Somos especialistas em operacionalizar ações de marketing.

Você precisa de resultado? Nós temos a fórmula. Trabalhamos com o conceito One Stop Shop - todas as soluções em um só lugar.

Nossos Serviços

Promoções Comerciais

Coleta de Dados

Sistema de Apoio

Cases de Sucesso

  • Cliente: TICKET

    Case: Realizar Sinalização de Pdv’s credenciados a rede em 54 cidades espalhadas por 16 estados do Brasil – Norte e Nordeste – a partir de nov/2012Gestão de toda a equipe desenvolvida especialmente para atender esta demanda, a qual englobou criação de rotinas otimizadas, capacitação e reciclagens dos recursos nos diferentes padrões de sinalização e layouts das lojas, supervisão, interface com lojistas. Recebimento, armazenagem de todo o material de sinalização utilizado na ação.Toda sinalização com apresentação fotográfica da sinalização feita, além de mailing com os dados atualizados dos PDV’s visitados.

    Sinalização de estabelecimentos comerciais para Ticket
  • Cliente: PAQUETÁ ESPORTES

    Case: Promoção Paquetá Esportes e Topper “Olímpico Monumental”

    Necessidade: Realizar a administração e operacional da promoção. Apoio desde a criação da promoção até a entrega dos brindes aos clientes.

    Solução: A Endereço Certo foi Responsável por todo o processo administrativo e operacional sendo: Auxilio para definição da melhor mecânica de acordo com a legislação (Portaria 41/2008); Montagem do Processo para pedido de autorização a SEAE (Secretaria de Acompanhamento Econômico), organização de doc’s da Paquetá Esportes, emissão das Darf’s para pagamento da taxa de fiscalização e IR sobre o valor do prêmios; Acompanhamento do processo desde o envio até a aprovação; Assessoria jurídica durante o período da promoção; gestão de coleta de cupons para realização do sorteio; Realização do evento do sorteio, contato com o contemplado e a entrega dos prêmios; Prestação de contas no final da promoção e acompanhamento do envio do ofício de homologação.

    Promoção Paquetá Esportes e Topper “Olímpico Monumental”

Produtos e Serviços

Somos especialistas em operacionalizar ações de marketing.

  • Kits Promocionais1
  • Sorteios e Concursos2
  • ENTREGA INDISCRIMINADA3
  • Entrega Personalizada4
  • Promoções e Eventos5
  • Cliente Oculto6
  • Pesquisa de mercado7

Kits Promocionais

Manuseio de documentos e montagem de kits promocionais

Este produto está na gênese da Endereço Certo, que iniciou sua atuação em logística. Em função disso, colocamos todo nosso know-how em armazenamento, movimentação e operação de materiais e documentos. Você pode ainda contar com o nosso setor de manuseio e montagem de kits promocionais.

 

Sorteios e Concursos

Se você pensa em utilizar “sorteio”, “concurso” ou “vale-brinde” como ferramenta de marketing no seu negócio, estamos preparados para cuidar de tudo. Realizamos a liberação junto à CAIXA e à SEAE (Secretaria de Acompanhamento Econômico), vinculada ao Ministério da Fazenda. A partir daí, ampliamos o serviço para uma completa assessoria em todos os processos, indo desde o recolhimento e armazenagem de cupons, passando pela entrega de prêmios e até a prestação de contas aos órgãos fiscalizadores.

 

ENTREGA INDISCRIMINADA

Entrega indiscriminada de material promocional

Somos a empresa mais especializada para cuidar da entrega de seu material promocional, como panfletos, folders e folhetos na modalidade “porta a porta” ou em pontos fixos estratégicos para o seu negócio. Realizamos ações diferenciadas em sinaleiras e “bandeiraços” com figurino e coreografia. Contamos com uma central estruturada para cobrir entregas dirigidas a um local ou zona específica. Ao final do trabalho, você receberá um mapeamento completo da região atingida, com relatórios quantitativos e registro fotográfico.

 

Entrega Personalizada

Entregamos o seu material promocional de forma personalizada no endereço específico que você quiser, devidamente protocolado, e rigorosamente dentro do prazo estipulado. Depois de efetuada a entrega, você receberá um relatório completo da ação, com dados quantitativos e qualitativos.

Promoções e Eventos

A Endereço Certo tem know how na produção de promoções e eventos criados, planejados, personalizados e operacionalizados de acordo com os objetivos estratégicos de sua empresa. Realizamos ações em feiras, samplings, blitz, campanhas de incentivo, promoções em ponto de vendas, endomarketing e outras ações que a empresa idealizar.

Cliente Oculto

A técnica do cliente oculto permite medir a performance do atendimento ao cliente, tanto interno, nas ações de endomarketing, quanto externos. É uma ferramenta de eficácia comprovada nas ações de cliente oculto premiado nas campanhas de vendas.
. Cliente Oculto “High tech”
Você mesmo pode avaliar – através de gravações digitais e sigilosas de voz e imagem –, o que acontece no “momento da verdade” do atendimento ao seu cliente. O método propicia uma ampla visão da argumentação e poder de persuasão de sua equipe de vendas, do processo de ‘encantamento’ de sua loja, da utilização dos processos e roteiros estipulados, a identificação das dificuldades dos pontos com baixo desempenho e até mesmo saber como seus concorrentes estão atuando.

 

Pesquisa de mercado

 

Com a velocidade em que as transformações de mercado ocorrem, se torna imprescindível saber o que pensa e o que deseja o mercado onde a empresa atua. Com a pesquisa de mercado é possível levantar dados e informações que podem ajudar a sua empresa a conhecer e entender melhor as necessidades de consumo do seu público alvo. A Endereço Certo, através do “Núcleo Resposta Certa”, oferece pesquisas de mercado com diferenciais desde a coleta inicial dos dados até  a finalização da pesquisa com os relatórios customizados para cada necessidade de estudo. Cada etapa do processo é analisada e discutida detalhadamente com o próprio cliente, além disso, o cliente tem a certeza do cumprimento da tarefa dentro do prazo acordado.

Sistemas de Apoio

Ferramentas estratégicas para acompanhar e medir resultados.


  • EC Place

    Controla e acompanha o manuseio e a entrega de seus itens promocionais pela internet.

  • Módulo EAD

    Com ele é possível treinar equipes em qualquer lugar, a qualquer momento.

  • EC Online 2.0

    Você recebe relatórios, vídeos, fotos e informações em tempo real sobre as operações contratadas.

Notícias

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Apenas um terço dos consumidores analisa regularmente a sustentabilidade em suas decisões de compras, de acordo com um estudo global da Accenture e Havas Media, que também revela as razões para a desconexão entre as expectativas de empresários e consumidores de produtos e serviços sustentáveis.

O relatório, “From Marketing to Mattering” (“Do Marketing ao que importa”, em tradução livre) , é baseado em um levantamento de 30 mil consumidores em 20 países. O estudo foi comissionado em resposta e em conjunto para o UN Global Compact-Accenture CEO Study on Sustainability, publicado em 2013, no qual dois terços dos CEOs admitiram que as empresas não estavam fazendo o suficiente para enfrentar os desafios da sustentabilidade, semelhante aos 73% dos consumidores que na última pesquisa afirmaram que as empresas estão falhando em cuidar do planeta e da sociedade.

Os dois estudos revelam que, embora os CEOs vejam o engajamento com os consumidores como o fator mais importante para motivá-los a acelerar seus progressos em termos de sustentabilidade, eles estão muitas vezes fora de compasso com o que motiva os consumidores a comprar produtos e serviços sustentáveis. 81% dos CEOs acreditam que a reputação de suas empresas sobre sustentabilidade é importante para os consumidores; contudo, a nova pesquisa mostra que menos de um quarto (23%) dos consumidores relatam procurar regularmente informação sobre o desempenho em sustentabilidade das marcas consumidas.

Como resultado da desconexão sobre a importância da reputação de sustentabilidade de uma empresa, apenas 32% dos consumidores afirmam que ‘muitas vezes’ ou ‘sempre’ consideram o fator sustentabilidade em suas decisões de compra. No entanto, o estudo revela oportunidades para empresas preencherem esse espaço e engajarem os consumidores abordando sustentabilidade como uma oportunidade de trazer impactos tangíveis à qualidade de vida dos consumidores. E revela diferenças dramáticas no sentimento e comportamento de compra entre os consumidores em mercados desenvolvidos e em desenvolvimento.

Acima de tudo, existe uma forte correlação positiva entre os níveis de otimismo sobre o futuro, expectativas positivas de que as empresas devem melhorar diretamente a vida do consumidor e expectativas de que os negócios vão melhorar o planeta e a sociedade. Importantes, esses fatores também se correlacionam com a probabilidade de que os consumidores continuarão a comprar ativamente produtos e serviços produzidos de forma responsável e sustentável.

85% dos indianos entrevistados e 66% de chineses consideram que a sua qualidade de vida irá melhorar nos próximos cinco anos. 73% dos indianos e 79% dos chineses afirmam comprar ativamente de marcas responsáveis. Em comparação, 37% dos europeus ocidentais e 51% dos norte-americanos consideram que a sua vida vai melhorar ao longo do mesmo período. E apenas 49% e 44%, respectivamente, disseram que compram ativamente de marcas responsáveis.

Entre os consumidores brasileiros que participaram da pesquisa, 73% disseram que irão considerar os fatores relacionados à sustentabilidade em suas compras nos próximos 12 meses, enquanto 46% já avaliam o desempenho sustentável das empresas e 34% procuram ativamente por informações relacionadas.

“Os consumidores das economias emergentes percebem uma ligação direta entre os produtos comprados e a qualidade de suas vidas”, disse Sharon Johnson, CEO da Havas RE:PURPOSE. “Eles também sofrem as consequências negativas da produção irresponsável e de corrupção, de forma mais imediata. Nas economias maduras, onde estes links são mais fracos, as marcas não podem mais ganhar os consumidores através da promoção de suas credenciais sustentáveis. As pessoas têm muito mais conhecimento sobre os produtos e sobre as empresas. Para serem significativas hoje em dia, as marcas devem criar produtos e serviços que palpavelmente fazem a diferença para a vida das pessoas enquanto preenchem os critérios sustentáveis. Para todos os consumidores, o significado é o que importa. Ser uma corporação ou marca com sentido e critério não é mais baseado em como você distribui o seu dinheiro; mas sim sobre como os negócios são realizados.”

O relatório também destaca dois segmentos de consumidores globais nos quais o sentimento é diferente. “Os jovens otimistas” entre 18 e 34 anos que são os mais engajados na sustentabilidade. Dois terços ativamente compram marcas sustentáveis e quase um quarto sempre considera o social e a ética ambiental de marcas quando tomam decisões de compras. 67% recomendam marcas que agem de forma responsável. Similarmente, 64% das mães, que representaram um quarto do total da amostra, compram ativamente marcas sustentáveis e o mesmo percentual recomenda aqueles que comportam de forma responsável.

O estudo sugere três áreas de ação que irão ajudar o engajamento das empresas de forma mais eficaz com os consumidores:

- As empresas devem promover um compromisso com a honestidade e a transparência em todas as operações da organização, a fim de realizar e perceber seu pleno valor. Confiança é fundamental: a corrupção é vista como o principal desafio para os países, à frente da criação de postos de trabalho e o crescimento econômico, e o extermínio da corrupção é visto como um dos cinco maiores desafios para as empresas. As empresas devem ser capazes de se apresentar perante os consumidores, que estão equipados com amplo acesso a informação e ferramentas de mídia social que os auxiliam a expor comportamentos corporativos tendenciosos e desleais.

- As empresas devem atender às expectativas de práticas de negócios responsáveis, proporcionando melhorias concretas para a vida do consumidor. Isso é especialmente verdade em mercados maduros, onde cada vez mais os consumidores consideram credenciais sustentáveis por parte das empresas como um dado adquirido.

- As empresas devem mudar sua comunicação com os consumidores do foco nas credenciais sustentáveis e desempenho empresarial para uma demonstração mais clara de seus propósitos e relevância para a sociedade e o meio-ambiente. Isto é especialmente relevante em mercados emergentes em que as empresas são vistas com um papel importante na melhoria da saúde, da educação e de outros fatores de qualidade de vida fundamentais.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/um-terco-dos-consumidores-considera-a-sustentabilidade-em-suas-decisoes-de-compras-diz-estudo/90602/

Um terço dos consumidores considera a sustentabilidad em suas decisões de compras 28 de julho de 2014

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São Paulo - O empresário Flávio Rocha, presidente da Riachuelo, costuma afirmar que esta é a “década do varejo”. De fato, os varejistas têm os números a seu lado. No Brasil, um em cada quatro empregos criados por empresas privadas está nesse setor. Só neste ano, mais de 350.000 vagas serão abertas no varejo.

“Nos anos 80 e 90, os principais empregadores estavam na indústria. Naquela época, uma montadora empregava mais do que as 60 maiores empresas de varejo. Hoje, a maior varejista emprega mais do que todas as montadoras juntas”, diz Flávio. O empresário se refere ao Grupo Pão de Açúcar, controlador da Via Varejo — empresa que surgiu da fusão entre Casas Bahia e Pontofrio —, que contabiliza 160.000 funcionários.

O principal fator por trás da virada do comércio sobre a indústria foi a entrada de 35 milhões de brasileiros na classe média nos últimos dez anos — e o aumento de seu poder de consumo. Para atrair talentos para o varejo, as empresas têm acenado com oportunidades de crescimento. Mas exigem vocação e habilidades bem específicas.

“Não basta estudar nas melhores faculdades e ter MBA. Os recrutadores dão preferência a profissionais que gostam de gente e entendem a cabeça dos novos consumidores”, diz Renato Meirelles, do instituto Data Popular. Você conhecerá as três áreas mais dinâmicas do varejo e o perfil profissional que as empresas buscam.

Com que roupa eu vou?

Quando a rede americana Forever 21 abriu sua primeira unidade em São Paulo, em março, os lojistas providenciaram lanches e bebidas para quem tivesse de esperar do lado de fora por muito tempo. A precaução não foi em vão: alguns consumidores enfrentaram até 3 horas de fila para experimentar as blusas da marca, especialista em traduzir a moda das passarelas para o consumidor a um baixo custo.

O interesse por esse tipo de produto é explicado pelo maior acesso à informação sobre moda. “Dez, 20 anos atrás, quem tinha informação de moda era quem comprava revistas, viajava para fora do país, acompanhava os desfiles. Hoje, com a internet, qualquer um pode assistir ao desfile da Chanel em Paris em tempo real”, diz Elio França, diretor de operações da C&A.

“Os nossos clientes estão cada vez mais exigentes. Para não perdê-los, precisamos fazer mudanças constantes”, afirma Flávio, da Riachuelo. Para atender a essa expectativa, as apostas são variadas. Só a Riachuelo lança 100 produtos novos todos os dias. São mais de 35.000 itens por ano, com tempo de reposição curtíssimo. Entre a aprovação do desenho de uma peça, a fabricação e a chegada à loja passam-se apenas dez dias.

A rede também inaugurou duas lojas-conceito em São Paulo (a segunda em maio) e lançou coleções com Oskar Metsavaht, Cris Barros e Pedro Lourenço. Já a C&A criou as Collections, parcerias entre a varejista e estilistas famosos. Foram mais de 30 coleções com profissionais como Stella McCartney, Francisco Costa e Adriana Barra.

A gaúcha Renner, por sua vez, vai reestruturar sua marca e abriu, no ano passado, uma nova rede, voltada para os jovens: a Youcom, que já tem 20 lojas próprias e ganhará outras 20 até o fim do ano. “Queremos chegar a 2021 com 300 lojas da Youcom e 408 da Renner”, diz Clarice Costa, do RH da Renner.

O crescimento dessas redes, a abertura de quatro novas lojas da Forever 21 e a possível vinda da sueca H&M refletem o fato de o Brasil ser hoje o oitavo maior mercado de moda do mundo, com um crescimento de 287% nos últimos dez anos. Só no ano passado, o segmento movimentou 188 bilhões de reais. Tanta atividade puxa contratações em áreas como moda, logística e expansão.

Uma das que ingressaram nesse mercado é a paulistana Camila de Paula Souza, de 36 anos. Formada em moda pela Anhembi Morumbi, ela trabalha na área de desenvolvimento de produto da C&A e viaja várias vezes ao ano dentro e fora do país em busca de novidades. “Para quem está começando na moda, o varejo é uma área com muitas oportunidades”, diz Camila.

Apesar do bom momento, os empresários reclamam da burocracia, que limita o crescimento do segmento. “O cenário está mais favorável, mas falta uma melhora no ambiente de negócios. As empresas estrangeiras demoraram para chegar por causa do labirinto jurídico e tributário que existe aqui”, afirma Flávio.

Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/193/noticias/onde-o-varejo-cresce

Onde o varejo cresce 24 de julho de 2014

GUIA/ESCALADAS RIO DE JANEIRO

No mundo dos negócios, o crescimento – e isso é um consenso – não nasceu para todos. Mas o problema é que, no Brasil, ele parece não estar acessível para quase ninguém. Exemplo insofismável vem de um relatório produzido pela Endeavor, uma instituição global de fomento ao empreendedorismo, em parceria com IBGE. O estudo aponta o fraco desempenho dos negócios locais no que diz respeito à sua capacidade de expansão e traça um quadro preocupante quanto às ambições do empresariado.

Segundo o levantamento, apenas 1,5% de todas as empresas brasileiras consegue sustentar uma expansão acima dos 20% ao ano, por pelo menos 36 meses consecutivos. Denominadas como Empresas de Alto Crescimento (EACs), esse contingente, registra-se, está pulverizado ao longo de todos os setores da economia, sem priorizar uma atividade específica.

O estudo emprega a última base de dados disponível do IBGE, entre os anos de 2008 a 2011. Ao todo, o Brasil registra 34.106 EACs no período. Dez por cento delas são de companhias de grande porte, com mais de 250 funcionários. O grosso, portanto, é formado por pequenas e médias empresas, com pelo menos dez colaboradores registrados. “É um número muito pequeno, isso não é quase nada para um País que tem a sexta economia mais importante do mundo”, opina Juliano Seabra, diretor-geral da Endeavor.

O impacto direto de uma EAC na economia, destaca Seabra, é na geração de empregos. Segundo o relatório, essas pouco mais de 34 mil empresas foram responsáveis por 48,5% do total de empregos registrados entre 2008 e 2011, o que equivale a quase 2,8 milhões de novos postos formais de trabalho.

O executivo da Endeavor faz uma comparação com um levantamento realizado nos Estados Unidos, em igual período. “Eles estavam no auge da crise econômica, um momento de retração e, mesmo assim, tinham 100 mil empresas de crescimento acelerado. Penso que, no nosso caso, a gente não poderia se contentar com nenhum número inferior a esse”, pontua.

“O maior problema é que a discussão de como inverter esse fraco desempenho, essa discussão passa ainda à margem das nossas preocupações. Ninguém parece ainda se atentar para esse dado, que é fundamental para o desempenho econômico do Brasil”, destaca Juliano Seabra.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,apenas-1-5-das-empresas-consegue-sustentar-uma-expansao-acima-dos-20-ao-ano,4568,0.htm

Apenas 1,5% das empresas consegue crescer acima dos 20% ao ano 23 de julho de 2014

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Recentemente, participei de um encontro internacional, no qual estavam reunidas agências de todo o mundo. Foi uma oportunidade para conhecer, escutar e interagir com as últimas tendências do setor. Porém, o resultado final esta em uma questão simples na parte tecnológica, mas complexa em conteúdo: engajamento.

Todas as grandes marcas e empresas que se tornaram ícones de mercado têm uma coisa em comum, não importa o setor ou o país de sua atuação: engajamento, eficiência e, consequentemente, admiração. A união destas três qualidades gera ainda mais entusiasmo, tornando-se um ciclo virtuoso.

O engajamento não é meramente racional, é principalmente emocional e acima de tudo contagioso. Precisa partir de dentro pra fora, do núcleo, do idealizador da marca, do dono da empresa, e através de seu entusiasmo, dedicação, estrutura sólida, amor e competência, vai contagiando todos a sua volta. Começando pelos funcionários, fornecedores, clientes e consumidores até atingir a opinião em massa.

Para atingir o engajamento, cada membro participante do processo precisa se sentir importante. Em todos os jobs, cada colaborador tem um papel decisivo, desde o atendimento, a produção até o manobrista que entrega o carro no final do evento. Se este último colaborador se sentir desprestigiado e não acreditar que seu papel é fundamental para o sucesso do evento, ele pode destruir a imagem da empresa que o contratou. Quando funcionários e colaboradores entendem que são peças chaves de um processo que irá resultar em mais do que lucro financeiro, esta sensação trará orgulho de ter participado, de ter feito parte de um projeto de sucesso. Eles se sentirão valorizados por terem vestido a camisa e irão além das suas obrigações básicas para que tudo saia bem. Neste momento, é possível sentir orgulho por ter uma equipe engajada.

Atualmente, os clientes têm milhões de opções de fornecedores, mas é o brilho nos olhos, a brigada armada e a capacidade de uma equipe dedicada, estando pronta para qualquer situação, que faz toda a diferença.

Ter orgulho da empresa e dos funcionários, e não economizar elogios quando notar que eles foram além, é fundamental. Ser parceiro de verdade dos fornecedores, que são os grandes aliados na hora do aperto; valorizar não só os clientes, mas lembrar-se que os clientes dos clientes são os melhores amigos, também é importante. E quando a empresa fizer com que eles estejam mais que satisfeitos, eles irão identificar na marca: “esta empresa veste a camisa e eu sei que posso contar com ela”.

Engajamento não pede grandes investimentos financeiros. Não se finge, nem se compra com brindes. Engajamento se conquista com competência antes de qualquer coisa. Ninguém fica engajado se não acreditar no produto ou na empresa. Conquista-se com amor e principalmente com entusiasmo. Mantém-se com reforço positivo e críticas construtivas.

Na era do descartável, os produtos são substituídos por modelos mais novos a cada segundo. As pessoas, seja no âmbito pessoal ou profissional, também se sentem dispensáveis e pouco valorizadas por seus chefes e facilmente substituíveis. Estes sentimentos são a antítese do engajamento. Por que alguém daria seu sangue, o melhor de si, se não se sente valorizado e prestigiado?

E quando uma empresa alcança uma cadeia de engajamento, sua imagem passa a ser admirada, amada e desejada. Exemplos de marcas extremamente bem sucedidas são Apple, Google e Southwest. Nestas companhias todos os envolvidos dizem de boca cheia: sou funcionário, sou cliente, sou fornecedor. Porque uma empresa engajada é sinônimo de competência, de bem sucedida e de equipes valorizadas. E viva o ciclo vicioso do bem.

É importante valorizar pessoas engajadas, contagiantes, que não deixam a peteca cair, que se jogam e vibram com as conquistas. Porque uma empresa engajada é feita de uma equipe inteira empenhada em fazer tudo acontecer com amor e garra.

Por Fernando Guntovitch

Fonte: http://adnews.com.br/artigos/como-conquistar-o-engajamento

Como conquistar o engajamento 22 de julho de 2014

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O titulo deste post é muitas vezes (em algumas, sempre) descumprido pelas marcas de todos os segmentos – muitas empresas desconhecem, ou mesmo conhecendo, por pensarem em curto prazo, não buscam se posicionar na mente (e coração) de seus consumidores.

Apenas para lembrar, posicionamento não é o que eu digo que sou, mas sim o que o outro (mercado) percebe, logo, em marketing, percepção é mais importante que a realidade, todavia, a realidade precisa andar de mãos dadas com a percepção.

Para ser mais claro, a regra é básica: um bom posicionamento é construído por promessas, cumprimento de promessas e percepção – ou seja, se a marca prometeu ela tem que cumprir.

No marketing 3.0 Philip Kotler, Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan nos apresentam uma nova forma para conquistar o público-foco, é preciso alcançar a mente, coração e espirito; é fundamental entender os consumidores em sua totalidade humana e suprir suas expectativas.

O que acontece muitas vezes é que as expectativas dos clientes são formadas com base em promessas, e ai, os autores nos colocam os 3 I’s como solução: identidade, integridade e imagem. Às empresas caberá identificar as necessidades e desejos dos consumidores para serem capazes de orientar suas mentes, corações e espíritos traduzidos em promessas e ações.

Essencialmente os 3 I’s seria destrinchados da seguinte maneira:

  • Identidade – aquilo que sou e prometo entregar;
  • Integridade – o cumprimento do que foi prometido, a marca agindo de forma honesta com o consumidor;
  • Imagem – promessas e ações se comungam e, portanto formam uma boa imagem diante do atendimento das expectativas criadas.

Em resumo, tenha palavra e faça o impossível para cumpri-la, mesmo que isso represente prejuízo no curto prazo, com absoluta certeza, sua imagem vale muito mais.

Ser ético e responsável são atitudes fundamentais para um bom posicionamento de mercado.

Por Fernando Coelho, Pós-graduando MBA em Marketing, Especialista em Administração Estratégica pela Universidade Estácio de Sá Rio do Janeiro. Publicado originalmente no Administradores

Fonte: http://adnews.com.br/artigos/regra-basica-para-posicionar-sua-marca-cumpra-o-que-foi-prometido

Regra básica para posicionar sua marca: cumpra o que foi prometido 21 de julho de 2014

Marketing-de-Relacionamento

Não importa em qual mercado sua empresa atua, tenho certeza de que a competitividade é alta, pois a concorrência é direta com concorrentes que vendem os mesmos produtos que o seu (refrigerante, por exemplo), e indireta com concorrentes que vendem produtos similares (como suco) ou até mesmo produtos iguais, mas em diferentes canais de venda (como banca de jornal).

Diante deste cenário a busca pelo diferencial torna-se uma questão de sobrevivência, pois sem diferencial sua empresa será mais uma. E engana-se o empresário que acredita que o preço é um “diferencial competitivo”, pois este é muito fraco e é preciso tomar cuidado para não precisar “pagar para vender”. O preço não é o mais importante. Outros benefícios como qualidade e conveniência tem mais peso.

Consumidor 2.0

O consumidor mudou. Ele está cada vez mais informado e atualizado. Possui uma renda maior o que o torna mais exigente e menos leal. Diante desta nova realidade é preciso considerar dois fatores importantes no momento da venda: 1. O cliente compra por necessidade ou desejo; 2. O cliente busca conveniência. Procure sempre resolver o problema do cliente.

Isso significa que conhecer o seu cliente é muito importante para saber qual a sua motivação ao realizar uma compra. Para tanto é recomendado desenvolver um programa para a gestão do relacionamento com o cliente (CRM). Ter um cadastro de clientes com informações importantes como nome, profissão, aniversário, dados de contato, frequência que compra e quais produtos compra, como costuma pagar, quando foi a última compra (fazer o acompanhamento do relacionamento com o cliente para saber quando ele deixa de comprar é essencial), entre outros. Com essas informações será possível criar ofertas direcionadas.

Também é importante realizar uma pesquisa semestral ou anual para saber como o cliente enxerga o seu serviço. Com a pesquisa será possível identificar como o cliente avalia o atendimento, os funcionários, os produtos ou serviços, o ambiente, etc. Deixe um espaço para ele fazer comentários livres como sugestões ou reclamações. De posse dessas informações será possível direcionar melhor as ações de marketing e comunicação da sua empresa.

Tanto as informações obtidas com o CRM como as obtidas com as pesquisas permitem oferecer a oferta certa, para a pessoa certa, no tempo certo.

Atrair, conquistar e manter clientes

Parece óbvio, mas o grande desafio das empresas atualmente, especialmente para as pequenas, é atrair, conquistar e manter seus clientes. Cada uma dessas etapas exige ações diferentes e contínuas por parte da empresa e é por não saber como trabalhar em cada uma delas que a grande maioria para na primeira e somente atrai os clientes, para afastá-los em seguida.

Para atrair os clientes a empresa precisa investir em comunicação e promoção. As pessoas só saberão que sua empresa existe se este fato for amplamente comunicado (publicidade), mas além de saber que sua empresa existe elas precisam de um motivo para comprar de uma empresa desconhecida e a promoção cumpre bem esse papel. A divulgação precisa ter frequência e alternância entre as mídias. O ideal é separar de 5% a 8% do faturamento.

