

Como fazer marketing no varejo? 16 de maio de 2014

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Confira os agitos culturais que estamos promovendo junto aos nossos clientes!

Fornecemos todo o apoio operacional para os convidados de nossos clientes assistirem as apresentações das peças teatrais nos seguintes Estados: RS, PR, SP, GO e BA.

Peças:
CALLAS – Curitiba/PR, dias 16, 17 e 18/05;
Azul Resplendor – Porto Alegre/RS, dias 16, 17 e 18/05.
Superadas – Salvador/BA, dias 16, 17 e 18/05;
A História dos Amantes – Curitiba/PR, dias 17 e 18/05;
Enfim Nós – Goiânia/GO, dias 17 e 18/05;
Não Existe Mulher Difícil – São Paulo/SP, dias 22 e 29/05;
CALLAS – Salvador/BA, dias 24 e 25/05.

Agito Cultural é com a Endereço Certo 15 de maio de 2014

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Mais da metade dos brasileiros (52%) assume que já fez pelo menos uma compra por impulso nos últimos três meses. A conclusão é de um estudo realizado nas 27 capitais pelo portal de educação financeira Meu Bolso Feliz em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

O levantamento também procurou identificar com quais produtos os brasileiros mais gastaram desnecessariamente nos últimos 90 dias. Itens como roupas (29%) e calçados (19%) lideram a lista das compras supérfluas, seguidos por eletrônicos/celulares (18%) e perfumes/cosméticos (12%). Dentre as mulheres, a preferência por roupas e calçados é ainda maior: atinge 33% e 19% dos casos, respectivamente.  Do lado masculino, além das despesas com roupas (24%), a aquisição de produtos eletrônicos ganha mais destaque (26%).

A principal justificativa dada pelos consumidores para comprar por impulso são os descontos e promoções, mencionados por metade da amostra (50%). Vale destacar que apesar das promoções serem consideradas uma forma de propaganda para atrair mais público, uma parcela reduzida de apenas 2% e 1%, respectivamente, dos entrevistados assume que é influenciada por campanhas publicitárias ou pela própria ansiedade no ato da compra não planejada.

“A pesquisa também mostrou que muitos consumidores brasileiros procuram adequar os gastos ao orçamento, mesmo sabendo que o desembolso total pode ser maior. Outros consumidores preferem prestações menores para reservar parte do salário mensal para outras compras ou para imprevistos”, explica Flávio Borges, gerente financeiro do SPC Brasil.

Fonte: http://adnews.com.br/negocios/52-dos-brasileiros-fazem-compras-por-impulso

52% dos brasileiros fazem compras por impulso 14 de maio de 2014

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Endereço Certo promove Brasil Decore em Canoas – RS

Em ação idealizada pela FF Comunicação para homenagear as mães, a Endereço Certo promoveu a marca Brasil Decore com ações de sampling em sinaleiras da Cidade de Canoas no último final de semana.

Um coração enorme era colocado diante das sinaleiras enquanto as promotoras da empresa de marketing distribuíam material impresso publicitário acompanhado de um pequeno chocolate.

Endereço Certo promove Brasil Decore em Canoas – RS 13 de maio de 2014

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O mercado consumidor será marcado pela retomada da classe B neste ano. O estudo desenvolvido pela consultoria IPC Marketing mostra que essa parcela da população — equivalente a 35,4% do total de domicílios urbanos do País — vai responder por 50,84% (aproximadamente 1,55 trilhão de reais) do potencial de consumo no Brasil.

Os números, se confirmados, vão mostrar uma recuperação da classe B. Em 2013, esse extrato da população tinha diminuído em relação a 2012 — uma queda de 50,02% para 48,52%.

A classe A também deve aumentar a fatia no consumo: a participação subirá de 19,26% no ano passado para 19,52%. “A força do novo consumo está nas classes A e B. A classe emergente ainda tem a maior quantidade de domicílios, mas ela perde força”, diz Marcos Pazzini, diretor do IPC Marketing. Pelo levantamento, a classe C deve responder por 26% do potencial de consumo, nível mais baixo desde 2005.

A expectativa da consultoria é que o consumo das famílias continue a crescer de 1,8% a 2% neste ano, acima do Produto Interno Bruto (PIB).

Um dos principais fatores que impulsiona a mobilidade social é a criação de emprego formal, segundo o presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles. No mês passado, a desocupação medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 5% nas seis regiões metropolitanas pesquisadas (Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre). O resultado foi o mais baixo para meses de março desde 2002, quando tem início a série histórica. “A economia pode não estar tão boa, o consumo das famílias está crescendo menos, mas o emprego e a geração de renda proveniente dele continuam fortes.”

Gasto — O estudo da IPC Marketing também identificou como o brasileiro vai gastar o dinheiro este ano. A maior parte — 770,57 bilhões de reais — vai para a manutenção do lar. Nesse item, estão incluídas despesas como aluguel, conta de luz, água e telefone. “É uma realidade do brasileiro esse elevado custo da moradia”, diz Pazzini.

O segundo maior gasto do ano será com outras despesas (659,56 bilhões reais). Nesse item, o peso maior é com dívidas. “Boa parte da melhoria dessa ascensão é por causa da aquisição de bens de consumo. Normalmente, eles não são comprados à vista, mas no crédito. O crescimento desse item tem a ver com o aumento dessas compras feitas a prazo”, afirma o diretor do IPC Marketing.

Na sequência, aparecem alimentação no domicílio (314,01 bilhões de reais) e alimentação fora do domicílio (156,57 bilhões de reais). “Quanto maior o peso dessas despesas básicas, pior. Acaba sobrando menos dinheiro para itens que não são de primeira necessidade,”, afirma Pazzini.

Fonte: Varejista.com

Classe B voltará a ter mais de 50% do consumo em 2014 12 de maio de 2014

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O período da Copa do Mundo vai movimentar R$ 90 milhões a mais nos supermercados do Rio Grande do Sul, segundo estimativa da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas). Em todo o Brasil, o evento deve incrementar R$ 1,8 bilhão, conforme estudo feito pela Nielsen e Kantar Worldpanel e lançado pela a Associação Paulista de Supermercados.

Cervejas, refrigerantes, pipoca e carne são as categorias que terão maior acréscimo de vendas no país durante os 30 dias de evento. Segundo o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo, 60% dos brasileiros assistem às partidas em casa, o que impulsiona as compras diretas dos consumidores, mas parte do acréscimo será em função da necessidade de abastecer bares e restaurantes.

Segundo Eduardo Stangherlin, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Santa Maria, os supermercados da cidade vão acompanhar a tendência de crescimento nos mesmos itens. Ele afirma que os estabelecimentos estão se preparando para a maior procura durante o mundial.

Os números na Copa

De acordo com a pesquisa, 70% dos consumidores preferem ver as partidas acompanhados, 56% em casa e 88% comem e bebem na ocasião. No último mundial de futebol, realizado em 2010 na África do Sul, o consumo de cerveja no Brasil cresceu 15%, gerando um faturamento de R$ 970 milhões. Em 2014 o consumo deve saltar para 37%.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/smultimasnoticias/2014/05/08/supermercados-gauchos-preveem-movimento-de-r-90-milhoes-a-mais-durante-a-copa-do-mundo/?topo=52,1,1,,171,e171

 

Supermercados gaúchos preveem aumento nas vendas durante a Copa do Mundo 9 de maio de 2014

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Visitantes poderão optar por pagar a primeira parcela do financiamento imobiliário somente em janeiro de 2015

A Caixa Econômica Federal promove, de 2 a 25 de maio, a 10ª edição do Feirão da Casa Própria em treze cidades.

Durante o período, quem contratar o financiamento imobiliário poderá optar por pagar a primeira parcela somente em janeiro de 2015. A condição vale para os financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), realizados durante o evento, nos feirões ou nas agências da Caixa.

A primeira cidade a receber o 10º Feirão será São Paulo (SP), de 2 a 4 de maio. Depois, o Feirão terá continuidade, entre os dias 16 e 18, em mais oito cidades: Brasília (DF), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA). O último fim de semana do evento será, de 23 a 25, nas cidades de Campinas (SP), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS) e Uberlândia (MG).

O Feirão da Casa Própria reúne cerca de 560 construtoras e 500 correspondentes imobiliários, além de 340 imobiliárias que ocuparão estandes do evento.

Mais de 1 mil empreendimentos novos estarão com unidades em oferta nas 13 cidades onde acontecem os feirões. A previsão inicial é de que o número de imóveis ofertados ao longo dos três finais de semana de realização do evento seja superior a 300 mil.

Até o dia 28 de março deste ano, a Caixa assinou mais de 349 mil contratos habitacionais, no valor total de R$ 25,32 bilhões.