Para conquistar essas pessoas e transformá-las em clientes é preciso muito mais esforço: bom atendimento, vendedores treinados e motivados, boa oferta de produtos e/ou serviços, serviços agregados (entrega, estacionamento, assistência técnica), exposição adequada dos produtos (no máximo 40% dos móveis ocupando a loja), diferentes formas de pagamento, entre muitos outros. A sua loja é o primeiro contato que o cliente tem com sua empresa. Cuide bem deste momento.

Muitas empresas perdem seus clientes nesta fase devido à indiferença com que tratam a necessidade do consumidor e ao mau atendimento de seus funcionários. Pense nisso: “Demore para contratar e seja rápido para demitir” e, principalmente, “nunca contrate ninguém que você não pode demitir” (cuidado com familiares na empresa).

Para manter esses clientes é preciso criar vínculos emocionais com eles, surpreendê-los. A alta satisfação ou o encanto permite essa afinidade emocional com a marca que gera a alta lealdade do consumidor. Sempre pense em novidades que agreguem algum valor/benefício ao negócio. Não existe mais consumidor fiel e sim consumidores mais ou menos satisfeitos.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/marketing-de-relacionamento/78954/

Marketing de Relacionamento 18 de julho de 2014

News Log

Endereço Certo e a sua expertise – Logística 17 de julho de 2014

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Oito das dez atividades que integram a Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada nesta quarta-feira, 16/7, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registraram aumento no volume de vendas em maio em relação a abril. No varejo restrito, houve expansão em todas as atividades o que explica a alta de 0,5% nas vendas em maio ante abril.

Os resultados positivos foram em Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (2,4%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,4%); Livros, jornais, revistas e papelaria (1,9%); Móveis e eletrodomésticos (1,8%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,2%); Tecidos, vestuário e calçados (0,5%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,1%); e Combustíveis e lubrificantes (0,1%).

As duas retrações foram verificadas em Material de construção (-0,3%) e Veículos e motos, partes e peças (- 1,9%), o que justifica o recuo de 0,3% no volume vendido pelo varejo ampliado.

Revisão

O IBGE revisou o volume vendido no varejo em março ante fevereiro, que saiu de queda de 0,5% para recuo menor, de 0,4%. Por sua vez, a taxa de fevereiro ante janeiro passou de estabilidade (0,0%) para um resultado negativo de 0,1%.

No varejo ampliado, que inclui as atividades de veículos e material de construção, as vendas em abril ante março passaram de alta de 0,6% para 0,5%. Ainda nesse quesito, o resultado de fevereiro ante janeiro foi revisto de -2,2% para -1,9%, enquanto o de janeiro ante dezembro de 2013 passou de 2,5% para 2,3%, e o de dezembro ante novembro saiu de -1,4% para -1,7%.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/07/vendas-crescem-em-8-de-10-setores-em-maio-diz-ibge.html

Vendas crescem em 8 de 10 setores em maio, diz IBGE 16 de julho de 2014

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Quais as abordagens que afugentam os clientes?
Respondido por Carlos Cruz, especialista em vendas

Saber se aproximar do cliente é algo imprescindível para qualquer profissional de vendas, seja ele do varejo ou do mundo corporativo. Para isso, algumas técnicas são necessárias e a ausência delas pode fazer com que o comprador considere trocar de loja ou empresa em busca de um atendimento satisfatório. Abaixo, listo algumas abordagens que afastam os clientes:

1. Ser muito agressivo

Antes de fazer qualquer manifestação, o vendedor deve buscar entender o estilo do cliente. Se ele entra em sua loja com passos apressados, provavelmente vai querer falar rapidamente sobre o que deseja, mas, se é um cliente que entra de forma mais lenta, olhando tudo, é importante que o vendedor vá preparado para fazer uma abordagem mais calma. O cliente é que determina qual o nível de “agressividade” do atendimento, iniciado na abordagem.

2. Falar demais

O vendedor não pode oferecer produto atrás de produto sem entender a real necessidade do cliente. Quando não para de falar e fazer sugestões, ele não consegue ouvir o que o comprador tem a dizer e deixa de saber o que o levou a entrar na loja. O segredo é saber ouvir, dialogar e, só então, indicar soluções que se conectem a essas necessidades.

3. Interferir no processo de avaliação

Ninguém gosta de vendedor pegajoso. Portanto, o cliente deve ter espaço para procurar o que precisa, sem que ninguém fique o tempo todo por perto, “marcando território” e sendo prestativo em demasia. Lembrem-se: simpatia e atenção em excesso podem soar como falsidade.

4. Fazer perguntas erradas na hora errada

Tanto em vendas corporativas quanto no varejo, precipitar-se pode fazer com que a negociação não seja concluída. É bom lembrar que o cliente, primeiro, tem uma necessidade ativada, depois se imagina resolvendo essa necessidade com produtos ou serviços, compara as possibilidades e, só então, vai falar sobre preços ou condições de aquisição.

Fazer perguntas, por exemplo, sobre forma de pagamento quando o comprador ainda fala de sua necessidade, fatalmente, compromete o atendimento.

5. Menosprezar o cliente

Nunca, em hipótese alguma, o vendedor pode “ler o livro pela capa” e subestimar o poder aquisitivo do comprador por causa da aparência. O atendimento deve oferecer as melhores condições de compra, porém o cliente pode se sentir menosprezado quando, por exemplo, recebe as possibilidades de parcelamento e está disposto a pagar à vista. Entender o contexto da compra e o perfil do comprador é imprescindível.

Carlos Cruz é vendedor profissional, treinador de vendas e diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas)

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/5-abordagens-que-afastam-os-clientes-da-sua-empresa

 

5 abordagens que afastam os clientes da sua empresa 15 de julho de 2014

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Fazer um dia funcionar bem costuma ser um grande desafio para muita gente. Mas essa pode ser uma tarefa mais simples do que parece. Se você quer garantir uma rotina incrível, aqui vão algumas dicas:

1) Um bom café da manhã pode ser rápido e fácil

Essa é uma ótima sugestão do Lifekacker (em inglês) que pode ajudar sua rotina matinal a fluir. Se você luta para tomar café da manhã todos os dias porque é muito esforço e por levar muito tempo, essa é para você: preparar seu desjejum na noite anterior ao aprontar os objetos que você vai precisar ou simplesmente cortar frutas em pedaços pode economizar tempo pela manhã. Talvez você queira optar por uma refeição mais simples, como cereal, para poupar tempo e também esforço. Se preferir algo que precise de mais tempo, como uma vitamina, você pode preparar para a semana toda em 5 minutos – perfeito para a noite do domingo antes de sua semana começar. É só fazer e congelar.

2) Encontre seu melhor momento para fazer cada coisa

Nossos corpos têm “relógios embutidos” que determinam os melhores momentos para comer, dormir, exercitar-se e trabalhar. Talvez você não tenha a flexibilidade de fazer tudo no tempo certo para si, mas tente ouvir seu relógio interno o máximo possível. Se você é daquelas pessoas cujos trabalhos criativos são melhor produzidos à noite, durante o dia, tente retirar afazeres criativos e agende mais tarefas administrativas e analíticas para a manhã. Se você achar que exercitar-se é melhor na metade do dia, pode tentar fazer isso durante seu intervalo para o almoço ou fazer uma pausa no trabalho à tarde e retornar no comecinho da noite.

3) Um alarme para acordá-lo pode não ser o suficiente – tenha um para mandá-lo dormir

A maioria de nós possui despertadores para acordar pela manhã, mas todos nós ficamos facilmente acordados até mais tarde. Ter um alarme que nos lembre da hora certa de dormir pode ser uma grande ajuda na adoção de uma rotina regular de sono. Nos experimentos de Eric Barker com o sono, ele descobriu que colocar um alarme para dizer quando ir para a cama é ainda mais eficiente do que um despertador. Para prepará-lo para acordar novo e descansado no dia seguinte, tente simular padrões de sono mais naturais possíveis. Um despertador que simula o raiar do sol ou o gorjear dos pássaros pode gentilmente fazê-lo acordar cedo pela manhã. Deixar seu quarto totalmente escuro e manter a temperatura baixa e consistente também pode ajudá-lo a dormir com mais tranquilidade.

4) Desligue-se para dormir melhor à noite – o método de “zero notificações”

Uma rotina desacelerada à noite é algo a que prestamos atenção particularmente. Muitos de nós descobrimos que isso faz uma grande diferença ao quanto – e quão bem – dormimos. Nosso CEO, Joel, havia escrito sobre sua rotina antes, e realmente gosto de como ele explica seus desacelerados hábitos noturnos:

- Desengatar: uma atividade que permita a separação total da jornada de trabalho. Para mim, isso é representado por uma caminhada de 20 minutos, diariamente, às 21h30. Este é um período de desaceleração e me permite avaliar os feitos do dia, pensar sobre os desafios maiores, gradativamente parar de pensar sobre o trabalho e alcançar um estado de cansaço.

- Evitar reengrenar: depois da atividade, vá direto para a cama. Certifique-se de que todos os dispositivos eletrônicos estejam em um ambiente diferente do que você dorme. Uma vez na cama, não leia livros relacionados ao seu trabalho em qualquer aspecto. Para mim, isso significa ler ficção.

Você talvez queira tentar fazer uma caminhada, como Joel, ou um momento de leitura silenciosa. Outras excelentes atividades de desaceleração incluem meditação, tomar chá, sentar calmamente, alongamento e tomar banho de banheira. E como qualquer tipo de luz, incluindo telas retroiluminadas como as de computadores ou telefones, afetam o seu padrão de sono negativamente, tente evitá-las por um tempo antes de dormir.

5) Desenvolva uma rotina matinal que você também mantenha nos finais de semana

Construir uma rotina habitual pode ajudar você a começar seu dia da melhor forma. Esse é outro aspecto apreciado por Joel, e ele tem uma ótima sugestão de como criar uma consistente rotina matinal:

“Certamente acredito que é importante permitir uma imperfeição e alguma folga no fim de semana, porém, pessoalmente, cometi o erro de ter uma hora para acordar nos finais de semana que divergia bastante da minha hora de acordar nos dias úteis. Apenas uma vez que comecei a refletir sobre os finais de semana, consegui acordar cedo pela manhã por muitos dias em sequência”.

Adoro esse ponto, especialmente porque sou propensa a dormir muito e ficar acordada até tarde sábado e domingo, o que pode fazer minha rotina matinal bem mais difícil de cumprir na manhã da segunda-feira.

6) Acompanhe seus hábitos para se entender melhor

Leva tempo e esforço para rastrear tudo que você faz em um dia. Recentemente comecei a mapear minhas atividades do meio da semana e notei que lembrar de cada atividade é a parte mais difícil. Dito isso, se você puder se esforçar alguns dias, talvez tenha as ideias necessárias para melhorar sua rotina diária. Entender como você vive no presente momento pode ajudá-lo a trabalhar em direção de como você quer viver.

Com os hábitos, em especial, é bom seguir o conselho de Richard Branson e começar algo antes de você se sentir pronto. É uma das coisas mais poderosas que o ajudaram a ter sucesso.

Quais outras dicas você tem para aprimorar sua rotina diária? Como é sua rotina agora? Deixe-nos saber nos comentários.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/6-dicas-fundamentais-para-planejar-sua-rotina/74766/

6 dicas fundamentais para planejar sua rotina 14 de julho de 2014

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O varejo é hoje um mercado cheio de inovações. As tecnologias que vêm surgindo, como pagamento sem contato, mobile commerce e “internet das coisas”,  prometem transformar a maneira como fazemos negócios. É um dos setores mais vibrantes para se trabalhar neste momento, muito embora esse foco em inovação não seja assim tão recente. A inovação e o varejo sempre caminharam de mãos dadas.

Tomemos o código de barras como exemplo. Há apenas sessenta anos, uma série de linhas em preto e branco prometia revolucionar a maneira como os varejistas daquela época gerenciavam seus estoques e atendiam aos clientes quando foi patenteado em 1952. No entanto, nem todos concordavam com isso. Varejistas mais céticos hesitaram em adotá-lo, pois pensavam que seria muito menos preciso do que se os funcionários da loja continuassem a colocar os preços manualmente nos produtos.

Assim, mais de 20 anos se passaram até que os varejistas dessem uma chance para o código de barras, com a primeira loja utilizando-o para escanear um produto há 40 anos, no dia 26 de junho de 1974, em Cincinnati, EUA. O primeiro produto escaneado – um pacote de balas mastigáveis chamado Wrigley’s Juicy Fruit – agora está exposto no Instituto Smithsonian, em Washington DC.

Os avanços tecnológicos e mudanças no comportamento do consumidor, impulsionados pelos novos dispositivos e pela mídia, continuam a transformar a cara do varejo atual.

Abaixo estão mais nove invenções que revolucionaram a experiência de varejo ao longo dos últimos 40 anos e outras que acabaram de aparecer.

Marketplaces virtuais

Ter um site compatível com dispositivos móveis é um dos passos para ter sucesso no comércio eletrônico (Foto: Thinkstock)

Os consumidores compram em mercados há milênios. No Antigo Egito, os comerciantes se reuniam às margens do Nilo para aproveitar a passagem dos marinheiros e trocar produtos por grãos. A invenção da moeda foi, sem dúvida, um grande fator de mudança, mas a invenção da Internet há 25 anos talvez tenha tido o maior efeito sobre os negócios do varejo até hoje. Neste ano, mais de US$ 1,5 trilhão serão gastos online por compradores do mundo inteiro e esses números tendem a subir. A enorme adoção da Internet para fazer compras foi, em parte, alavancada pelo desenvolvimento dos marketplaces que permitem que os varejistas vendam para todo o mundo, alcancem novos mercados e consumidores e compitam com players já bem estabelecidos no mercado. Na Rakuten, lançamos nosso primeiro marketplace, o Rakuten Ichiba, em 1 de maio de 1997. Os marketplaces estão ajudando os pequenos comerciantes online a nivelar o campo desse jogo, pois oferecem acesso a uma base de clientes infinitamente grande e toda a infraestrutura necessária para vender online.

Mídias sociais

mídias sociais_redes sociais_marketing_engajamento (Foto: Shutterstock)

Um dos mais recentes desenvolvimentos para mudar o mundo do varejo são as mídias sociais. Ao longo da última década, sites como Facebook, Twitter e Pinterest transformaram a maneira como os consumidores se comunicam com os comerciantes e como pesquisam o que querem comprar. Mais de 40% dos consumidores usam redes sociais para recomendar produtos, de acordo com nossa pesquisa interna. Além de influenciar as decisões de compra dos consumidores, as redes sociais oferecem aos varejistas a oportunidade de levanter opiniões sobre seus novos produtos e serviços. Desde que foi lançado em 4 de fevereiro de 2004, o Facebook alcançou o número de 1 bilhão de membros, o que prova claramente que as redes sociais vieram para ficar.

Mobile commerce

mobile payment (Foto: Divulgação)

500 milhões de consumidores usarão um celular ou tablet para realizar uma compra este ano, o que deve representar US$ 204 bilhões em vendas. Espera-se que esse número passé para $516 bilhões até 2017, quando o mobile commerce completará 20 anos de existência. Um telefone celular foi usado para fazer uma compra pela primeira vez em 1997, em Helsinque, na Finlândia, onde duas máquinas de Coca Cola foram configuradas para aceitarem pagamentos via SMS. Agora, o mobile começa a se tornar um canal cada vez mais importante para os varejistas interagirem com os consumidores, darem suporte, e venderem.

Big Data

big data_computação_dados_servidor (Foto: Wikimedia)

A análise dos grandes conjuntos de dados pode parecer um desenvolvimento recente, impulsionado pelos avanços da computação, mas na verdade, ele existe há décadas. No varejo, o ‘momento Eureka’ chegou quando o supermercado Tesco lançou seu primeiro programa de fidelidade com cartão capaz de identificar padrões interessantes do comportamento do consumidor, em 13 de fevereiro de 1995. Quase 20 anos depois, os varejistas de todo o mundo agora são capazes de adquirir e analisar mais dados do que nunca, e os insights acumulados desses dados estão influenciando todos os aspectos dos negócios do varejo, desde as decisões de estoque até as ações de marketing e os layouts das lojas.

Internet das Coisas

Os óculos já gravam imagens e se conectam na web (Foto: Divulgacão)

A ideia de ter todos os objetos do dia-a-dia conectados com a Internet foi proposta por Mark Weiser em setembro de 1991 em um artigo da revista Scientific American. Vinte anos depois, a Internet das Coisas é uma realidade, com o mercado global de objetos conectados tendo alcançado faturamento de US$ 1.9 trilhão no ano passado. Com mais objetos se conectando todos os dias, esse mercado espera alcançar US$ 7,1 bilhões até 2020. Para os varejistas, a Internet das Coisas abrem uma enorme oportunidade para simplificar o gerenciamento do inventário e da cadeia de suprimentos, melhorar a experiência do consumidor nas lojas físicas, além de maximizar o valor pago pelo espaço da loja.

Beacons

Beacons: tecnologia  oferece aos varejistas riqueza de dados e novos insights do consumidor (Foto: Divulgacão)

Em 1994, pesquisadores da Ericsson inventaram um meio de conectar dispositivos móveis a acessórios, com wireless, o que posteriormente ficou conhecido por Bluetooth. Vinte anos depois, uma versão um pouco menos poderosa está sendo usada no Beacons para transmitir mensagens baseadas em localização para disponitivos móveis. Além de ajudar os comerciantes a atrair consumidores com ofertas e promoções, baseado na localização do cliente dentro da loja, o Beacons oferece aos varejistas riqueza de dados e novos insights de comportamento do consumidor que pode ajudar a tomar decisões inteligentes de estoque e layout da loja, por exemplo.

Checkout self-service

Checkout self-service: modelo agiliza pagamento (Foto: Divulgacão)

Inventado pelo Dr. Howard Schneider para reduzir os tempos de espera na fila do caixa, os primeiros caixas de auto-atendimento foram introduzidos em uma loja da Price Chopper em Clifton, Nova Iorque, em 1992. Mais recentemente, esse service em que o cliente escolhe seus produtos e faz o pagamento no caixa de auto-atendimento se tornou muito comum em muitos supermercados da América do Norte e Europa, tendo quadruplicado desde 2008.

Até o final deste ano, estima-se que 430.000 caixas de auto-atendimento em lojas estarão em uso em todo o mundo. Nos EUA, acredita-se que esses caixas registrarão US$ 1 trilhão de dólares durante 2014.

Drones

drone (Foto: Reprodução)

Veículos aéreos não tripulados são usados pelos militares há décadas, na verdade, o primeiro uso registrado remonta a 22 de agosto de 1849, quando  balões carregados com explosivos foram enviados a Veneza. Agora, o mercado para o uso civil de drones está começando a decolar a medida em que as empresas consideram como eles poderiam ser usados para fazer entregas e prestar serviços importantes, como internet sem fio, para locais remotos. Para as empresas de varejo, os drones têm um enorme potencial para fazer entregas de forma mais rápida e mais barata. É por esta razão que espera-se que o mercado de drones possa chegar a US$ 400 milhões até 2020.

Impressão 3D

 Os sapatos foram concebidos para impressoras da Cubex (Foto: Divulgação)

Faz 30 anos desde que Charles Hull criou a primeira impressora 3D, em 1984. No entanto, a propagação foi limitada devido ao alto preço desse dispositivo. Com o preço das impressoras 3D começando a se tornar mais acessível e um número importante de patentes expirando neste ano, um número crescente de impressoras 3D começa a entrar no mercado. Isso oferece aos varejistas a emocionante perspectiva de produzir produtos personalizados sob demanda na loja, porém também existe a preocupação de que essas impressoras sejam usadas para produzir produtos falsificados. Para superar essa preocupação, os  varejistas devem trabalhar lado a lado com os fabricantes para garantir que essas oportunidades serão exploradas  ao mesmo tempo em que a propriedade intelectual é protegida.

* Ricardo Jordão é CMO da Rakuten Brasil

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/06/10-inovacoes-que-mudaram-o-mundo-do-varejo.html

10 inovações que mudaram o mundo do varejo 11 de julho de 2014

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As empresas brasileiras estão preocupadas com o que as pessoas estão falando sobre elas nas mídias sociais, como aponta um levantamento da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje). Cerca de 69% das companhias afirmam utilizar ferramentas de análises e mensuração para compreender o que é exposto em relação à marca, ao produto ou ao serviço que oferecem.

Segundo a pesquisa, 61,8% das companhias afirmaram que esse acompanhamento é feito nos ambientes corporativos na internet. Já 41,2% dizem integrarem esse monitoramento a soluções de Marketing, e 38,2% garantem que analisam o sentimento do cliente. Essa última atividade deve liderar a lista nos próximos anos, o palpite de 52,9% dos executivos.

Um dos maiores temores de 64% dos entrevistados na pesquisa é a exposição negativa da marca. Os danos à reputação e a divulgação de informações estratégicas são as principais preocupações. Esses empresários acreditam, no entanto, que a crítica pode ter seu efeito diminuído ou evitado.

O estudo considerou uma amostra formada por 53 empresas associadas à Aberje, de diversos segmentos e setores da economia. Juntas, elas possuem mais de 18 milhões de fãs no Facebook, 340 mil seguidores no Twitter e 62 mil inscritos em seus canais no YouTube. As informações foram obtidas por meio de questionário preenchido em sistema on-line, no período de 6 de fevereiro a 28 de março de 2014.

Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/31137/69-das-empresas-monitoram-o-que-e-dito-nas-redes-sociais.html

69% das empresas monitoram o que é dito nas redes sociais 10 de julho de 2014

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Rio – A auditoria interna mudou. A necessidade de mais transparência na apresentação de informações sobre as empresas acabou transformando essa ferramenta — antes usada com mais frequência em processos unicamente contábeis e relacionados à rotina do chamado ‘chão de fábrica’ das corporações — em um meio de antecipação de cenários futuros, na gestão de riscos financeiros, ambientais e legais e de prevenção a fraudes, além de ajudar, no caso de empresas familiares, a traçar novas funções para os profissionais e em sua forma de lidar com decisões importantes para o futuro do negócio.

Robert Juenemann, conselheiro do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), afirma que há um real processo de amadurecimento do conceito de governança corporativa e que a auditoria interna tem ajudado nessa mudança.

“Antes era bem mais difícil para as empresas o conhecimento e o cumprimento dos fundamentos básicos da governança, que são a prestação de contas, a transparência, a responsabilidade corporativa e a equidade. O principal questionamento das corporações para seguir estes fundamentos era o ‘o que eu ganho com isso?’ Sem dúvida, o trabalho de auditoria, em um processo de interação com os conselhos ou diretorias das empresas, ajudou a mudar essa visão”, diz o conselheiro do IBGC.

No caso das empresas familiares, a auditoria interna tem sido importante para mudar a forma de atuar em mercados cada vez mais competitivos. A grande barreira para o avanço do uso da auditoria interna nos grupos familiares ainda é cultural. Muitas empresas, comenta Juenemann, questionam o motivo de instalar uma auditoria já que a gestão está “em casa”.

“Em muitos casos, o principal fator é dissociar a família do negócio. Mas as empresas familiares que buscam a auditoria interna não o fazem apenas quando um problema acontece. Elas se preocupam com a continuidade da empresa, em ter menos áreas cinzentas, onde não se sabe o que esperar de um determinado cenário. E quando pensam em gestão profissional, isso não significa a troca por um executivo de fora. A auditoria pode ajudar a avaliar um profissional da família que se encaixe melhor em determinada função”, explica ele. “Assim como todas as corporações, hoje, para uma empresa crescer em um mercado competitivo, não deve e não tem como esconder mais nada. Isso pelo lado da transparência e pela necessidade de processos formais na tomada de decisões”, afirma Juenemann.

Alex Borges, sócio da área de Consultoria em Gestão de Riscos da Deloitte e responsável pela pesquisa “Auditoria Interna no Brasil”, desenvolvida pela consultoria, corrobora a afirmativa do conselheiro do IBGC.

“As organizações, em seu processo de evolução de governança corporativa, vêm consolidando pilares e fundamentos importantes e, neste contexto, a área de auditoria interna vem contribuindo nas discussões e proposições de valor agregado aos negócios, considerando temas estratégicos, financeiros, regulamentares e operacionais”, diz. “E, no caso das empresas familiares, apesar de não haver uma obrigatoriedade, esse investimento demonstra o compromisso dessas corporações com a profissionalização, assim como a visão de mudança na gestão”, continua Borges.
Ainda segundo ele, o número de empresas que vão procurar a auditoria interna, sobretudo na áreas que garantam a antecipação de eventos, tende a crescer.

“A grande preocupação das empresas agora é com a prevenção e o direcionamento de ações, antes mesmo que o fato em si aconteça. As áreas onde a auditoria interna tem foco permanente nos últimos anos são as de Contas a Pagar, Folha de Pagamento e Contas a Receber, entre outras, na busca de meios para minimizar erros e evitar que eles aconteçam. Também segue em forte crescimento a busca por auditoria nas áreas de Segurança da Informação e Investigação de Fraudes no mercado como um todo”, acrescenta Borges.

Ele destaca que, hoje, as instituições financeiras são as que mais investem em auditoria interna no Brasil. O gasto médio é de R$ 25 milhões por ano por bancos, seguradoras e outros segmentos. Há bancos que destinam mais de R$ 50 milhões aos serviços de auditoria, afirma. Já grandes grupos familiares e indústrias em geral costumam desembolsar, em média, R$ 10 milhões ao ano.

Fonte: http://brasileconomico.ig.com.br/negocios/2014-07-08/auditoria-interna-nas-empresas-do-brasil-tem-novas-funcoes.html

Auditoria interna nas empresas do Brasil tem novas funções 9 de julho de 2014

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No lançamento do iPad na Apple Stores da China, a fila de entusiastas para entrar na loja rondava quarteirões. Centenas de chineses se aglutinaram por mais de 60 horas para adquirir um dos produtos tecnológicos mais cobiçados da atualidade. Já a McDonald´s, sinônimo de hambúrgueres, atinge números de consumo que ultrapassam a população total de países como Espanha, Canadá e África do Sul. A maior cadeia de fast food do mundo conseguiu criar fãs fiéis de seus produtos e leva quase 50 milhões de clientes diariamente às suas 30 mil lojas espalhados em quase todos os países.

E o que falar da Coca-Cola. A marca é uma das queridinhas do planeta e líder mundial no consumo de refrigerantes há décadas. Até hoje, ela faturou o primeiro lugar em todos os rankings do respeitado Instituto Interbrand como a marca mais valiosa do mundo. Inclusive, esse domínio é bem represantado pelo famoso estudo realizado nos anos 70, através de uma “experimentação às cegas” sobre a preferência do consumidor entre os concorrentes Pepsi e Coca-Cola. Sem saber qual a marca estava experimentando, mais da metade dos entrevistados indicou a Pepsi como sendo o melhor sabor entre os dois refrigerantes. Porém, ao saber o refrigerante que estavam bebendo, o número de entrevistados que indicaram preferência pela Pepsi reduzia para 25%.

Apple, McDonald´s e Coca-Cola são apenas três exemplos de empresas que conseguiram atingir um patamar imensurável de admiradores no planeta. Mas por que algumas marcas se tornam tão populares? Como elas conseguiram criar um fanatismo tão grande nas pessoas?

Quase uma religião

O dinamarquês Martin Lindstrom, a maior autoridade mundial em branding e neuromarketing, revelou em sua última visita ao Brasil um dado assustador e fascinante. Lindstrom expôs que na realidade, algumas empresas exercem sobre o consumidor o mesmo poder de uma religião. Essa conclusão foi feita a partir de estudos realizados com técnicas de neuromarketing, onde se aplica a ressonância magnética funcional para mapear o cérebro dos indivíduos e compreender melhor o comportamento dos consumidores. Através desses exames, Lindstrom constatou que a zona cerebral ativada nas pessoas quando pensam em suas marcas preferidas são as mesmas quando se trata da religião. Com marcas comuns, a área do cérebro acionada é diferente.

Para detalhar as características dessa conexão entre religião e marcas, o especialista em neuromarketing entrevistou líderes de diversas crenças, como a católica, islâmica, budista e protestante. “Queria entender os pilares sobre os quais se baseiam a religião, e descobri que são os mesmos em todas: apelo aos sentidos, histórias envolventes, visão forte e poderosa, rituais e inimigo definido. Esses elementos que compõem uma religião são os mesmos presentes na composição de grandes marcas”, relatou o consultor.