O valor médio diário em financiamentos atingiu R$ 429,23 milhões e o número de contratos assinados por dia foi de 5,9 mil. Para imóveis novos, foram destinados 61% de todo o montante contratado no período, o que corresponde a R$ 15,44 bilhões.

Somente pelo Programa Minha Casa Minha Vida já foram contratados, desde o lançamento do programa até março deste ano, 3,36 milhões de unidades habitacionais. Destas, mais de 1,6 milhão de moradias já foram entregues.

Como obter crédito no evento

Para requerer o crédito para casa própria no feirão, é necessário levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda. Os interessados também podem obter informações nas agências da Caixa ou pelo Serviço de Atendimento ao Cliente, disponível 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana.

O prazo para o financiamento imobiliário da Caixa é de até 35 anos e as taxas de juros são a partir de 4,5% ao ano, variando de acordo com a renda do tomador e o valor financiado.

O simulador habitacional da Caixa tem uma nova funcionalidade que permite que o cliente saiba quanto pode financiar antes de definir o valor do imóvel. Os interessados podem realizar as simulações do crédito imobiliário no site do banco.

http://economia.ig.com.br/financas/casapropria/2014-04-28/caixa-promove-o-10-feirao-da-casa-propria-em-13-cidades.html

10ª Edição do Feirão da Caixa e Endereço Certo 8 de maio de 2014

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Endereço Certo ativa Construtora Einsfelld com diversas ações em sinaleiras de Porto Alegre.

Promotoras distribuíram material impresso publicitário da Construtora em diversas sinaleiras da Capital dos gaúchos para divulgar seu novo empreendimento.

Endereço Certo ativa Construtora Einsfelld em Porto Alegre 7 de maio de 2014

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Com o aumento do poder de compra da população brasileira, cresceram também as ofertas de produtos nas grandes lojas de varejo e supermercados. Para conseguir resultados de vendas, umas das ferramentas que vêm ganhando cada vez mais importância é a promoção direta em pontos de venda (PDV).

Ações de marketing desse tipo são de extrema importância, por diversos fatores. Entre eles, estão a fidelização do cliente e a humanização das marcas, além da possibilidade de uma apresentação inédita de produtos dos mais variados segmentos. Esta é uma pratica ainda pouco explorada e, por isso, as empresas que apostam nessa estratégia têm vantagens logo no início de suas campanhas.
Para se ter uma ideia da eficiência do contato direto com os consumidores, em fevereiro de 2014 uma ação em uma grande rede varejista no Rio de Janeiro elevou em cerca de 75%, comparadas ao mês anterior, as vendas de produtos  de uma marca de eletrodomésticos. Durante o período de nove dias da promoção, a venda de um dos produtos foi 79% maior em relação a janeiro.
Para que as ações sejam de fato eficazes, é necessário analisar o sell in (vendas do fabricante para o revendedor) e sell out (vendas do revendedor para o consumidor final), e integrar os resultados à mídia e ao merchandising. Na ponta desta cadeia, está o promotor, que executará a estratégia desenvolvida pelo trade marketing ao mostrar ao cliente os diferenciais do produto, gerar interesse e influenciar na decisão de compra.
O chamado trade marketing reforça a estratégia no ponto de venda, e amplia a visibilidade das marcas, tornando-as mais atrativas para o consumidor. O ciclo de ações deve contemplar o planejamento, o monitoramento dos promotores e a análise de resultados, uma maneira de fornecer informações valiosas ao fabricante para tomada de decisões estratégicas. Outro fator relevante é a motivação para compra e, entre as razões, está a experiência agradável da aquisição.
Sabe-se que apostar em um atendimento humanizado conquista mais clientes. Por isso, um promotor bem treinado se torna um verdadeiro especialista da marca, que poderá indicar ao cliente a mercadoria correta para suas necessidades. Ele pode chamar atenção, com propriedade, para itens como qualidade, resistência, durabilidade, funcionalidade e design da peça. Mas, para conquistar bons resultados, também é preciso fazer um estudo de implantação para efetuar a distribuição estratégica desses profissionais.
Adila Ribeiro é diretora da Top People, empresa especializada no desenvolvimento de estratégias de trade marketing nos pontos de venda.
Fonte: http://www.varejista.com.br/artigos/marketing/1120/trade-marketing-evidencia-forca-do-varejo-e-aproxima-marca-e-consumidor

Trade marketing evidencia força do varejo e aproxima marca e consumidor 6 de maio de 2014

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Fornecemos todo o apoio operacional junto aos nossos clientes convidados para as apresentações das peças teatrais, nos Estados: RS, SP e DF.

As peças desta temporada são:

CALLAS – Porto Alegre/RS, dias 09, 10 e 11/05;
ENFIM NÓS – Brasília/DF, dias 09, 10 e 11/05;
A HISTÓRIA DOS AMANTES – Campinas/SP, dias 10 e 11/05;
AZUL RESPLENDOR – Sorocaba/SP, dias 09, 10 e 11/05.

E o mês de Maio inicia agitadíssimo na Endereço Certo! 5 de maio de 2014

Segmento acumulou alta de 6,92% em março na comparação com o mês anterior

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As vendas reais do setor supermercadista acumularam alta de 6,92% em março na comparação com o mês anterior, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em contrapartida, em relação ao mesmo mês de 2013 registraram queda de -7,82%.

No acumulado do ano, as vendas apresentaram queda de -0,57%, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Em valores nominais, as vendas do setor apresentaram crescimento de 7,90% em relação ao mês anterior e, quando comparadas a março de 2013, queda de -2,14%. No acumulado do ano, as vendas cresceram 5,18%.

“O setor continua vendendo bem e nossas expectativas continuam positivas. A queda registrada em março deste ano, em relação ao ano passado, é devido à Páscoa (segundo evento mais importante para o setor no ano) que em 2013 aconteceu em 31 de março, concentrando todas as vendas naquele mês”, afirma o presidente do Conselho Consultivo da Abras, Sussumu Honda.

Fonte: http://newtrade.com.br/noticia/vendas-do-setor-supermercadista

Vendas do setor supermercadista crescem 6,92% 2 de maio de 2014

 

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O Salão Pense Imóveis fecha a edição 2014 com mais de 250 unidades vendidas, o que representa R$ 80 milhões em comercializações. Cerca de 7 mil pessoas compareceram aos dois dias de evento que, em parceria com a Imobiliária Ducati, reuniu ofertas de 40 empreendimentos, localizados em Porto Alegre, Região Metropolitana e Litoral Norte, com condições exclusivas.

As unidades mais procuradas foram as de dois e três dormitórios, na faixa de R$ 300 mil. Para André Oliveira, vice-presidente da Ducati, os clientes conseguiram analisar bem as melhores ofertas de todas as regiões. “O diferencial do evento foi reunir tudo no mesmo lugar. Assim, o cliente teve uma facilidade maior de encontrar o melhor imóvel para o seu perfil, o que também facilita a escolha”, disse.

Embora as portas do Salão Pense Imóveis tenham se fechado às 20h, o encerramento se prolonga devido aos estandes ainda cheios. “O evento só termina quando o último cliente sair”, concluiu Oliveira.

Fonte: http://revista.penseimoveis.com.br/noticia/2014/04/salao-pense-imoveis-encerra-com-r-80-milhoes-comercializados-em-dois-dias-4485914.html

 

Salão Pense Imóveis fecha edição 2014 com R$ 80 milhões comercializados 30 de abril de 2014

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Classe B voltará a ter mais de 50% do consumo em 2014

O mercado consumidor será marcado pela retomada da classe B neste ano. O estudo desenvolvido pela consultoria IPC Marketing mostra que essa parcela da população —  equivalente a 35,4% do total de domicílios urbanos do País — vai responder por 50,84% (aproximadamente 1,55 trilhão de reais) do potencial de consumo no Brasil.

Os números, se confirmados, vão mostrar uma recuperação da classe B. Em 2013, esse extrato da população tinha diminuído em relação a 2012 — uma queda de 50,02% para 48,52%.

A classe A também deve aumentar a fatia no consumo: a participação subirá de 19,26% no ano passado para 19,52%. “A força do novo consumo está nas classes A e B. A classe emergente ainda tem a maior quantidade de domicílios, mas ela perde força”, diz Marcos Pazzini, diretor do IPC Marketing. Pelo levantamento, a classe C deve responder por 26% do potencial de consumo, nível mais baixo desde 2005.

A expectativa da consultoria é que o consumo das famílias continue a crescer de 1,8% a 2% neste ano, acima do Produto Interno Bruto (PIB).

Um dos principais fatores que impulsiona a mobilidade social é a criação de emprego formal, segundo o presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles. No mês passado, a desocupação medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 5% nas seis regiões metropolitanas pesquisadas (Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre). O resultado foi o mais baixo para meses de março desde 2002, quando tem início a série histórica. “A economia pode não estar tão boa, o consumo das famílias está crescendo menos, mas o emprego e a geração de renda proveniente dele continuam fortes.”

Gasto — O estudo da IPC Marketing também identificou como o brasileiro vai gastar o dinheiro este ano. A maior parte — 770,57 bilhões de reais — vai para a manutenção do lar. Nesse item, estão incluídas despesas como aluguel, conta de luz, água e telefone. “É uma realidade do brasileiro esse elevado custo da moradia”, diz Pazzini.

O segundo maior gasto do ano será com outras despesas (659,56 bilhões reais). Nesse item, o peso maior é com dívidas. “Boa parte da melhoria dessa ascensão é por causa da aquisição de bens de consumo. Normalmente, eles não são comprados à vista, mas no crédito. O crescimento desse item tem a ver com o aumento dessas compras feitas a prazo”, afirma o diretor do IPC Marketing.

Na sequência, aparecem alimentação no domicílio (314,01 bilhões de reais) e alimentação fora do domicílio (156,57 bilhões de reais). “Quanto maior o peso dessas despesas básicas, pior. Acaba sobrando menos dinheiro para itens que não são de primeira necessidade,”, afirma Pazzini.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/classe-b-voltara-a-ter-mais-de-50-do-consumo-em-2014

Classe B voltará a ter mais de 50% do consumo em 2014 28 de abril de 2014

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Rendimento das pessoas com 60 anos ou mais já corresponde a 21% da massa de renda no Brasil 

O rendimento do idoso já corresponde a 21% da massa de renda dos brasileiros e atingiu R$ 446 bilhões no ano passado, mostrando o potencial de consumo da população com mais de 60 anos.

“Apesar disso, essa população ainda é mal contemplada tanto em termos de política pública quanto na oferta de produtos”, diz a diretora do Instituto Opinião, Rachel Monteiro, que realizou a pesquisa em parceria com o Instituto Data Popular. “Esse é o segmento da população que cresce mais rapidamente no Brasil. O país alcançou em dez anos um crescimento da faixa etária que a Europa, por exemplo, levou cem anos para alcançar”, acrescenta Rachel.

A pesquisa aponta que o número de idosos saltou de 15,4 milhões em 2003, para 22 milhões de pessoas com 60 anos ou mais no ano passado, representando 11% da população brasileira. De acordo com projeção dos institutos a partir de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse número tende a quadruplicar até 2050, chegando a 69 milhões de idosos em 2053.

Segundo Rachel, o motivo para essa expansão é a combinação da queda da taxa de natalidade brasileira e o prolongamento da expectativa de vida, que se reflete também na qualidade de vida. Tanto que, quando questionados sobre a melhoria da vida no último ano, 69% dos entrevistados disseram que a vida melhorou. Isso significa que, de cada 10 pessoas, 7 se mostraram mais satisfeitas.

Os idosos acreditam que o esforço pessoal e a fé são fatores que mais contribuem para a melhora de vida, o que representa 44% e 42%, respectivamente.
Já quando questionados sobre expectativa de melhora da sua vida no próximo ano, os idosos se mostram menos otimistas que os demais brasileiros em relação ao futuro. Os dados revelam que 79% estão otimistas, contra 89% dos brasileiros em geral.

Segundo a diretora do Instituto Opinião, a pesquisa apontou que cada geração de idosos têm perspectivas e interesses muito diferentes, sinalizando a necessidade de adequação dos serviços e produtos que lhes são direcionados. A metodologia da pesquisa considerou dados coletados pelos dois institutos, além de informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e do Censo Demográfico do IBGE.

Link: http://brasileconomico.ig.com.br/brasil/economia/2014-04-23/aumenta-a-participacao-dos-idosos-e-sua-importancia-economica-na-populacao.html

 

Aumenta a participação dos idosos e sua importância econômica na população 23 de abril de 2014

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 Varejo perderá 11 dias de vendas na Copa do Mundo

Se para alguns segmentos da economia a Copa do Mundo é uma das grandes apostas do ano, para quem atua no setor de shopping centers o evento é esperado com preocupação. A Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) revelou, ontem, que o Mundial pode fazer com que o varejo perca ao menos 11 dias de faturamento.

Nas cidades em que forem decretados feriados nos dias de jogos, os centros comerciais abrirão por menos tempo (apenas seis horas) e funcionários devem ter folga.

“Em dias de jogos as pessoas tendem a comprar menos e, notadamente, apenas alguns setores do varejo têm sido beneficiados pela Copa”, disse o presidente da entidade, Nabil Sahyoun.  As companhias também estão se preparando para lidar com possíveis riscos à segurança em razão de manifestações.

Link: http://newtrade.com.br/noticia/varejo-perdera-11-dias-de-vendas-na-copa

 

Varejo perderá 11 dias de vendas na Copa do Mundo 22 de abril de 2014

alecrim  Alimentação, conveniência, saúdeAlimentação, conveniência, saúde

Empresas do segmento alimentício não podem mais apostar apenas no sabor para conquistar clientes, já que outro atributo passou a ser tão ou mais valorizado quanto esse: a conveniência. As pessoas têm tantos afazeres hoje em dia e estão sempre ocupadas com aparatos tecnológicos que resta pouco tempo para as refeições. Nesse cenário, saem na frente marcas que conseguem oferecer produtos que agreguem adaptabilidade, portabilidade e facilidade no manuseio.

Uma recente parceria entre a Coca-Cola e a Mondelez no exterior demonstra que a indústria já despertou para a necessidade de agilizar o cotidiano das pessoas. As empresas se uniram para poder oferecer no varejo soluções completas aos consumidores. Numa mesma gôndola, eles encontram lado a lado itens complementares de ambas as empresas: lanches e bebidas. O programa surge como resposta ao panorama em que 63% dos shoppers, ao comprarem lanches, já têm ocasiões específicas para consumo em mente e 33% concordam que ajudaria se as lojas oferecessem soluções completas para refeições.

Propostas que facilitem o dia a dia são bem vistas pelo público e geram oportunidades até para novos negócios. Em Brasília, cinco jovens criaram o Alecrim e iniciaram, na semana passada, o serviço diferenciado com foco em suas próprias necessidades. “Disponibilizamos dois cardápios por mês no Facebook para o cliente escolher. Entregamos na casa dele todos os ingredientes para preparo selecionados, higienizados, cortados e porcionados. Junto vai um passo a passo da receita em linguagem descontraída”, conta Camilla Ceylão, fundadora e nutricionista, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Resgate da refeição com praticidade
O pacote ainda inclui uma playlist com sugestões de músicas que combinam com o prato e uma possibilidade de decoração para a mesa, que pode ser comprada à parte no Alecrim ou usada como inspiração apenas. “Nosso objetivo é resgatar o prazer das pessoas pelo momento da refeição num cenário em que elas estão cada vez mais desconectadas desse ritual. A ideia não é só levar as pessoas a cozinharem, mas criar um momento social”, conta Camilla.

Com as separações tradicionais entre as refeições ruindo e o tempo passado à mesa cada vez menor, as marcas precisam repensar produtos e serviços. É preciso considerar, por exemplo, que o consumo de parte dos itens se dará, muitas vezes, em trânsito. Tudo que puder ser feito para ajudar as pessoas a não se sujarem e a permiti-las a armazenar sem dificuldade será valorizado – e justificará alguma diferença no preço em relação a similares.

O consumo crescente de alimentos portáteis é uma realidade com a qual as empresas do setor também devem ter atenção. Segundo a base global de novos produtos da Mintel, o número de lançamentos nos segmentos de comida e bebida com esse apelo teve aumento de quase 57% no Brasil, de 2011 para 2012.

Sucos em alta
Um dos segmentos impactados é o de sucos prontos. Basta ir a um supermercado para notar como as marcas e os sabores se multiplicaram nas gôndolas nos últimos anos. O consumo desse tipo de produto conquistou 1,7 milhão de novos lares brasileiros no último ano, segundo dados de uma pesquisa da Nielsen. A compra de bebidas não alcoólicas teve um crescimento de 0,3% entre novembro de 2012 e novembro de 2013, com destaque para os sucos que registraram um aumento de 12,5% no período.

Neste área, outra marca surgiu da necessidade de seu fundador: a do bem. Marcos Leta estava em sua lanchonete preferida no Rio de Janeiro de madrugada quando pensou por que ainda não havia um suco natural da fruta em caixa para se levar para casa. Viajou o mundo pesquisando tecnologias que permitissem o envasamento sem necessidade de uso de conservantes e acidulantes até que a primeira linha de sucos do bem chegou às prateleiras do varejo em 2007.