Outro ponto observado pelo consultor é que tanto a religião quanto as grandes marcas conservam em sua natureza a questão da fidelidade, ou seja, as pessoas escolhem o que irão seguir, tomam uma decisão, começam a fazer parte de um grupo e essa inserção faz com que se sintam bem.

Os clientes evangelizadores

Billy Nascimento, diretor executivo da Forebrain, empresa pioneira no estudo da neurociência no Brasil, destaca que muitas marcas não utilizam apenas estímulos visuais, mas também auditivos, olfativos e táteis. Através disso, e por estarem constantemente presentes no nosso dia a dia, essas marcas conseguem afetar mais rapidamente nosso lado emocional.

“Uma boa experiência com uma marca gera respostas emocionais positivas, que podem ser registradas no cérebro através de algo motivacionalmente apetitivo. Por outro lado, uma experiência ruim nos predispõe a comportamentos aversivos. Esses estímulos acabam por gerar motivações defensivas que nos fazem afastar dos produtos. Daí a importância de uma construção de marca positiva, estimulante e satisfatória”, indica o diretor da Forebrain.

Através de estratégias de relacionamento e programas de marketing direcionados para atrair e envolver pessoas, algumas empresas conseguiram até mais do que a construção de uma marca positiva. A Disney, McDonald´s, Coca-Cola, Nike e Harley-Davidson, por exemplo, não apenas fidelizaram seus clientes, mas os transformaram em porta-vozes de sua marca. Esses programas produziram legiões de fãs e “vendedores não oficiais”, os quais, por meio de depoimentos interpessoais espontâneos, transformaram-se em uma força de marketing tão poderosa quanto os próprios produtos.

No livro “Buzz Marketing: Criando Clientes Evangelistas”, os autores Ben McConnell e Jackie Huba explicam que as regras tradicionais de marketing estão mudando, perdendo sua eficácia, e as recomendações feitas por clientes se tornaram a nova moeda de valor no sucesso de uma empresa. Quando os clientes ficam realmente impressionados com seu produto ou serviço, tornam-se “evangelistas” sinceros da empresa.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/marketing/o-poder-das-marcas/43712/

O poder das marcas 8 de julho de 2014

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Por muitos anos o canal padrão para os clientes fazerem reclamações ou tirarem dúvidas com as empresas foi o teleatendimento. Todos nós já vivemos várias frustações sendo atendidos por serviços que tomam nosso tempo, ineficientes e, por vezes, até desonestos.

As redes sociais têm afetado bastante essa dinâmica. Temos inúmeros casos em que as experiências dos clientes com as empresas – para o bem ou para o mal – são amplificadas e viralizadas. Levadas principalmente pelo medo de uma reação negativa, as empresas estão aprendendo a monitorar com afinco as redes sociais e agir de forma mais adequada para resolver o problema do cliente.

Os consumidores também estão aprendendo que usar as mídias sociais como canal de atendimento tem sido muito mais eficiente do que ligar para o 0800 da empresa. Resultados: as redes sociais viraram um dos principais canais de Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC).

Essa mudança impõe às pequenas empresas um desafio: saber utilizar a oportunidade para atender com excelência, tirar dúvidas e reconhecer os erros.

Lidar com a disseminação da informação em um ritmo mais rápido do que nunca faz com que as empresas se forcem a ser bem mais eficientes na resolução do problema. Agir rápido, além de agradar ao cliente, evita manchar a reputação bem como conviver com as implicações judiciais que o mal atendimento poderia provocar.

Quem explora bem esse dinamismo larga na frente. O atendimento bem feito nas redes sociais possibilita uma conexão no nível emocional, podendo transformar a impressão de um problema em uma ótima experiência de atendimento.

Na prática, o que a empresa precisa fazer é garantir um bom monitoramento dos diferentes canais através de um software adequado, estabelecer uma prática de atendimento rápido e eficiente (e realmente resolver o problema do cliente) e ter uma forma pré-definida de lidar com situações onde a reclamação pode fugir do controle.

Há diferenças entre o monitoramento de grandes marcas e pequenas empresas. As grandes geralmente precisam medir enormes volumes de menções, fazer análises quantitativas de “sentimento”, tirar relatórios detalhados, entre outros. Em essência o que uma PME precisa fazer é garantir um bom monitoramento e agir quando for necessário, já que o número de interações diárias é muito menor. Mantenha a prática simples para garantir a sua aplicação no dia a dia.

Eric Santos é especialista em marketing digital e CEO da Resultados Digitais.

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-as-midias-sociais-revolucionaram-o-sac

Como as mídias sociais revolucionaram o SAC 7 de julho de 2014

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Quando uma empresa tem uma equipe pequena, aumenta a importância de fazer um bom mix de profissionais, com diferentes competências para ajudar o negócio a crescer. Afinal, sem as pessoas certas, nem a melhor das estratégias planejadas vingará.

Para ajudar a compor um time variado, especialistas indicam os profissionais que não podem faltar em nenhuma empresa.

1 – O mentor
Como muitas empresas iniciantes não têm um programa formal de treinamento, o ideal é identificar profissionais com aptidão para desenvolver o talento dos funcionários mais jovens. Quem gosta de ensinar deve ser incentivado a compartilhar seu conhecimento com os outros. Esses “professores” da empresa devem ir além de passar aos outros suas habilidades técnicas. A ideia é que ajudem também a propagar a cultura da empresa e seus processos. É essa educação que ajudará a formar a próxima geração de líderes do negócio – e pode facilitar, no futuro, o planejamento da sucessão do fundador.

2 – O curioso

Nem todo mundo nasce para liderar. Também é essencial ter em seu quadro alguns funcionários apaixonados pelo negócio e sedentos por conhecimento. Eles não se satisfazem em apenas saber o suficiente para cumprir suas tarefas. Querem continuar aprendendo – na empresa ou fazendo cursos. A atitude é extremamente saudável, pois inspira outros profissionais a investir em sua educação. Além disso, são os curiosos que mantêm a equipe atualizada sobre as tendências e os avanços tecnológicos.

3 – O faz-tudo
Nos primeiros anos da empresa, seu fundador acumula diversos cargos: de CEO a gerente de recursos humanos – se bobear, até o de secretária. Por isso é bom ter mais profissionais multifacetados na equipe. Pessoas que transitam em diferentes setores da empresa são muito valiosos para ajudar a desafogar a agenda dos empreendedores. Assim, sobra mais tempo para se dedicar ao planejamento de estratégias.

4 – O otimista
Problemas e contratempos fazem parte do dia a dia de qualquer negócio. Mas, se eles se prolongarem, um clima de desânimo pode tende a contaminar toda a equipe. Por isso é imperativo contar com algumas pessoas que conseguem ver a luz no fim do túnel até nas situações mais tenebrosas. Seu vigor tem efeito positivo no ânimo de seus colegas, o que ajuda a manter a produtividade e não deixar a peteca cair.

5 – O desafiador
Ter funcionários que apoiam todas as decisões dos gestores não é nada ruim, mas também é bom contar com alguns que desafiem o status quo e até as direções que a empresa está tomando – e falem abertamente sobre isso. Nem toda ideia é brilhante, então é preciso cultivar uma atmosfera de debate saudável para se certificar de que o negócio tem ideias e estratégias fortes.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/07/5-profissionais-que-nao-podem-faltar-na-sua-empresa.html

5 profissionais que não podem faltar na sua empresa 4 de julho de 2014

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Em tempos de era digital, onde a rapidez e o dinamismo imperam, um pequeno pedaço de papel ainda é o melhor meio para fazer networking. Mesmo com a popularização de dispositivos móveis, como smartphones ou tablets, que permitem armazenar as mais diversas informações, saiba cinco razões para continuar a trocar o cartão de visita.

1 – Apesar do crescimento do uso smartphones e afins, nem sempre é rápido trocar informações por esse tipo dispositivo.

Você se encontra em uma situação extremamente atarefada para enviar um email com seus contatos a um possível cliente que conheceu em um meeting, não seria mais fácil simplesmente trocar o cartão com ele? Melhor ainda se este cartão for diferente dos demais.

2 – Muitas pessoas se recusam a usar ou não possuem dispositivos digitais…

Ainda há um número considerável de pessoas que não possuem smartphones. Muitos por não ter afinidade com tecnologia e outros por falta de orçamento. Neste caso, o cartão de visita entra em cena.

3 – Cartão de visita está sempre “online”

Eles nunca estão inacessíveis pela falta de internet ou sinal de telefone. Podem ser usados em lugares onde tais dispositivos precisam ser desligados, como hospitais ou aviões.

4 – Cartão de visita pode chamar atenção e mostrar sua personalidade

Um cartão criativo e com um design inovador retrata mais que somente um pedaço de papel com telefone e seus contatos, ele mostra sua personalidade. Criar um cartão com um serviço que oferece uma variedade de padrões, cores e uso de imagens, pode destacá-lo e impulsionar seus negócios.

5 – Contatos esperam pelo cartão de visita

Profissionais das mais diversas áreas estão sobrecarregados de tantos emails e pedidos de requests em suas redes sociais. Faça de seu cartão um lembrete criativo e uma maneira fácil de ser lembrado em um novo encontro.

6 – A melhor e mais antiga forma de auto-promoção

A primeira forma de causar uma boa impressão para qualquer profissional criativo é um cartão de visita, mas pensar fora da caixa irá fazer um enorme impacto em clientes potenciais. Seu cartão de visita é também uma oportunidade para dar a alguém um sentimento de suas capacidades, mostrar quem você é e o que você faz de forma impactante e encantadora.

Seja ousado, diferente, quebre os paradigmas dos 1000 cartões iguais.

7 – Não “case” com seus cartões de visita!

Você certamente já passou pela situação de ter feito 1000 cartões de visita, e pouco tempo depois ter mudado de telefone, emprego, ou até mesmo de profissão? Existem serviços na Internet onde você pode personalizar seus próprios cartões e encomenda-los a partir de 50 unidades!

8 – Tenha sempre em mãos, seus cartões pessoais!

Você não precisa e nem deve ter somente um cartão “profissional”. É muito comum em outros países a utilização de cartões pessoais com o telefone pessoal, facebook, instagram e outras redes no verso do cartão de visitas. É uma forma muito legal de se apresentar ou repassar seus contatos a amigos, colegas recém conhecidos ou até mesmo em festas e eventos, longe do seu ambiente de trabalho.

Artigo encaminhado por Genau Lopes Júnior, fundador da Joox.com.br, plataforma de personalização de materiais impressos, como cartões de visitas, mini-cards e adesivos. A empresa permite que o usuário personalize e crie seus produtos com imagens diferentes do próprio computador ou das redes sociais, como Flickr, Picasa, Facebook, Twiter, Tumblr ou Instagram.

Fonte: http://adnews.com.br/artigos/8-motivos-para-continuar-usando-cartao-de-visita

8 motivos para continuar usando cartão de visita 3 de julho de 2014

Agas 2014

A EXPOAGAS 2014 está chegando, a sua empresa já está preparada?

A Endereço Certo está, e sua empresa pode contar conosco para esta e outras demandas.

Endereço Certo e EXPOAGAS 2O14 2 de julho de 2014

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Como conseguir gerenciar bem o tempo para ser mais produtivo durante o dia? Para a life coach Bet Braga, com a popularização da tecnologia, internet e, principalmente, mídias sociais, os empreendedores são bombardeados com as mais diferentes distrações. “Isso leva a uma falta de foco, e para recuperá-lo é necessário modificar a rotina, criando novos hábitos”, afirma.

Segundo a especialista, para fazer efeito, essa reeducação deve durar pelo menos 40 dias, e os sete primeiros são os mais determinantes. Para aproveitar o tempo da melhor forma possível, o empreendedor precisa saber priorizar suas atividades e, mais importante, dimensionar e valorizar cada minuto.

Abaixo listamos alguns hábitos que podem ajudar empreendedores a gerenciar melhor o tempo:

1. Comece pela manhã
Segundo Bet, o mau aproveitamento do dia começa logo pela manhã. Com o hábito de sempre dormir com o smartphone próximo, o empreendedor já é distraído pela tecnologia e internet assim que acorda. A especialista recomenda começar o dia com uma programação definida, pelo menos para o período matutino. “Não aproveitar a manhã gera estresse e frustração, que, por sua vez, prejudicam o resto do dia.”

2. Comece a usar um relógio

A dica não é de estilo, serve para que o empreendedor saiba dimensionar quanto tempo ele leva para cada atividade rotineira. Com ele sempre à mão – ou no pulso, para ser mais preciso –, ele notará como é fácil desperdiçar minutos preciosos com atividades desnecessárias ou procrastinação. O relógio é uma ferramenta essencial para valorizar o tempo que temos.

3. Saiba priorizar e classificar suas atividades
Ao pensar em tudo que precisa fazer em um dia, o empreendedor tem de priorizar suas atividades pela importância de cada uma e levar em consideração o tempo que leva para realizá-las. Isso otimizará o dia, encaixando suas obrigações corretamente em períodos em que ele tem mais ou menos energia. Leve sempre em consideração as metas que você estabelecer para o dia.

4. Coloque tudo no papel
Comece a listar as tarefas por escrito. Pensar em fazer algo, apenas, muitas vezes não ajuda na realização. O empreendedor deve se acostumar a escrever tudo que quer realizar – seja no papel ou eletronicamente. “Mas não adianta anotar e depois se esquecer”, afirma Bet. “Elas precisam estar acessíveis o tempo todo.”

5. Não abuse da tecnologia
Estabeleça limites e horários para utilizar aplicativos no celular e na internet. Hoje em dia é possível encontrar, inclusive, aplicativos que ajudam a cronometrar o tempo gasto com essas distrações. E determine a duração desses períodos em relação ao que você terá que realizar no dia.

6. Faça um balanço
No decorrer dos dias da reeducação, anote as mudanças de hábito que funcionaram e quais não. Faça um balanço de atividades que poderiam gastar menos tempo e outras as quais você poderia se dedicar mais, e coloque em prática nos dias seguintes.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/06/6-habitos-para-melhorar-gestao-do-tempo.html

6 hábitos para melhorar a gestão do tempo 1 de julho de 2014

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Composta atualmente por um terço da população, a Classe C irá aumentar ainda mais. A previsão é resultado de uma pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que apontou a ascensão das classes D e E para a chamada novíssima Classe C, em 2015.

Este crescimento do poder aquisitivo está diretamente ligado a força de compra dos consumidores e pode gerar uma boa oportunidade para o setor de vestuário.

Formada por 60% de universitários, que também são a maioria dos clientes de cartão de crédito, a nova classe C pode e quer consumir peças que expressem tanto o seu gosto de consumir algo original, quanto a inclusão dentro de sua nova condição social.

Como o consumidor da nova classe C opta por comprar produtos com design, na opção crédito e não liga de pagar mais caro para ter sofisticação, é importante investir numa equipe de criação que desenvolva produtos de qualidade e que reforce esta ascensão.

Fonte: http://www.portalmakingof.com.br/marketing/ascensao_das_classes_d_e_e_aquece_o_mercado_de_vestuario.html

 

Ascensão das classes D e E aquece o mercado de vestuário 30 de junho de 2014

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Pesquisa conduzida pello Credit Suisse e pela Nielsen, divulgada na semana passada, mostra o comportamento do consumidor em nove países emergentes. Brasileiros são os mais otimistas

Semana passada foi divulgada uma pesquisa anual sobre o comportamento do consumidor de nove países emergentes, conduzida pelo Credit Suisse e pela Nielsen. Nela aponta-se o consumidor brasileiro como o mais otimista dentre os países pesquisados.

O percentual de consumidores brasileiros que espera uma melhora em sua situação financeira nos próximos seis meses é de 58%. Apesar de ser o mais alto entre os países emergentes, vem apresentando sinais de queda, pois este percentual já foi de 63% no ano passado.

Essa redução de curto prazo no otimismo pode ser resultado da expectativa de crescimento inflacionário (10% para 40%) dos pesquisados, e tem impacto direto no comportamento do consumidor brasileiro. Ainda segundo a pesquisa, a expectativa de gasto não essencial continua alta, mas parou de crescer. Os brasileiros estão agora mais focados no consumo de itens cotidianos, como roupas, do que de coisas maiores, como casa e carro.

Desta forma, podemos concluir que o consumo está sendo direcionado para bens não duráveis e de alto giro, o que pode ser muito bom para um determinado segmento do varejo brasileiro, e para tanto é importante estar muito bem preparado para este momento.

Claro que com a estabilidade econômica no país, e com a inserção de uma enorme parcela de pessoas no consumo nas últimas décadas, o comportamento do consumidor vem mudando sensivelmente, uma vez também que um maior número de pessoas passou a ter acesso a produtos e serviços que não tinham no passado. Esse consumo foi fortemente impactado de forma positiva como bens móveis e imóveis, duráveis e não duráveis, serviços, viagens, assim como tantos outros segmentos.

De acordo com a pesquisa mencionada, estamos entrando em um momento de maior incerteza em relação a perspectiva econômica, e consequentemente o consumidor deixa de fazer compromissos de prazo mais longo, focando suas compras em produtos de necessidades primárias e secundárias.

Se pensarmos nas necessidades da pirâmide de Maslow, onde as pessoas buscam primeiramente satisfazer suas necessidades primárias e depois as de status e de auto-realização, podemos dizer que o consumidor está descendo alguns degraus em sua pirâmide de consumo. Obviamente que ainda assim buscará satisfazer suas pequenas indulgências, e isso é extremamente positivo para os segmentos de varejo que trabalham com categorias que atendem a satisfação de produtos de alto giro que supram a estas necessidades.

A tendência então é de termos o consumo mais concentrado nos segmentos de vestuário, cosméticos, alimentos, bebidas e serviços também como entretenimento, viagens, e alguns outros. Sem dúvida alguma que isso não é uma regra absoluta, e sim uma tendência baseada em dados resultantes da pesquisa realizada pelo Credit Suisse e Nielsen, sobre os consumidores emergentes de nove países.

Mas como sabemos, a situação socioeconômica de nosso país, juntando as duas informações pode nos dar uma boa ideia de onde e como atuar junto ao varejo nos próximos meses. Acredito que vale a pena ficar atento!

Fonte: http://www.sindilojaspoa.com.br/

O otimismo do consumidor e os novos rumos do varejo 27 de junho de 2014

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Quando pensamos em varejo, nos colocando no papel de consumidores, quais as nossas maiores expectativas com relação às marcas e seus produtos? Se relacionarmos, sem a pretensão de estabelecer uma ordem de importância, teremos entre outros pontos: preço justo, qualidade, variedade, design, atendimento, garantia, segurança, oferta, marca, nível de serviço, facilidade/conveniência, status e experiência diferenciada. Ocorre que a maioria dessas expectativas, tornou-se imprescindível e não são vistas como diferenciais, mas sim, o “mínimo” para que uma marca/loja consiga se estabelecer de forma relativamente competente.

Agora, se organizarmos as expectativas de outra forma, podemos enxergar o varejo com suas marcas e lojas atuando em níveis diferentes. Todos apresentam, vendem e cobram por produtos, mas a forma como cada um faz isso, a maneira como cada um se relaciona com seus consumidores é diferente:

1- Volume:

Preço justo; Variedade; Garantia; Oferta; Facilidade/Conveniência; Segurança. (ex. lojas de 1,99, lojas populares, self-service etc.)

2- Diferenciado:

Qualidade superior; Nível de serviço; Atendimento. (ex. lojas de shopping, marcas em crescimento de diversos setores como

moda, calçados, presentes, etc.)

3- Exclusivo: Design; Marca; Status; Experiência diferenciada. (ex. Chanel, Salvatore Ferragamo, Apple etc.)

As marcas fortes, reconhecidas pelo público mais exigente, que têm apelo e inspiram desejo, logicamente são as que atendem a todas as expectativas acima listadas de forma absolutamente competente e sempre procuram agregar algo que faça com que se destaquem, que as diferenciem ainda mais das outras. Não por acaso, essas marcas são as que mais investem em pesquisa, design, qualidade, desenvolvimento e apresentação dos seus produtos em lojas cada vez mais inteligentes e sofisticadas. O resultado de todo esse trabalho é o status realmente diferenciado obtido perante os consumidores. A marca em si, muitas vezes mais do que seus próprios produtos, torna-se objeto de desejo.

É simples, diga para qualquer mulher que ela ganhou uma bolsa Chanel e pergunte a ela se prefere recebê-la em casa ou retirá-la na loja. Não se surpreenda, mas por mais distante que a loja possa ser, ela vai preferir buscá-la pessoalmente, pois o prazer não está ligado exclusivamente ao produto, mas também à experiência com a marca. Estar, ver e ser vista em uma loja Chanel, ter a experiência glamurosa que a marca oferece, faz parte do processo de realização pessoal. É quase um ritual e faz toda a diferença. Mas o fato é que, mesmo entre as marcas que já atingiram esse patamar perante os consumidores, a concorrência é cada vez mais feroz e, assim como todas as outras, é preciso se movimentar. Por isso, é fundamental que exista uma busca constante por algo que faça o consumidor optar por ela em sua primeira escolha ou continuar fiel numa próxima compra e isso ocorre em todos os níveis do varejo. É aí que começamos a entender a importância de estabelecer uma relação mais duradoura com o consumidor, uma conexão mais profunda, sempre tentando fazê-lo perceber que a sua marca faz mais por ele.

Trata-se de uma tendência clara, desde que o consumidor descobriu o poder e a importância que tem para a sobrevivência das marcas, ele não se contenta mais apenas com o melhor produto. Ele está sempre em busca de algo mais, algo que o convença e que o faça se sentir especial, portanto, estar conectado com esse consumidor é vital por inúmeras razões, não só para garantir um bom patamar de vendas, como poderia se pensar em uma análise superficial; vai muito além disso.

Uma marca que souber se relacionar bem com seus clientes e envolvê-los, receberá em troca coisas infinitamente mais valiosas, tais como opiniões diretas e sinceras, novos pontos de vista, a “visão da rua”, o entendimento do que a marca está conseguindo expressar para o seu público, fidelidade, novos seguidores, entre outros pontos.

Falando em exemplos práticos. Toda mulher adora sapatos, certo? Então, o que significaria para ela poder entrar uma hora antes de todas as outras amigas na sua loja preferida para conhecer e experimentar uma nova coleção, participar de um desfile de lançamento ou até mesmo opinar no desenvolvimento de novos produtos? Muito, se sentiria importante, valorizada e reconhecida como uma cliente preferencial e privilegiada.

O resultado disso? Fidelidade, adoração, divulgação nas redes sociais, boca a boca, mais imagem positiva para a marca e, claro, mais
vendas.

E se ao invés de oferecer um desconto déssemos um presente? Algumas marcas mantém suas lojas sempre movimentadas criando situações que envolvam e chamem suas melhores clientes o tempo todo. Muitas vezes, a única coisa que oferecem é um mimo, uma bolsa ecológica, pulseirinha ou amuleto cheio de charme. Ou então, trabalham de forma competente uma régua de relacionamento cultivando o contato em ocasiões especiais para suas clientes.

Como resultado, as consumidoras não se sentem pressionadas a ir até a loja para comprar, não tem a percepção de estarem sendo abordadas para gerar faturamento, mas por serem reconhecidas como clientes especiais, com um status diferenciado, vão e invariavelmente acabam aproveitando a visita e comprando algo.

Grandes magazines estão se reposicionando perante as consumidoras ao convidar estilistas renomados para criar coleções exclusivas para suas marcas e fazendo o lançamento dessas coleções em eventos “fechados”, com direito a desfiles e tudo mais para suas clientes preferenciais. A maior parte da divulgação é feita através de redes sociais e a participação está vinculada a uma inscrição/reserva na qual as interessadas preenchem um cadastro completo.

Ao término do desfile, as roupas dessas coleções estão disponíveis para venda inicialmente com exclusividade para as que participaram do evento, já que a loja estará fechada por algumas horas apenas para atendê-las.

Enfim, poderia citar inúmeros exemplos nos mais variados segmentos, mas o fato é que cada marca deve entender qual o nível de relacionamento que está apta a travar com os seus consumidores e ter a consciência de que quanto mais profundo ele for, melhores serão os resultados.

*Marck Krauze é sócio-fundador e executivo responsável pela área comercial do ezmall, app de mobile commerce e mídia segmentada da Five and a Half tecnologia da informação. 

Fonte: http:http://www.portalmakingof.com.br/

O relacionamento com o consumidor no “novo varejo” 26 de junho de 2014

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Apesar de serem usuários ativos da internet, líderes de empresas preferem veículos impressos.

Mesmo com as empresas concentrando esforços na internet e redes sociais, a mídia impressa ainda é a preferida dos líderes e executivos para formar opinião. Uma recente pesquisa promovida pelo departamento de levantamentos e sondagens do Grupo Máquina, mostra que 81% dos entrevistados apontam o jornal impresso como o veículo de mais credibilidade, enquanto somente 7% creem na veracidade das mídias digitais como meio de informação.

Esta é a quarta edição do estudo, realizado com 226 profissionais que ocupam cargos de liderança em empresas brasileiras. Os novos meios de comunicação não parecem tirar o espaço dos tradicionais, pois para 70% do público, ler jornais é um hábito diário. O rádio está presente diariamente na vida de 81% dos entrevistados. 97% dos pesquisados declararam acessar sites de notícias com frequência.

A pesquisa questionou, também, se esses profissionais planejam substituir por completo os veículos impressos pelos digitais. Para 49%, é importante conciliar as duas fontes de informação. Somente 14% declararam já ter abandonado o papel para se informar.

Veja a lista de veículos que mais influenciam a opinião desses executivos:

Revistas:

Veja – 35,9%
Exame – 29,5%
Carta Capital – 8%
Piauí – 7%
Época – 3,5%
Época Negócios – 2,7%
IstoÉ Dinheiro – 2,7%
Superinteressante – 2,7%
Você S/A – 2,2%
IstoÉ – 0,9%
Outras – 4,9%

Jornais:

Folha de S.Paulo –37,2%
Estado de S.Paulo – 29,2%
Valor Econômico – 25,2%
O Globo – 4,9%
Brasil Econômico – 0,4%
Correio Braziliense – 0,4%
Outros – 2,7%

Telejornal:

Jornal Nacional (Globo) – 35%
Jornal das Dez (GloboNews) – 21,2%
Jornal da Globo (Globo) – 13,3%
Bom Dia Brasil ( Globo) – 7,5%
Jornal da Cultura (Cultura) – 6,2%
Jornal da Band (Bandeirantes) – 5,3%
Jornal Hoje (Globo) – 1,9%
Jornal da Record (Record) 0,9%
Jornal do SBT (SBT) – 0,9%
Outros – 8%

Rádios:

CBN – 54,4%
BandNews – 22,6%
Jovem Pan – 7,5%
Bandeirantes – 6,2%
Globo – 3,1%
Estadão – 2,2%
Outras – 4%

Agências/ Sites de Notícias:

Agência Estado – 23%
UOl – 23%
G1 – 14,2%
Folha – 6,6%
Reuters – 5,8%
Globo.com – 5,3%
Portal Exame – 4,9%
Bloomberg – 4,4%
Valor Online – 3,5%
Veja.com – 1,8%
R7 – 1,3%
iG – 0,4%
Outros – 5,8%
Fonte: http://www.portalmakingof.com.br/comunicacao/midia_impressa_ainda_tem_mais_credibilidade.html

Mídia impressa ainda tem mais credibilidade 25 de junho de 2014

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Está aberta a temporada de Promoções Comerciais na Endereço Certo para o 2º semestre de 2014

Saiba mais sobre este e outros produtos acessando o nosso site ou consultando nossas Executivas.

Aberta a temporada de Promoções Comerciais na Endereço Certo 24 de junho de 2014

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São Paulo – O empresário Flávio Rocha, presidente da Riachuelo e do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo, se empolga sempre que perguntam a ele sobre os rumos para o setor no Brasil. “É a maior empregador privado do Brasil: de cada quatro empregos, um é criado pelo varejo”, diz. Em entrevista exclusiva a VOCÊ S/A, Flávio fala sobre os desafios do setor e como planeja dobrar a área de vendas da sua empresa nos próximos quatro anos.