A portabilidade já estava na essência da marca, mas continua evoluindo. “Estamos fazendo uma série de mudanças em mobilidade. Há duas semanas começaram a chegar ao varejo as novas embalagens de um litro com tampa de rosca, permitindo que seja fechada e transportada com mais segurança. Desde 2009 temos também as caixinhas de 200 ml com canudo”, conta Marcos Leta, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O público alvo da do bem são pessoas com espírito jovem, que se preocupam com a saúde. Por isso, pagam um pouco mais caro e trocam os produtos concorrentes que adicionam água e conservantes, os chamados néctares, pelo suco natural em caixa da marca. A preocupação com a saudabilidade, no entanto, ainda não é maioria entre os brasileiros. Tanto é que a falta de tempo ainda os leva prioritariamente para as redes fast food, destacadas como mais convenientes.

Fast food se destacam por serviço rápido
Para 41% dos jovens adultos, essas lanchonetes são priorizadas por oferecerem um serviço rápido, atributo muito relevante em meio ao corre-corre diário de quem estuda e trabalha, segundo a pesquisa da Mintel “Estilo de vida ocupado e hábitos convenientes”. Quatro em cada 10 destes adultos jovens, entre 16 e 24 anos, acreditam que comer itens poucos nutritivos como hambúrgueres, salgadinhos e bolachas é algo que pode ser feito todos os dias. Mais de um terço da população (37%) reconhece não se importar com gorduras e calorias.

O resultado é uma frequência de obesos que chega a 17,4% da população, segundo o relatório Vigitel do Ministério da Saúde. Mais da metade dos adultos apresenta excesso de peso. A frequência é de 51,0%, sendo maior entre homens (54, 5%) do que entre mulheres (48,1%).  Já em países desenvolvidos, os consumidores buscam cada vez mais combinar saudabilidade aos novos hábitos alimentares.

No Brasil, no entanto, esse amadurecimento ainda deve levar um tempo. “Para haver essa evolução é necessário um esforço do mercado em geral e do governo, que hoje não oferece incentivos para produtos naturais e orgânicos. Não contamos com estudos das empresas de pesquisa específicos para a nossa categoria, no meu caso, o suco natural. É preciso ainda uma mudança na mentalidade do varejista que hoje coloca nosso produto entre os néctares, sem mostrar a diferenciação. Isso tudo seria importante para conscientizar o consumidor brasileiro”, avalia o fundador da do bem.

Snacks nas redes sociais
A inclinação para consumir junk food também fica evidente nas redes sociais. Em muitos posts, os internautas deixam explícito que o consumo não é saudável para reforçar outro atributo: o do prazer. Os alimentos que fazem parte dos momentos de snacking são considerados cool e, por isso, são cerca de quatro vezes mais compartilhados nas redes sociais, em média, do que outros tipos de refeições, como almoço, café da manhã, churrasco e jantar, conforme aponta um levantamento realizado pela Ipsos.

As menções nas redes sociais demonstram uma vontade de “fazer inveja” nos amigos. A necessidade de praticidade ou de saciedade aparece pouco nas postagens espontâneas. “O consumo de snacks é muito emocional, porque é aquele momento em que a pessoa está comendo algo que dá prazer, como uma premiação. E é esse apelo que incentivam um maior número de publicações no horário do lanche”, analisa Andrea Hiranaka, Qualitative Account Manager da Ipsos.

Essas postagens espontâneas de consumidores nas redes sociais abrem oportunidades para fabricantes explorarem seus clientes como garotos propaganda. Marcas já escolhem os momentos mais comuns dos lanches para publicarem imagens em suas fan pages, gerando compartilhamento e convidam o público a opinar sobre novos sabores e linhas que compõe lançamentos.

Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/

Novos hábitos transformam indústria e varejo de Alimentação 16 de abril de 2014

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APAS: Inflação nos supermercados sobe 1,95% em março

em 09/04/2014

O Índice de Preços dos Supermercados (IPS), calculado pela APAS/FIPE, apresentou alta de 1,95% em março. A título de comparação com o mesmo período de 2013, os preços naquele mês apresentaram alta de 0,60%. Trata-se da maior variação para o mês de março verificado em toda a série histórica, iniciada em 1994.

Na comparação mensal, os preços não apresentavam uma alta tão expressiva desde setembro de 2012, quando houve elevação mensal de 2,01% nos preços. No acumulado de janeiro a março (primeiro trimestre) de 2014, a alta do IPS foi de 2,55%. Já no acumulado dos últimos 12 meses, a alta atinge 3,39%.

De modo geral, o comportamento dos preços dos produtos in natura foi reflexo dos impactos no cultivo e colheita em diversas culturas, por problemas climáticos ao longo dos últimos meses, que também impactaram nos produtos industrializados, como por exemplo, óleos em geral e derivados da carne. O período de estiagem mais prolongado em algumas regiões afetou a oferta de diversos produtos agrícolas. Assim, de acordo com os dados do IPS de março, o indicador em 12 meses demonstra certa estabilidade, mas o ponto de atenção está nas elevações expressivas ocorridas nos meses de fevereiro e março, principalmente nos produtos in natura e na resistência da inflação em 12 meses dos produtos industrializados.

Os preços dos produtos hortifrutigranjeiros (Produtos In Natura) registraram alta de 11,06%. Os legumes e verduras contribuíram positivamente para a elevação desta categoria, respectivamente, com altas de 30,17% e 18,32%. Os itens com maior variação foram: tomate (86,54%), alface (18,35%), couve (23,06%) e repolho (26,14%). Os tubérculos tiveram alta de 21,11%, com destaque para a elevação dos preços da batata (57,43%). Já as frutas apresentaram variação negativa de -3,51%, impactadas pelas reduções nos preços de limão (-10,12%), maçã (-6,64%) e mamão (-8,34%).

O sabão em pó (5,40%) e o sabão em barra (1,35%) impactaram na categoria de produtos de limpeza, que no total teve uma elevação de 3,13% nos preços. Bebidas alcoólicas tiveram queda de 1% impulsionadas pelo preço da cerveja, que teve decréscimo de -1,10%. Os alimentos industrializados, por sua vez, tiveram pouca variação (0,03%), o que representa uma estabilidade de preço desse segmento.

Fonte: http://supervarejo.com.br/

APAS: Inflação nos supermercados sobe 1,95% em março 15 de abril de 2014

Páscoa deve provocar alta de 6% a 7,5% nas vendas

para o comércio no mês de abril

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O comércio varejista gaúcho deve crescer de 6% a 7,5% no mês de abril. Os produtos tradicionais da data, como ovos de chocolate, bombons e pratos a base de frutos do mar não são os únicos responsáveis pelo índice projetado pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS.
Outros segmentos vão impulsionar o varejo neste período, pois os hábitos de consumo para o feriado têm apresentado mudanças, e os chocolates não são mais a única opção de presente procurada.

- Apesar de a maioria das crianças ainda escolher muitos ovos, especialmente os que acompanham brinquedos, alguns adultos tem optado por comprar outros presentes, como eletrônicos, perfumes, e outros produtos tradicionais de datas como natal e dia dos namorados.

Algumas vezes eles vêm acompanhados por chocolates com preços mais acessíveis do que os ovos, como bombons – comenta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

As vendas de móveis, eletrodomésticos e materiais de informática entraram nas opções de consumo do período, como presentes substitutos ou complementares. Na Páscoa de 2013, o segmento de computação registrou alta de 35,6% nas vendas. As lojas de cosméticos e produtos farmacêuticos também se beneficiam com a festividade, com vendas alcançando crescimento de 12,5%.

Fonte: http://ultimominuto.net.br/detalhe.php?idp=2299

 

Páscoa deve provocar alta de 6% a 7,5% nas vendas 14 de abril de 2014

Ondas de alegria invadem as agências de Turismo de São Paulo – SP

Com a Endereço Certo em ação 

Pernambuco vai invadir a sua Praia!!!

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Ondas de alegria invadem as agências de Turismo de São Paulo – SP 11 de abril de 2014

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Ovos ainda lideram procura, mas perdem espaço para outros produtos.

Não é mais só de chocolate que vive o comércio em período de Páscoa. Pesquisas encomendadas por entidades do setor de varejo apontam que há um crescimento da procura por outros itens para presente durante a data comemorativa.

Levantamento da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV) indica que, mesmo que 85% dos entrevistados ainda procurem os ovos de Páscoa como opção de compra, apenas 37% dos consumidores questionados sobre o que gostariam de ganhar escolhem os chocolates. No ano passado, esse índice era de 48%. O presidente da entidade, Vilson Noer, explica que a tendência é de que o chocolate seja acompanhado de um presente considerado de utilidade no dia a dia do consumidor. “Além disso, acreditamos que há uma mudança nos cuidados com a saúde e a forma física. Para comemorar a data, se agrega algo e diminui o doce”, ressalta.