Qual é o maior desafio que o senhor enfrenta hoje como presidente do IDV?

Durante muito tempo, a grande vantagem competitiva no Brasil ficava ao lado da clandestinidade, porque 40% do preço final nas prateleiras é a incidência dos impostos. Além disso, temos um labirinto jurídico e tributário difícil de ser percorrido. Isso faz com que o nosso país seja um ambiente muito hostil aos negócios. Isso está mudando agora com a nota fiscal eletrônica e a maior penetração do cartão de crédito.

Ainda assim, o varejo cresceu bem acima do PIB, não?

Sim. Essa é a década do varejo. Nos últimos 10 anos, o PIB cresceu 40%. O varejo cresceu três vezes isso. As redes de bens semi-duráveis, de roupas, principalmente, cresceram 500%. Estamos vivendo uma transformação de toda a economia com base no varejo.

Como o varejo está transformando a economia?

Ele é um dos motores da economia. Um dos grandes propulsores do aumento do poder de compra da população foi o varejo, e o acesso ao crédito teve um impacto maior do que o aumento de renda. Não foi o sistema financeiro quem fez isso, porque os bancos só sabem emprestar para o governo e para empresas. Foi o varejo, com sua capilaridade, o responsável por isso. Os grandes varejistas com seus sistemas de cartões e crediários que deram este poder aos consumidores.

Quais outras mudanças aconteceram na economia brasileira que empurraram o varejo para o lugar que ele ocupa hoje?

Um aparelho que ninguém dá muita importância foi o pivô de toda essa virada do varejo: o leitor de código de barras. Eles virou toda a cadeia de suprimentos de cabeça para baixo. Antes dele, o varejo era segmentado. Quando ele chegou, na década de 80, que os empresários começaram a entender que cada vez que aquela luzinha vermelha varre aquelas barrinhas, significa um voto do consumidor. Isso deu aos varejistas a valiosa informação de quais produtos são os preferidos. Temos hoje gigantescos bancos de dados. Nos anos 80 e 90, os principais empregadores estavam na indústria. Naquela época, uma montadora empregava mais do que as 60 maiores empresas de varejo. Hoje, a maior varejista emprega mais do que todas as montadoras juntas.

Quantas pessoas o varejo emprega hoje?

É a maior empregadora privada do brasil. De cada quatro empregos, um é no varejo, mas ainda podemos melhorar isso. Temos hoje, a lei ambiental mais severa do mundo. Isso é ótimo por um lado, mas acaba travando todo o sistema. Existe também um interesse em reduzir a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas. Seria ótimo poder reduzir para 40 horas, 30 horas por semana, mas isso teria um impacto na competitividade. Porque uma diminuição da carga de trabalho teria que significar um aumento da produtividade, mas infelizmente isso não é possível.

Por quê?

Desde a década de 1980, a competitividade do trabalhador brasileiro está estagnada. O único caminho é a conscientização que essa “bondade” precisa de uma contrapartida na produtividade. Mas, para isso, precisamos mudar a mentalidade dos brasileiros. Existe uma descrença na sabedoria do mercado. O livre mercado consegue resolver sozinho e de forma mais justa a maior parte dos problemas trabalhistas. Não é o que acontece aqui. Temos 100 milhões de ações trabalhistas. Isso significa que, na média, considerando que todas as ações precisam de pelo menos duas partes, todos os brasileiros estão envolvidos em alguma ação trabalhista.

E para a Riachuelo, quais são as perspectivas?

Vamos investir 2 bilhões de reais em quatro anos para duplicar a área de vendas. Ainda existe muito espaço para crescer no varejo. Se você juntar as maiores redes, temos menos 10% no market share. Isso porque existe ainda uma enorme fatia do varejo de baixa performance, precarizado, informal, dos camelôs e sacoleiros. Se mantivermos o crescimento, em quatro anos, basta crescer 8% ao mês. Você triplica o faturamento. Vamos criar 20 mil empregos em lojas. Cada emprego em loja significa 5 empregos em fornecedores porque movimenta toda uma cadeia de produção e logística. Vamos contratar muita gente com perfil de produto. A área financeira também está expandindo. E estamos sempre atrás de gerentes de loja.

De onde você tira essas pessoas? Dos concorrentes?

Não. Temos um acordo tácito para não acontecer isso, porque viraria uma guerra. Mas acontece de ter ex-funcionários de uma varejista na outra. Na Riachuelo temos um sistema diferente de todas as outras varejistas de moda no Brasil. Nossa ordem de reposição é de 10 dias. Isso dá um frescor imbatível. Somos a única empresa de Fast fashion brasileira. Este é um termo usado de maneira errada hoje. Ele serve para falar da cadeia integrada. É o que temos na Riachuelo. Vamos do fio até a 10ª prestação depois da venda, com a nossa operação financeira. O cartão Riachuelo tem a maior carteira de private label do varejo brasileiro, com 23 milhões de usuários, e ele já é responsável por 25% do ebitda, com um potencial enorme de crescimento.

A Riachuelo remodelou a marca e abriu duas lojas-conceito recentemente. Você estão passando por um momento de mudança de público?

Não estamos trocando de clientes. Nossos clientes que estão mais exigentes, lendo mais sobre moda e se informando. Estamos aumentando a nossa amplitude. Temos um apelo de custo pro topo da pirâmide também.  Lançamos 100 produtos por dia, mais de 35.000 por ano. Com isso, conseguimos fazer adaptações e evoluções semanalmente. Quando o cliente rejeita um produto do primeiro suprimento, pegamos o DNA do que deu certo e trabalhamos em cima dele. No fim da estação, só temos resíduo.

A chegada da Topshop,  Forever 21 e possivelmente da H&M pode ser ruim para vocês?

De maneira alguma. Estranho até ter demorado tanto para chegar, mas tem uma explicação para isso. A Zara, por exemplo, já está em mais de 80 países. A H&M deve estar por aí também. A explicação é o nosso ambiente hostil para os negócios, que acabam assustando as grandes empresas. A mesma Zara já está com seus oito formatos diferentes na Colômbia. No Brasil, eles chegaram a 15 anos e planejavam abrir 50 lojas nos três primeiros anos. Vão abrir a 40ª só agora. Quem já está aqui há mais tempo tem outra vantagem também. Conhecemos bem o nosso público e sabemos das particularidades de cada região, que algumas redes não levam em conta.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/o-futuro-do-varejo

Varejo: o motor da economia brasileira 23 de junho de 2014

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A receita de vendas do comércio varejista apresentou alta de 5,5% em maio, descontada a inflação, em relação ao mesmo mês de 2013. Em abril, a alta foi de 4,8%, na comparação com o mesmo período de 2013. É o que mostra o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), divulgado nesta quarta-feira (11). Na receita de vendas nominal, o crescimento foi de 12,5% em maio e de 11,9% em abril na comparação com 2013.

Feitos os ajustes de efeitos de calendário, o mês de maio apresentou desaceleração no ritmo das vendas. Considerando esses efeitos, conforme gráfico abaixo, o crescimento do ICVA deflacionado foi de 5,1%, 1,3 ponto percentual inferior ao crescimento registrado em abril (6,4%). No ICVA nominal com ajustes de calendário, a redução foi de 0,5 ponto percentual, alcançando 12% em maio de 2014 na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em abril deste ano, o ICVA nominal ajustado foi de 13,7%.

“Concluímos que as vendas no mês de maio foram influenciadas positivamente pelo calendário. Ajustando esses efeitos, observamos desaceleração. Em 2014, o mês contou com um sábado a mais e uma quarta-feira a menos do que no ano passado, além de um deslocamento de data do feriado de Corpus Christi, que, neste ano, acontece em junho”, afirma Gabriel Mariotto, gerente de Inteligência da Cielo.

Os setores que apresentaram maior crescimento na composição do ICVA de maio foram Drogarias e Farmácias, Lojas de Departamento e Autopeças e Serviços Automotivos. Também se destacou o setor de Hotéis. Para esse último setor, Mariotto observa que a expansão ocorreu principalmente por efeito de elevação de preços, já que a inflação do setor foi de 11,22%, contra 6,37% registrados pelo IPCA geral no acumulado dos últimos 12 meses. O setor de Supermercados e Hipermercados apresentou crescimento inferior ao resultado de abril, mas ainda assim continuou com desempenho acima da média do comércio varejista.

Em maio, a região Centro-Oeste liderou o crescimento do varejo em receita de vendas deflacionada, com expansão de 8,3%, seguida da região Norte, com 8,2%, da região Sul, com 6,9%, e da região Nordeste, com 6,1%. A expansão da região Sudeste foi de 5,1%, abaixo da média nacional.

No indicador nominal, a região Centro-Oeste liderou o crescimento, com expansão de 14,7%, seguida das regiões Sul, com 14,4%, e Norte, com 13,4%. As regiões Nordeste e Sudeste cresceram abaixo da média nacional em receita de vendas, com alta de 12,4% e 12,1%, respectivamente.

O desempenho da região Nordeste pode ser explicado, em parte, pela alta na inflação observada nos últimos meses, principalmente para os estados de Pernambuco e Ceará. O IPCA para Recife – em maio deste ano – foi o maior do país, com alta de 1,16%, somando 6,55% no acumulado dos últimos 12 meses. Fortaleza, por sua vez, apresentou inflação de 0,95% em maio, o segundo índice de maior alta para o mês dentre as regiões pesquisadas pelo IBGE, somando 6,3% de inflação nos últimos 12 meses.

Fonte: http://www.sindilojaspoa.com.br/index.php?menu=104&id=7511

Varejo cresce 5,5% em maio, revela Índice Cielo 20 de junho de 2014

Pesquisa de Fluxo

Pesquisa de Fluxo com a Endereço Certo 18 de junho de 2014

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Será que a equipe conhece “realmente” aquilo que oferece ao cliente? Será que é capaz de responder, prontamente, às perguntas de seus clientes? Será que inspiram a confiança no cliente para realizar sua compra?
Você já deve ter reparado que não há técnica de venda que funcione quando não se conhece aquilo que se está tentando vender. No mercado atual, ter especialistas para oferecer um excelente atendimento ao cliente, não é mais uma opção ou virtude de determinados pontos de venda. A concorrência pelo cliente elevou o nível de competição. Atualmente, o que é preciso definir é o nível de conhecimento que o profissional deve ter sobre o produto e/ou serviço. E não, se deve ou não ter.
Quando falamos de conhecimento de produto, soma-se também a habilidade de transformar informações técnicas em argumentos de vendas. Um cliente não quer “apenas” saber sobre a composição técnica de determinado produto, ele quer saber o que significa, em termos de diferenciais, e o que irá ganhar com isso.
Invista na real preparação de sua equipe, transferindo para ela os conhecimentos fundamentais para que façam mais e melhores vendas. Se eles conhecem mais, se sentirão mais seguros e poderão ser os profissionais que o cliente esperava que sejam ao entrar na sua loja.
Fechar uma venda pode ser uma questão de atitude!
Por que será que o fechamento da venda provoca tanta emoção nos corações dos vendedores? Por que será que tantos deixam passar o momento certo de tentar fechar suas vendas?
Um atendimento bem conduzido, geralmente, resulta em uma venda. Ou seja, muitas vezes o cliente irá dizer que vai comprar sem que o vendedor tenha que literalmente perguntar isso. Mas muitas vezes isso não acontece. E então?
Provavelmente, os vendedores não conseguem perceber os sinais de compra que o seu cliente emite. Isso requer preparo e técnica. É necessário executar determinados passos do atendimento para receber do cliente sinais que demonstrem que ele está pronto para a decisão de compra.
Além disso, é necessário uma dose de autoestima, autoconfiança e atitude. É impossível tentar ajudar alguém que não deseja para si o sucesso. Talvez esteja aí a resposta da razão dos vendedores novos terem mais sucesso que antigos. Embora eles conheçam menos sobre a loja, seus produtos e clientes, eles “querem muito” ser bem-sucedidos. Acho até que uma boa dose de motivação pode resolver, mas é a vontade interior do vendedor que irá movê-lo adiante.
Mostre o caminho, o passo a passo, de um atendimento eficaz para sua equipe. Treine com ela como percorrer esse caminho. Mostre que a vontade de fechar vendas muitas vezes é mais importante que a técnica a ser utilizada.
Boa sorte e boas vendas.
Fonte: http://www.varejista.com.br/inovacao/861/como-vai-o-conhecimento-de-produto-de-sua-equipe

 

Como vai o conhecimento de produto de sua equipe? 17 de junho de 2014

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Quantas vezes você já precisou de uma ideia daquelas e justamente naquela hora não conseguiu pensar em nada? Ou ainda, estava tranquilo, fazendo uma atividade qualquer e de repente uma super ideia surge como um passe de mágica em sua cabeça? Isto é mais comum do que se imagina, pois ideias vêm e vão a todo o momento, mas existem horas que parece que elas simplesmente somem de nossa vida, é o que chamamos de bloqueio criativo!

Engana-se quem pensa que bloqueio criativo é algo voltado somente para profissionais de criação, marketing ou design. Hoje a criatividade nos negócios tem sido um tema bastante abordado, pois, para inovar é preciso sem sombra de dúvidas, utilizar o lado direito do cérebro.

Acredito muito na criatividade estratégica, ou melhor, penso que a criatividade pode ser utilizada como a própria base estratégica quando bem estruturada, por isto desenvolver o pensamento criativo é também aprimorar o pensamento estratégico, tão valorizado no mundo dos negócios.

Há quem acredite que criatividade deve ficar do lado de fora da administração, afirmo que isto é um grande erro, pois foram justamente manobras criativas e bem pensadas (o tal pensar fora da caixinha), que destacaram muitas empresas que temos como referencia em diversos segmentos de mercado, até mesmo os considerados “mais técnicos” por assim dizer.

Portanto, invista mais em seu lado criativo e comece a perceber a criatividade como uma ferramenta estratégica, garanto que se começar a pensar desta forma, as ideias vão começar a surgir de maneira muito mais frequente.

Confira 10 dicas para combater o bloqueio criativo e potencializar a criatividade:
1 – Acredite em seu potencial criativo – O primeiro passo para o bloqueio criativo é acreditar que esta é uma habilidade que passa longe de seu repertório comportamental. Quando se acredita não ser uma pessoa criativa, as chances de bloquear o lado direito do cérebro aumentam consideravelmente. Não existe pessoa sem criatividade, o que existe é falta de treino e desatenção às suas ideias.

2 – Não tenha vergonha – As ideias mais brilhantes, também já foram consideradas absurdas um dia. Pessoas criativas muitas vezes são chamadas de loucas ou vistas com certa desconfiança quando expõem suas ideias. O que não as impedem de continuar a pensar em soluções diferentes para problemas comuns. Não tenha vergonha de expor suas ideias, se precisar se sentir mais seguro, coloque-as no papel, estruture de maneira que você possa entender melhor o que pensa, mas jamais deixe de expor aquilo em que acredita.

3 – Converse com pessoas de fora do seu meio profissional – independente da sua atuação, procure estar em contato com pessoas de diversas outras áreas, procure saber como elas agem no ambiente de trabalho, quais as ações que tomam quando precisam resolver problemas complexos e como trabalham a criatividade, você vai perceber que pode também encontrar muitas respostas que precisa em profissões que jamais poderia imaginar. Eu por exemplo, apesar de ser psicóloga, muito do que sei sobre criatividade, aprendi estudando Design Gráfico.

4 – Leia conteúdos interessantes – Nem sempre a resposta para o que você precisa vai estar justamente naquele livro especifico sobre o tema. Procure abrir sua mente e buscar aquilo que te interessa, mesmo que pareça não ter nenhuma conexão com o que procura no momento. Intuitivamente seu cérebro já estará se preparando para despertar o lado criativo, fazendo com que você perceba coisas que talvez não observasse pensando apenas tecnicamente sobre o assunto.

5 – Escute uma boa música – Há quem consiga trabalhar ouvindo música, outros ainda perdem totalmente a concentração até com o assobio do colega ao lado. É preciso perceber este tipo de coisa e saber como a música pode ser utilizada a favor da criatividade. Parar alguns minutos para ouvir uma música que te inspire pode ser um oxigênio para boas ideias. Experimente.

6 – Alimente-se – Já dizia minha avó: Saco vazio não para em pé! Da mesma forma, digo: Boas ideias não surgem quando temos necessidades a serem saciadas (lembre-se da pirâmide de Maslow). A dica é simples, não fique com fome! A Menos que você seja um Chef de cozinha, e precise inventar uma super receita, tentar encontrar uma solução criativa com a barriga vazia, pode fazer com que suas idéias não parem em pé!

7 – Pense fora da caixinha – Desde a primeira vez que escutei esta expressão, fiquei intrigada, afinal o que é pensar fora da caixinha? Para isto elaborei a minha própria explicação. Pensar fora da caixinha é fazer algo da forma que jamais tinha se imaginado antes e abrir-se a novas possibilidades para enxergar algo novo, além daquilo que se está acostumado. Portanto afirmo, não basta apenas “pensar em pensar” fora da caixinha, é preciso também saber qual é a sua caixinha – Reveja seus conceitos.

8 – Procure saber o que desperta sua criatividade – Há pessoas que gostam de desenhar, outras ainda, que preferem assistir a um filme ou até mesmo um desenho  animado, eu particularmente gosto de canetas e blocos coloridos, acho lúdicos e que por si só já convidam à criatividade. Mas nem toda pessoa tem a mesma dinâmica, por isso é importante saber o que desperta aquela luz das ideias, pois o que funciona com um, nem sempre será a formula para o sucesso de outro. Saiba o que alimenta sua criatividade e cultive este hábito, aposto que você só tem a ganhar.

9 – Saia da rotina – Experimente mudar uma vez por semana a rota do seu caminho para o trabalho, entre naquela loja que sempre teve vontade, troque o café por chá eventualmente. Faça coisas das quais fogem ao seu dia a dia uma vez ou outra. Pode causar certa estranheza em um primeiro momento, mas isto ajuda a ativar áreas do cérebro que podem não estar sendo desenvolvidas. Pense nisso.

10 – Não tenha medo de errar – Para esta última dica, deixo as palavras de Michael Jordan: “Errei mais de 9.000 cestas e perdi quase 300 jogos. Em 26 diferentes finais de partidas fui encarregado de jogar a bola que venceria o jogo e falhei. Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida. E é exatamente por isso que sou um sucesso.” Pare de se preocupar com o erro, isto só traz angustia e estagnação. No jogo da criatividade assim como na vida, errar também proporciona aprendizado – Siga em frente!

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/10-dicas-para-potencializar-o-pensamento-criativo/77575/

10 dicas para potencializar o pensamento criativo 16 de junho de 2014

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Os consumidores acordaram tarde para as compras da Copa do Mundo. Somente nas últimas duas semanas lojas e mesmo ambulantes nas esquinas em Porto Alegre colhem o que acreditam ser parte da empolgação com o Mundial. A aposta é que as vendas vão decolar na medida em que a seleção avançar na disputa. Vedetes eternas da competição, televisões em dimensões acima de 50 polegadas, alvo das maiores promoções e corte de preços das redes para desovar estoques, fazem a festa entre torcedores desde a semana passada, segundo o varejo. Mas o resultado deve ficar longe da expectativa de negócios com os aparelhos que o setor projetou na largada do ano.
Da gaúcha Lojas Colombo à francesa Fnac, campanhas promocionais associadas a vantagens econômicas ou bonificação buscaram empolgar o bolso dos clientes. Os atrativos focam desde cheque presente no valor da TV comprada (Fnac) até quitação da última parcela do financiamento da televisão, de qualquer tamanho, na Colombo. Mas tudo se o Brasil chegar ao Hexa. As ações tentaram contornar uma dificuldade flagrada na pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC), que apontou que metade dos brasileiros não estava disposta a comprar produtos ligados à Copa. Além disso, apenas 13,3% iriam adquirir uma TV nova. Nas cidades-sedes, como Porto Alegre, a taxa era mais baixa, com 12,6% dos consumidores declarando disposição para gastar na temporada de futebol.

Atrás de mais receita, a rede gaúcha decidiu fazer nesta sexta-feira e no sábado a promoção “48 Horas Pra Levar Tudo Colombo”. Nos dois dias, as filiais do Estado, de Santa Catarina e do Paraná terão descontos agressivos e parcelamento em até 14 vezes. Televisores serão um dos alvos, segundo a rede. O superintendente da empresa, Rodrigo Miceli Piazer, admitiu que a cultura do brasileiro de deixar as decisões, e as compras, para a última hora comprometeu as metas de vendas. O nível atingiu 47% desde 15 de maio, acima da marca de 2013 neste período, mas até abril girou entre 25% e 30% no setor de TVs. “Agora engrenou”, definiu o executivo. A rede vendeu 20 mil unidades desde janeiro, mas o setor e os fabricantes esperavam manter alta de 50% nos seis meses.

Na onda da última hora, comprar uma televisão não satisfaz. A cuidadora de idosos Elda Garcia Silveira entrou em uma das lojas situadas na rua Doutor Flores, um dos pontos mais movimentados na temporada de Copa no Centro da Capital, e saiu com dois aparelhos. Elda aproveitou a chance para aposentar dois, de 20 e 24 polegadas, que não atendiam mais às exigências da dona da casa. “Parcelei em três vezes, pois o preço estava muito bom. Agora vou torcer para que o Brasil chegue à final para não me frustrar e amargar a prestação”, brincou Elda. “Lá em casa vai ter quitutes de festa junina e TV nova.”

Estabelecimentos decorados de balões e bandeirolas em verde e amarelo e com foco em campanhas de preços mais baixos de televisores acabam fisgando potenciais compradores. A promotora de produtos de uma das fabricantes Adriana Alcará citou que um dos modelos, com 60 polegadas, reduziu quase R$ 1 mil. “Tem gente que trocou o aparelho de tubo por uma de tela plana de 60 polegadas!”, comentou a consultora. Uma marca tentou atrair clientes com promoção que a cada R$ 100,00 de compra concorre a uma TV de 60 polegadas. Adriana garante que as vendas estouraram há duas semanas, com crescimento de 60% frente ao mesmo período de 2013.

Na Fnac, as vendas cresceram 50% após a estreia da promoção em que na compra de TV o cliente pode ganhar o valor em vale-presente caso o Brasil conquiste a taça ganhando no tempo regulamentar. “Isso atraiu muita gente que não comprou ingresso para assistir aos jogos nos estádios e resolveu investir na qualidade de imagem para ver em casa”, acredita o diretor comercial no Brasil, Fábio Gabaldo. O movimento também acelerou em maio. O bônus vale principalmente para modelos acima de 50 polegadas. Segundo Gabaldo, a Copa de 2014 tem a marca das telas gigantes. “Já são os modelos mais vendidos”, sinaliza o diretor comercial. Também na linha de itens licenciados, como o boneco do mascote Fuleco, a procura aqueceu desde a semana passada.

Vendedor da filial da Ponto Frio no Centro, Anderson Gomes narrou as peripécias de clientes para adquirir a televisão tamanho família. Gomes contou que uma moradora do Pará, em passagem pela Capital, comprou um modelo de 50 polegadas e pediu para ele carregar o produto até a estação Trensurb, no Mercado Público. “Ela pagou até a passagem para eu colocar dentro do trem e ainda queria que carregasse até o Aeroporto Internacional Salgado Filho, onde embarcaria em um voo para a cidade uruguaia de Punta del Este!”, narrou o vendedor. “Não fui, né. Era demais.”

Venda de produtos para torcedores aquecem na véspera dos jogos

O entusiasmo de torcedores despertou em cima da estreia do Mundial. Lojas especializadas em itens para decoração, produtos licenciados ou promocionais e de animação registram maior procura desde o começo de junho. Lideram as compras principalmente bandeiras para carros e as barulhentas cornetas, produto que tenta rivalizar com a popularidade que a vuvuzela angariou no Mundial na África do Sul. Uma pista que pode explicar o ritmo mais lento foi dada pela pesquisa da CNM, que apurou em menos de 15% os residentes das cidades-sedes dispostos a comprar produtos que lembram a competição.

No estande da matriz da Big Center Festa, na zona Norte da Capital, as cornetas estavam nas últimas unidades na quarta-feira passada. Foram encomendadas 20 mil para abastecer filiais na Capital e no Interior. “Não vai faltar produto. Se precisar, encomendamos mais”, avisa o diretor comercial, Luís Fernando da Silva. O Fuleco, mascote da Copa, em diversos tamanhos, também têm adeptos. A empresa fez estoque de 1,25 mil unidades e já vendeu 600. A expectativa é de que com o avanço da competição e do Brasil, frisa Silva, o mascote tenha mais procura. “Vendemos 70% do estoque dos produtos, com aquecimento nas duas últimas semanas”, especifica o diretor.

São 300 produtos diferentes, de chaveiro a balas e fantasias nas cores verde e amarela. Balões metálicos têm encomendas para entrega a domicílio. A rede espera elevar em 32% o faturamento comparado ao mesmo período de 2013. O casal Solange e Márcio Gomes admitiu ter deixado para o dia anterior ao primeiro jogo do Brasil a compra dos itens que faltavam para torcer. Com tanta variedade, ficou difícil escolher. “Vamos levar bandeira e colocar na frente de casa. Poucos vizinhos entraram no clima”, descreve Gomes, que atua como autônomo. “Quando a Copa era em outro País, parecia que empolgava mais”, constata Solange.

A Big Center Festa fez a maior encomenda de cornetas da fabricante Apolo Brinquedos, com sede em São Paulo. O representante comercial da Apolo no Estado, Vinicius Fagundes Hormes Fialho, informa que foram enviadas a varejos locais cerca de 40 mil unidades e no País mais de 1 milhão.

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=164445

Consumidor acorda na última hora para compras ligadas ao Mundial 13 de junho de 2014

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O tempo é o grande inimigo de todos, quer seja no âmbito profissional, bem como no pessoal. Todos os dias quando a gente conversa com as pessoas preste atenção que normalmente a primeira coisa quando você pergunta é “e aí como vai?”, a resposta vem sempre “correndo bastante”. Essa rotina e correria já se tornaram parte do dia a dia, o grande problema é que se não administramos nosso tempo para “pensar”, vivemos da rotina e ficamos sempre no mesmo lugar. Precisamos nos organizar para planejar nossa vida e podermos fazer algo para melhorar, mas para isso é necessário ter a gestão sobre o tempo. Outro grande vilão são os smartphones, dependendo da pessoa, pode perder até 15% do dia em função deles. Pessoas que não tem muito “foco”, são as que mais perdem tempo nessas ferramentas.

Os manuais de administração mostram que as pessoas deveriam seguir a regra do 80/20. “É 80% do tempo para na operação e 20% do tempo para pensar, para gestores e líderes essa regra se inverte, justamente para poder pensar mais do que operacionalizar. Nas lideranças uma das causas da falta de tempo é a “centralização”, o ato de não delegar as atividades operacionais acabam muitas vezes ocupando o tempo demais do gestor e ele está deixando de fazer o que é de sua responsabilidade que é “pensar”.

A disciplina e planejamento são fundamentais para conseguir melhores resultados em nossos dias, sem um método e foco em realizar o que nos comprometemos não atingiremos nosso objetivo. É necessário realizar na noite anterior ou na primeira hora do dia um plano de trabalho, isso mesmo, liste o que você vai fazer no dia com tópicos e prazos para cumprir, essa é a melhor forma, pois se não tivermos uma meta, qualquer coisa que fizermos durante o dia vai estar bom. Um dos grandes cuidados são as “entradas” de assunto que não foram planejados e que vem de demandas de outras pessoas. É preciso filtrar todas essas demandas “extras” pelas prioritárias, caso contrário vai se perder no tempo e não vai atingir os objetivos do dia.

Administrar o tempo é a melhor forma de organizar sua vida, é ter “tempo para pensar”, em fazer a diferença e buscar seus objetivos pessoais e profissionais, se organize para que faça realmente o que gostaria de fazer, possivelmente você não consegue fazer hoje porque anda tão ocupado com tarefas urgentes na sua rotina mas muitas delas não são tão urgentes ou prioritárias que não lhe sobra tempo. Quem tem tempo, muitas vezes não é porque não faz nada, é porque sabe administrar o tempo que tem. Porém, se esse é seu caso, aproveite para usar esse “tempo ocioso” para pensar e planejar sua vida.