Com o advento da Páscoa, a perspectiva de vendas no setor varejista do Estado pela AGV é de 9% nas vendas em abril. A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) também fez seu levantamento e estima uma alta de até 7,5% na comercialização do mês. Segmentos que tradicionalmente têm suas forças de vendas em outras datas tiveram incrementos em 2013 também no período. Por exemplo, o segmento de computação registrou alta de 35,6% nas vendas, e o de cosméticos e produtos farmacêuticos também tiveram uma elevação de 12,5%.

O efeito é registrado pelo vice-presidente da entidade, Fernando Luís Palaoro, que explica que a própria indústria de chocolates, percebendo essa mudança, começou a agregar produtos alternativos, como brinquedos, para atrair o consumidor. Para o dirigente, o crescimento poderia ser até maior se não houvesse o comprometimento da renda com itens como financiamentos imobiliários e de automóveis. “Mas temos um período de Copa do Mundo, e as pessoas estão procurando itens de eletroeletrônicos, especialmente televisores, para acompanhar o evento”, explica.

A questão da Copa do Mundo foi lembrada pelo presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse, que também confirma a percepção de alta nas compras de produtos alternativos como presente de Páscoa pelos consumidores. Para o dirigente, o aumento do poder aquisitivo da população contribui para que os compradores aproveitem as datas comemorativas para renovar os produtos dentro de casa. Um dos principais atrativos, de acordo com Kruse, tem sido as vendas do vestuário infantil na época. “Como a Páscoa fica às portas do inverno e as crianças crescem rapidamente, acaba sendo um produto com muita saída e vem trazendo um acréscimo no período desta data comemorativa”, informa.

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=158970

Produtos alternativos caem no gosto do consumidor para presentear na Páscoa 10 de abril de 2014

Endereço Certo e FRUKI Cola na Premiação AGAS 2013

Há vários anos, a Agas produz uma pesquisa que mapeia o desempenho das empresas

do setor supermercadista no Estado, o Ranking Agas.

A FRUKI, uma das patrocinadoras do evento esse ano, se fez presente com ação executada pela

Endereço Certo na noite de homenagens aos premiados do ano de 2013, que ocorreu no

Grêmio Náutico Gaúcho em Porto Alegre, no dia 08 de Abril de 2014.

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Endereço Certo e FRUKI Cola na Premiação AGAS 2013 9 de abril de 2014

Endereço Certo e FRUKI Cola presentes no 27º Fórum da Liberdade na PUCRS.

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Endereço Certo e FRUKI Cola presentes no 27º Fórum da Liberdade na PUCRS. 8 de abril de 2014

Equipe Endereço Certo bombando pelo Brasil a fora. 

Ação da Empetur Campinas – Curta Pernambuco!!!!

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Endereço Certo com a Empetur em Campinas 7 de abril de 2014

Endereço Certo – Soluções em Cliente Oculto

A técnica do cliente oculto permite medir a performance do atendimento ao cliente,

tanto interno, nas ações de endomarketing, quanto externos.

Essa e outras soluções, você encontra na Endereço Certo. 

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Endereço Certo – Soluções em Cliente Oculto 4 de abril de 2014

 

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 Endereço Certo JÁ EM CLIMA DE COPA!

A ação promove cursos de Gestão, Atendimento ao Cliente e Inglês para

recebermos os estrangeiros durante o

EVENTO DA COPA DO MUNDO em Porto Alegre – RS.

Endereço Certo JÁ EM CLIMA DE COPA! 3 de abril de 2014

 

Know-how na produção de promoções e eventos personalizados e operacionalizados de acordo com os objetivos estratégicos de sua empresa.

Ações em feiras, samplings, blitz, campanhas de incentivo, promoções em ponto de vendas, endomarketing entre outras ações que a empresa idealizar.

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Endereço Certo – Soluções em Eventos 2 de abril de 2014

 

Pesquisa de mercado, Cliente oculto, Positivação nos Pontos de Vendas, Credenciamento de PDVs entre outras soluções, você encontra na Endereço Certo.

 

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Endereço Certo – Soluções em Coleta de Dados 1 de abril de 2014

 

Deixe sua MARCA na cabeça do CLIENTE através de ações promocionais com a  Endereço Certo.

 

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Endereço Certo – Soluções em Ações Promocionais 31 de março de 2014

 

Abril começará com 08 Promoções aprovadas, entre elas campanhas para o Dia das Mães, Dia dos Namorados, Aniversários e muito mais.

A Endereço Certo atua na elaboração do plano de operações, regulamento e envio do processo para Brasília, junto ao SEAE – Ministério da Fazenda e Caixa, para a obtenção do C.A. (Certificado de Autorização) para a liberação da promoção, gestão operacional e entrega dos prêmios.

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Aberta a Temporada das Promoções Comerciais na Endereço Certo! 28 de março de 2014

 

A Endereço Certo marcou presença na abertura da Expoagro Afubra 2014.

Nossas promotoras recepcionaram convidados da área VIP e serviram Prefeitos, Deputados entre outros convidados da Cerimônia de Abertura.

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Expoagro Afubra 2014/Rio Pardo-RS com a Endereço Certo 27 de março de 2014

 

Bombando nosso operador logístico promocional da PINCÉIS ATLAS simultaneamente nos estados: AC, AL, AM, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MT, PA, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RO, RR, RS, SC, SE, SP e TO.

Neste projeto trabalhamos em nuvem, com nossa ferramenta, o “EC Place” que permite a Pincéis Atlas enxergar, em tempo real, toda a movimentação de seus objetos promocionais.

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Copa do Mundo com Pincéis Atlas & Endereço Certo em 25 Estados 25 de março de 2014

 

A  Água da Pedra promoveu um dia de cuidados com a saúde nos principais parques da Capital Gaúcha em comemoração ao Dia Mundial da Água, no último sábado, 22 de março.

A Endereço Certo foi a empresa responsável pela execução da ação que contou com: atividade física orientada, corrida guiada e medição de pressão e nível de glicose.  Além das atividades físicas, foram distribuídas centenas de garrafas da Água da Pedra Premium às pessoas que participaram e acompanharam a iniciativa.
Em apenas 12 anos de existência, a Água da Pedra, que integra a linha de produtos da Bebidas Fruki, chegou ao topo na preferência dos gaúchos. De acordo com a pesquisa Marcas de Quem Decide, divulgada neste mês, a Água da Pedra é a preferida na categoria Água Mineral, com 25,8% do total. No ranking das Mais Lembradas, a Água da Pedra subiu um degrau com relação ao ano passado, ocupando agora o segundo lugar, com 24,5%.

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Endereço Certo e Água da Pedra no Dia Mundial da Água 24 de março de 2014

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A Abras (Associação Brasileira de Supermercados) espera que as vendas no setor cresçam 7,2% na Páscoa de 2014 sobre igual período de 2013. A estimativa é resultado de um levantamento feito com supermercadistas associados, divulgado nesta quarta-feira (19).

A Associação ressalta que a expectativa é semelhante à do ano passado, quando os supermercadistas previram elevação de 7,1% nas vendas. A Abras destaca, porém, que as vendas feitas naquele ano acabaram superando as estimativas e crescendo 10% ante 2012.

A Abras informou que todos os produtos pesquisados tiveram aumento de encomenda pelos supermercados junto aos fornecedores em relação a 2013. Peixes em geral são os produtos com maior crescimento de pedidos, com alta de 8,2% na comparação com o ano passado. Cervejas tiveram elevação de 7,8% nas encomendas, refrigerantes subiram 5,6% e chocolates, 5,6%. Importados em geral cresceram 5,5%, bacalhau teve aumento de 4,7% e ovo de Páscoa, 4,6%.

O preço dos produtos, de acordo com a Abras, estão mais altos do que em 2013. A média é de elevação de 5,5% na comparação anual. A maior alta é a dos ovos de Páscoa, com crescimento de 7,9% no valor em relação ao ano passado. Chocolates em geral subiram 5,4% e cervejas, 4,6%.

No segmento de importados, o bacalhau foi o item que teve maior aumento (6,7%), seguido pelos vinhos (5,2%) e azeites (4,9%).

Fonte: http://www.varejista.com.br/noticias/8154/supermercados-esperam-vendas-72-maiores-na-pascoa-deste-ano

Supermercados esperam vendas 7,2% maiores na Páscoa deste ano 20 de março de 2014

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A demanda maior das empresas e o crescimento da renda dos trabalhadores impulsionaram a atividade de serviços no começo de 2014. A receita nominal do setor, sem descontar a inflação, cresceu 9,3% em janeiro em relação a igual mês de 2013, informou nesta terça-feira, 18, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Houve uma recuperação em relação a dezembro, influenciada por crescimento mais expressivo em serviços de informação e comunicação e nos serviços profissionais, administrativos e complementares”, disse o técnico da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE, Roberto Saldanha. No último mês do ano passado, a alta havia sido de 8,3% no mesmo tipo de comparação.