“As pessoas comuns se preocupam apenas em passar o tempo, as que têm talento em utilizá-lo”
Arthur Schopenhauer

http://www.administradores.com.br/artigos/academico/como-voce-administra-seu-tempo-para-pensar/77913/

Como você administra seu tempo para “pensar”? 12 de junho de 2014

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A Copa do Mundo está aí e basta circular nas lojas para perceber que o clima é de otimismo não só pelo que vai acontecer dentro das quatro linhas do campo. O comércio do Rio Grande do Sul projeta nos 16 dias entre o primeiro e o último jogo da Copa do Mundo previstos para Porto Alegre, o Rio Grande do Sul deverá receber milhares de turistas estrangeiros e de outros estados brasileiros. Isso dá um total de 480 mil estadias no período.

Afora os ingressos para os jogos, de acordo com as estatísticas do receptivo turístico da EMBRATUR, pode-se esperar um gasto médio por turista da ordem de R$ 270,00 a R$ 350,00, variação essa associada, especialmente, ao preço de oportunidade no ramo da hotelaria, dada a evidência de uma alta temporada fora de época.

Pegando o ponto médio dessa projeção, ou seja R$ 310,00 por dia/turista, a FCDL-RS estima a entrada de algo em torno de R$ 149 milhões em consumo centrado da Região Metropolitana de Porto Alegre, mas ampliando-se para outros polos turísticos, especialmente na Serra.

- O comércio teve o tempo suficiente para se preparar e os setores diretamente beneficiados estão com elevado nível de internacionalização. Não acredito que teremos grandes carências. Hoje existem recursos técnicos para facilitar a vida do turista e do lojista, como menus que foram adaptados ao inglês e a outras línguas. Além disso, a hospitalidade do povo gaúcho supera qualquer eventual dificuldade existente com a língua – afirma o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Nesse contexto, no âmbito do comércio varejista, os segmentos mais beneficiados com essa renda adicional serão as lojas de vestuário, calçados e acessórios, assim como os estabelecimentos especializados em artigos de uso pessoal

- Aos lojistas que pretendem tirar o melhor proveito do momento, é fundamental investir na excelência do atendimento: importante ter pessoas dominando o inglês e espanhol, pelo menos, além de ter em mente que a maioria dos turistas terá poder limitado de carregar bagagens, por conta das restrições do transporte aéreo. Assim, para a venda de souvenires e produtos em geral, é importante estar preparado para privilegiar produtos de menor peso e volume, mas de qualidade – completou Koch.

A capacitação e qualificação dos profissionais foi feita dentro de um cronograma pensado há muito tempo, segundo o líder da entidade que representa o varejo do Rio Grande do Sul. A preocupação com a cultura da Qualidade no varejo pode ser percebida com o elevado crescimento de empresas participantes do Programa Q Comércio, por exemplo.

A FCDL-RS tinha uma estimativa de agregar mais 200 empresas participantes no programa em 2014, mas o número de novos integrantes já alcançou 347. A experiência com outras culturas e línguas também é bem vista pelo setor.

Fonte: http://ultimominuto.net.br/detalhe.php?idp=2493

Comércio se enfeita para Copa e projeta R$ 149 milhões em negócios no RS 11 de junho de 2014

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O Dia dos Namorados confirma o ritmo de crescimento de vendas para o comércio eletrônico e deve gerar um resultado maior que o de 2013. De acordo com levantamento da E-bit, empresa especializada em informações do setor, os e-consumidores devem movimentar R$ 1,35 bilhão no período de 28 de maio a 11 de junho. O número representa um crescimento nominal de 35% se comparado ao mesmo período do ano passado, quando o faturamento chegou a R$ 1 bilhão. A previsão, de acordo com o estudo, é chegar a 3,85 milhões de pedidos.

“Este ano a data está sendo estimulada com a venda de produtos para a Copa, o que ajuda a elevar o ticket médio na procura de produtos como TVs de tela grande, smartphones e presentes com motivação de seleções nas grandes lojas virtuais, além da grande procura por flores, que já possui forte apelo para a ocasião”, explica o diretor geral da E-bit, Pedro Guasti.

O Dia dos Namorados vem representando, nos últimos anos, a terceira data sazonal mais importante para o varejo digital brasileiro, depois de Natal e Dia das Mães. As categorias mais vendidas devem ser as tradicionais “Moda & Acessórios”, “Cosméticos e Perfumaria” e “Eletrônicos”, respectivamente.

Fonte: http://www.varejista.com.br/noticias/8659/comercio-eletronico-estima-faturamento-de-r135-bi-no-dia-dos-namorados

 

Comércio Eletrônico estima faturamento de R$1,35 bi no Dia dos Namorados 10 de junho de 2014

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Se antes o foco das empresas de comércio varejista era a expansão, hoje a busca é por eficácia. No novo cenário, as companhias buscam profissionais mais bem qualificados e investem em cargos estratégicos que afetam diretamente o desempenho da marca, como gerentes de logística e de produtos.

“Até agosto do ano passado, empresários só falavam em expansão e em abrir novas lojas. Mas, depois disso, com o aumento dos juros e da inflação e com a redução do crédito, eles mudaram o foco.
Querem fazer mais com menos”, afirma Carlos Carmona, sócio da Orientha, empresa de recrutamento especializada em varejo.

Segundo o IBGE, o volume de vendas do varejo cresceu 4,3% no ano passado -pior resultado desde 2003, bem abaixo dos 8,4% de 2012 e inferior à média dos últimos dez anos (de 7,5%). Em março deste ano, as vendas caíram na comparação com igual mês do ano passado (1,1% no Brasil e 0,6% no Estado de São Paulo).

Apesar desses resultados, na Grande São Paulo a geração de empregos do setor segue em alta, porém a um ritmo menor. “Nos últimos doze meses, até março deste ano, houve aumento de 0,9% nos empregos. Mas, em março do ano passado, crescíamos a 2,2%”, afirma Júlia Ximenes, assessora econômica da Fecomercio-SP.

Dois setores estão demitindo, segundo a Fecomercio: lojas de vestuário e concessionárias de veículos. Para Ximenes, o problema das concessionárias deve-se especialmente ao término do incentivo fiscal do governo. O setor de vestuário e calçados é o primeiro a ficar abalado em momentos de inflação alta e de menos otimismo.

Nesse novo cenário, profissionais que outrora foram muito demandados, como o gerente de expansão, já não são tão buscados. A gerente de expansão da loja de móveis Oppa, Kitty Leão, 30, concorda que a febre passou. “Há uma demanda por tentar sermos muito eficientes, gastando o mínimo possível.”

Ela coordenou a abertura de quatro novas lojas de móveis da Oppa e, nas próximas semanas, abrirá outras duas unidades.

Leão é formada em propaganda e marketing e cursou MBA na IE Business School de Madri. Ela passou por grandes empresas como Johnson & Johnson e Crocs e foi contratada pela Oppa há oito meses.

Ela diz que o segmento é para poucos. “É exaustivo trabalhar no varejo. Ou você ama ou odeia.”

Marcos Gouvêa de Souza, diretor-geral da consultoria GS&MD, especialista em varejo, avalia que o comércio vem se profissionalizando muito. Por isso, é crescente a busca por profissionais com formação mais ampla e capacidade de adaptação.
No caminho inverso, o profissional de “chão de loja” está em baixa e é cada vez menos valorizado. Martins lembra que há grandes marcas brasileiras em que o presidente da empresa começou na base de operação.

“Mas se esse profissional chega sem estudo e sem muita vontade de trabalhar, ele não vai crescer.”

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Na outra ponta, um profissional muito desejado, segundo os especialistas, é o gerente de operações logísticas -também chamado de gerente de “supply chain” (cadeia de suprimentos).

“Tanto o profissional de logística que trabalha com varejo físico quanto o que tem experiência no comércio eletrônico são muito demandados e valorizados hoje no Brasil”, diz Jorge Martins, gerente da empresa de recrutamento Robert Half.

Segundo ele, existem poucos profissionais no Brasil com experiência na administração de centros de distribuição, principalmente os ligados às vendas virtuais. Esses funcionários têm sido treinados pelas próprias empresas.

O administrador Guilherme Lima, 37, trabalha na área desde 2000 e hoje, como gerente de logística da marca Puket, lidera 90 profissionais divididos entre São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Ele é responsável pela distribuição dos produtos para as lojas próprias e os magazines. É ele quem envia para o centro de distribuição os itens comprados pela web.

Formado em administração e com um MBA em “suplly chain”, Lima tem uma vida corrida. Com certa frequência, trabalha de madrugada, aos finais de semana e nos feriados. Ele resolve pepinos o tempo todo.

“O profissional de logística precisa estar ligado, ter visão e gostar de resolver problemas. Tem que saber rebolar”, comenta.

Outro profissional em alta é o gerente de compras -o responsável pela aquisição de matéria-prima e também por produtos prontos para a revenda. Martins, da Robert Half, conta que, em uma reunião de um grande grupo varejista, o presidente da empresa comentou: “Eu não me importo se o meu profissional de compras ganhar mais do que eu”.

A valorização deste profissional deve-se ao fato de que, se uma empresa comprar mal, também venderá mal.

Fonte: http://classificados.folha.uol.com.br/empregos/2014/06/1466083-varejo-busca-fazer-mais-com-menos.shtml

 

 

Varejo busca fazer mais com menos 9 de junho de 2014

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No último dia 05 foi a vez da Endereço Certo promover a Bancorbrás, distribuindo seus flyers informativos em alguns bairros da cidade de Porto Alegre.

Com mais de 30 anos de atuação no mercado brasileiro, a Bancorbrás ganhou visibilidade nos ramos de consórcio, seguro e turismo ao oferecer a milhares de pessoas facilidades para realizarem alguns de seus projetos de vida.

Presente em todas as regiões do País, a Bancorbrás conta com oito filiais, quatro lojas em Brasília, 14 representações comerciais e nove agências credenciadas, espalhadas pelo Brasil.

Fonte: http://www.bancorbras.com.br

Endereço Certo Promove Bancorbrás em Porto Alegre 5 de junho de 2014

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Às vésperas da Copa do Mundo, profissionais de vendas estão preocupados em como seguir o bom ritmo das vendas – preparando-se para o segundo semestre e para 2015, com as eleições presidenciais. “Junho é o mês ideal para fazer uma reciclagem, criar novos contatos, retomar os antigos, repensar a estratégia de negócios, e organizar a carteira de clientes”, afirma Tatiana Botta, coach especializada em vendas, e sócia diretora da Epifania Coaching.

Veja nove dicas sobre como manter seus negócios aquecidos durante a Copa do Mundo:

1.Retome contato com seus clientes em potencial: Reavalie os contatos feitos no primeiro semestre e veja quais são possíveis retomar para abrir terreno no campo comercial. “A maior parte das empresas só vai parar nos dias de jogos do Brasil. É importante aproveitar esse momento para retomar o relacionamento com clientes em potencial”, afirma Tatiana.

2.Organize a bagunça: A correria do dia a dia às vezes não permite que a organização seja uma prioridade. Mas quem pensa que isso não atrapalha está enganado. De acordo com Tatiana, a falta de organização pode tomar até 40% do tempo do profissional. E o que dizer de quem mantém uma mesa “bagunçada”? “É importante pensar que a organização deve servir para que você encontre o que precisa rapidamente. Não adianta ter uma mesa limpa se você, por exemplo, guarda o que é importante somente nos seus e-mails”, explica a coach.

3.Acompanhe a concorrência: Essa é outra ação importante que, por vezes, fica perdida na rotina. “É importante aproveitar esse mês da Copa do Mundo para reavaliar a sua estratégia de negócios – verificar o que a concorrência tem feito é fundamental”, lembra.

4.Revise seus clientes atuais: Aproveite também o momento para avaliar o atendimento a seus clientes atuais. Atualize seus dados sobre clientes, visite-os, se possível. O feedback dos seus clientes é o seu principal indicador de negócios. É importante falar com as pessoas, fazer networking e sobretudo, ouvir o que o seu cliente tem a dizer”, afirma a coach.

5.Fale com seus fornecedores: Seus fornecedores também fazem seu negócio funcionar, e são indicadores importantes. É importante que seus fornecedores trabalhem com você sob uma perspectiva de parceria e de fomento mútuo aos negócios. Fornecedor distante se compromete menos, se engaja menos.

6.Marketing é fundamental: Invista em ações de marketing que possam promover sua marca junto a seus clientes – para abrir mais negócios- e junto aos prospects. Se a verba é pequena, invista na geração de conteúdo para agregar valor à sua marca.

7.Atualize-se: Esse é um mês valioso para quem precisa colocar em dia a pilha de leituras. Aproveite para atualizar suas informações gerais sobre o mercado. Vale também fazer um curso rápido, ou participar de algum evento.

8.Conheça seus pontos a desenvolver: “O momento também é propício para avaliar sua atuação no ano, revendo o que deu certo e o que não funcionou”, explica Tatiana. Fazer uma autoavaliação, com base nos objetivos estabelecidos para 2014.

9.Aproxime-se do seu time: Se você é gestor, o momento é perfeito para colocar a casa em ordem, avaliar o que funcionou e o que ainda precisa melhorar, tanto do ponto de vista do grupo, como também de forma individual. Se você faz parte de um time, aproveite o momento para se aproximar de seus pares, e desenvolver, em conjunto, ações que possam beneficiar a equipe.

Fonte: http://adnews.com.br/artigos/saiba-como-manter-os-negocios-aquecidos-durante-a-copa

 

Saiba como manter os negócios aquecidos durante a Copa 4 de junho de 2014

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O mundo das mídias sociais tem uma dinâmica bastante particular. Cada uma delas tem um universo diferente e uma linguagem própria, mas é possível notar uma coisa em comum a todas: seus usuários procuram proximidade uns com os outros. O mesmo acontece quando o assunto é a relação das marcas com clientes.

Nenhum usuário quer se sentir como se estivesse falando com um robô quando conversa com uma empresa por meio das mídias sociais. Ela precisa mostrar que há pessoas do outro lado também. Mas por que fazer isso? Abaixo você confere algumas fortes razões para ser mais humano no seu trabalho em mídias digitais:

1. Conexão emocional
Muitas empresas relatam que o principal motivo para o sucesso de campanhas e estratégias nas mídias sociais é a conexão emocional criada com os usuários. É ela que permite que os consumidores criem empatia pela empresa e desenvolvam lealdade. Aproximar-se das pessoas as torna mais propensas a se tornarem advogados da sua marca.

2. Diálogos mais suaves
Ser mais humano faz com que usuários derrubem suas barreiras e fiquem menos na defensiva. Isso faz com que eles se abram mais para escutar a marca, forneçam feedback e colaborarem com campanhas e questionários – que também contribuirão para o crescimento da empresa.

3.  Autenticidade e confiança

Ser mais humano em sua comunicação pelas mídias sociais significa que suas mensagens não serão padronizadas e também não parecerão algo saído de uma central de telemarketing. Isso destacará sua empresa das outras, mostrando autenticidade; e, ao mesmo tempo, conquistará a confiança dos usuários.

4. Pedir ajuda fica mais fácil
Se por acaso você precisar da ajuda de seus seguidores e fãs – como em pesquisas ou campanhas –, seu lado humano os conquistará mais facilmente. Isso ampliará os dados que você tem sobre o seu público consumidor e também o alcance das suas mensagens. Não se esqueça de recompensá-los de alguma forma – alguma forma mais pessoal, vale lembrar.

5. Os bastidores
Mostrar o que acontece nos bastidores é um sinal de transparência. Seus seguidores conhecerão a mágica que acontece por trás da cortina e as pessoas que tornam tudo possível. Isso levará a uma sensação de que eles também fazem parte do time, o que é ótimo para sua marca.

Para terminar, vale lembrar que mesmo que inseridos em um mundo virtual, os usuários das mídias sociais são pessoas que estão ali em busca de um contato humano. Como eu gosto de brincar: todo mundo é um pouco carente nas mídias sociais. Como empresa, você precisa interagir, responder mensagens, reconhecer esforços, aproveitar sugestões. Acima de tudo, esses usuários fazem parte integral do sucesso da sua marca.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Colunistas/Rafael-Teixeira/noticia/2014/06/5-razoes-para-sua-empresa-ser-mais-humana-nas-midias-sociais.html

 

5 razões para sua empresa ser mais humana nas mídias sociais 3 de junho de 2014

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QUEM COMPRA UM produto ou serviço está protegido por lei contra abusos de poder ou irregularidades e a lista de problemas é grande. Só que nem sempre o comprador tem razão de colocar a boca no trombone.

Eles podem se recusar a trocar o sapato que foi presenteado no tamanho errado, cobrar multa pelo cancelamento de um plano de telefone, vender um micro-ondas com defeito e ainda lhe deixar de mãos abanando por semanas a fio. E tudo isso dentro da lei. Uma das máximas mais difundidas no mundo dos negócios diz que o cliente tem sempre razão, mas quando o assunto é a relação de consumo, isso nem sempre é verdadeiro.
Respaldados pela legislação atual, vendedores e prestadores de serviços conseguem se defender e garantir direitos que, por mito ou falta de bom senso, acabam sendo atribuídos exclusivamente aos compradores.
Acostumados a ser “mimados” por lojistas – que na hora de fechar o negócio oferecem benefícios sem fim para fidelizar o cliente –, os brasileiros acreditam estar sempre respaldados pelo Código de Defesa do Consumidor quando se sentem lesados em suas relações de consumo.
Ainda que tenham razão em grande parte das queixas, a balança pode pender para o fornecedor em alguns casos, como quando consumidores se aproveitam de erros em anúncios para comprar produtos por preços irrisórios. Muitas dessas situações acabam na Justiça, que cada vez mais decide a favor do lojista.
Antes de gastar energia e dinheiro buscando direitos que não tem, o melhor é se informar sobre o que pode e o que não pode no conflituoso mundo do consumo.

PARA EVITAR DOR DE CABEÇA
-Não compre embalagens abertas ou danificadas, latas amassadas, estufadas ou enferrujadas e produtos com má aparência.
-Verifique sempre o prazo de validade dos produtos. Geralmente, itens em oferta, como “pague um leve dois”, estão com preços mais em conta porque os prazos de validade estão terminando.
-Não compre produtos piratas ou contrabandeados. Além de não ter garantia legal, os fabricantes e vendedores não pagam impostos.
-Para fazer uso dos seus direitos, o consumidor deve sempre exigir a nota ou o cupom fiscal.
-O vendedor não pode condicionar a venda de um produto ou serviço ao fornecimento de outro. Isso é chamado de “venda casada” e é proibido por lei.
-Não compre produtos que prometem soluções rápidas, como os remédios para emagrecer ou aparelhos para ginástica sem antes verificar a licença do Ministério da Saúde ou o selo do Inmetro.

QUANDO O CONSUMIDOR TEM RAZÃO
-Procure o fornecedor para tentar resolver o problema ou defeito.
-Procure o Procon da sua cidade caso não chegue a uma solução, apresentando a nota fiscal do produto ou do serviço. Em Porto Alegre, o Procon fica na Rua dos Andradas, 686. Também é possível fazer uma denúncia pelo site portoalegre.rs.gov.br/procon.
-Após essa reclamação, o fornecedor será intimado a resolver a questão. Se não atender ao prazo estabelecido, será instaurado um processo administrativo.
-O Procon não pode obrigar o fornecedor a pagar indenizações. Para receber alguma reparação financeira, é preciso procurar a Justiça.

Fonte: Procon Porto Alegre

Troca de produto sem problema é somente um ato de gentileza
A cena é comum nos dias após o Natal ou qualquer outra data marcada por presentes: shoppings, lojas e estabelecimentos comerciais são invadidos por consumidores minados de sacolas. Eles carregam os presentes que ganharam em tamanho errado, que vieram repetidos ou até mesmo porque não gostaram da cor ou do modelo. Para fazer a troca, basta apresentar o produto com a etiqueta, correto? Nem sempre.
Exigir a troca de qualquer mercadoria que não apresente defeito, comprada pela própria pessoa ou por terceiros, é uma prática baseada em um direito que não existe na legislação. O Código de Defesa do Consumidor não obriga as lojas a substituir o produto por outro em casos assim.
Mas por que os comerciantes costumam oferecer essa opção? Por gentileza e também para fidelizar os clientes.
– As lojas só são obrigadas a trocar a mercadoria se ela apresentar algum defeito ou vício. Caso isso ocorra, o fornecedor terá 30 dias para corrigir o problema e, se não conseguir, aí sim o direito de troca acontecerá – explica Sonia Amaro, advogada da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste).

FIQUE ATENTO
Para evitar constrangimentos na hora de tentar trocar um produto e não conseguir, o consumidor deve verificar se há possibilidade de troca antes mesmo de adquirir a mercadoria. Nesses casos, a opção e o prazo para a troca, quando houver, devem constar na nota fiscal ou na etiqueta do produto, de preferência.

PRESTE ATENÇÃO
A regra que não obriga a troca de produtos é válida somente para itens adquiridos pessoalmente em um estabelecimento comercial, como as lojas localizadas em ruas ou shoppings. Quando a compra é feita por telefone ou pela internet, o consumidor pode exercer o direito ao arrependimento em até sete dias. Isso significa que, por lei, é possível desistir da compra e devolver o produto (inclusive com ressarcimento pelo envio) ou trocar por outra mercadoria dentro de uma semana. O motivo da desistência não importa.

Está com defeito? Aguarde o conserto
Você passa meses economizando para comprar aquele tão desejado smartphone. Na loja, o vendedor testa o produto na sua frente, mostra que tudo funciona normalmente e lhe convence de que aquele é o melhor modelo.
Ao chegar em casa, após horas navegando com o novo aparelho, você descobre que as coisas não estão tão bem assim. Quando o celular é colocado para carregar, para de funcionar. A vontade é voltar na loja e exigir a troca imediata do produto. Mas é possível que você fique até um mês de mãos abanando, aguardando o conserto.
O fabricante não é obrigado a fazer a troca imediata de um produto com defeito evidente ou vício (problema que não é aparente). A empresa tem prazo de 30 dias para resolver. Só depois é que o cliente pode exigir a troca, a devolução do dinheiro ou abatimento no preço de um novo produto.

FIQUE ATENTO
Existe uma exceção para essa regra. Quando se trata de produtos essenciais e de uso imediato, como alimentos ou remédios, a troca deve ser na hora. Conforme Carlos Thadeu de Oliveira, gerente técnico do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), ainda que esses dois exemplos sejam um consenso entre consumidores e lojistas, não existe uma lista oficial que apresente quais produtos devem ser trocados imediatamente.
Se o cliente alega que não pode aguardar o tempo do conserto e quer que a troca seja realizada na hora, terá que recorrer à Justiça. Esse é o caso, por exemplo, de uma geladeira que vai substituir outra que não está mais funcionando.

PRESTE ATENÇÃO
Por lei, o consumidor tem até 90 dias para reclamar algum produto adquirido com defeito. Algumas empresas oferecem uma garantia maior, de dois ou três anos. Nesses casos, o tempo total que o produto fica na garantia é o contratual (fornecido pela empresa), somado aos 90 dias da lei.

Preço muito baixo? Não adianta tentar
O folheto promocional mal começa a ser distribuído e, em poucos minutos, a concessionária está lotada de clientes. Na oferta, um carro 0km que custa em torno de R$ 40 mil está sendo vendido por menos de R$ 3 mil. Os consumidores exigem comprar pelo preço anunciado. Em casos como esse, quando se trata de um erro evidente, a loja não é obrigada a vender pelo preço anunciado.
Conforme Fernando Smith Fabris, professor de direito empresarial da PUCRS, o bom senso deve prevalecer em situações que se tratam, obviamente, de um erro.

FIQUE ATENTO
De maneira geral, a loja é obrigada a vender o produto pelo preço anunciado, mas a Justiça tem dado ganho de causa para as empresas nos casos em que se constata a má-fé do consumidor. Antes de entrar com um processo, veja se não se trata de um erro evidente. Você pode se estressar à toa.

PRESTE ATENÇÃO
Está previsto no Código de Defesa do Consumidor que o fornecedor deve cumprir com tudo aquilo que promete na oferta, e isso inclui, além do preço, características do produto e condições de pagamento. A propaganda enganosa ocorre, por exemplo, quando o produto que foi anunciado é diferente daquele que foi entregue. Nesse caso, o cliente pode reclamar, afirma a diretora-executiva do Procon de Porto Alegre, Flávia do Canto Pereira.

Só em dinheiro!
Chega o final de semana e, para comemorar a folga, você sai para jantar com a família. Na carteira, leva um talão de cheques ou o cartão de crédito e débito – nunca se sabe o que as crianças vão pedir. Depois de escolher o seu prato preferido, deixar os filhos abusarem da sobremesa e não abrir mão do cafezinho, na hora de pedir a conta, o garçom informa: pagamento só em dinheiro!
Ainda que a situação cause constrangimento e revolta, não existe lei que obrigue o estabelecimento a aceitar cheques e cartões de crédito ou débito. A única obrigação é aceitar a moeda corrente.

FIQUE ATENTO
Mesmo tendo autonomia para decidir as formas de pagamento que são aceitas, é bom que os lojistas deixem claro para o consumidor o que é e o que não é aceito. Normalmente, isso é feito por meio de placas que ficam penduradas na entrada ou em um local bastante visível para quem chega ao estabelecimento.

PRESTE ATENÇÃO
Se a loja aceita todos os tipos de pagamento, deve oferecer condições justas. Os lojistas não podem cobrar preços diferentes para pagamentos à vista feitos em dinheiro, cheque (quando não for pré-datado), cartão de débito ou de crédito (em uma parcela). Muitos estabelecimentos, para ficarem livres das taxas cobradas pelas empresas de cartão, oferecem desconto quando o pagamento é feito em dinheiro, mas isso é uma prática irregular e deve ser denunciada ao Procon, alerta Sonia Amaro, advogada da Proteste. Além disso, a loja não pode exigir um valor mínimo para pagamento em cartão ou cheque.

Comprou de pessoa física? A solução não está no Procon
A chance de trocar de carro finalmente aparece. É o primo do seu colega de trabalho que está indo morar no Exterior e quer se livrar dos bens que tem no Brasil. O carro dele, com baixa quilometragem, está à venda. Após dar a volta na quadra com o veículo e receber do dono a garantia que está tudo revisado, você compra o carro por um valor razoável.
Algumas semanas depois, entretanto, probleminhas começam a aparecer. Do nada, o veículo esquenta, a gasolina é consumida rapidamente, e aquele para-choques que parecia perfeito, despenca no meio da rua.
A primeira reação é ir em busca de seus direitos como comprador. Mas, nesses casos, você não pode lançar mão do Código de Defesa do Consumidor ou reclamar no Procon. Essa não é considerada uma relação de consumo, já que o vendedor é uma pessoa física, ou seja, não tem como atividade principal a venda de veículos.

FIQUE ATENTO
Na hora de comprar um produto de pessoa física, a recomendação é ter muito cuidado e analisar bem o produto antes de fazer o pagamento. Conforme Carlos Thadeu de Oliveira, gerente técnico do Idec, o ideal é sempre fazer um contrato estabelecendo os critérios da compra, datas, identificação das partes e pedir para duas testemunhas assinarem o documento.

PRESTE ATENÇÃO
Apesar de não poder reclamar no Procon, quem comprou um produto de uma pessoa física e se sentiu lesado pode reclamar na Justiça, com base no Código Civil. Juntar todos os elementos que comprovem as irregularidades é fundamental nesses casos.

Fonte: http://www.sindilojaspoa.com.br/index.php?menu=104&id=7452

 

5 mitos na relação entre cliente e vendedor 2 de junho de 2014

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Observando as mudanças que aconteceram nos últimos anos na área de atendimento ao consumidor, eu tenho uma preocupação. Vou dormir todos os dias pensando em como melhorar o atendimento das empresas que trabalham com a plataforma que comercializo. Mas a minha preocupação não é somente como eles podem atender melhor os clientes hoje, mas sim com o médio e longo prazo também.

Atualmente, o grande desafio é se diferenciar dos concorrentes e oferecer maior qualidade para que os usuários entrem em contato com o SAC e finalizem os atendimentos satisfeitos. Diversas soluções são desenvolvidas para eliminar essas possíveis barreiras. Um exemplo trivial é a possibilidade do operador rediscar caso a ligação caia no meio do atendimento. Assim, além de evitar um aborrecimento por parte do cliente, que teria que repetir todo o assunto para outros atendentes, a empresa consegue economizar em custo e tempo de ligação.