Nos cálculos da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o crescimento real da receita ficou em 1,1% no período, descontada a inflação de serviços de 8,26% acumulada em 12 meses. De acordo com o economista da CNC Fabio Bentes, foi a maior elevação real da receita desde abril de 2013. “Temos uma conjuntura um pouco melhor neste início de ano. Pode ser o início de uma recuperação do setor”, avaliou Bentes. “O primeiro mês do ano teve a atividade crescendo significativamente, e o que parece estar por trás é o mercado de trabalho aquecido”, acrescentou, destacando a alta de 12,1% na receita dos serviços prestados às famílias em janeiro ante igual mês de 2013.

O arrefecimento da inflação de serviços em janeiro também pode ter contribuído positivamente para o faturamento, segundo Bentes. Apesar disso, a perspectiva para fevereiro é de crescimento menos vigoroso em função da aceleração já apurada nos preços ligados ao segmento. “Os serviços têm sido prejudicados pela inflação alta. E, neste ano, temos novas pressões, como o aumento da demanda durante a Copa”, disse o economista.

Para o IBGE, os dados divulgados ontem reforçam o cenário de desaceleração traçado para a atividade, que responde por dois terços do Produto Interno Bruto (PIB) do País. Em janeiro, a alta acumulada em 12 meses da receita em serviços ficou em 8,5%. Um ano antes, era de 9,8%. “É uma tendência de desempenho menor em relação a 2013. O setor de serviços acompanha, ele é complementar a outras atividades, como indústria, comércio e agricultura”, afirmou Saldanha. “É a desaceleração (na atividade econômica) que chega ao setor de serviços.”

Apesar disso, o técnico do IBGE afirmou que o ciclo de elevação da taxa básica de juros, a Selic, iniciado em abril de 2013, ainda não afetou os serviços, ao contrário do que vem sendo percebido em outras atividades, como o comércio. O Comitê de Política Monetária (Copom) já elevou a Selic em 3,5 pontos porcentuais, para 10,75% ao ano, mas isso não foi suficiente para reduzir a demanda por serviços, afirmou Saldanha. “Enquanto a renda do trabalhador estiver crescendo, o setor de serviços vai se manter aquecido”, disse.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/03/setor-de-servicos-cresce-93-em-janeiro.html

 

Setor de serviços cresce 9,3% em janeiro 19 de março de 2014

Jornal Fala Bom Fim

 

 

O Jornal Fala Bom Fim chega à sua 129ª Edição e estará completando 13 anos de mercado em 2014.

Suas notícias têm como foco principal o tradicional bairro Bom Fim na cidade de Porto Alegre e conta com o apoio da Associação dos Amigos do bairro Bom Fim, além disso, ele também é distribuído gratuitamente ao público.

Confira a edição online do Jornal no site: http://www.falabomfim.com.br

 

 

Jornal Fala Bom Fim divulgado pela ENDEREÇO CERTO 18 de março de 2014


Fruki

A Endereço Certo em parceria com a Água da Pedra participou da ação do Dia Mundial do Rim, promovido pela Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.

Durante a ação, orientações sobre os cuidados com a saúde dos rins eram passadas ao público, foram também distribuídas garrafas de Água da Pedra, salientando a importância do consumo de água saudável.

Endereço Certo e FRUKI marcam presença no Dia Mundial do Rim 14 de março de 2014

 

As vendas do comércio varejista cresceram 0,40% em janeiro ante dezembro de 2013, na série com ajuste sazonal, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira (13). O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas, que esperavam desde uma queda de 0,80% a uma alta de 0,70%, com mediana negativa de 0,30%.

Na comparação com janeiro de 2013, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo cresceram de 6,2% em janeiro deste ano. Nesse confronto, as projeções variavam entre uma alta de 3,60% a 6,50%, com mediana de 4,75%. As vendas do varejo restrito acumularam aumento de 4,3% em 12 meses.

O índice de média móvel trimestral das vendas do comércio varejista subiu 0,2% no trimestre encerrado em janeiro.

Varejo ampliado

As vendas no varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, cresceram 2,1% em janeiro ante dezembro de 2013, na série com ajuste sazonal. O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que esperavam uma expansão de 0,40% a 4,40%, com mediana de 2,90%.

Na comparação com janeiro de 2013, sem ajuste, as vendas do varejo ampliado cresceram 3,5% em janeiro deste ano. Nesse confronto, as projeções variavam entre expansão de 2,14% e 7,60%, com mediana de 5,30%. As vendas do comércio varejista ampliado acumularam um aumento de 3,3% nos últimos 12 meses. O índice de média móvel trimestral das vendas subiu 0,3% no trimestre encerrado em janeiro.

Revisão

O IBGE revisou a taxa de vendas no varejo ampliado em dezembro ante novembro de 2013, de -1,5% para -1,9%. O volume vendido em novembro ante outubro também sofreu ajuste, passando de 0,9% para 0,8%. Já o resultado de outubro ante setembro saiu de 2,0% para 1,7%.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,varejo-vendeu-0-40-mais-em-janeiro-apura-o-ibge,179534,0.htm

 

Vendas do varejo crescem 0,40% em janeiro 13 de março de 2014

O economista-chefe do banco Besi Brasil, Jankiel Santos, acredita que o resultado do varejo em janeiro, divulgado nesta quinta-feira, 13, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estanca um pouco o pessimismo com uma possível continuidade de desaceleração da atividade. “Mas não sinaliza um crescimento muito forte no início do ano”, disse.

De acordo com o IBGE, as vendas do comércio varejista subiram 0,40% em janeiro ante dezembro de 2013, na série com ajuste sazonal. Já no varejo ampliado, que inclui o desempenho dos setores de material de construção e de veículos, o avanço foi 2,1%, na mesma base de comparação, marcando o melhor resultado desde outubro de 2012.

“Dá para ficar contente porque o dado de varejo mostra que o problema ainda está na oferta e não na demanda”, afirmou Santos. Segundo o economista, no entanto, é preciso ponderar que o movimento positivo reflete uma certa compensação do “desastre” que foi o quarto trimestre para os indicadores de varejo e produção industrial.

“Mostra que o início de ano não vai ser catastrófico como foi o quatro trimestre, mas tampouco muito animador”, explicou.

Santos disse que a projeção do Besi Brasil para o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de janeiro, de 0,60%, não deve sofrer muita alteração por causa do dado do varejo de hoje. “Não deve mudar muito”.

Santos avaliou com naturalidade as revisões para baixo anunciadas pelo IBGE para o resultado do varejo em dezembro, novembro e outubro, na margem. “São revisões normais que acabam acontecendo, não acho que se tenha que levar muito em conta, no próximo mês pode haver uma revisão para cima”, disse.

Fonte: Estadão.com
Autor: Gabriela Lara

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Varejo reduz parte do pessimismo com atividade, diz Besi 12 de março de 2014

A nova unidade segue o padrão de excelência da Mais Econômica, oferecendo aos consumidores um mix completo e diferenciado de produtos, além do atendimento de qualidade.

Neste dia os clientes contaram com presentes da Mais Econômica: ginástica laboral, medição do IMC, circunferência abdominal e ainda, quick massage.

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Endereço Certo em Florianópolis, presente na Inauguração da Mais Econômica 11 de março de 2014

A Endereço Certo – Soluções em Operações de Marketing foi a empresa escolhida pela Portocred para ativar a sua marca em Porto Alegre.

Devidamente uniformizadas com as cores institucionais da Portocred, as promotoras da Endereço Certo ativaram a marca distribuindo material promocional do cliente e convidando o público a se dirigir até a unidade mais próxima e conhecer as facilidades oferecidas pelos agentes.

Endereço Certo Ativa Portocred em Porto Alegre 10 de março de 2014

Veja como aproveitar as oportunidades de negócios que surgem com o evento.

Ainda dá tempo para se preparar para a Copa e aproveitar o movimento que os jogos vão provocar nas 12 cidades-sede e nos locais que servirão de base para as seleções internacionais.
Estamos a 100 dias da Copa do Mundo de Futebol e quem tem comércio ou presta serviços, precisa ficar alerta e se adequar ao público que circulará na cidade. Quem acha que será fácil atender brasileiros e estrangeiros, falando diversos idiomas e utilizando outras moedas está bem enganado.

“O momento, agora, é de se planejar e usar a Copa do Mundo para apresentar e mostrar para o máximo de pessoas o que se oferece ao mercado. Você tende a criar um cliente insatisfeito se aumentar o valor do produto por causa da demanda”, destaca Christiano Gomes, sócio do Instituto Aquila, consultoria em gestão avançada.