Mas o que imaginar a médio e longo prazo? Recentemente surgiu o módulo de central de atendimento para o mobile. É fato que hoje em dia há mais vendas de tablets do que de desktops. Outro fator importante é que a nova geração só conhece a web pelos dispositivos móveis. Quantas empresas já estão preparadas para atender esses clientes através do mobile? Não é mais uma tendência, mas sim uma realidade e pouquíssimas companhias estão aptas para realizar esse atendimento.

Algumas já disponibilizam aplicativos para compra via smartphone ou tablet, mas a vantagem de utilizar esse serviço se perde quando é necessário entrar em contato com o SAC e não existir essa mesma opção.

E se falarmos dos aparelhos que já saem com Internet de fábrica, como as novas geladeiras plugadas na rede? Já paramos para pensar que se o cliente tiver problemas com o item, ele não vai querer pegar o telefone e ligar para o SAC e sim realizar o atendimento direto pelo produto?

Quando o assunto é o relacionamento entre a empresa e consumidor, estamos falando essencialmente de pessoas que evoluem a cada dia com o acesso à informação e às novas tecnologias. Ter essa percepção é fundamental para que o atendimento consiga evoluir junto com as necessidades do usuário.

Por que não se antecipar a essas necessidades? Conhecer as novidades do mercado e investir nas soluções tecnológicas são atitudes de empresas que querem criar o futuro e não ficar esperando ele chegar.

Enquanto vejo no mercado uma corrida por mais posições de atendimento e pouco investimento em tecnologia, minha preocupação constante é como estar sempre à frente do mercado para oferecer tecnologia suficiente para que o atendimento seja realizado na forma e na velocidade que o cliente desejar.

Diante disso, lanço uma reflexão: o SAC da sua empresa já pensa no futuro ou está acomodado no presente? Se a resposta for a segunda opção, repense suas estratégias e amplie a visão para que o risco de ficar no passado não esteja no seu negócio.

Fonte: http://www.adnews.com.br/artigos/o-futuro-do-atendimento-ao-cliente

 

O futuro do atendimento ao cliente 30 de maio de 2014

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Endereço Certo executa ações especialmente elaboradas para que você recupere aquele cliente que um dia já foi frequente em seu estabelecimento ou que um dia lhe visitou e ficou de voltar.

Consulte-nos e conheça algumas ações já aplicadas e resgate aquele cliente que é tão importante para o seu negócio.

Resgate seus Clientes com a Endereço Certo 29 de maio de 2014

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A mecânica das promoções de fabricantes bens de consumo e do varejo varia pouco. Para saber se essa fórmula continua atraente para o consumidor, a NewStyle – agência de marketing promocional do Grupo ABC – ouviu 1.050 pessoas em cinco cidades (São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife) concluiu que o consumidor até participa das promoções do jeito que estão, mas estaria disposto a aderir bem mais se vários aspectos fossem diferentes.

Começa pelo tempo de duração. Esse tipo de campanha dura, em geral, de dois a três meses – uma “eternidade” para quem está esperando o resultado do sorteio. Alguns consumidores disseram que até esquecem que estão participando. Para 82% dos entrevistados, esse período deveria ser menor. E para 85%, a forma de participação tem de ser mais simples, com menos passos e exigências cadastrais.

“O que motivou a pesquisa é que sentíamos que estava tudo muito igual, com todos trabalhando no piloto automático, com promoções muito parecidas”, disse Claudio Xavier, diretor da NewStyle.

Pelo levantamento, as agências terão de sair da zona de conforto. Um dos principais resultados é que as campanhas teriam mais eficácia se fossem regionalizadas, considerando as preferências específicas do consumidor. “As agências estão muito acostumadas a fazer campanhas nacionais”, afirmou Xavier. Os mais afeitos às promoções são os pernambucanos – 60% dos entrevistados no Recife disseram gostar muito de participar. Já no Sul, a abordagem tem de ser outra: 64% dos gaúchos disseram que não são contra, mas não participam de promoções.

Fonte: http://newtrade.com.br/noticia/consumidor-quer-promocao-rapida-e-simples

 

Consumidor quer promoção rápida e simples 27 de maio de 2014

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Não existe uma medida exata, no entanto, há alguns fatores a serem considerados ao se adotar determinados serviços em nuvem.

A JetBlue parece ter nascido para ser uma anunciante na nuvem. A companhia aérea tem forte presença no digital, mantendo um feed ativo no Twitter e um site agradável para os consumidores. Veicular uma operação inteira de marketing – de email a analytics – em um software acessível de qualquer lugar via conexão à web parece ser algo natural. Mas a JetBlue só deu seu primeiro passo significativo em nuvem no ano passado, quando firmou parceria com a Responsys, ferramenta de automação da Oracle. “Estamos na fase experimental”, afirma Maryssa Miller, diretora de comércio digital da empresa.

Softwares baseados na nuvem oferecem algumas vantagens para os anunciantes: é considerado mais poderoso, acessível e melhor conectado que outros softwares. Mas quando se fala em pôr tudo na nuvem – email, content marketing, gerenciamento de dados e analytics –, a maioria dos anunciantes é como a JetBlue, que escolhe com cuidado o que pode ser mantido off-site e quais funções precisam ficar em casa.

Veja alguns fatores que precisam ser considerados sobre o marketing cloud:

Por que o software on-premise continua
Há razões para que os softwares on-premises, instalados na empresa, ainda existam. Começando pelo fato de que migrar para a nuvem é um comprometimento sério. “Se os anunciantes estão conseguindo o que querem das soluções on-premise, então não há motivo para mudar”, afirma a analista da Forrester, Cory Munchbach. Em alguns casos, o esforço exige o deslocamento de milhões de dados de clientes, diz ela. O custo e o tempo vão depender da complexidade desses arquivos. Por outro lado, companhias de nuvem têm enfrentado acusações de que não são seguras. “A segurança de dados é a essência das empresas de software na nuvem, o que não é o caso de muitas organizações de marketing”, afirma Bryan Wiener, diretor da Expion.

Vantagens da nuvem
Muitos anunciantes se beneficiam com as atividades praticadas na nuvem. Muitos interagem com consumidores na web, email, social media e mobile. E há um software para cada uma dessas interações. Empresas como a Adobe oferecem plataformas para acessar todas as informações de uma só vez. Além disso, o software de nuvem oferece atualizações automáticas e pode ser comprado à la carte -e o custo é quase sempre mais barato.

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/2014/05/21/O-que-precisamos-saber-sobre-marketing-cloud-.html

O que precisamos saber sobre marketing cloud? 26 de maio de 2014

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Os limites entre homem e tecnologia vêm se tornando cada vez mais tênues, tendência que deverá se acentuar ainda mais com a crescente integração entre objetos e a internet, que é conhecida como a “Internet das Coisas”, (IoT, em inglês). Temos exemplos e ideias deste movimento vindos de todos os lados: desde geladeiras inteligentes que avisarão (ou vão comprar direto?) quando um produto acabar até o “carro-smartphone” que avisará ao seu seguro como você anda dirigindo.

Essa poderosa rede de informações, que gerará infinitos terabytes sobre tudo o que você faz, será alimentada por centenas de bilhões de objetos identificáveis e que poderão interoperar uns com os outros, com data centers de empresas, governos ou nuvens computacionais. Até 2020 serão 26 bilhões de devices conectados contra “apenas” 900 milhões em 2009, de acordo com estimativas da consultoria Gartner. Fora os milhões de sensores de informações que deverão “digitalizar” sistemas até então analógicos, como reservatórios de água, energia e na produção de alimentos. Além disso, o mercado de dispositivos sem fio com conexão à Internet deve movimentar entre US$ 2,7 trilhões e US$ 6,2 trilhões em valor econômico anualmente até 2025, segundo o McKinsey Global Institute, braço de pesquisa da consultoria McKinsey Company Inc.

Além dos devices pessoais, a IoT vai “aglutinar” o mundo digital com o mundo físico, permitindo que objetos e corpos humanos façam parte de um sistema de informações totalmente integrado. Não será apenas a sua geladeira que será conectada a uma rede, mas você também. E já temos vários exemplos: desde a lente de contatos que mede o nível de glicose que o Google vem desenvolvendo para diabéticos, até o sistema da Ericsson que permite que o corpo humano transmita informações para devices.

É evidente toda a conveniência e economia de recursos que a IoT poderá trazer para a sociedade. Por outro lado, cresce o desafio das empresas de gerenciar seguramente esse vasto volume de informações gerado. Para alguns é uma evolução natural da tecnologia, para outros certamente causa arrepios e receios. Acredito que tudo depende do nível de transparência com que seremos tratados por empresas e governos quando o assunto forem as nossas informações. Entretanto, vale lembrar que aquele argumento “você escolheu estar em uma rede social, portanto abriu mão da sua privacidade” talvez não seja tão válido em um mundo no qual provavelmente não teremos um “opt out” para rejeitarmos o rastreamento e utilização dos nossos dados. No Brasil, este tema está sendo debatido neste momento em função do Marco Civil.

Além disso, os questionamentos sobre segurança de dados provavelmente deverão ir além das informações pessoais e assumir um debate sobre segurança nacional, já que estamos falando também de usinas de energia e plantações conectadas. Em tempos de espionagem 3.0, seria muita paranoia desconfiar das singelas geladeiras inteligentes que andam lançando por aí?

http://www.adnews.com.br/artigos/a-internet-das-coisas-e-o-homem-maquina

A internet das coisas e o homem-máquina 23 de maio de 2014

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A Endereço Certo não para um segundo….e os preparativos para a Copa continuam bombando por aqui!!!!

Decore o seu estabelecimento com as cores verde e amarelo e entre no clima também!!!

Endereço Certo na Copa do Mundo 2014 22 de maio de 2014

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A educação à distância (EaD) veio para ficar. Em pouco tempo, a modalidade que teve início em 1996, já supera um milhão de matrículas em cursos de graduação no Brasil e o crescimento é exponencial a cada ano.  Caiu no gosto dos alunos que por falta de tempo ou dificuldade de acesso estavam longe dos bancos escolares. Em um país continental, onde as distâncias dificultam a mobilidade, a EaD oferece flexibilidade e custos mais acessíveis.

Pode parecer mais fácil cursar a graduação sem precisar frequentar todos os dias a sala de aula. Mas, na verdade, não é isso que os especialista apontam. Segundo eles, para alcançar bons resultados e uma formação satisfatória, os alunos de EaD precisam encontrar um método eficiente e sistemático para os estudos. A modalidade, portanto, exige autonomia, disciplina, organização, leitura e também o domínio da tecnologia.

As universidades que oferecem o novo conceito em estudo trabalham para o desenvolvimento das técnicas de aprendizagem virtual. Isso tudo para atender a demanda crescente. Entre 2011 e 2012, o ensino a distância cresceu mais do que a educação presencial: 12,2% ante 3,1%. A EaD já representa 15,8% das matrículas em cursos superiores no país. Dessas, 83,7% está na rede privada. Os cursos mais procurados são os de administração, direito, pedagogia, ciências contábeis e enfermagem.

Apesar dos dados favoráveis, ainda existe preconceito velado do mercado com os profissionais formados em cursos à distância. De acordo com os especialistas em educação, essa situação ocorre por falta de conhecimento sobre a qualidade da certificação. No entanto, estudantes de EaD, no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), vêm obtendo resultados melhores do que os alunos da rede presencial.

O CIEE também desenvolve um programa gratuito de educação à distância, visando melhorar a formação e capacitação dos jovens para o mercado de trabalho. Atualmente são 37 cursos oferecidos no portal CIEE para os jovens cadastrados. Os cursos do CIEE já ultrapassaram a marca de 2,3 milhões de matrículas.

Fonte: http://adnews.com.br/artigos/realidade-virtual

Realidade Virtual – A educação à distância (EaD) veio para ficar 21 de maio de 2014

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Endereço Certo e FRUKI Cola presentes na 19ª Edição da ESARH

Ocorre nos dias 19, 20 e 21/05, na cidade de Gramado-RS a 19ª Edição da ESARH.

As promotoras da Endereço Certo, recepcionam os presentes no evento que visitam o stand da FRUKI Cola e lhes oferecem amostras do refrigerante, salientando os diferenciais dos produtos.

Saiba mais sobre o evento no site: http://www.esarh.com.br

Endereço Certo e FRUKI Cola presentes na 19ª Edição da ESARH 20 de maio de 2014

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Endereço Certo e Curves Academia da Mulher

Com blitz realizada em escolas e sinaleiras de Porto Alegre, a Endereço Certo promove a Curves Academia da Mulher – Unidade Três Figueiras.

Endereço Certo e Curves Academia da Mulher 19 de maio de 2014

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O entendimento do que é marketing ainda está muito ligado a apenas um de seus componentes, que é a propaganda, principalmente para o público em geral que não tem contato mais próximo com os conceitos de negócios. Para o varejo, esta percepção é ainda mais marcante, uma vez que conceitualmente pode parecer ainda um pouco mais complexo pensar em fazer marketing de uma loja e/ou rede especificamente, e não de um produto, o que é mais comumente entendido.

Obviamente que fazer marketing para o varejo é algo bem específico à atividade do negócio, e consequentemente muito desafiador, pois podemos lidar com variáveis distintas e também complementares ao longo do processo. O componente mais importante para o marketing no varejo, e não poderia ser diferente, é o cliente (ou shopper), pois a real razão de sua existência é atender as necessidades dos clientes, não é mesmo?!

Analisando desta forma, é imperativo que o varejista conheça seus clientes bem como o que buscam naquela loja para assim poder traçar suas estratégias de forma alinhada e, consequentemente, trazer resultados mais positivos ao seu negócio. E como conhecer seu cliente/shopper? Não é uma tarefa complexa, no entanto muito trabalhosa, pois o varejista necessita realizar pesquisas com seus clientes, que podem ser de várias formas:

  • Entrevistas pessoais na própria loja – perguntando sobre hábitos de compra e consumo, frequência de visitas à loja, sortimento de produtos procurados, etc.
  • Análise dos dados de compra por cliente – é uma forma riquíssima de obter informações e entender os produtos e/ou categorias relacionados que o shopper habitualmente busca e compra.
  • Encontros com o shooper – onde o varejista pode oferecer um momento especial a seus clientes, buscando através de técnicas de pesquisa conhecer mais profundamente suas necessidades.
  • Através do resultado destas pesquisas, o varejo tem subsídio para traçar mais adequadamente suas estratégias e táticas a serem implementadas na loja, que podemos exemplificar conforme segue:
  • Sortimento de itens (mix) – é claro que depende do tipo de varejo e tamanho da loja para esta definição, mas é importante estar sempre atento a melhor composição de categorias e/ou produtos para atender ao shopper.
  • Ambientação – ser agradável ou não, bem iluminada ou não, elegante ou simples também depende da percepção que o varejista quer passar a seus clientes, além de claro, atender as necessidades que o cliente está buscando naquele PDV específico.
  • tendimento dos funcionários – deve ser exemplar, buscando a cada momento a satisfação do shopper, trazendo a ele uma ótima experiência de compra, o que é realizado com treinamento constante para a equipe do varejo.

Claro que há mais estratégias a serem definidas, e com elas todo um plano de implementação de atividades a ser realizado, mas gostaria de salientar por fim, que nada adianta se não estiver alinhado e em busca das necessidades e satisfação do cliente.

Sei que parece óbvio, mas há coisas que de tão óbvias acabam sendo esquecidas ou até desmerecidas, portanto conheça seu cliente profundamente. Este é um dos melhores investimentos que você pode fazer!

Artigo encaminhado por Marcelo Murin, administrador de empresas com especialização em marketing e sócio-diretor da SOLLO Direto ao Ponto

Fonte: http://adnews.com.br/artigos/como-fazer-marketing-no-varejo

Como fazer marketing no varejo? 16 de maio de 2014

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Confira os agitos culturais que estamos promovendo junto aos nossos clientes!

Fornecemos todo o apoio operacional para os convidados de nossos clientes assistirem as apresentações das peças teatrais nos seguintes Estados: RS, PR, SP, GO e BA.

Peças:
CALLAS – Curitiba/PR, dias 16, 17 e 18/05;
Azul Resplendor – Porto Alegre/RS, dias 16, 17 e 18/05.
Superadas – Salvador/BA, dias 16, 17 e 18/05;
A História dos Amantes – Curitiba/PR, dias 17 e 18/05;
Enfim Nós – Goiânia/GO, dias 17 e 18/05;
Não Existe Mulher Difícil – São Paulo/SP, dias 22 e 29/05;
CALLAS – Salvador/BA, dias 24 e 25/05.

Agito Cultural é com a Endereço Certo 15 de maio de 2014

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Mais da metade dos brasileiros (52%) assume que já fez pelo menos uma compra por impulso nos últimos três meses. A conclusão é de um estudo realizado nas 27 capitais pelo portal de educação financeira Meu Bolso Feliz em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

O levantamento também procurou identificar com quais produtos os brasileiros mais gastaram desnecessariamente nos últimos 90 dias. Itens como roupas (29%) e calçados (19%) lideram a lista das compras supérfluas, seguidos por eletrônicos/celulares (18%) e perfumes/cosméticos (12%). Dentre as mulheres, a preferência por roupas e calçados é ainda maior: atinge 33% e 19% dos casos, respectivamente.  Do lado masculino, além das despesas com roupas (24%), a aquisição de produtos eletrônicos ganha mais destaque (26%).

A principal justificativa dada pelos consumidores para comprar por impulso são os descontos e promoções, mencionados por metade da amostra (50%). Vale destacar que apesar das promoções serem consideradas uma forma de propaganda para atrair mais público, uma parcela reduzida de apenas 2% e 1%, respectivamente, dos entrevistados assume que é influenciada por campanhas publicitárias ou pela própria ansiedade no ato da compra não planejada.

“A pesquisa também mostrou que muitos consumidores brasileiros procuram adequar os gastos ao orçamento, mesmo sabendo que o desembolso total pode ser maior. Outros consumidores preferem prestações menores para reservar parte do salário mensal para outras compras ou para imprevistos”, explica Flávio Borges, gerente financeiro do SPC Brasil.

Fonte: http://adnews.com.br/negocios/52-dos-brasileiros-fazem-compras-por-impulso

52% dos brasileiros fazem compras por impulso 14 de maio de 2014

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Endereço Certo promove Brasil Decore em Canoas – RS

Em ação idealizada pela FF Comunicação para homenagear as mães, a Endereço Certo promoveu a marca Brasil Decore com ações de sampling em sinaleiras da Cidade de Canoas no último final de semana.

Um coração enorme era colocado diante das sinaleiras enquanto as promotoras da empresa de marketing distribuíam material impresso publicitário acompanhado de um pequeno chocolate.

Endereço Certo promove Brasil Decore em Canoas – RS 13 de maio de 2014

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O mercado consumidor será marcado pela retomada da classe B neste ano. O estudo desenvolvido pela consultoria IPC Marketing mostra que essa parcela da população — equivalente a 35,4% do total de domicílios urbanos do País — vai responder por 50,84% (aproximadamente 1,55 trilhão de reais) do potencial de consumo no Brasil.

Os números, se confirmados, vão mostrar uma recuperação da classe B. Em 2013, esse extrato da população tinha diminuído em relação a 2012 — uma queda de 50,02% para 48,52%.

A classe A também deve aumentar a fatia no consumo: a participação subirá de 19,26% no ano passado para 19,52%. “A força do novo consumo está nas classes A e B. A classe emergente ainda tem a maior quantidade de domicílios, mas ela perde força”, diz Marcos Pazzini, diretor do IPC Marketing. Pelo levantamento, a classe C deve responder por 26% do potencial de consumo, nível mais baixo desde 2005.

A expectativa da consultoria é que o consumo das famílias continue a crescer de 1,8% a 2% neste ano, acima do Produto Interno Bruto (PIB).

Um dos principais fatores que impulsiona a mobilidade social é a criação de emprego formal, segundo o presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles. No mês passado, a desocupação medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 5% nas seis regiões metropolitanas pesquisadas (Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre). O resultado foi o mais baixo para meses de março desde 2002, quando tem início a série histórica. “A economia pode não estar tão boa, o consumo das famílias está crescendo menos, mas o emprego e a geração de renda proveniente dele continuam fortes.”

Gasto — O estudo da IPC Marketing também identificou como o brasileiro vai gastar o dinheiro este ano. A maior parte — 770,57 bilhões de reais — vai para a manutenção do lar. Nesse item, estão incluídas despesas como aluguel, conta de luz, água e telefone. “É uma realidade do brasileiro esse elevado custo da moradia”, diz Pazzini.

O segundo maior gasto do ano será com outras despesas (659,56 bilhões reais). Nesse item, o peso maior é com dívidas. “Boa parte da melhoria dessa ascensão é por causa da aquisição de bens de consumo. Normalmente, eles não são comprados à vista, mas no crédito. O crescimento desse item tem a ver com o aumento dessas compras feitas a prazo”, afirma o diretor do IPC Marketing.

Na sequência, aparecem alimentação no domicílio (314,01 bilhões de reais) e alimentação fora do domicílio (156,57 bilhões de reais). “Quanto maior o peso dessas despesas básicas, pior. Acaba sobrando menos dinheiro para itens que não são de primeira necessidade,”, afirma Pazzini.

Fonte: Varejista.com

Classe B voltará a ter mais de 50% do consumo em 2014 12 de maio de 2014

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O período da Copa do Mundo vai movimentar R$ 90 milhões a mais nos supermercados do Rio Grande do Sul, segundo estimativa da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas). Em todo o Brasil, o evento deve incrementar R$ 1,8 bilhão, conforme estudo feito pela Nielsen e Kantar Worldpanel e lançado pela a Associação Paulista de Supermercados.

Cervejas, refrigerantes, pipoca e carne são as categorias que terão maior acréscimo de vendas no país durante os 30 dias de evento. Segundo o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo, 60% dos brasileiros assistem às partidas em casa, o que impulsiona as compras diretas dos consumidores, mas parte do acréscimo será em função da necessidade de abastecer bares e restaurantes.

Segundo Eduardo Stangherlin, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Santa Maria, os supermercados da cidade vão acompanhar a tendência de crescimento nos mesmos itens. Ele afirma que os estabelecimentos estão se preparando para a maior procura durante o mundial.

Os números na Copa

De acordo com a pesquisa, 70% dos consumidores preferem ver as partidas acompanhados, 56% em casa e 88% comem e bebem na ocasião. No último mundial de futebol, realizado em 2010 na África do Sul, o consumo de cerveja no Brasil cresceu 15%, gerando um faturamento de R$ 970 milhões. Em 2014 o consumo deve saltar para 37%.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/smultimasnoticias/2014/05/08/supermercados-gauchos-preveem-movimento-de-r-90-milhoes-a-mais-durante-a-copa-do-mundo/?topo=52,1,1,,171,e171

 

Supermercados gaúchos preveem aumento nas vendas durante a Copa do Mundo 9 de maio de 2014

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Visitantes poderão optar por pagar a primeira parcela do financiamento imobiliário somente em janeiro de 2015

A Caixa Econômica Federal promove, de 2 a 25 de maio, a 10ª edição do Feirão da Casa Própria em treze cidades.

Durante o período, quem contratar o financiamento imobiliário poderá optar por pagar a primeira parcela somente em janeiro de 2015. A condição vale para os financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), realizados durante o evento, nos feirões ou nas agências da Caixa.

A primeira cidade a receber o 10º Feirão será São Paulo (SP), de 2 a 4 de maio. Depois, o Feirão terá continuidade, entre os dias 16 e 18, em mais oito cidades: Brasília (DF), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA). O último fim de semana do evento será, de 23 a 25, nas cidades de Campinas (SP), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS) e Uberlândia (MG).

O Feirão da Casa Própria reúne cerca de 560 construtoras e 500 correspondentes imobiliários, além de 340 imobiliárias que ocuparão estandes do evento.

Mais de 1 mil empreendimentos novos estarão com unidades em oferta nas 13 cidades onde acontecem os feirões. A previsão inicial é de que o número de imóveis ofertados ao longo dos três finais de semana de realização do evento seja superior a 300 mil.

Até o dia 28 de março deste ano, a Caixa assinou mais de 349 mil contratos habitacionais, no valor total de R$ 25,32 bilhões.

O valor médio diário em financiamentos atingiu R$ 429,23 milhões e o número de contratos assinados por dia foi de 5,9 mil. Para imóveis novos, foram destinados 61% de todo o montante contratado no período, o que corresponde a R$ 15,44 bilhões.

Somente pelo Programa Minha Casa Minha Vida já foram contratados, desde o lançamento do programa até março deste ano, 3,36 milhões de unidades habitacionais. Destas, mais de 1,6 milhão de moradias já foram entregues.

Como obter crédito no evento

Para requerer o crédito para casa própria no feirão, é necessário levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda. Os interessados também podem obter informações nas agências da Caixa ou pelo Serviço de Atendimento ao Cliente, disponível 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana.

O prazo para o financiamento imobiliário da Caixa é de até 35 anos e as taxas de juros são a partir de 4,5% ao ano, variando de acordo com a renda do tomador e o valor financiado.

O simulador habitacional da Caixa tem uma nova funcionalidade que permite que o cliente saiba quanto pode financiar antes de definir o valor do imóvel. Os interessados podem realizar as simulações do crédito imobiliário no site do banco.

http://economia.ig.com.br/financas/casapropria/2014-04-28/caixa-promove-o-10-feirao-da-casa-propria-em-13-cidades.html

10ª Edição do Feirão da Caixa e Endereço Certo 8 de maio de 2014

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Endereço Certo ativa Construtora Einsfelld com diversas ações em sinaleiras de Porto Alegre.

Promotoras distribuíram material impresso publicitário da Construtora em diversas sinaleiras da Capital dos gaúchos para divulgar seu novo empreendimento.

Endereço Certo ativa Construtora Einsfelld em Porto Alegre 7 de maio de 2014

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Com o aumento do poder de compra da população brasileira, cresceram também as ofertas de produtos nas grandes lojas de varejo e supermercados. Para conseguir resultados de vendas, umas das ferramentas que vêm ganhando cada vez mais importância é a promoção direta em pontos de venda (PDV).

Ações de marketing desse tipo são de extrema importância, por diversos fatores. Entre eles, estão a fidelização do cliente e a humanização das marcas, além da possibilidade de uma apresentação inédita de produtos dos mais variados segmentos. Esta é uma pratica ainda pouco explorada e, por isso, as empresas que apostam nessa estratégia têm vantagens logo no início de suas campanhas.
Para se ter uma ideia da eficiência do contato direto com os consumidores, em fevereiro de 2014 uma ação em uma grande rede varejista no Rio de Janeiro elevou em cerca de 75%, comparadas ao mês anterior, as vendas de produtos  de uma marca de eletrodomésticos. Durante o período de nove dias da promoção, a venda de um dos produtos foi 79% maior em relação a janeiro.
Para que as ações sejam de fato eficazes, é necessário analisar o sell in (vendas do fabricante para o revendedor) e sell out (vendas do revendedor para o consumidor final), e integrar os resultados à mídia e ao merchandising. Na ponta desta cadeia, está o promotor, que executará a estratégia desenvolvida pelo trade marketing ao mostrar ao cliente os diferenciais do produto, gerar interesse e influenciar na decisão de compra.
O chamado trade marketing reforça a estratégia no ponto de venda, e amplia a visibilidade das marcas, tornando-as mais atrativas para o consumidor. O ciclo de ações deve contemplar o planejamento, o monitoramento dos promotores e a análise de resultados, uma maneira de fornecer informações valiosas ao fabricante para tomada de decisões estratégicas. Outro fator relevante é a motivação para compra e, entre as razões, está a experiência agradável da aquisição.
Sabe-se que apostar em um atendimento humanizado conquista mais clientes. Por isso, um promotor bem treinado se torna um verdadeiro especialista da marca, que poderá indicar ao cliente a mercadoria correta para suas necessidades. Ele pode chamar atenção, com propriedade, para itens como qualidade, resistência, durabilidade, funcionalidade e design da peça. Mas, para conquistar bons resultados, também é preciso fazer um estudo de implantação para efetuar a distribuição estratégica desses profissionais.
Adila Ribeiro é diretora da Top People, empresa especializada no desenvolvimento de estratégias de trade marketing nos pontos de venda.
Fonte: http://www.varejista.com.br/artigos/marketing/1120/trade-marketing-evidencia-forca-do-varejo-e-aproxima-marca-e-consumidor

Trade marketing evidencia força do varejo e aproxima marca e consumidor 6 de maio de 2014

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Fornecemos todo o apoio operacional junto aos nossos clientes convidados para as apresentações das peças teatrais, nos Estados: RS, SP e DF.