A consultoria listou cinco dicas para os pequenos empresários se preparem e ajustarem os negócios para a Copa do Mundo:

1. Identificar o quanto o negócio está adequado à oportunidade: com uma análise prática do negócio, o empresário visualiza a capacidade de atuar durante o evento;

2. Definir estratégia de atuação: determinar as ações que serão executadas para manter o negócio, ou seja, aproveitar o apelo regional ou adaptar os produtos para todos os públicos;

3. Criar condições para executar a estratégia definida: viabilizar as condições, como garantir produtos com os fornecedores, contratar mais funcionários, adaptar o espaço, garantir a infraestrutura e aceitar outras bandeiras de cartão de crédito para pagamento;

4. Determinar a estratégia de marketing, a fim de garantir que a divulgação atinja o público-alvo: é importante reconhecer que para atrair o consumidor, o empresário precisa aparecer, de maneira planejada e convincente;

5. Checar o bom desempenho e cumprimento dos prazos: para qualquer negócio é essencial que o gestor acompanhe se as metas serão cumpridas e o prazo atingido. Após os eventos, quantificar os resultados e absorver as lições aprendidas.

Fonte: Administradores.com

Cinco dicas para se preparar para a Copa nos próximos 100 dias 6 de março de 2014

Empresas apostam em crescimento

A Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (ABICAB) reuniu os fabricantes de chocolates na edição 2014 do Salão de Páscoa para apresentar os lançamentos para o período mais movimentado do setor no ano.

Os executivos da entidade trouxeram um panorama do setor, que neste ano soma aproximadamente 150 novos produtos de 11 diferentes fabricantes, cenário mais diversificado que 2013, quando se teve apenas 90 lançamentos.

De acordo com o vice-presidente de chocolates da ABICAB, Ubiracy Fonseca, entre o período de 2009 e 2011, o setor teve um crescimento de dois dígitos. “Isso levou o país a ser um dos maiores mercados de chocolate do mundo”. O presidente da entidade, Getúlio Ursolino Netto, reforça: “Nós somos o terceiro maior mercado de chocolates do mundo”.

 Crescimento nas vendas
Com 32 lançamentos para a Páscoa deste ano, a Arcor projeta o crescimento de 30% em vendas em relação ao ano passado. De acordo com a diretora de marketing da Arcor do Brasil, Loredana Mariotto, a empresa visa esse aumento em vendas com base no que vivenciou no ano passado.

“De 2012 para 2013, o mercado de chocolates na Páscoa não cresceu e a Arcor cresceu 40%”, ressalta a executiva. Ela diz que esse resultado foi conquistado pela diversificação e foco no público infantil, e também na qualidade do chocolate da empresa, que está sendo reconhecida.

“Assim, pretendemos crescer 30% ou mais nesse período em 2014, e investimos fortemente em brindes diferenciados, com alto valor agregado, para todas as idades, para agradar desde as criancinhas até os jovens”, frisa Loredana.

Investimento no ponto de venda
 Com quatro lançamentos de ovos para este ano, a Village, que também investe em colombas, foca no desenvolvimento de materiais diferenciados para a promoção da Páscoa. Segundo o executivo de marketing e vendas da empresa, Reinaldo Bertagnon, a companhia pretende reforçar a presença dos produtos no ponto de venda. “Para isso, é imprescindível o trabalho de campo”, resume.

Bertagnon diz que a Village trabalhará com displays específicos para ovos infantis, papel de forração e material de testeiras para as parreiras. “Vamos também trabalhar bastante com os promotores no ponto de venda, porque é preciso explicar aos consumidores a funcionalidade dos brindes que vêm junto com os ovos”, resume.

Outros varejos

 Com 12 lançamentos para esta Páscoa, a Cacau Show também segue no clima de otimismo para este ano. Com 1570 lojas no país, a rede espera crescer 24% no faturamento em relação ao mesmo período do ano passado e 38% no volume de produção de chocolates em neste ano no comparativo com a última Páscoa.

“Para esse crescimento, estamos falando de 13 milhões de produtos comercializados e 6,7 mil toneladas de chocolate. Miramos alcançar R$ 570 milhões de faturamento na rede para a Páscoa”, revela o gerente de marketing da rede, Davi Damazio.

  Já o grupo CRM, que detém as redes Kopenhagen e Chocolates Brasil Cacau e que apresenta um total de 40 lançamentos, pretende alcançar crescimento de 42% no faturamento para a Páscoa 2014, considerando que para este ano está prevista uma produção 50% maior que 2013. As marcas devem somar 3,7 milhões de ovos produzidos em 2014, sendo 350 toneladas de produtos Kopenhagen e outras 575 toneladas de Chocolates Brasil Cacau.

por Nathalie Gutierres

Fonte: Revista Super Varejo

Páscoa 2014: 150 novidades nas gôndolas 5 de março de 2014

1904243_549646841810085_1285563291_nEndereço Certo e FRUKI Guaraná presentes no Circuito pela Vida, promovido pela Rádio Gaúcha no último dia 22/02 em Tramandaí – RS.

Endereço Certo e FRUKI Guaraná no Circuito Pela Vida 28 de fevereiro de 2014

R. Correa Engenharia Promove Empreendimentos com a Endereço Certo  

No mês de Fevereiro, a R. Correa Engenharia Ltda promoveu ações de divulgação dos Empreendimentos Urbano São Luiz e Urbano Menino Deus.

No dia 19 os promotores da empresa de marketing distribuíram cartas aos moradores do bairro Santana, convidando-os a conhecerem o apartamento decorado e o plantão de vendas, com as condições especiais que a R. Correa oferece aos vizinhos do empreendimento.

Já no dia 20, leques foram distribuídos nas sinaleiras e também aos moradores do Bairro Menino Deus e arredores, convidando-os a conhecerem o empreendimento Urbano Menino Deus.

A R. Correa Engenharia Ltda. foi fundada em 1979 e tem sua sede administrativa financeira na Capital Porto Alegre – RS. Atua no ramo da construção civil e incorporações imobiliárias, e está completando esse ano 35 anos de atividades no estados do Rio Grande do Sul.

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R. Correa Engenharia Promove Empreendimentos com a Endereço Certo 27 de fevereiro de 2014

A Endereço Certo – Soluções em Operações de Marketing Direto Ltda, marcou presença na Arena do Grêmio na noite de quarta-feira (25), para promover as Lojas GrêmioMania, aos torcedores presentes no segundo confronto da Libertadores 2014.

As promotoras da empresa de marketing, distribuiram material promocional da marca que está com super descontos de até 70% nos seus produtos.

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Endereço Certo Divulga GrêmioMania na Arena do Grêmio 26 de fevereiro de 2014

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A Endereço Certo – Soluções em Operações de Marketing está realizando ações promocionais para a Digimer em Universidades de Porto Alegre, Canoas e São Leopoldo.

O sampling acontece para os alunos da PUC e ESMP em Porto Alegre, na Unilasalle em Canoas e na Unisinos em São Leopoldo.

Com breves abordagens, as promotoras da empresa de marketing entregam um flyer aos alunos convidando-os a conferirem as ofertas de volta às aulas da Digimer. Além do flyer, os alunos também ganham uma caneta de brinde da loja.

Endereço Certo Promove Digimer com Blitz nas Universidades 25 de fevereiro de 2014

O mercado de eventos no Brasil está a todo o vapor. Existem milhares de especulações e expectativa em torno dos que irão acontecer no próximo ano.

Para falar sobre este assunto, Promoview entrevistou Paulo Eduardo Leal, diretor da agência Broadway Brasil, que assina eventos como o Musical Thriller Live de Michael Jackson; turnê Ford Caminhões com Chitãozinho e Xororó 40 Anos; Chocolover Nestlé e Beyoncé no Brasil; criação da Roda Skol no Rio de Janeiro. E, para 2014, a agência está se preparando para o lançamento do Tom Jazz Festival 2014 e o Rio Verão Festival.

Promoview: Na sua visão, como está o mercado de eventos atualmente?

Paulo Leal: O mercado de eventos no Brasil ainda é muito novo, a atividade ainda está em formação e se profissionalizando.

O evento, em si, é uma forma presencial de comunicação, não deveria ser confundido com uma atividade de produção. Poderia ser uma disciplina curricular já nas faculdades e universidades de Comunicação e Propaganda.

Promoview: Qual a sua opinião a respeito da Lei Rouanet na questão do patrocínio de eventos?

Paulo Leal: A Lei poderia ser aperfeiçoada, havendo apenas um artigo (18), que é o que proporciona 100% de isenção. O artigo 26 que isenta 70% não é atraente e não costuma ser é cumprido na sua essência.

Os produtores culturais, a todo o momento, inserem projetos no Artigo 18 que deveriam estar elencados no Artigo 26. O brasileiro sempre acha brechas na Lei para burlá-la. Temos que parar com essa visão errada.

Promoview: Ela tende a favorecer espetáculos e evento já consagrados (famosos)?