As peças desta temporada são:

CALLAS – Porto Alegre/RS, dias 09, 10 e 11/05;
ENFIM NÓS – Brasília/DF, dias 09, 10 e 11/05;
A HISTÓRIA DOS AMANTES – Campinas/SP, dias 10 e 11/05;
AZUL RESPLENDOR – Sorocaba/SP, dias 09, 10 e 11/05.

E o mês de Maio inicia agitadíssimo na Endereço Certo! 5 de maio de 2014

Segmento acumulou alta de 6,92% em março na comparação com o mês anterior

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As vendas reais do setor supermercadista acumularam alta de 6,92% em março na comparação com o mês anterior, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em contrapartida, em relação ao mesmo mês de 2013 registraram queda de -7,82%.

No acumulado do ano, as vendas apresentaram queda de -0,57%, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Em valores nominais, as vendas do setor apresentaram crescimento de 7,90% em relação ao mês anterior e, quando comparadas a março de 2013, queda de -2,14%. No acumulado do ano, as vendas cresceram 5,18%.

“O setor continua vendendo bem e nossas expectativas continuam positivas. A queda registrada em março deste ano, em relação ao ano passado, é devido à Páscoa (segundo evento mais importante para o setor no ano) que em 2013 aconteceu em 31 de março, concentrando todas as vendas naquele mês”, afirma o presidente do Conselho Consultivo da Abras, Sussumu Honda.

Fonte: http://newtrade.com.br/noticia/vendas-do-setor-supermercadista

Vendas do setor supermercadista crescem 6,92% 2 de maio de 2014

 

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O Salão Pense Imóveis fecha a edição 2014 com mais de 250 unidades vendidas, o que representa R$ 80 milhões em comercializações. Cerca de 7 mil pessoas compareceram aos dois dias de evento que, em parceria com a Imobiliária Ducati, reuniu ofertas de 40 empreendimentos, localizados em Porto Alegre, Região Metropolitana e Litoral Norte, com condições exclusivas.

As unidades mais procuradas foram as de dois e três dormitórios, na faixa de R$ 300 mil. Para André Oliveira, vice-presidente da Ducati, os clientes conseguiram analisar bem as melhores ofertas de todas as regiões. “O diferencial do evento foi reunir tudo no mesmo lugar. Assim, o cliente teve uma facilidade maior de encontrar o melhor imóvel para o seu perfil, o que também facilita a escolha”, disse.

Embora as portas do Salão Pense Imóveis tenham se fechado às 20h, o encerramento se prolonga devido aos estandes ainda cheios. “O evento só termina quando o último cliente sair”, concluiu Oliveira.

Fonte: http://revista.penseimoveis.com.br/noticia/2014/04/salao-pense-imoveis-encerra-com-r-80-milhoes-comercializados-em-dois-dias-4485914.html

 

Salão Pense Imóveis fecha edição 2014 com R$ 80 milhões comercializados 30 de abril de 2014

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Classe B voltará a ter mais de 50% do consumo em 2014

O mercado consumidor será marcado pela retomada da classe B neste ano. O estudo desenvolvido pela consultoria IPC Marketing mostra que essa parcela da população —  equivalente a 35,4% do total de domicílios urbanos do País — vai responder por 50,84% (aproximadamente 1,55 trilhão de reais) do potencial de consumo no Brasil.

Os números, se confirmados, vão mostrar uma recuperação da classe B. Em 2013, esse extrato da população tinha diminuído em relação a 2012 — uma queda de 50,02% para 48,52%.

A classe A também deve aumentar a fatia no consumo: a participação subirá de 19,26% no ano passado para 19,52%. “A força do novo consumo está nas classes A e B. A classe emergente ainda tem a maior quantidade de domicílios, mas ela perde força”, diz Marcos Pazzini, diretor do IPC Marketing. Pelo levantamento, a classe C deve responder por 26% do potencial de consumo, nível mais baixo desde 2005.

A expectativa da consultoria é que o consumo das famílias continue a crescer de 1,8% a 2% neste ano, acima do Produto Interno Bruto (PIB).

Um dos principais fatores que impulsiona a mobilidade social é a criação de emprego formal, segundo o presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles. No mês passado, a desocupação medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 5% nas seis regiões metropolitanas pesquisadas (Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre). O resultado foi o mais baixo para meses de março desde 2002, quando tem início a série histórica. “A economia pode não estar tão boa, o consumo das famílias está crescendo menos, mas o emprego e a geração de renda proveniente dele continuam fortes.”

Gasto — O estudo da IPC Marketing também identificou como o brasileiro vai gastar o dinheiro este ano. A maior parte — 770,57 bilhões de reais — vai para a manutenção do lar. Nesse item, estão incluídas despesas como aluguel, conta de luz, água e telefone. “É uma realidade do brasileiro esse elevado custo da moradia”, diz Pazzini.

O segundo maior gasto do ano será com outras despesas (659,56 bilhões reais). Nesse item, o peso maior é com dívidas. “Boa parte da melhoria dessa ascensão é por causa da aquisição de bens de consumo. Normalmente, eles não são comprados à vista, mas no crédito. O crescimento desse item tem a ver com o aumento dessas compras feitas a prazo”, afirma o diretor do IPC Marketing.

Na sequência, aparecem alimentação no domicílio (314,01 bilhões de reais) e alimentação fora do domicílio (156,57 bilhões de reais). “Quanto maior o peso dessas despesas básicas, pior. Acaba sobrando menos dinheiro para itens que não são de primeira necessidade,”, afirma Pazzini.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/classe-b-voltara-a-ter-mais-de-50-do-consumo-em-2014

Classe B voltará a ter mais de 50% do consumo em 2014 28 de abril de 2014

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Rendimento das pessoas com 60 anos ou mais já corresponde a 21% da massa de renda no Brasil 

O rendimento do idoso já corresponde a 21% da massa de renda dos brasileiros e atingiu R$ 446 bilhões no ano passado, mostrando o potencial de consumo da população com mais de 60 anos.

“Apesar disso, essa população ainda é mal contemplada tanto em termos de política pública quanto na oferta de produtos”, diz a diretora do Instituto Opinião, Rachel Monteiro, que realizou a pesquisa em parceria com o Instituto Data Popular. “Esse é o segmento da população que cresce mais rapidamente no Brasil. O país alcançou em dez anos um crescimento da faixa etária que a Europa, por exemplo, levou cem anos para alcançar”, acrescenta Rachel.

A pesquisa aponta que o número de idosos saltou de 15,4 milhões em 2003, para 22 milhões de pessoas com 60 anos ou mais no ano passado, representando 11% da população brasileira. De acordo com projeção dos institutos a partir de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse número tende a quadruplicar até 2050, chegando a 69 milhões de idosos em 2053.

Segundo Rachel, o motivo para essa expansão é a combinação da queda da taxa de natalidade brasileira e o prolongamento da expectativa de vida, que se reflete também na qualidade de vida. Tanto que, quando questionados sobre a melhoria da vida no último ano, 69% dos entrevistados disseram que a vida melhorou. Isso significa que, de cada 10 pessoas, 7 se mostraram mais satisfeitas.

Os idosos acreditam que o esforço pessoal e a fé são fatores que mais contribuem para a melhora de vida, o que representa 44% e 42%, respectivamente.
Já quando questionados sobre expectativa de melhora da sua vida no próximo ano, os idosos se mostram menos otimistas que os demais brasileiros em relação ao futuro. Os dados revelam que 79% estão otimistas, contra 89% dos brasileiros em geral.

Segundo a diretora do Instituto Opinião, a pesquisa apontou que cada geração de idosos têm perspectivas e interesses muito diferentes, sinalizando a necessidade de adequação dos serviços e produtos que lhes são direcionados. A metodologia da pesquisa considerou dados coletados pelos dois institutos, além de informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e do Censo Demográfico do IBGE.

Link: http://brasileconomico.ig.com.br/brasil/economia/2014-04-23/aumenta-a-participacao-dos-idosos-e-sua-importancia-economica-na-populacao.html

 

Aumenta a participação dos idosos e sua importância econômica na população 23 de abril de 2014

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 Varejo perderá 11 dias de vendas na Copa do Mundo

Se para alguns segmentos da economia a Copa do Mundo é uma das grandes apostas do ano, para quem atua no setor de shopping centers o evento é esperado com preocupação. A Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) revelou, ontem, que o Mundial pode fazer com que o varejo perca ao menos 11 dias de faturamento.

Nas cidades em que forem decretados feriados nos dias de jogos, os centros comerciais abrirão por menos tempo (apenas seis horas) e funcionários devem ter folga.

“Em dias de jogos as pessoas tendem a comprar menos e, notadamente, apenas alguns setores do varejo têm sido beneficiados pela Copa”, disse o presidente da entidade, Nabil Sahyoun.  As companhias também estão se preparando para lidar com possíveis riscos à segurança em razão de manifestações.

Link: http://newtrade.com.br/noticia/varejo-perdera-11-dias-de-vendas-na-copa

 

Varejo perderá 11 dias de vendas na Copa do Mundo 22 de abril de 2014

alecrim  Alimentação, conveniência, saúdeAlimentação, conveniência, saúde

Empresas do segmento alimentício não podem mais apostar apenas no sabor para conquistar clientes, já que outro atributo passou a ser tão ou mais valorizado quanto esse: a conveniência. As pessoas têm tantos afazeres hoje em dia e estão sempre ocupadas com aparatos tecnológicos que resta pouco tempo para as refeições. Nesse cenário, saem na frente marcas que conseguem oferecer produtos que agreguem adaptabilidade, portabilidade e facilidade no manuseio.

Uma recente parceria entre a Coca-Cola e a Mondelez no exterior demonstra que a indústria já despertou para a necessidade de agilizar o cotidiano das pessoas. As empresas se uniram para poder oferecer no varejo soluções completas aos consumidores. Numa mesma gôndola, eles encontram lado a lado itens complementares de ambas as empresas: lanches e bebidas. O programa surge como resposta ao panorama em que 63% dos shoppers, ao comprarem lanches, já têm ocasiões específicas para consumo em mente e 33% concordam que ajudaria se as lojas oferecessem soluções completas para refeições.

Propostas que facilitem o dia a dia são bem vistas pelo público e geram oportunidades até para novos negócios. Em Brasília, cinco jovens criaram o Alecrim e iniciaram, na semana passada, o serviço diferenciado com foco em suas próprias necessidades. “Disponibilizamos dois cardápios por mês no Facebook para o cliente escolher. Entregamos na casa dele todos os ingredientes para preparo selecionados, higienizados, cortados e porcionados. Junto vai um passo a passo da receita em linguagem descontraída”, conta Camilla Ceylão, fundadora e nutricionista, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Resgate da refeição com praticidade
O pacote ainda inclui uma playlist com sugestões de músicas que combinam com o prato e uma possibilidade de decoração para a mesa, que pode ser comprada à parte no Alecrim ou usada como inspiração apenas. “Nosso objetivo é resgatar o prazer das pessoas pelo momento da refeição num cenário em que elas estão cada vez mais desconectadas desse ritual. A ideia não é só levar as pessoas a cozinharem, mas criar um momento social”, conta Camilla.

Com as separações tradicionais entre as refeições ruindo e o tempo passado à mesa cada vez menor, as marcas precisam repensar produtos e serviços. É preciso considerar, por exemplo, que o consumo de parte dos itens se dará, muitas vezes, em trânsito. Tudo que puder ser feito para ajudar as pessoas a não se sujarem e a permiti-las a armazenar sem dificuldade será valorizado – e justificará alguma diferença no preço em relação a similares.

O consumo crescente de alimentos portáteis é uma realidade com a qual as empresas do setor também devem ter atenção. Segundo a base global de novos produtos da Mintel, o número de lançamentos nos segmentos de comida e bebida com esse apelo teve aumento de quase 57% no Brasil, de 2011 para 2012.

Sucos em alta
Um dos segmentos impactados é o de sucos prontos. Basta ir a um supermercado para notar como as marcas e os sabores se multiplicaram nas gôndolas nos últimos anos. O consumo desse tipo de produto conquistou 1,7 milhão de novos lares brasileiros no último ano, segundo dados de uma pesquisa da Nielsen. A compra de bebidas não alcoólicas teve um crescimento de 0,3% entre novembro de 2012 e novembro de 2013, com destaque para os sucos que registraram um aumento de 12,5% no período.

Neste área, outra marca surgiu da necessidade de seu fundador: a do bem. Marcos Leta estava em sua lanchonete preferida no Rio de Janeiro de madrugada quando pensou por que ainda não havia um suco natural da fruta em caixa para se levar para casa. Viajou o mundo pesquisando tecnologias que permitissem o envasamento sem necessidade de uso de conservantes e acidulantes até que a primeira linha de sucos do bem chegou às prateleiras do varejo em 2007.

A portabilidade já estava na essência da marca, mas continua evoluindo. “Estamos fazendo uma série de mudanças em mobilidade. Há duas semanas começaram a chegar ao varejo as novas embalagens de um litro com tampa de rosca, permitindo que seja fechada e transportada com mais segurança. Desde 2009 temos também as caixinhas de 200 ml com canudo”, conta Marcos Leta, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O público alvo da do bem são pessoas com espírito jovem, que se preocupam com a saúde. Por isso, pagam um pouco mais caro e trocam os produtos concorrentes que adicionam água e conservantes, os chamados néctares, pelo suco natural em caixa da marca. A preocupação com a saudabilidade, no entanto, ainda não é maioria entre os brasileiros. Tanto é que a falta de tempo ainda os leva prioritariamente para as redes fast food, destacadas como mais convenientes.

Fast food se destacam por serviço rápido
Para 41% dos jovens adultos, essas lanchonetes são priorizadas por oferecerem um serviço rápido, atributo muito relevante em meio ao corre-corre diário de quem estuda e trabalha, segundo a pesquisa da Mintel “Estilo de vida ocupado e hábitos convenientes”. Quatro em cada 10 destes adultos jovens, entre 16 e 24 anos, acreditam que comer itens poucos nutritivos como hambúrgueres, salgadinhos e bolachas é algo que pode ser feito todos os dias. Mais de um terço da população (37%) reconhece não se importar com gorduras e calorias.

O resultado é uma frequência de obesos que chega a 17,4% da população, segundo o relatório Vigitel do Ministério da Saúde. Mais da metade dos adultos apresenta excesso de peso. A frequência é de 51,0%, sendo maior entre homens (54, 5%) do que entre mulheres (48,1%).  Já em países desenvolvidos, os consumidores buscam cada vez mais combinar saudabilidade aos novos hábitos alimentares.

No Brasil, no entanto, esse amadurecimento ainda deve levar um tempo. “Para haver essa evolução é necessário um esforço do mercado em geral e do governo, que hoje não oferece incentivos para produtos naturais e orgânicos. Não contamos com estudos das empresas de pesquisa específicos para a nossa categoria, no meu caso, o suco natural. É preciso ainda uma mudança na mentalidade do varejista que hoje coloca nosso produto entre os néctares, sem mostrar a diferenciação. Isso tudo seria importante para conscientizar o consumidor brasileiro”, avalia o fundador da do bem.

Snacks nas redes sociais
A inclinação para consumir junk food também fica evidente nas redes sociais. Em muitos posts, os internautas deixam explícito que o consumo não é saudável para reforçar outro atributo: o do prazer. Os alimentos que fazem parte dos momentos de snacking são considerados cool e, por isso, são cerca de quatro vezes mais compartilhados nas redes sociais, em média, do que outros tipos de refeições, como almoço, café da manhã, churrasco e jantar, conforme aponta um levantamento realizado pela Ipsos.

As menções nas redes sociais demonstram uma vontade de “fazer inveja” nos amigos. A necessidade de praticidade ou de saciedade aparece pouco nas postagens espontâneas. “O consumo de snacks é muito emocional, porque é aquele momento em que a pessoa está comendo algo que dá prazer, como uma premiação. E é esse apelo que incentivam um maior número de publicações no horário do lanche”, analisa Andrea Hiranaka, Qualitative Account Manager da Ipsos.

Essas postagens espontâneas de consumidores nas redes sociais abrem oportunidades para fabricantes explorarem seus clientes como garotos propaganda. Marcas já escolhem os momentos mais comuns dos lanches para publicarem imagens em suas fan pages, gerando compartilhamento e convidam o público a opinar sobre novos sabores e linhas que compõe lançamentos.

Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/

Novos hábitos transformam indústria e varejo de Alimentação 16 de abril de 2014

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APAS: Inflação nos supermercados sobe 1,95% em março

em 09/04/2014

O Índice de Preços dos Supermercados (IPS), calculado pela APAS/FIPE, apresentou alta de 1,95% em março. A título de comparação com o mesmo período de 2013, os preços naquele mês apresentaram alta de 0,60%. Trata-se da maior variação para o mês de março verificado em toda a série histórica, iniciada em 1994.

Na comparação mensal, os preços não apresentavam uma alta tão expressiva desde setembro de 2012, quando houve elevação mensal de 2,01% nos preços. No acumulado de janeiro a março (primeiro trimestre) de 2014, a alta do IPS foi de 2,55%. Já no acumulado dos últimos 12 meses, a alta atinge 3,39%.

De modo geral, o comportamento dos preços dos produtos in natura foi reflexo dos impactos no cultivo e colheita em diversas culturas, por problemas climáticos ao longo dos últimos meses, que também impactaram nos produtos industrializados, como por exemplo, óleos em geral e derivados da carne. O período de estiagem mais prolongado em algumas regiões afetou a oferta de diversos produtos agrícolas. Assim, de acordo com os dados do IPS de março, o indicador em 12 meses demonstra certa estabilidade, mas o ponto de atenção está nas elevações expressivas ocorridas nos meses de fevereiro e março, principalmente nos produtos in natura e na resistência da inflação em 12 meses dos produtos industrializados.

Os preços dos produtos hortifrutigranjeiros (Produtos In Natura) registraram alta de 11,06%. Os legumes e verduras contribuíram positivamente para a elevação desta categoria, respectivamente, com altas de 30,17% e 18,32%. Os itens com maior variação foram: tomate (86,54%), alface (18,35%), couve (23,06%) e repolho (26,14%). Os tubérculos tiveram alta de 21,11%, com destaque para a elevação dos preços da batata (57,43%). Já as frutas apresentaram variação negativa de -3,51%, impactadas pelas reduções nos preços de limão (-10,12%), maçã (-6,64%) e mamão (-8,34%).

O sabão em pó (5,40%) e o sabão em barra (1,35%) impactaram na categoria de produtos de limpeza, que no total teve uma elevação de 3,13% nos preços. Bebidas alcoólicas tiveram queda de 1% impulsionadas pelo preço da cerveja, que teve decréscimo de -1,10%. Os alimentos industrializados, por sua vez, tiveram pouca variação (0,03%), o que representa uma estabilidade de preço desse segmento.

Fonte: http://supervarejo.com.br/

APAS: Inflação nos supermercados sobe 1,95% em março 15 de abril de 2014

Páscoa deve provocar alta de 6% a 7,5% nas vendas

para o comércio no mês de abril

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O comércio varejista gaúcho deve crescer de 6% a 7,5% no mês de abril. Os produtos tradicionais da data, como ovos de chocolate, bombons e pratos a base de frutos do mar não são os únicos responsáveis pelo índice projetado pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS.
Outros segmentos vão impulsionar o varejo neste período, pois os hábitos de consumo para o feriado têm apresentado mudanças, e os chocolates não são mais a única opção de presente procurada.

- Apesar de a maioria das crianças ainda escolher muitos ovos, especialmente os que acompanham brinquedos, alguns adultos tem optado por comprar outros presentes, como eletrônicos, perfumes, e outros produtos tradicionais de datas como natal e dia dos namorados.

Algumas vezes eles vêm acompanhados por chocolates com preços mais acessíveis do que os ovos, como bombons – comenta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

As vendas de móveis, eletrodomésticos e materiais de informática entraram nas opções de consumo do período, como presentes substitutos ou complementares. Na Páscoa de 2013, o segmento de computação registrou alta de 35,6% nas vendas. As lojas de cosméticos e produtos farmacêuticos também se beneficiam com a festividade, com vendas alcançando crescimento de 12,5%.

Fonte: http://ultimominuto.net.br/detalhe.php?idp=2299

 

Páscoa deve provocar alta de 6% a 7,5% nas vendas 14 de abril de 2014

Ondas de alegria invadem as agências de Turismo de São Paulo – SP

Com a Endereço Certo em ação 

Pernambuco vai invadir a sua Praia!!!

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Ondas de alegria invadem as agências de Turismo de São Paulo – SP 11 de abril de 2014

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Ovos ainda lideram procura, mas perdem espaço para outros produtos.

Não é mais só de chocolate que vive o comércio em período de Páscoa. Pesquisas encomendadas por entidades do setor de varejo apontam que há um crescimento da procura por outros itens para presente durante a data comemorativa.

Levantamento da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV) indica que, mesmo que 85% dos entrevistados ainda procurem os ovos de Páscoa como opção de compra, apenas 37% dos consumidores questionados sobre o que gostariam de ganhar escolhem os chocolates. No ano passado, esse índice era de 48%. O presidente da entidade, Vilson Noer, explica que a tendência é de que o chocolate seja acompanhado de um presente considerado de utilidade no dia a dia do consumidor. “Além disso, acreditamos que há uma mudança nos cuidados com a saúde e a forma física. Para comemorar a data, se agrega algo e diminui o doce”, ressalta.

Com o advento da Páscoa, a perspectiva de vendas no setor varejista do Estado pela AGV é de 9% nas vendas em abril. A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) também fez seu levantamento e estima uma alta de até 7,5% na comercialização do mês. Segmentos que tradicionalmente têm suas forças de vendas em outras datas tiveram incrementos em 2013 também no período. Por exemplo, o segmento de computação registrou alta de 35,6% nas vendas, e o de cosméticos e produtos farmacêuticos também tiveram uma elevação de 12,5%.

O efeito é registrado pelo vice-presidente da entidade, Fernando Luís Palaoro, que explica que a própria indústria de chocolates, percebendo essa mudança, começou a agregar produtos alternativos, como brinquedos, para atrair o consumidor. Para o dirigente, o crescimento poderia ser até maior se não houvesse o comprometimento da renda com itens como financiamentos imobiliários e de automóveis. “Mas temos um período de Copa do Mundo, e as pessoas estão procurando itens de eletroeletrônicos, especialmente televisores, para acompanhar o evento”, explica.

A questão da Copa do Mundo foi lembrada pelo presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse, que também confirma a percepção de alta nas compras de produtos alternativos como presente de Páscoa pelos consumidores. Para o dirigente, o aumento do poder aquisitivo da população contribui para que os compradores aproveitem as datas comemorativas para renovar os produtos dentro de casa. Um dos principais atrativos, de acordo com Kruse, tem sido as vendas do vestuário infantil na época. “Como a Páscoa fica às portas do inverno e as crianças crescem rapidamente, acaba sendo um produto com muita saída e vem trazendo um acréscimo no período desta data comemorativa”, informa.

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=158970

Produtos alternativos caem no gosto do consumidor para presentear na Páscoa 10 de abril de 2014

Endereço Certo e FRUKI Cola na Premiação AGAS 2013

Há vários anos, a Agas produz uma pesquisa que mapeia o desempenho das empresas

do setor supermercadista no Estado, o Ranking Agas.

A FRUKI, uma das patrocinadoras do evento esse ano, se fez presente com ação executada pela

Endereço Certo na noite de homenagens aos premiados do ano de 2013, que ocorreu no

Grêmio Náutico Gaúcho em Porto Alegre, no dia 08 de Abril de 2014.

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Endereço Certo e FRUKI Cola na Premiação AGAS 2013 9 de abril de 2014

Endereço Certo e FRUKI Cola presentes no 27º Fórum da Liberdade na PUCRS.

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Endereço Certo e FRUKI Cola presentes no 27º Fórum da Liberdade na PUCRS. 8 de abril de 2014

Equipe Endereço Certo bombando pelo Brasil a fora. 

Ação da Empetur Campinas – Curta Pernambuco!!!!

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Endereço Certo com a Empetur em Campinas 7 de abril de 2014

Endereço Certo – Soluções em Cliente Oculto

A técnica do cliente oculto permite medir a performance do atendimento ao cliente,

tanto interno, nas ações de endomarketing, quanto externos.

Essa e outras soluções, você encontra na Endereço Certo. 

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Endereço Certo – Soluções em Cliente Oculto 4 de abril de 2014

 

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 Endereço Certo JÁ EM CLIMA DE COPA!

A ação promove cursos de Gestão, Atendimento ao Cliente e Inglês para

recebermos os estrangeiros durante o

EVENTO DA COPA DO MUNDO em Porto Alegre – RS.

Endereço Certo JÁ EM CLIMA DE COPA! 3 de abril de 2014

 

Know-how na produção de promoções e eventos personalizados e operacionalizados de acordo com os objetivos estratégicos de sua empresa.

Ações em feiras, samplings, blitz, campanhas de incentivo, promoções em ponto de vendas, endomarketing entre outras ações que a empresa idealizar.

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Endereço Certo – Soluções em Eventos 2 de abril de 2014

 

Pesquisa de mercado, Cliente oculto, Positivação nos Pontos de Vendas, Credenciamento de PDVs entre outras soluções, você encontra na Endereço Certo.

 

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Endereço Certo – Soluções em Coleta de Dados 1 de abril de 2014

 

Deixe sua MARCA na cabeça do CLIENTE através de ações promocionais com a  Endereço Certo.

 

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Endereço Certo – Soluções em Ações Promocionais 31 de março de 2014

 

Abril começará com 08 Promoções aprovadas, entre elas campanhas para o Dia das Mães, Dia dos Namorados, Aniversários e muito mais.

A Endereço Certo atua na elaboração do plano de operações, regulamento e envio do processo para Brasília, junto ao SEAE – Ministério da Fazenda e Caixa, para a obtenção do C.A. (Certificado de Autorização) para a liberação da promoção, gestão operacional e entrega dos prêmios.

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Aberta a Temporada das Promoções Comerciais na Endereço Certo! 28 de março de 2014

 

A Endereço Certo marcou presença na abertura da Expoagro Afubra 2014.

Nossas promotoras recepcionaram convidados da área VIP e serviram Prefeitos, Deputados entre outros convidados da Cerimônia de Abertura.

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Expoagro Afubra 2014/Rio Pardo-RS com a Endereço Certo 27 de março de 2014

 

Bombando nosso operador logístico promocional da PINCÉIS ATLAS simultaneamente nos estados: AC, AL, AM, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MT, PA, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RO, RR, RS, SC, SE, SP e TO.

Neste projeto trabalhamos em nuvem, com nossa ferramenta, o “EC Place” que permite a Pincéis Atlas enxergar, em tempo real, toda a movimentação de seus objetos promocionais.

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Copa do Mundo com Pincéis Atlas & Endereço Certo em 25 Estados 25 de março de 2014

 

A  Água da Pedra promoveu um dia de cuidados com a saúde nos principais parques da Capital Gaúcha em comemoração ao Dia Mundial da Água, no último sábado, 22 de março.

A Endereço Certo foi a empresa responsável pela execução da ação que contou com: atividade física orientada, corrida guiada e medição de pressão e nível de glicose.  Além das atividades físicas, foram distribuídas centenas de garrafas da Água da Pedra Premium às pessoas que participaram e acompanharam a iniciativa.
Em apenas 12 anos de existência, a Água da Pedra, que integra a linha de produtos da Bebidas Fruki, chegou ao topo na preferência dos gaúchos. De acordo com a pesquisa Marcas de Quem Decide, divulgada neste mês, a Água da Pedra é a preferida na categoria Água Mineral, com 25,8% do total. No ranking das Mais Lembradas, a Água da Pedra subiu um degrau com relação ao ano passado, ocupando agora o segundo lugar, com 24,5%.

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Endereço Certo e Água da Pedra no Dia Mundial da Água 24 de março de 2014

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A Abras (Associação Brasileira de Supermercados) espera que as vendas no setor cresçam 7,2% na Páscoa de 2014 sobre igual período de 2013. A estimativa é resultado de um levantamento feito com supermercadistas associados, divulgado nesta quarta-feira (19).

A Associação ressalta que a expectativa é semelhante à do ano passado, quando os supermercadistas previram elevação de 7,1% nas vendas. A Abras destaca, porém, que as vendas feitas naquele ano acabaram superando as estimativas e crescendo 10% ante 2012.

A Abras informou que todos os produtos pesquisados tiveram aumento de encomenda pelos supermercados junto aos fornecedores em relação a 2013. Peixes em geral são os produtos com maior crescimento de pedidos, com alta de 8,2% na comparação com o ano passado. Cervejas tiveram elevação de 7,8% nas encomendas, refrigerantes subiram 5,6% e chocolates, 5,6%. Importados em geral cresceram 5,5%, bacalhau teve aumento de 4,7% e ovo de Páscoa, 4,6%.

O preço dos produtos, de acordo com a Abras, estão mais altos do que em 2013. A média é de elevação de 5,5% na comparação anual. A maior alta é a dos ovos de Páscoa, com crescimento de 7,9% no valor em relação ao ano passado. Chocolates em geral subiram 5,4% e cervejas, 4,6%.

No segmento de importados, o bacalhau foi o item que teve maior aumento (6,7%), seguido pelos vinhos (5,2%) e azeites (4,9%).

Fonte: http://www.varejista.com.br/noticias/8154/supermercados-esperam-vendas-72-maiores-na-pascoa-deste-ano

Supermercados esperam vendas 7,2% maiores na Páscoa deste ano 20 de março de 2014

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A demanda maior das empresas e o crescimento da renda dos trabalhadores impulsionaram a atividade de serviços no começo de 2014. A receita nominal do setor, sem descontar a inflação, cresceu 9,3% em janeiro em relação a igual mês de 2013, informou nesta terça-feira, 18, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Houve uma recuperação em relação a dezembro, influenciada por crescimento mais expressivo em serviços de informação e comunicação e nos serviços profissionais, administrativos e complementares”, disse o técnico da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE, Roberto Saldanha. No último mês do ano passado, a alta havia sido de 8,3% no mesmo tipo de comparação.

Nos cálculos da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o crescimento real da receita ficou em 1,1% no período, descontada a inflação de serviços de 8,26% acumulada em 12 meses. De acordo com o economista da CNC Fabio Bentes, foi a maior elevação real da receita desde abril de 2013. “Temos uma conjuntura um pouco melhor neste início de ano. Pode ser o início de uma recuperação do setor”, avaliou Bentes. “O primeiro mês do ano teve a atividade crescendo significativamente, e o que parece estar por trás é o mercado de trabalho aquecido”, acrescentou, destacando a alta de 12,1% na receita dos serviços prestados às famílias em janeiro ante igual mês de 2013.

O arrefecimento da inflação de serviços em janeiro também pode ter contribuído positivamente para o faturamento, segundo Bentes. Apesar disso, a perspectiva para fevereiro é de crescimento menos vigoroso em função da aceleração já apurada nos preços ligados ao segmento. “Os serviços têm sido prejudicados pela inflação alta. E, neste ano, temos novas pressões, como o aumento da demanda durante a Copa”, disse o economista.

Para o IBGE, os dados divulgados ontem reforçam o cenário de desaceleração traçado para a atividade, que responde por dois terços do Produto Interno Bruto (PIB) do País. Em janeiro, a alta acumulada em 12 meses da receita em serviços ficou em 8,5%. Um ano antes, era de 9,8%. “É uma tendência de desempenho menor em relação a 2013. O setor de serviços acompanha, ele é complementar a outras atividades, como indústria, comércio e agricultura”, afirmou Saldanha. “É a desaceleração (na atividade econômica) que chega ao setor de serviços.”

Apesar disso, o técnico do IBGE afirmou que o ciclo de elevação da taxa básica de juros, a Selic, iniciado em abril de 2013, ainda não afetou os serviços, ao contrário do que vem sendo percebido em outras atividades, como o comércio. O Comitê de Política Monetária (Copom) já elevou a Selic em 3,5 pontos porcentuais, para 10,75% ao ano, mas isso não foi suficiente para reduzir a demanda por serviços, afirmou Saldanha. “Enquanto a renda do trabalhador estiver crescendo, o setor de serviços vai se manter aquecido”, disse.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/03/setor-de-servicos-cresce-93-em-janeiro.html

 

Setor de serviços cresce 9,3% em janeiro 19 de março de 2014

Jornal Fala Bom Fim

 

 

O Jornal Fala Bom Fim chega à sua 129ª Edição e estará completando 13 anos de mercado em 2014.

Suas notícias têm como foco principal o tradicional bairro Bom Fim na cidade de Porto Alegre e conta com o apoio da Associação dos Amigos do bairro Bom Fim, além disso, ele também é distribuído gratuitamente ao público.

Confira a edição online do Jornal no site: http://www.falabomfim.com.br

 

 

Jornal Fala Bom Fim divulgado pela ENDEREÇO CERTO 18 de março de 2014


Fruki

A Endereço Certo em parceria com a Água da Pedra participou da ação do Dia Mundial do Rim, promovido pela Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.

Durante a ação, orientações sobre os cuidados com a saúde dos rins eram passadas ao público, foram também distribuídas garrafas de Água da Pedra, salientando a importância do consumo de água saudável.

Endereço Certo e FRUKI marcam presença no Dia Mundial do Rim 14 de março de 2014

 

As vendas do comércio varejista cresceram 0,40% em janeiro ante dezembro de 2013, na série com ajuste sazonal, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira (13). O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas, que esperavam desde uma queda de 0,80% a uma alta de 0,70%, com mediana negativa de 0,30%.

Na comparação com janeiro de 2013, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo cresceram de 6,2% em janeiro deste ano. Nesse confronto, as projeções variavam entre uma alta de 3,60% a 6,50%, com mediana de 4,75%. As vendas do varejo restrito acumularam aumento de 4,3% em 12 meses.

O índice de média móvel trimestral das vendas do comércio varejista subiu 0,2% no trimestre encerrado em janeiro.

Varejo ampliado

As vendas no varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, cresceram 2,1% em janeiro ante dezembro de 2013, na série com ajuste sazonal. O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que esperavam uma expansão de 0,40% a 4,40%, com mediana de 2,90%.

Na comparação com janeiro de 2013, sem ajuste, as vendas do varejo ampliado cresceram 3,5% em janeiro deste ano. Nesse confronto, as projeções variavam entre expansão de 2,14% e 7,60%, com mediana de 5,30%. As vendas do comércio varejista ampliado acumularam um aumento de 3,3% nos últimos 12 meses. O índice de média móvel trimestral das vendas subiu 0,3% no trimestre encerrado em janeiro.

Revisão

O IBGE revisou a taxa de vendas no varejo ampliado em dezembro ante novembro de 2013, de -1,5% para -1,9%. O volume vendido em novembro ante outubro também sofreu ajuste, passando de 0,9% para 0,8%. Já o resultado de outubro ante setembro saiu de 2,0% para 1,7%.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,varejo-vendeu-0-40-mais-em-janeiro-apura-o-ibge,179534,0.htm

 

Vendas do varejo crescem 0,40% em janeiro 13 de março de 2014

O economista-chefe do banco Besi Brasil, Jankiel Santos, acredita que o resultado do varejo em janeiro, divulgado nesta quinta-feira, 13, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estanca um pouco o pessimismo com uma possível continuidade de desaceleração da atividade. “Mas não sinaliza um crescimento muito forte no início do ano”, disse.

De acordo com o IBGE, as vendas do comércio varejista subiram 0,40% em janeiro ante dezembro de 2013, na série com ajuste sazonal. Já no varejo ampliado, que inclui o desempenho dos setores de material de construção e de veículos, o avanço foi 2,1%, na mesma base de comparação, marcando o melhor resultado desde outubro de 2012.

“Dá para ficar contente porque o dado de varejo mostra que o problema ainda está na oferta e não na demanda”, afirmou Santos. Segundo o economista, no entanto, é preciso ponderar que o movimento positivo reflete uma certa compensação do “desastre” que foi o quarto trimestre para os indicadores de varejo e produção industrial.

“Mostra que o início de ano não vai ser catastrófico como foi o quatro trimestre, mas tampouco muito animador”, explicou.

Santos disse que a projeção do Besi Brasil para o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de janeiro, de 0,60%, não deve sofrer muita alteração por causa do dado do varejo de hoje. “Não deve mudar muito”.

Santos avaliou com naturalidade as revisões para baixo anunciadas pelo IBGE para o resultado do varejo em dezembro, novembro e outubro, na margem. “São revisões normais que acabam acontecendo, não acho que se tenha que levar muito em conta, no próximo mês pode haver uma revisão para cima”, disse.

Fonte: Estadão.com
Autor: Gabriela Lara

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Varejo reduz parte do pessimismo com atividade, diz Besi 12 de março de 2014

A nova unidade segue o padrão de excelência da Mais Econômica, oferecendo aos consumidores um mix completo e diferenciado de produtos, além do atendimento de qualidade.

Neste dia os clientes contaram com presentes da Mais Econômica: ginástica laboral, medição do IMC, circunferência abdominal e ainda, quick massage.

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Endereço Certo em Florianópolis, presente na Inauguração da Mais Econômica 11 de março de 2014

A Endereço Certo – Soluções em Operações de Marketing foi a empresa escolhida pela Portocred para ativar a sua marca em Porto Alegre.

Devidamente uniformizadas com as cores institucionais da Portocred, as promotoras da Endereço Certo ativaram a marca distribuindo material promocional do cliente e convidando o público a se dirigir até a unidade mais próxima e conhecer as facilidades oferecidas pelos agentes.

Endereço Certo Ativa Portocred em Porto Alegre 10 de março de 2014

Veja como aproveitar as oportunidades de negócios que surgem com o evento.

Ainda dá tempo para se preparar para a Copa e aproveitar o movimento que os jogos vão provocar nas 12 cidades-sede e nos locais que servirão de base para as seleções internacionais.
Estamos a 100 dias da Copa do Mundo de Futebol e quem tem comércio ou presta serviços, precisa ficar alerta e se adequar ao público que circulará na cidade. Quem acha que será fácil atender brasileiros e estrangeiros, falando diversos idiomas e utilizando outras moedas está bem enganado.

“O momento, agora, é de se planejar e usar a Copa do Mundo para apresentar e mostrar para o máximo de pessoas o que se oferece ao mercado. Você tende a criar um cliente insatisfeito se aumentar o valor do produto por causa da demanda”, destaca Christiano Gomes, sócio do Instituto Aquila, consultoria em gestão avançada.

A consultoria listou cinco dicas para os pequenos empresários se preparem e ajustarem os negócios para a Copa do Mundo:

1. Identificar o quanto o negócio está adequado à oportunidade: com uma análise prática do negócio, o empresário visualiza a capacidade de atuar durante o evento;

2. Definir estratégia de atuação: determinar as ações que serão executadas para manter o negócio, ou seja, aproveitar o apelo regional ou adaptar os produtos para todos os públicos;

3. Criar condições para executar a estratégia definida: viabilizar as condições, como garantir produtos com os fornecedores, contratar mais funcionários, adaptar o espaço, garantir a infraestrutura e aceitar outras bandeiras de cartão de crédito para pagamento;

4. Determinar a estratégia de marketing, a fim de garantir que a divulgação atinja o público-alvo: é importante reconhecer que para atrair o consumidor, o empresário precisa aparecer, de maneira planejada e convincente;

5. Checar o bom desempenho e cumprimento dos prazos: para qualquer negócio é essencial que o gestor acompanhe se as metas serão cumpridas e o prazo atingido. Após os eventos, quantificar os resultados e absorver as lições aprendidas.

Fonte: Administradores.com

Cinco dicas para se preparar para a Copa nos próximos 100 dias 6 de março de 2014

Empresas apostam em crescimento

A Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (ABICAB) reuniu os fabricantes de chocolates na edição 2014 do Salão de Páscoa para apresentar os lançamentos para o período mais movimentado do setor no ano.

Os executivos da entidade trouxeram um panorama do setor, que neste ano soma aproximadamente 150 novos produtos de 11 diferentes fabricantes, cenário mais diversificado que 2013, quando se teve apenas 90 lançamentos.

De acordo com o vice-presidente de chocolates da ABICAB, Ubiracy Fonseca, entre o período de 2009 e 2011, o setor teve um crescimento de dois dígitos. “Isso levou o país a ser um dos maiores mercados de chocolate do mundo”. O presidente da entidade, Getúlio Ursolino Netto, reforça: “Nós somos o terceiro maior mercado de chocolates do mundo”.

 Crescimento nas vendas
Com 32 lançamentos para a Páscoa deste ano, a Arcor projeta o crescimento de 30% em vendas em relação ao ano passado. De acordo com a diretora de marketing da Arcor do Brasil, Loredana Mariotto, a empresa visa esse aumento em vendas com base no que vivenciou no ano passado.

“De 2012 para 2013, o mercado de chocolates na Páscoa não cresceu e a Arcor cresceu 40%”, ressalta a executiva. Ela diz que esse resultado foi conquistado pela diversificação e foco no público infantil, e também na qualidade do chocolate da empresa, que está sendo reconhecida.

“Assim, pretendemos crescer 30% ou mais nesse período em 2014, e investimos fortemente em brindes diferenciados, com alto valor agregado, para todas as idades, para agradar desde as criancinhas até os jovens”, frisa Loredana.

Investimento no ponto de venda
 Com quatro lançamentos de ovos para este ano, a Village, que também investe em colombas, foca no desenvolvimento de materiais diferenciados para a promoção da Páscoa. Segundo o executivo de marketing e vendas da empresa, Reinaldo Bertagnon, a companhia pretende reforçar a presença dos produtos no ponto de venda. “Para isso, é imprescindível o trabalho de campo”, resume.

Bertagnon diz que a Village trabalhará com displays específicos para ovos infantis, papel de forração e material de testeiras para as parreiras. “Vamos também trabalhar bastante com os promotores no ponto de venda, porque é preciso explicar aos consumidores a funcionalidade dos brindes que vêm junto com os ovos”, resume.

Outros varejos

 Com 12 lançamentos para esta Páscoa, a Cacau Show também segue no clima de otimismo para este ano. Com 1570 lojas no país, a rede espera crescer 24% no faturamento em relação ao mesmo período do ano passado e 38% no volume de produção de chocolates em neste ano no comparativo com a última Páscoa.

“Para esse crescimento, estamos falando de 13 milhões de produtos comercializados e 6,7 mil toneladas de chocolate. Miramos alcançar R$ 570 milhões de faturamento na rede para a Páscoa”, revela o gerente de marketing da rede, Davi Damazio.

  Já o grupo CRM, que detém as redes Kopenhagen e Chocolates Brasil Cacau e que apresenta um total de 40 lançamentos, pretende alcançar crescimento de 42% no faturamento para a Páscoa 2014, considerando que para este ano está prevista uma produção 50% maior que 2013. As marcas devem somar 3,7 milhões de ovos produzidos em 2014, sendo 350 toneladas de produtos Kopenhagen e outras 575 toneladas de Chocolates Brasil Cacau.

por Nathalie Gutierres

Fonte: Revista Super Varejo

Páscoa 2014: 150 novidades nas gôndolas 5 de março de 2014

1904243_549646841810085_1285563291_nEndereço Certo e FRUKI Guaraná presentes no Circuito pela Vida, promovido pela Rádio Gaúcha no último dia 22/02 em Tramandaí – RS.

Endereço Certo e FRUKI Guaraná no Circuito Pela Vida 28 de fevereiro de 2014

R. Correa Engenharia Promove Empreendimentos com a Endereço Certo  

No mês de Fevereiro, a R. Correa Engenharia Ltda promoveu ações de divulgação dos Empreendimentos Urbano São Luiz e Urbano Menino Deus.

No dia 19 os promotores da empresa de marketing distribuíram cartas aos moradores do bairro Santana, convidando-os a conhecerem o apartamento decorado e o plantão de vendas, com as condições especiais que a R. Correa oferece aos vizinhos do empreendimento.

Já no dia 20, leques foram distribuídos nas sinaleiras e também aos moradores do Bairro Menino Deus e arredores, convidando-os a conhecerem o empreendimento Urbano Menino Deus.

A R. Correa Engenharia Ltda. foi fundada em 1979 e tem sua sede administrativa financeira na Capital Porto Alegre – RS. Atua no ramo da construção civil e incorporações imobiliárias, e está completando esse ano 35 anos de atividades no estados do Rio Grande do Sul.

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R. Correa Engenharia Promove Empreendimentos com a Endereço Certo 27 de fevereiro de 2014

A Endereço Certo – Soluções em Operações de Marketing Direto Ltda, marcou presença na Arena do Grêmio na noite de quarta-feira (25), para promover as Lojas GrêmioMania, aos torcedores presentes no segundo confronto da Libertadores 2014.

As promotoras da empresa de marketing, distribuiram material promocional da marca que está com super descontos de até 70% nos seus produtos.

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Endereço Certo Divulga GrêmioMania na Arena do Grêmio 26 de fevereiro de 2014

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A Endereço Certo – Soluções em Operações de Marketing está realizando ações promocionais para a Digimer em Universidades de Porto Alegre, Canoas e São Leopoldo.

O sampling acontece para os alunos da PUC e ESMP em Porto Alegre, na Unilasalle em Canoas e na Unisinos em São Leopoldo.

Com breves abordagens, as promotoras da empresa de marketing entregam um flyer aos alunos convidando-os a conferirem as ofertas de volta às aulas da Digimer. Além do flyer, os alunos também ganham uma caneta de brinde da loja.

Endereço Certo Promove Digimer com Blitz nas Universidades 25 de fevereiro de 2014

O mercado de eventos no Brasil está a todo o vapor. Existem milhares de especulações e expectativa em torno dos que irão acontecer no próximo ano.

Para falar sobre este assunto, Promoview entrevistou Paulo Eduardo Leal, diretor da agência Broadway Brasil, que assina eventos como o Musical Thriller Live de Michael Jackson; turnê Ford Caminhões com Chitãozinho e Xororó 40 Anos; Chocolover Nestlé e Beyoncé no Brasil; criação da Roda Skol no Rio de Janeiro. E, para 2014, a agência está se preparando para o lançamento do Tom Jazz Festival 2014 e o Rio Verão Festival.

Promoview: Na sua visão, como está o mercado de eventos atualmente?

Paulo Leal: O mercado de eventos no Brasil ainda é muito novo, a atividade ainda está em formação e se profissionalizando.

O evento, em si, é uma forma presencial de comunicação, não deveria ser confundido com uma atividade de produção. Poderia ser uma disciplina curricular já nas faculdades e universidades de Comunicação e Propaganda.

Promoview: Qual a sua opinião a respeito da Lei Rouanet na questão do patrocínio de eventos?

Paulo Leal: A Lei poderia ser aperfeiçoada, havendo apenas um artigo (18), que é o que proporciona 100% de isenção. O artigo 26 que isenta 70% não é atraente e não costuma ser é cumprido na sua essência.

Os produtores culturais, a todo o momento, inserem projetos no Artigo 18 que deveriam estar elencados no Artigo 26. O brasileiro sempre acha brechas na Lei para burlá-la. Temos que parar com essa visão errada.

Promoview: Ela tende a favorecer espetáculos e evento já consagrados (famosos)?

Paulo Leal: A demanda sempre tenderá para eventos relevantes. O jornalismo, por exemplo, só busca informações que são importantes ao público. É natural essa seleção em qualquer área.

Sem dúvida, os projetos mais relevantes e de maior refinamento, em produção, irão atrair mais verbas das empresas. Outro diferencial, que sempre pesará na preferência de patrocínios, é a região que irá acontecer o evento, sempre pondo na balança as atividades econômicas e o interesse da população da região.

A sociedade e as empresas buscam a cultura da fama e não a fama da cultura. Projetos culturais menores em regiões fora dos grandes centros não têm demanda e interesse das pessoas, logo, não atrai investimentos. Tem que se ter clareza e maturidade para encarar esse fato. Não há lei que inverta essa lógica da sociedade.

Promoview: Qual a maior dificuldade no momento da realização de um grande evento?

Paulo Leal: O ao vivo. A entrega é instantânea e não dá margem para erros. Um filme, por exemplo, é feito o monstro para o cliente ver, testa com o consumidor, e, se for aceito, vai para o ar. O live marketing é na hora. Por isso é surpreendente e gratificante.

Promoview: A dificuldade de encontrar um bom patrocinador prejudica a criação de novos eventos?

Paulo Leal: As marcas têm a oportunidade de interagir com seu público nos eventos. É uma atitude perante seus consumidores. A autenticidade na comunicação das marcas só é efetiva e completa quando mostram seus valores ao invés de apenas comunicar atributos e diferenciais de mercado pela mídia.

Promoview: A Copa do Mundo no Brasil favorece a realização de outros eventos?

Paulo Leal: Não. Ela por si só é um evento. Que acontece em 25 dias, 12 cidades com 32 seleções. O mercado de evento não pode ser visto ou analisado num momento ou flash específico. Não deve, e não pode, estar restrito a picos e vales. Ele deve ser fluente e perene na comunicação, independendo de grandes datas pontuais. As marcas que lideram segmentos sabem disso.

Projetos de longo prazo como naming rights bem sucedidos, a exemplo do Teatro Bradesco, Citibank Hall, Allianz Parque, Vivo Rio, vão além de uma Copa do Mundo e geram eventos constantes a seus diversos públicos.

Fonte: Promoview

 

O que 2014 reserva para o mercado de eventos? 30 de novembro de 2013

A Endereço Certo – Soluções em Operações de Marketing realizou blitz para divulgar a Digimer durante a 59ª Feira do Livro de Porto Alegre. Artistas circenses em “pernas de pau” interagiram com o público visitante do evento e arredores.

Enquanto isso, promotores distribuíram material impresso ao público e balões para as crianças. O objetivo da ação foi divulgar a loja da Rua Andradas (Centro Histórico de Porto Alegre/RS).

Fonte: Gottems Comunicação

Endereço Certo promove Digimer na Feira do Livro

Bebidas, sorvetes, protetores e depilatórios são as grandes estrelas do verão. Justamente por isso ganham atenção redobrada do varejo no período. Entre as mais sazonais do grupo, estão os sorvetes, cujo volume de vendas cresce em média 40% em comparação aos demais meses do ano, segundo a Abis, associação que reúne os fabricantes desse setor. Essa alta pode variar de acordo com a região e conforme o fabricante. Para a entidade, o verão deste ano deverá empatar com o do ano passado. “Os consumidores estão mais endividados e a perspectiva de crescimento da economia não é das mais altas”, comenta Eduardo Weisberg, presidente da associação.

Pelos mesmos motivos, a perspectiva de consumo para as bebidas é igual. Ou seja, também não deverão apresentar crescimento em relação ao ano anterior. Quem afirma é Adalberto Viviani, consultor da Concept especializado nesse mercado. Segundo ele, cervejas e refrigerantes crescem bem no período devido às férias.

Uma das bebidas mais sazonais é a água de coco, cujo consumo dobra no verão. Segundo a Sococo, o motivo é que o mercado ainda está em desenvolvimento, além da dificuldade de produção devido à falta de matéria-prima. Para atender a crescente procura, a fabricante investiu em uma nova área de plantio com mais de 2.000 hectares. Ela começará a abastecer a indústria apenas no ano que vem, o que significa que no verão 2014/2015 a produção da água de coco da marca vai dobrar.

Quem prevê um aumento de 20% nas bebidas durante a estação é a rede Villarreal, com 12 unidades no interior de São Paulo. O aumento virá sobretudo de cervejas, refrigerantes e sucos.

Entre 18% e 25% é a perspectiva de aumento de vendas de depilatórios para o canal supermercadista, conforme a DepiRoll. Segundo Tatiana D’Alessio Sombra, gerente de marketing, a projeção se baseia na maior renda da mulher, cada vez mais presente no mercado de trabalho. As versões que vão puxar o aumento são as folhas prontas e os cremes – as mais vendidas no canal alimentar. Já os protetores solares costumam vender 67% mais nos meses de verão. Regiane Bueno, diretora de marketing de Cenoura & Bronze, da Hypermarcas, afirma que o potencial de expansão é grande, pois a penetração ainda é baixa quando comparada à de outros produtos de higiene e beleza.

Fonte: SM

Tempo de verão: Perspectivas

No Brasil, a economia desaquece, o crediário permanece forte, o ecommerce passa a enfrentar players internacionais, o mercado de luxo se mantém em alta e o crescimento de internautas empurra varejistas para a comunicação nas redes sociais. Estas são as cinco principais tendências que afetam o varejo atualmente por aqui, segundo relatório da Euromonitor.

A empresa lançou seu holofote para os maiores países do continente americano, para traçar um panorama do que vem impactando o varejo e o comportamento de consumo em cada um deles.

Acompanhe o que vêm impactando o varejo em outros países da América:

- Estados Unidos: Após tanta expectativa, o comércio mobile passa a ser de fato uma importante área de ecommerce; Home Depot, por exemplo, reportou que as vendas por dispositivos móveis dobraram no último ano e já representam 27% das vendas totais. Após cinco anos de testes em Seattle, a Amazon fortalece sua operação de alimentação via ecommerce e passa a entregar também em Los Angeles e em breve em São Francisco. A opção AmazonFresh custa US$ 299 ao ano e está disponível apenas para membros prime da Amazon.

- México: O segmento de farmácias se fortalece. Enquanto Walmart anuncia o desenvolvimento de um novo conceito que privilegia conveniência, a rede local líder Guadalajara começa a expandir para a Cidade do México. Enquanto isso, as lojas de conveniência continuam registrando crescimento anual de dois dígitos; a rede Oxxo não para de que abrir lojas e passa a vender itens de marca própria. Esse bom momento encoraja novos players a entrar para a competição, como a rede Mambo que inicia operação com franquias, convertendo as antigas “tenditas”, e oferecendo um sortimento vasto.

- Canadá: Fusões e aquisições movimentam o mercado, com empresas locais comprando outras para manterem-se competitivas perante o varejo americano, especialmente o on-line. Os formatos de lojas menores tomam conta das áreas urbanas, enquanto lojas que vendem itens étnicos passam a atender cada vez melhor os públicos imigrantes que não param de entrar no país.

- Chile: Os strip malls, ou shoppings de vizinhança, se tornam populares, ao oferecer opções de compras para todas as necessidades – em Santiago este formato já é predominante.

Fonte: Portal No Varejo

As tendências que mais afetam o varejo no continente americano

O bom momento do varejo em shopping deve ganhar reforço com a aproximação do Natal. As compras que antecedem as festas natalinas devem aumentar em até 10% o faturamento dos shoppings centers em dezembro desse ano. A estimativa é da Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), que compara com as vendas registradas em período do ano anterior.

De acordo com dados da Abrasce, em 2012 o setor registrou R$ 119,5 bilhões no consolidado de vendas dos 457 shoppings em operação. A entidade tem a expectativa de que até o final desse ano 38 novos empreendimentos terão sido inaugurados no País.

O aumento das vendas é acompanhado pelo crescimento na quantidade de postos de trabalho no varejo. A Abrasce estima aumento de 30% na oferta de empregos, o que pode representar até 286 mil novas vagas. Em 2012, foram mais de 240 mil oportunidades.

Os postos se caracterizam pelo caráter “temporário e visam atender à demanda do Natal e dos horários estendidos praticados pela maioria dos empreendimentos”, explica a entidade em nota. As oportunidades incluem atividades de estoquistas, vendedores e equipe interna.

Fonte: Estadão

Vendas de Natal devem ter alta de 10%, diz Abrasce

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Vagas POA – 51-3222 6934 e 31226921

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Vera B Moura

Graduada em Psicologia (Unisinos-RS), graduada em Direito (ULBRA-RS), pós-graduada em administração de RH (PUC-RS), pós-graduada em Marketing (ESPM-SP) e pós-graduada em Logística Empresarial (ULBRA-RS).