Paulo Leal: A demanda sempre tenderá para eventos relevantes. O jornalismo, por exemplo, só busca informações que são importantes ao público. É natural essa seleção em qualquer área.

Sem dúvida, os projetos mais relevantes e de maior refinamento, em produção, irão atrair mais verbas das empresas. Outro diferencial, que sempre pesará na preferência de patrocínios, é a região que irá acontecer o evento, sempre pondo na balança as atividades econômicas e o interesse da população da região.

A sociedade e as empresas buscam a cultura da fama e não a fama da cultura. Projetos culturais menores em regiões fora dos grandes centros não têm demanda e interesse das pessoas, logo, não atrai investimentos. Tem que se ter clareza e maturidade para encarar esse fato. Não há lei que inverta essa lógica da sociedade.

Promoview: Qual a maior dificuldade no momento da realização de um grande evento?

Paulo Leal: O ao vivo. A entrega é instantânea e não dá margem para erros. Um filme, por exemplo, é feito o monstro para o cliente ver, testa com o consumidor, e, se for aceito, vai para o ar. O live marketing é na hora. Por isso é surpreendente e gratificante.

Promoview: A dificuldade de encontrar um bom patrocinador prejudica a criação de novos eventos?

Paulo Leal: As marcas têm a oportunidade de interagir com seu público nos eventos. É uma atitude perante seus consumidores. A autenticidade na comunicação das marcas só é efetiva e completa quando mostram seus valores ao invés de apenas comunicar atributos e diferenciais de mercado pela mídia.

Promoview: A Copa do Mundo no Brasil favorece a realização de outros eventos?

Paulo Leal: Não. Ela por si só é um evento. Que acontece em 25 dias, 12 cidades com 32 seleções. O mercado de evento não pode ser visto ou analisado num momento ou flash específico. Não deve, e não pode, estar restrito a picos e vales. Ele deve ser fluente e perene na comunicação, independendo de grandes datas pontuais. As marcas que lideram segmentos sabem disso.

Projetos de longo prazo como naming rights bem sucedidos, a exemplo do Teatro Bradesco, Citibank Hall, Allianz Parque, Vivo Rio, vão além de uma Copa do Mundo e geram eventos constantes a seus diversos públicos.

Fonte: Promoview

 

O que 2014 reserva para o mercado de eventos? 30 de novembro de 2013

A Endereço Certo – Soluções em Operações de Marketing realizou blitz para divulgar a Digimer durante a 59ª Feira do Livro de Porto Alegre. Artistas circenses em “pernas de pau” interagiram com o público visitante do evento e arredores.

Enquanto isso, promotores distribuíram material impresso ao público e balões para as crianças. O objetivo da ação foi divulgar a loja da Rua Andradas (Centro Histórico de Porto Alegre/RS).

Fonte: Gottems Comunicação

Endereço Certo promove Digimer na Feira do Livro

Bebidas, sorvetes, protetores e depilatórios são as grandes estrelas do verão. Justamente por isso ganham atenção redobrada do varejo no período. Entre as mais sazonais do grupo, estão os sorvetes, cujo volume de vendas cresce em média 40% em comparação aos demais meses do ano, segundo a Abis, associação que reúne os fabricantes desse setor. Essa alta pode variar de acordo com a região e conforme o fabricante. Para a entidade, o verão deste ano deverá empatar com o do ano passado. “Os consumidores estão mais endividados e a perspectiva de crescimento da economia não é das mais altas”, comenta Eduardo Weisberg, presidente da associação.

Pelos mesmos motivos, a perspectiva de consumo para as bebidas é igual. Ou seja, também não deverão apresentar crescimento em relação ao ano anterior. Quem afirma é Adalberto Viviani, consultor da Concept especializado nesse mercado. Segundo ele, cervejas e refrigerantes crescem bem no período devido às férias.

Uma das bebidas mais sazonais é a água de coco, cujo consumo dobra no verão. Segundo a Sococo, o motivo é que o mercado ainda está em desenvolvimento, além da dificuldade de produção devido à falta de matéria-prima. Para atender a crescente procura, a fabricante investiu em uma nova área de plantio com mais de 2.000 hectares. Ela começará a abastecer a indústria apenas no ano que vem, o que significa que no verão 2014/2015 a produção da água de coco da marca vai dobrar.

Quem prevê um aumento de 20% nas bebidas durante a estação é a rede Villarreal, com 12 unidades no interior de São Paulo. O aumento virá sobretudo de cervejas, refrigerantes e sucos.

Entre 18% e 25% é a perspectiva de aumento de vendas de depilatórios para o canal supermercadista, conforme a DepiRoll. Segundo Tatiana D’Alessio Sombra, gerente de marketing, a projeção se baseia na maior renda da mulher, cada vez mais presente no mercado de trabalho. As versões que vão puxar o aumento são as folhas prontas e os cremes – as mais vendidas no canal alimentar. Já os protetores solares costumam vender 67% mais nos meses de verão. Regiane Bueno, diretora de marketing de Cenoura & Bronze, da Hypermarcas, afirma que o potencial de expansão é grande, pois a penetração ainda é baixa quando comparada à de outros produtos de higiene e beleza.

Fonte: SM

Tempo de verão: Perspectivas

No Brasil, a economia desaquece, o crediário permanece forte, o ecommerce passa a enfrentar players internacionais, o mercado de luxo se mantém em alta e o crescimento de internautas empurra varejistas para a comunicação nas redes sociais. Estas são as cinco principais tendências que afetam o varejo atualmente por aqui, segundo relatório da Euromonitor.

A empresa lançou seu holofote para os maiores países do continente americano, para traçar um panorama do que vem impactando o varejo e o comportamento de consumo em cada um deles.

Acompanhe o que vêm impactando o varejo em outros países da América:

- Estados Unidos: Após tanta expectativa, o comércio mobile passa a ser de fato uma importante área de ecommerce; Home Depot, por exemplo, reportou que as vendas por dispositivos móveis dobraram no último ano e já representam 27% das vendas totais. Após cinco anos de testes em Seattle, a Amazon fortalece sua operação de alimentação via ecommerce e passa a entregar também em Los Angeles e em breve em São Francisco. A opção AmazonFresh custa US$ 299 ao ano e está disponível apenas para membros prime da Amazon.

- México: O segmento de farmácias se fortalece. Enquanto Walmart anuncia o desenvolvimento de um novo conceito que privilegia conveniência, a rede local líder Guadalajara começa a expandir para a Cidade do México. Enquanto isso, as lojas de conveniência continuam registrando crescimento anual de dois dígitos; a rede Oxxo não para de que abrir lojas e passa a vender itens de marca própria. Esse bom momento encoraja novos players a entrar para a competição, como a rede Mambo que inicia operação com franquias, convertendo as antigas “tenditas”, e oferecendo um sortimento vasto.

- Canadá: Fusões e aquisições movimentam o mercado, com empresas locais comprando outras para manterem-se competitivas perante o varejo americano, especialmente o on-line. Os formatos de lojas menores tomam conta das áreas urbanas, enquanto lojas que vendem itens étnicos passam a atender cada vez melhor os públicos imigrantes que não param de entrar no país.

- Chile: Os strip malls, ou shoppings de vizinhança, se tornam populares, ao oferecer opções de compras para todas as necessidades – em Santiago este formato já é predominante.

Fonte: Portal No Varejo

As tendências que mais afetam o varejo no continente americano

O bom momento do varejo em shopping deve ganhar reforço com a aproximação do Natal. As compras que antecedem as festas natalinas devem aumentar em até 10% o faturamento dos shoppings centers em dezembro desse ano. A estimativa é da Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), que compara com as vendas registradas em período do ano anterior.

De acordo com dados da Abrasce, em 2012 o setor registrou R$ 119,5 bilhões no consolidado de vendas dos 457 shoppings em operação. A entidade tem a expectativa de que até o final desse ano 38 novos empreendimentos terão sido inaugurados no País.

O aumento das vendas é acompanhado pelo crescimento na quantidade de postos de trabalho no varejo. A Abrasce estima aumento de 30% na oferta de empregos, o que pode representar até 286 mil novas vagas. Em 2012, foram mais de 240 mil oportunidades.

Os postos se caracterizam pelo caráter “temporário e visam atender à demanda do Natal e dos horários estendidos praticados pela maioria dos empreendimentos”, explica a entidade em nota. As oportunidades incluem atividades de estoquistas, vendedores e equipe interna.

Fonte: Estadão

Vendas de Natal devem ter alta de 10%, diz Abrasce

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Graduada em Psicologia (Unisinos-RS), graduada em Direito (ULBRA-RS), pós-graduada em administração de RH (PUC-RS), pós-graduada em Marketing (ESPM-SP) e pós-graduada em Logística Empresarial (ULBRA-RS).